Meu nome é Fabio. 1,88, 86kg, olhos castanhos.
E você… você já tá com a buceta quente, não tá? Já sentiu aquele aperto lá embaixo. Já cruzou as pernas sem querer. Já mordeu o lábio enquanto lia.
Eu sei.
Eu sei porque eu escrevi isso pra você.
O Encontro
Ela se chama Larissa. 32 anos. Morena, cabelos pretos compridos, olhos amendoados que brilham quando ela quer alguma coisa. E ela queria.
A gente se conheceu num aplicativo. Mas não foi uma conversa qualquer. Foi uma daquelas conversas que começam com "oi" e terminam com você de pau duro imaginando a boca dela.
Ela foi direta:
— Fabio, me conta uma coisa.
— Fala.
— Você consegue fazer uma mulher gozar só com a voz?
— Quer descobrir?
Ela enviou um áudio. A voz dela, macia, a respiração já alterada.
— Então me mostra.
A Mensagem que Mudou Tudo
Eu mandei um áudio de volta. A voz baixa, rouca.
— Larissa… imagina que eu tô aí, agora. Na sua frente. Você sentada na cama, a perna aberta, a calcinha já molhada.
— Tô imaginando.
— Você sabe o que eu faria primeiro?
— O quê?
— Eu ia ajoelhar na sua frente. Olhar nos seus olhos. Abrir sua perna devagar.
Ela gemeu no áudio.
— Isso…
— Ia passar a mão na sua coxa, devagar, sentir sua pele arrepiar. Ia chegar perto da sua buceta, mas não ia tocar.
— Por quê?
— Porque o desejo começa antes do toque, Larissa. A respiração muda. A pele arrepia. A buceta se molha. O toque é só a consequência.
Ela mandou outro áudio. A voz mais trêmula.
— Fabio… eu tô molhada.
— Então agora você vai se tocar.
— O quê?
— Você vai passar a mão na sua buceta. Devagar. Sentir o mel escorrendo. Vai fechar os olhos e imaginar que sou eu que tô fazendo isso.
Ela mandou um áudio. Gemido. Respiração ofegante.
— Tô fazendo…
— Agora enfia um dedo. Devagar. Imagina que é o meu dedo.
— Aí… Fabio…
— Sente sua buceta apertar. Sentir o calor. O mel escorrendo. Vai gozar assim, Larissa?
— Vou… vou gozar…
— Então goza. Goza ouvindo minha voz.
Ela gozou. O áudio veio com um gemido longo, abafado, o corpo tremendo.
— Fabio…
— Isso foi só o começo.
— Eu quero você aqui. Agora.
— Não vou conseguir ir hoje.
— Então vem amanhã.
— Vou.
O Encontro Real
Eu bati na porta dela às oito da noite. Ela abriu de vestido preto, curto, colado no corpo. A pele morena, os olhos brilhando, os pés descalços.
— Entra.
Fechei a porta, olhei nos olhos dela, e a beijei.
O beijo foi lento. A língua encontrou a minha. A mão na minha nuca. O corpo colado no meu.
Ela já tava molhada.
E eu senti.
Na Cama Dela
Ela me levou pro quarto. Me empurrou na cama. Subiu em cima de mim.
— Agora você vai me foder do jeito que você falou.
— Com calma, Larissa.
— Fabio…
— Primeiro você vai olhar pra mim.
Ela parou, os olhos nos meus.
— Você quer ser desejada. Quer ser vista. Quer ser fodida com tesão e amada com cuidado.
Ela balançou a cabeça.
— Sim.
— Então se entrega.
Primeiro Toque
Eu a deitei na cama. Tirei o vestido devagar, como quem desembrulha um presente. A pele morena, os peitos médios, os mamilos duros. A calcinha preta, já molhada.
— Abre a perna, Larissa.
Ela abriu. Devagar. Os olhos nos meus.
— Tira a calcinha.
Ela tirou. A buceta já inchada, os lábios abertos, o clitóris pulsando, o mel escorrendo.
— Olha como você tá molhada.
— Por sua causa.
— Quer que eu chupe?
— Quero.
— Então pede.
— Me chupa, Fabio. Chupa minha buceta.
Eu desci. A língua no clitóris. Devagar. Em círculos.
Ela gritou.
— Isso! Isso, Fabio!
Eu chupei com fome. A língua entrando. Os dedos enfiando na buceta. O mel escorrendo no meu queixo.
