O chefe e a estagiária



Chef e a Estagiária

Meu nome é Fabio. 1,88, 86kg, olhos castanhos. 34 anos. Chef de cozinha de um restaurante francês em São Paulo.

Ela se chama Rafaela. 22 anos. Estagiária. Alta, magra, cabelos castanhos desalinhados, olhos verdes que ainda não aprenderam a disfarçar o que sentem. Ela entrou na cozinha há três meses, e desde o primeiro dia, ela me olhava como quem olha para o fogo: com medo, com fascínio, com vontade de se queimar.

E ela ia se queimar.

Era sexta-feira. A cozinha estava um caos. Serviço lotado, pedidos acumulados, um garçom que derrubou um prato no meio do salão. Eu estava no limite, suado, estressado, o uniforme manchado de molho.

— Fabio, a mesa 12 pediu o risoto — o garçom disse, nervoso.

— Eu sei o que a mesa 12 pediu. Já está saindo.

Rafaela estava na bancada ao lado, picando cebolas. Eu vi ela me olhar. Não daquele jeito que as mulheres olham, tímidas e disfarçando. Ela olhou meus olhos. Meu suor. Meu cansaço. E eu vi algo ali: desejo misturado com admiração.

— O que você tá olhando, estagiária? — falei, seco.

Ela corou.

— Nada, chef. Só... você parece cansado.

— Eu sou pago pra cozinhar, não pra descansar. Volta a picar.

Ela voltou. Mas eu senti o olhar dela em mim o resto da noite.

O serviço acabou. A cozinha vazia. Os outros funcionários foram embora. Só eu e ela, guardando os equipamentos, lavando as panelas.

— Você pode ir, Rafaela — falei, sem olhar pra ela.

— Não tem problema, chef. Eu ajudo.

— Não precisa.

— Eu sei. Mas quero.

Eu parei, olhei pra ela. Ela estava com as mangas da camisa enroladas até o cotovelo, os braços magros, as mãos molhadas. O cabelo caído no rosto. O olhar verde, intenso.

— Por que você quer ficar? — perguntei, a voz mais baixa.

Ela deu um passo em minha direção.

— Porque você tá aqui. E eu não quero te deixar sozinho.

— Eu sou seu chef.

— Eu sei. E é por isso que eu fico.

Outro passo. Ela estava perto agora. Eu sentia o cheiro dela — suor, sabonete, algum perfume barato.

— Rafaela, isso não é apropriado.

— Foda-se o apropriado.

— Você é estagiária. Eu sou seu chef.

— Foda-se o cargo, Fabio. Eu quero você. Você quer me comer. Para de fingir que não.

Ela colocou a mão no meu pau. Apertou. Eu tava duro, pulsando, babando na cueca.

— Olha isso — ela sussurrou. — Seu pau já tá duro por mim. Então para de enrolar e me fode.

Ela me beijou. Não foi um beijo lento. Foi um beijo de fome. A língua entrando, os dentes mordendo, a mão ainda apertando meu pau.

Eu a empurrei contra a parede. Rasguei a camisa dela, os botões saltando, os peitos saltando pra fora. Peitos médios, firmes, os mamilos rosados já duros.

— Quer ser fodida, sua putinha? — falei, a voz rouca.

— Quero, seu safado. Me come.

Eu desci, coloquei a boca no peito dela, chupei, mordi, puxei com os dentes. Ela gritou, arranhou minhas costas.

— Isso, Fabio! Me fode, caralho!

Desci mais. Abri a calça dela, a calcinha molhada. A buceta lisa, depilada, os lábios abertos, o clitóris inchado, babando.

— Olha essa buceta molhada — falei, enfiando dois dedos. — Tá babando por mim, sua puta?

— Tô, Fabio! Tô babando por você!

— Então chupa minha boca.

Ela desceu, abriu minha calça, meu pau saltou pra fora, duro, grosso, babando.

— Que pau gostoso — ela gemeu.

— Chupa. Enfia na boca.

Ela colocou a boca. Engoliu até a garganta. A cabeça do meu pau batendo no fundo da garganta dela. Ela chupava com fome, a cabeça indo e vindo, a mão nas minhas bolas, apertando.

— Isso, sua vadia — eu gemi, segurando o cabelo dela. — Chupa esse pau.

Ela olhou pra mim, os olhos verdes cheios de tesão.

— Vai gozar na minha boca, Fabio? Quero sentir sua porra.

— Vou encher sua boca de porra, sua puta.

Ela chupou mais rápido, a língua na cabeça, os lábios sugando. Eu senti o pau pulsar.

— Vou gozar, caralho!

— Goza na minha boca! Me enche de porra!

Eu gozei. A porra quente jorrou, grossa, na boca dela. Ela engoliu tudo, a língua lambendo a cabeça do meu pau, limpando cada gota.

Eu a levantei, virei ela contra a bancada. Puxei a calcinha dela, a buceta vermelha, molhada, aberta.

— Agora vou te comer, sua putinha.

— Me come, Fabio. Enfia esse pau na minha buceta.

Eu entrei. Fundo. De uma vez. Ela gritou, apertou a bancada.

— Isso, caralho! Me fode!

Comecei a meter. Cada estocada, o corpo dela batendo na bancada. Meu pau entrando e saindo da buceta apertada, o som molhado do sexo, os gemidos dela.

— Gosta de ser fodida por mim, sua vadia?

— Gosto, Fabio! Gosto de ser sua puta!

— Quem manda aqui?

— Você, Fabio! Você manda no meu corpo!

Eu enfiei o dedo no cu dela. Ela gritou, apertou meu pau.

— Gosta disso, sua puta?

— Gosto, caralho! Me fode! Me come! Enche minha buceta de porra!

Acelerei. Cada estocada mais fundo, mais rápido. A buceta dela contraindo, o mel escorrendo, escorrendo pelas coxas dela.

— Vou gozar — avisei, sentindo o pau pulsar.

— Goza dentro de mim, Fabio! Me enche de porra!

Eu gozei. A porra quente jorrou dentro da buceta dela. Ela gozou junto, a buceta contraindo, apertando, sugando.

Ficamos ali, ofegantes, suados. Ela se virou, me beijou com fome.

— Isso foi — ela disse, a voz rouca.

— Foi do caralho — completei.

— Amanhã a gente repete?

— Amanhã eu vou te comer de novo. De quatro, de lado, na mesa, no chão. Vou gozar em cada buraco seu, sua putinha.

Ela riu, mordeu meu lábio.

— Pode vir, chef. Tô esperando.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O chefe e a estagiária

Codigo do conto:
270385

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/08/2026

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