Ela se chamava Paty, Vinte e seis anos, cabelo cacheado, corpo violão, e um sorriso que fazia qualquer um esquecer o próprio nome.
Morava no apartamento 302. Eu, no 301.
Parede com parede.
No começo, era só bom dia e boa tarde. Até que um sábado à noite, ela bateu na minha porta.
— Meu chuveiro queimou... — ela disse, com a toalha enrolada no corpo, o cabelo molhado pingando no ombro.
— Posso usar o seu?
Eu abri a porta sem pensar duas vezes.
Ela entrou, o cheiro de sabonete e shampoo invadiu meu apartamento. A toalha era curta, muito curta. As pernas dela, grossas e torneadas, brilhavam sob a luz da sala.
— O banheiro é ali... — eu apontei, a voz cheia de tesão.
Ela sorriu. Um sorriso safado.
— Valeu!
Entrou, fechou a porta, e eu fiquei ali, duro que nem pedra, olhando para aquela porta como um idiota.
Quando ela saiu, a toalha ainda estava enrolada, mas agora mais frouxa.
O corpo dela brilhava, os seios empinados, quase escapando.
— Tô sem roupa pra vestir... — ela disse, mordendo o lábio. — Deixei tudo lá em casa.
— Eu... posso pegar uma camiseta.
— Não precisa.
Ela deixou a toalha cair.
Nossa Senhora...
O corpo dela era perfeito, seios redondos, cintura fina, quadril largo, e entre as pernas, uma buceta depilada, brilhando de umidade.
— Tô com tesão desde que te vi na portaria hoje... — ela confessou, os olhos escuros. — Você também tá, né?
Eu não respondi...Eu avancei
A boca dela era quente, a língua molhada.
A gente se beijou como se o mundo fosse acabar. Eu agarrei aquela bunda grande, firme, feita pra mão e apertei.
Ela gemeu na minha boca.
— Quero... — ela sussurrou, quebrando o beijo. Quero você me comendo.
— Como?
— De quatro...
Ela virou e ajoelhou no sofá, empinou a bunda pra mim.
Que visão...
A bunda dela era uma obra de arte, redonda, empinada, com uma marquinha de sol no meio, o cuzinho rosado, pequeno, piscando pra mim.
Eu me ajoelhei atrás e passei a mão, Ela arrepiou.
— Vai... ela pediu. Enfia a língua.
Eu enfiei.
Lambi aquele cuzinho com vontade, circulava a borda, pressionava e entrava.
Ela gemia, rebolava, empurrava a bunda na minha cara.
— Ai... que gostoso... ela gemia... Continua...
Eu lambi até o queixo doer.
Depois cuspi uma bola de saliva grossa escorreu até o buraquinho.
— Tem lubrificante? — perguntei.
— Na minha bolsa.
Peguei e passei nos dedos e depois no cuzinho dela e no meu pau.
— Vai devagar... ela pediu.
— Confia, farei com carinho
A cabeça do meu pau encostou na entrada do cuzinho...
Ela prendeu a respiração.
Empurrei devagar, a cabeça passou...quele estalo e eu tava dentro.
Quente, apertado e pulsando.
— Ai... porra... ela gemeu.
— Dói?
— Não... continua.
Eu bombei devagar no começo, sentindo cada centímetro entrar, Ela gemia, a mão enfiada na buceta, se masturbando.
— Mais rápido... ela pediu.
Acelerei.
O som era obsceno, pele com pele, gemidos... e O barulho molhado da lubrificação.
— Fode meu cu! ela gritou, enfia tudo!
Eu agarrei o quadril dela, bombei com força, cada bombada era um trovão.
— Tô gozando!!! ela gritou. Tô gozando no meu cu!!!
Ela gozou... O corpo inteiro tremendo e o cuzinho apertando meu pau como um punho.
— Goza!!! ela pediu.
— Goza dentro de mim...me enche toda!!!
Eu nao aguentei e gozei... Jatos quentes, profundos explodindo dentro daquele rabo.
Quando tirei, o cuzinho dela tava vermelho, arregaçado, e a porra escorrendo
Ela sorriu, exausta.
— Porra... ela disse...Que delícia.
Isso virou rotina.
Toda sexta-feira, Paty batia na minha porta, as vezes com a desculpa do chuveiro, as vezes só com um sorriso safado no rosto.
— Tô com tesão no meu cu... ela dizia, Vem.
E eu ia.
A gente fodia em todos os cantos do apartamento. No sofá, na cama, na mesa da cozinha, na varanda, de madrugada, com a cidade acesa abaixo.
Ela adorava dar o cu, e eu adorava comer.
Um dia, ela me perguntou:
— Por que você gosta tanto do meu cuzinho?
Eu ri.
— Porque é perfeito.
— E se eu te disser que quero dividir com uma amiga?
Meu coração parou.
— Que amiga?
Ela sorriu.
— Calma... na próxima vou trazer uma amiga.
No sábado seguinte, Paty apareceu com Bia.
Bia era loira, alta, magra, com seios pequenos e uma bunda que parecia esculpida.
Paty disse que ela queria experimentar.
— Ela nunca deu o cuzinho... Paty sussurrou.
Quero que você seja o primeiro.
Bia sorriu, tímida.
— É verdade... ela disse... Tenho curiosidade.
Eu olhei para as duas.
Duas mulheres, uma loira, uma morena, e as duas querendo.
— Então vem... eu disse
A gente foi pro quarto.
Bia deitou de barriga pra baixo., Paty ficou do lado, acariciando o cabelo dela.
— Relaxa... Paty sussurrou. Ele é bom e gostoso.
Eu passei lubrificante no cuzinho de Bia, apontei... empurrei devagar.
Bia gritou.
— estádoendo?
— Um pouco... ela gemeu... Mas... continua.
Empurrei mais...A cabeça passou e ela gemeu.
— Ai... meu Deus...
— Tá gostoso? Paty perguntou.
— Tá... Bia respondeu gemendo. Tá muito gostoso...
Eu enfie devagar, Bia gemia... Paty se masturbava do lado com abuceta bem abertinha.
— Agora eu... Paty disse, deitando ao lado.
Eu tirei de Bia e passei pra Paty, alternando uma, depois a outra...Duas bundas, dois cuzinhos maravilhoso, duas mulheres gemendo...
— Goza... as duas pediram.
— Onde?
— Na minha boca! Bia gritou.
— Não, na minha! Paty rebateu.
Eu ri.
— Vou gozar na boca das duas.
Elas se ajoelharam, bocas abertas línguas pra fora.
Eu bati uma duas e três vezes...e entao gozei.. Jatos quentes de porra na língua das duas...
Elas engoliram se beijaram e dividiram cada gota.
Depois daquela noite, virou festa.
Paty, Bia, e às vezes mais uma ou outra amiga. Todas curiosas, todas querendo.
E eu ali, no meio, comendo cu de mulher como se não houvesse amanhã.
Um dia, Paty me perguntou:
— Você não cansa?
Eu sorri
— De comer seu cuzinho? Nunca!!!
Ela sorriu, mordeu o lábio.
— Então vem... que eu tô com tesão de novo.
Que delícia de conto, da bastante tesão.