E você… você tá aí, lendo isso, e eu sei que já tem alguma coisa acontecendo.
Sua respiração mudou. Seus olhos percorreram as palavras com mais calma. A ponta dos dedos tocou o próprio corpo sem perceber. E lá em baixo, aquele calor já começou a se espalhar.
Eu conheço esse calor.
É o mesmo que eu sinto quando penso em você.
Ainda não te conheço, mas já sei que existe.
Já sei que você tem aquela vontade que ninguém vê. Aquela fantasia que você guarda bem guardada. Aquela respiração que muda quando a história começa a esquentar.
Ela chama Carla. 34 anos. Casada. Mãe de duas meninas. Mora numa cidade do interior. Cabelos castanhos lisos, olhos cor de mel, uma marca de sol na pele, e um sorriso que ela não sabe o quanto mexe comigo.
Ela comentou um conto meu no site. Eu respondi. E a gente nunca mais parou de conversar.
Ela me disse:
— Fabio, me conta o que você faria comigo.
E eu comecei a contar.
O Encontro
Eu desci no aeroporto de Goiânia. Ela estava esperando. Vestido jeans, cabelo preso, aquele cheiro de jasmim que eu nunca mais esqueci.
Ela sorriu.
— Você veio.
— Você sabia que eu ia.
Ela mordeu o lábio. Eu vi os olhos dela brilharem. Eu vi o peito subir e descer mais rápido. E ali, na frente de todo mundo, eu não pude segurar a mão dela.
— Vamos.
No carro, uma hora de estrada. A mão dela na minha coxa. O silêncio que dizia tudo. Meu pau já duro. A respiração dela acelerando.
— Eu não sei se vou conseguir esperar chegar em casa.
— Então para.
Ela riu.
— Vai acontecer em casa.
— Você sabe o que você quer?
— Sim.
— Diz.
Ela olhou pra mim. Aquele olhar.
— Quero você me fodendo. Do jeito que você falou.
Na Casa Dela
A casa dela é cor de abóbora. Porta vermelha. Jardim com flores coloridas. A cama do casal era grande, lençóis brancos, uma janela que dava pro quintal.
Ela me puxou pela mão. Me empurrou na cama. Subiu em cima de mim.
— Me beija.
— Calma.
— Fabio...
— Primeiro você vai olhar pra mim.
Ela parou, os olhos me encontrando.
— Você quer ser desejada, Carla. Você quer ser vista. Você quer ser fodida, mas também quer ser cuidada. Eu sei disso.
— Ninguém nunca...
— Ninguém nunca perguntou o que você quer.
Ela balançou a cabeça.
— Por favor... me mostra.
Primeiro Toque
Eu desci a mão pela sua barriga. Devagar. A pele arrepiou antes mesmo de eu tocar. Seus olhos fechados, o peito subindo e descendo.
O vestido estava preso no ombro. Eu puxei a alça devagar. Deslizando pela pele. O peito esquerdo apareceu, o mamilo duro, pronto.
Eu não toquei.
Só olhei.
Sua respiração prendeu.
— Isso... isso é tão mais gostoso do que qualquer toque.
— Porque o desejo começa nos olhos, Carla. Tocar é só a consequência.
Foi quando eu ouvi o primeiro gemido.
O corpo dela pedia. Os olhos dela suplicavam. Mas eu continuei devagar.
— O que você quer?
— Você.
— Onde?
— Na minha boca.
Primeira Vez
Ela ajoelhou na cama. Abriu meu cinto. A calça desceu. Meu pau saltou pra fora.
— É tão bonito.
— É seu.
Ela riu.
— Eu nunca... fiz isso com ele.
— Então faz.
Ela segurou na mão. Tímida no começo. Apertou devagar. Sentiu o peso. A pulsação.
— O que eu faço?
— O que você quiser.
Ela passou a língua na cabeça. Rodeou com a ponta. Depois colocou a boca.
Devagar.
Sugando.
Me olhando.
E quando eu gemi, ela se arrepiou inteira.
— Gostou?
— Mais. Enfia mais.
Ela se preparou. Abriu a boca. Enfiou fundo. Até o fundo da garganta. Engasgou. Mas não parou.
