Sabrina chegou pontualmente às nove. Eu já tinha ouvido falar dela por amigos em comum, mas nunca imaginei que estaria ali, na nossa sala, trocando olhares com minha mulher como se já se conhecessem há anos.
— Fiquei tão feliz quando vocês me chamaram — Sabrina disse, sentando-se no sofá. Ela tinha um jeito calmo, mas os olhos castanhos brilhavam com uma curiosidade que entregava o desejo. Vestia uma blusa solta e calça jeans justa – nada exagerado, mas cada curva parecia desenhada para provocar.
Minha mulher serviu vinho para as três taças. — A gente estava com vontade de tentar algo novo. E você pareceu a pessoa certa.
— Eu? — Sabrina riu, inclinando a cabeça. — Por quê?
— Porque você tem cara de quem sabe o que quer — respondi, sentando-me ao lado da minha mulher.
O silêncio que seguiu não foi constrangedor. Foi carregado. Um acordo silencioso.
Sabrina foi a primeira a quebrar a distância. Ela se inclinou e beijou minha mulher – um beijo leve, quase um teste. Mas minha mulher correspondeu, e o beijo se aprofundou. As mãos de Sabrina encontraram o pescoço da minha mulher, enquanto a mão da minha mulher deslizou pela cintura de Sabrina.
Eu observava, o coração batendo forte, enquanto as duas exploravam uma à outra. Quando Sabrina puxou minha mulher para mais perto, seus seios roçando, senti o sangue ferver.
— Você vai ficar aí olhando? — Sabrina perguntou, os olhos fixos em mim. — Ou vai participar?
Não precisei de outro convite. Levantei-me e sentei ao lado delas, beijando minha mulher primeiro, depois Sabrina. O gosto das duas se misturou na minha boca, e percebi que estava mais duro do que em muito tempo.
Minha mulher puxou a blusa de Sabrina por cima da cabeça, revelando seios firmes e pele macia. Sabrina fez o mesmo com minha mulher, e por um momento as duas ficaram apenas se olhando, como se admirassem uma à outra.
— Linda — minha mulher murmurou.
— Você também.
Deitei minha mulher de costas no sofá e comecei a beijar seu pescoço, descendo devagar. Ao mesmo tempo, Sabrina se ajoelhou ao lado e beijou os seios da minha mulher, sua língua deslizando sobre os bicos. Minha mulher gemeu, arqueando o corpo contra nós duas.
Sabrina desceu mais, puxando a calça da minha mulher lentamente. Eu vi o olhar de Sabrina – uma mistura de desejo e concentração – enquanto ela abria as pernas da minha mulher e mergulhava a boca em sua boceta.
Minha mulher gritou baixinho, os dedos enroscados no meu cabelo. — Isso, Sabrina...
Enquanto Sabrina chupava minha mulher, eu me posicionei entre as pernas de Sabrina, puxando sua calça para baixo. Ela estava molhada, e quando penetrei com dois dedos, senti seu corpo tremer.
— Não para — Sabrina sussurrou contra a boceta da minha mulher.
Comecei a masturbar Sabrina enquanto ela chupava minha mulher, e o som dos gemidos se misturou. Minha mulher foi a primeira a gozar, seu corpo se contraindo em ondas. Sabrina não parou – lambeu cada gota, enquanto eu acelerava o ritmo dos meus dedos dentro dela.
— Agora você — eu disse, puxando Sabrina para cima.
Deitei Sabrina no tapete ao lado do sofá e penetrei-a devagar, sentindo sua boceta quente e molhada. Minha mulher se ajoelhou ao meu lado, lambendo os seios de Sabrina enquanto eu fodia.
— Isso, Fábio... — Sabrina ofegava. — Mais fundo...
Aumentei o ritmo, e minha mulher deslizou a mão entre as pernas de Sabrina, massageando enquanto eu a penetrava. Sabrina gemeu alto, seu corpo se contraindo ao redor do meu pau – o orgasmo veio rápido e intenso.
— Goza comigo — eu murmurei, sentindo o aperto.
Minha mulher beijou Sabrina enquanto eu explodia dentro dela, e o som dos três gemidos se misturou num só.
Ficamos ali, espalhados no tapete, os corpos colados. Sabrina tinha a cabeça no meu ombro, minha mulher aninhada no meu peito.
— Foi a primeira vez de vocês a três? — Sabrina perguntou, a voz rouca.
— Sim — minha mulher respondeu. — E foi perfeita.
Sabrina sorriu, beijando o ombro da minha mulher.