Minha mulher gozou intensamente

Depois do Jantar

O jantar tinha sido leve –acompanhado de vinho tinto, risadas soltas, pés se tocando por baixo da mesa. Quando levantei para recolher os pratos, A Paty segurou minha mão.

— Deixa pra depois — ela disse, a voz baixa. — Senta mais um pouco aqui comigo.

Voltei para o sofá. Ela sentou no meu colo, as pernas cruzadas envolvendo minhas costas os cabelos soltos. O vestido vermelho que ela usava subiu um pouco, mostrando suas coxas. Senti o calor do corpo dela contra o meu, o perfume suave que sempre me deixava louco.

— Você tá tão linda hoje — sussurrei no ouvido dela, deslizando a mão por sua coxa.

— Só hoje? — ela provocou, mordendo os lábios.

Beijei seu pescoço, sentindo ela tremer. Minha mão subiu, encontrando o zíper do vestido. Desci devagar, sentindo o arrepio da sua pele. Paty arqueou as costas, ajudando-me a tirar o vestido.

Deixei ela só de calcinha, os seios à mostra. Meus lábios encontraram os dela, enquanto minhas mãos percorriam seu corpo, deslizando pela barriga, subindo para os seios. Ela gemia contra minha boca.

— Tira isso — ela pediu, puxando minha camisa.

Tirei rapidamente. Ela deslizou do meu colo para o sofá, deitando-se de costas. Seus olhos verdes brilhavam de tesão.

— Me fode, Amor...Agora. Me fode com força...

Puxei a calcinha dela para baixo, revelando sua boceta já toda molhada. Não precisei de preliminares – estávamos ambos com muito tesão. Abri sua buceta e enfie fundo, sentindo sua buceta apertar meu pau com vontade.

— Assim... — ela gemeu, arqueando o corpo. — Mais forte...

Comecei a foder com força, cada socada mais profunda que a anterior. O sofá rangia, os gemidos da Paty preenchiam a sala, e eu sentia o suor escorrendo pelo meu peito.

— Vou gozar! — ela gritou, seu corpo se contraindo enquanto sua buceta pulsava apertantando ainda mais meu pau.

Continuei, sentindo o orgasmo dela vibrar em mim. A Paty puxou meu rosto para um beijo, e eu explodi dentro dela, gozando junto de uma forma intensa.

Ficamos ofegantes, colados. Mas não tínhamos acabado.

— Vamos para o chuveiro — ela disse, já se levantando.

Entramos juntos, a água quente escorrendo por nossos corpos. A Paty me empurrou contra a parede de azulejos e ajoelhou-se. A água escorria pelo rosto dela enquanto ela pegava meu pau com a boca, quente e molhada.

Segurei ela pelos cabelos, guiando seus movimentos.

— Assim... — eu dizia. — Continua...enquanto sentia aquela boca se deliciando com meu pau.

Ela chupou com vontade, os lábios deslizando, a língua provocando. Quando senti que ia gozar, puxei ela para cima.

— De frente pra mim.

Coloquei-a contra a parede, levantei sua perna e soquei meu pau em sua buceta novamente. A água quente escorria, os corpos escorregavam, e o som dos gemidos se misturava ao da água.

A Pary gozou de novo, o corpo se contraindo. Eu a virei de costas e fodi por trás, fodia cada vez mais forte. Ela apoiava as mãos na parede, os cabelos molhados colados nas costas.

— Não para meu gostoso... — ela pedia. — Por favor...Não para...

Aumentei o ritmo, e o orgasmo veio como uma onda, os dois juntos, gozando sob a água quente.

Saímos do chuveiro, ainda ofegantes. Peguei a Paty lela mão e a levei até a cama, deitando-a sobre os lençóis.

A luz do abajur criava sombras. Deitei ao lado dela, beijando seu pescoço, descendo devagar. Minha boca encontrou seus seios, meus dedos deslizaram por sua boceta – já sensível e pulsante.

— Mais uma vez — ela pediu...me fode de novo...

Deitei-me sobre ela, enfiando meu pau devagar. Dessa vez sem pressa, sentindo cada centímetro entrando em sua buceta, cada contração. A Paty envolveu minhas costas com as pernas, puxando-me para mais fundo.

— Eu te amo — ela sussurrou.

— Eu também.

Fiz amor com ela lentamente, cada movimento cheio de desejo. Sentia o corpo dela tremer, os gemidos baixos, as unhas arranhando minhas costas. O orgasmo foi chegando devagar, um prazer que subia e crescia até transbordar.

Gozamos juntos de novo, abraçados, os corpos colados, a respiração se encontrando.

Ficamos ali, na cama, o suor secando na pele, as pernas entrelaçadas. A Paty deitou a cabeça no meu peito.

— Eu nunca vou cansar disso — ela disse, beijando minha boca.

— Nem eu.

Fechei os olhos, sentindo seu corpo quente contra o meu, o cheiro de sexo e água ainda no ar, até adormecer-mos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


269351 - Nosso primeiro trisal - Categoria: Fetiches - Votos: 1
269349 - A melhor foda com minha prima - Categoria: Fetiches - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil trisalperfeito
trisalperfeito

Nome do conto:
Minha mulher gozou intensamente

Codigo do conto:
269350

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
07/08/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0