— É bom? — ela perguntou.
— É.
— E você?
— Eu quero te sentir.
Eu a puxei pra cima. Deitei na cama. Ela veio, os olhos molhados de desejo.
— Senta na minha cara.
Ela hesitou.
— Assim...?
— Assim. Eu quero te chupar.
Ela se posicionou. As pernas dos dois lados da minha cabeça. Eu vi a buceta dela. Molhada. Vermelha. Aberta.
Eu coloquei a boca.
A língua deslizou no clitóris.
Ela gritou.
— Isso!
Ela se esfregou. A buceta na minha boca. Eu chupei com fome. Os dedos entrando. Sentindo o mel escorrer no meu queixo.
— Fabio! Eu vou... eu vou...
— Vai.
Ela gozou. O mel escorreu na minha boca. E eu bebi tudo.
O corpo dela tremeu. Ela caiu na cama, ofegante.
— Eu nunca... — ela começou.
— Tá bom?
— Tá... tá perfeito.
Na Buceta Dela
— Agora é minha vez.
Eu a virei de quatro. Bunda pro alto. Pele arrepiada.
— Me fode.
— Pede direito.
— Fabio... me fode.
— Com o quê?
Ela olhou por cima do ombro.
— Com seu pau.
— Você quer?
— Quero.
— Então vem.
Eu enfiei a cabeça do pau na buceta dela. A calma. Sentindo a entrada. Ela arfou. Esperou.
— Pede de novo.
— Me fode, Fabio. Enfia esse pau na minha buceta.
— Agora.
Eu entrei.
Fundo. De uma vez.
Ela gritou.
O som molhado do sexo. A pele batendo. O corpo dela se abrindo pra mim.
— Isso, Fabio! Me fode!
Cada estocada mais fundo. Mais rápido. Mais forte.
— Você é minha, Carla.
— Sua.
— Quem manda aqui?
— Você.
— Repete.
— Você manda, Fabio. Você manda no meu corpo.
— Então goza.
Ela gozou. Gritando. A buceta contraindo no meu pau. Aperta. Aperta. Aperta.
— Vai gozar? — ela perguntou.
— Você quer?
— Quero seu leitinho.
— Então vem.
Ela desceu. Ajoelhou. Minha porra jorrou na boca dela. Ela engoliu. Limpou a cabeça com a língua.
E riu.
— É tão bom o seu leitinho.
— Tem mais.
— Então me dá.
Eu a deitei de costas. Abri as pernas. Passei a língua na buceta. Senti o gosto da minha porra misturado com o mel dela.
E entrei de novo.
Dessa vez devagar.
Olhando nos olhos.
— Eu quero te ver gozar, Fabio. Quero ver você gozar pra mim.
— Enquanto você goza?
— Enquanto eu gozo.
Eu acelerei. Ela gozou. Eu gozei.
Juntos.
Olhando nos olhos.
Corpos colados.
Suados.
Ofegantes.
Depois
Abraçados. O corpo dela no meu peito. O sol entrando pela janela.
— Fabio.
— Diz.
— Isso foi o que eu sempre sonhei.
— O quê?
— Ser fodida e amada ao mesmo tempo. Com tesão e com carinho.
Eu beijei a testa dela.
— É o que você merece.
Ela se aninhou.
— Volta amanhã?
— Amanhã eu vou te foder de novo. De quatro. Na parede. Na mesa.
— E depois?
— Depois eu vou te abraçar. Te beijar. Dizer que você é minha.
Ela sorriu.
— Então já tá combinado.
Pra Você
Essa história não é sobre Fabio e Carla.
Essa história é sobre você.
Sobre a mulher que guarda um desejo dentro do peito.
Sobre a vontade que ninguém vê.
Sobre a respiração que muda quando a história esquenta.
Você tá aí, lendo isso, e eu sei que já tem alguma coisa acontecendo.
Sua buceta já tá molhada. Seus dedos já tão querendo descer. Seu corpo já tá pronto.
Então se toca.
Goza.
E amanhã, a gente continua.
Porque ainda tem muito leitinho pra você tomar.