A melhor foda com minha prima

A Foda Tríplice em Sorocaba

Ela tá ali, na mesa da piscina, de óculos escuros e biquíni, tomando cerveja com minhas tias. Minha esposa. Linda, distraída, rindo de uma fofoca qualquer, completamente alheia ao que vai acontecer a poucos metros dela.

Eu tô do outro lado do quintal, olhando. E do meu lado, mais perto do que devia, Débora também olha. Nossos olhares se cruzam por um segundo mais longo que o permitido. Ela morde o lábio. Eu sinto meu pau endurecer na calça.

A casa do meu tio em Sorocaba tá cheia. Gente pra caralho. Crianças correndo, tio na churrasqueira, música alta. Perfeito. Ninguém vai notar nada.

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Minha esposa resolveu ajudar na cozinha. Eu vi ela entrar, vi Débora se levantar. Era o momento. Cruzei com ela perto do corredor, minha mão apertou a bunda dela por baixo da saia, rápido, sem olhar.

— Banheiro dos fundos. Agora.

Ela não hesitou. Foi na frente, eu segui. Entramos no banheiro pequeno, o que ninguém usa, o que fica perto do quarto de hóspedes. Fechei a porta e tranquei antes dela abrir a boca.

— Sua mulher tá na cozinha — ela sussurrou, os olhos brilhando.

— Melhor ainda — respondi, já abaixando minha calça.

Meu pau já tava duro, latejando, a cabeça babando. Ela olhou, lambeu os lábios, e ajeitou a saia. Não usava calcinha. Eu sabia que ela nunca usava quando eu tava perto.

— Vem — falei.

Ela veio. Se ajoelhou na minha frente, segurou meu pau com uma mão e enfiou na boca dela. Quente. Molhada. A língua dela enrolou na cabeça, desceu pelo tronco, subiu de novo, enquanto os olhos dela me olhavam. Eu segurei os cabelos dela, guiei a cabeça, enfiei fundo na garganta. Ela engoliu, a buceta já devia estar pingando.

Ouvi passos no corredor. Minha esposa chamou meu nome. "Tá aonde?"

Débora parou. Olhou pra mim. Eu coloquei a mão na boca dela, abafei o som. Fiquei imóvel. O coração batendo forte. Ela chamou de novo, mais longe. A porta rangeu, mas não abriu — era o banheiro errado.

Débora riu baixinho, com a boca cheia do meu pau. Voltou a me chupar com mais vontade.

Não aguentei mais. Tirei o pau da boca dela, levantei ela, virei de costas, apoiei as mãos dela na pia. Levantei a saia. A buceta dela tava escorrendo, babada, vermelha de tesão. Passei os dedos, enfiei dois, senti ela contrair.

— Enfia — ela pediu, a voz trêmula. — Enfia esse pau na minha buceta.

Enterrei de uma vez. Fundo. Até as bolas. A buceta dela era quente, apertada, molhada. Ela gemeu, eu tapei a boca dela com uma mão e comecei a foder.

Cada estocada fazia a pia tremer. O som molhado da minha pau entrando e saindo da buceta dela ecoava no banheiro. Eu metia com força, rápido, vendo a bunda dela balançar, sentindo a buceta contrair a cada enfiada.

— Tá gostoso, sua puta? — sussurrei, ofegante.

— Tá uma delícia — ela respondeu, a voz abafada na minha mão. — Fode mais. Fode essa buceta. Quero sentir você gozar dentro de mim.

Eu metia com tudo. Cada estocada, a buceta dela apertava meu pau como uma boca faminta. O corpo dela tremia. Eu sabia que ela tava perto.

— Vai gozar? — perguntei.

— Já tô — ela gemeu.

A buceta começou a se contrair forte no meu pau. Ela gozou, o corpo todo se sacudindo, a buceta pulsando, espremendo, melando meu pau inteiro. Eu continuei metendo, fodendo ela no meio do orgasmo, sentindo cada espasmo apertar meu pau.

Quando ela parou de tremer, eu virei ela de frente, levantei as pernas dela, apoiei na pia e entrei de novo. Agora olhando nos olhos dela. Cada estocada, eu via o tesão nos olhos. Via a boca dela aberta. Via os peitos balançando. E ouvia, do outro lado da porta, minha esposa rindo com minha tia na sala.

— Vou gozar — avisei, com a voz rouca.

— Goza dentro, caralho — ela pediu. — Enche minha buceta de porra. Quero sentir o leite escorrendo enquanto volto pra mesa.

Meu pau pulsou. As bolas se contraíram. E eu gozei — quente, grosso, jorrando lá no fundo da buceta dela, enquanto ela se contraía, apertando, sugando cada gota. Minha porra escorreu pelo meu pau, molhou as coxas dela, pingou no chão.

Fiquei dentro até o pau amolecer. Só então tirei. A gozada branca e grossa escorreu da buceta dela, descendo devagar. Ela passou a mão, recolheu, lambeu os dedos.

Ajeitamos a roupa. Ela deu descarga, abriu a porta, saiu primeiro. Eu esperei trinta segundos. Voltei pro quintal, peguei uma cerveja, sentei ao lado da minha esposa.

— Tava onde? — ela perguntou, sem olhar pra mim.

— Banheiro — respondi.

Ela riu, contou algo sobre a tia, voltou a conversar. Do outro lado, Débora sentou, cruzou as pernas, e eu vi a gozada escorrendo pela coxa dela. Ela não limpou. Só me olhou por um segundo, lambeu os lábios e voltou a rir com as primas.

Ninguém nunca soube. A gozada dentro da buceta dela secou devagar, enquanto minha esposa me beijava no portão, dizendo que a viagem tinha sido ótima.

Dentro do carro, voltando pra casa, ela pegou minha mão.

— Adoro quando você fica animado nessas festas — disse, com um sorriso.

Eu ri. Se ela soubesse o quanto eu tava animado.

E a buceta da minha prima ainda pulsava, quente e cheia, lembrando que o segredo mais gostoso de Sorocaba era só nosso.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A melhor foda com minha prima

Codigo do conto:
269349

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
07/08/2026

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