— Vai gozar?
— Vou, Fabio! Vou gozar!
— Goza na minha boca.
Ela gozou. Gritou. O corpo tremeu. O mel escorreu na minha boca, e eu bebi tudo.
Na Buceta Dela
Eu subi. O pau duro, babando. A cabeça brilhando.
— Quer que eu meta?
— Quero, Fabio. Me fode.
— Pede de novo.
— Me fode, Fabio. Enfia esse pau na minha buceta.
Eu entrei. Devagar. Sentindo cada centímetro da buceta dela se abrindo, me engolindo, me apertando.
— Isso, Fabio! Isso!
Comecei a meter. Cada estocada mais fundo, mais rápido, mais forte.
— Gosta de ser fodida, Larissa?
— Gosto, Fabio! Gosto de ser fodida por você!
— Quem manda aqui?
— Você manda, Fabio! Você manda no meu corpo!
— Então goza.
Ela gozou. Gritou. A buceta contraiu, apertou meu pau. Me puxou pra dentro.
— Vou gozar, Larissa!
— Goza dentro de mim, amor! Me enche de porra!
Eu gozei. A porra quente jorrou dentro da buceta dela, grossa, quente, enchendo ela.
De Quatro
Eu a virei. De quatro. A bunda empinada, a buceta aberta, babando porra. O cuzinho rosado, apertado, esperando.
— Quer o cuzinho?
— Quero, Fabio. Me fode no cuzinho.
— Você já fez?
— Nunca.
— Então hoje vai ser a primeira vez.
Passei a língua no cuzinho dela. Molhei bem. Enfiei um dedo, depois dois. Ela gemeu.
— Isso, Fabio! Me prepara!
Eu coloquei a cabeça do pau no cuzinho dela. Ela arfou.
— Me fode, Fabio! Enfia esse pau no meu cuzinho!
Eu entrei. Devagar. Centímetro por centímetro. O cuzinho se abriu, me engoliu, apertado, quente.
— Isso, Fabio! Me fode!
Comecei a meter. Cada estocada mais fundo. O cuzinho dela apertando meu pau.
— Vou gozar, sua putinha!
— Goza dentro de mim, amor! Me enche de leitinho!
Eu gozei. A porra quente jorrou dentro do cuzinho dela. Ela gozou junto, o cuzinho contraindo, apertando meu pau.
A Segunda Rodada
Eu tirei o pau devagar. A porra escorrendo do cuzinho dela, escorrendo pela buceta, molhando a cama.
Ela se virou, me beijou com fome.
— Ainda tem leitinho pra mim?
— A noite é longa, Larissa.
— Então me ensina mais.
— Deita de costas. Abre a perna.
Ela deitou. Abriu.
— Agora você vai gozar na minha boca.
— O quê?
— Você vai sentar na minha cara e gozar na minha boca.
Ela subiu, se ajoelhou na minha cara. A buceta molhada, aberta, bem na frente da minha boca.
— Chupa, Fabio. Chupa minha buceta.
Eu chupei. A língua no clitóris. Os dedos na buceta. O cuzinho.
Ela gozou na minha boca. O mel quente escorrendo. Eu bebi tudo.
O Final
Ficamos abraçados, suados, ofegantes. O corpo dela no meu peito. A mão no meu peito.
— Isso foi — ela começou.
— Perfeito — completei.
— Ainda tem mais?
— A noite é longa, Larissa.
Ela sorriu.
— Então me fode de novo.
— Vai querer tomar leitinho?
— Vou.
— Então vem.
E a noite foi longa. Muitas posições. Muitos gozos. Muito leitinho.
Até o sol raiar.
Pra Você
Essa história não é sobre Fabio e Larissa.
É sobre você.
Sobre a mulher que leu isso com a buceta quente, a respiração ofegante, os dedos coçando pra descer.
Sobre a mulher que cruzou as pernas sem querer, que mordeu o lábio, que sentiu o mel escorrer.
Sobre a mulher que agora vai se tocar enquanto pensa em tudo isso.
Então para de pensar.
Passa a mão na sua buceta.
Sente o mel escorrendo.
Fecha os olhos.
Imagina que sou eu.
Imagina minha boca.
Imagina meu pau.
Imagina a porra quente jorrando dentro de você.
Imagina você gozando.
E goza.
Goza alto.
Goza gostoso.
Goza pensando em mim.
Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto! Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok? Bjinhos Ângela