Meu nome é Fabio. 1,88 de altura, 86kg, olhos castanhos que queimam quando vejo uma mulher que me desperta.
Minha esposa, Paty, é linda. Cabelos castanhos ondulados, olhos doces, corpo de quem se cuida. Peitos médios que cabem na minha mão, bunda redonda e firme. Ela é minha, e eu sou dela. Mas tem uma coisa que ela não sabe: eu como minha prima Débora há meses. E ela é casada com Ricardo.
Débora tem olhos verdes que me desmontam, pele branca, bunda empinada que me faz perder o juízo. Baixinha, do tamanho certinho pra caber no meu peito. A gente tem um segredo que queima. E essa noite, esse segredo vai deixar de ser só nosso.
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Foi ideia de Paty.
— Que tal a gente chamar a Débora e o Ricardo pra jantar? — ela disse, enquanto eu passava a mão na bunda dela na cozinha.
— Ah, é? — respondi, já sentindo o tesão subir.
— Faz tempo que a gente não se vê. E você adora a Débora.
Ela falou sem malícia. Mas eu senti um calafrio. Será que ela desconfiava?
— Claro, amor. Vamos chamar.
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Quando Débora chegou com Ricardo, eu vi os olhos dela encontrarem os meus. Por um segundo, o mundo parou. O vestido preto dela, decote generoso, os peitos à mostra, o cabelo solto. Ricardo, alto, forte, de barba feita, apertou minha mão.
— Fabio, beleza? — ele disse.
— Beleza, Ricardo.
Ele não sabia. Nenhum dos dois sabia.
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O jantar foi longo. Várias taças de vinho. Risadas. Lembranças. Paty contando como a gente se conheceu, Débora rindo das minhas piadas, Ricardo falando do trabalho.
Mas por baixo da mesa, eu e Débora jogávamos nosso jogo secreto. O pé dela encontrando o meu. O olhar que durava um segundo além do normal. Eu vi a buceta dela se molhar por baixo daquele vestido. Eu senti o meu pau ficar duro.
Paty estava ao meu lado, uma mão na minha coxa. Ricardo do outro lado da mesa.
— Que tal uma última taça no sofá? — Paty sugeriu.
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No sofá, os dois casais se espalharam. Paty aninhada em mim, Débora no colo de Ricardo, mas os olhos dela não saíam de mim. Eu vi o peito dela subir e descer mais rápido. Vi Ricardo beijar o pescoço dela, e ela fechar os olhos.
— Imaginei como seria — comecei, a voz rouca. — Imaginei como seria a gente dividir isso.
Paty olhou pra mim.
— Dividir o que, amor?
— A noite. O prazer. A entrega.
Ricardo ergueu a sobrancelha.
— Do que você tá falando, Fabio?
Débora deslizou do colo dele, sentou-se no chão na frente do sofá, e colocou a mão no joelho dele.
— Do que a gente sempre quis, Ricardo — ela disse, a voz macia. — Você olha pra Paty. Eu sei que olha.
Ricardo engoliu em seco.
— Débora...
— Não nega. Eu vejo. E você, Paty — ela virou-se para minha esposa. — Você olha pro Ricardo também. Eu sei.
Paty corou. Seu corpo tremeu um pouco. Ela apertou minha mão.
— Fabio? — ela perguntou, confusa. — O que tá acontecendo?
— A gente pode ter mais, amor — respondi, colocando a mão no rosto dela. — A gente pode ter tudo. Se você confiar em mim.
Débora se levantou, veio até Paty, e se ajoelhou na frente dela. Pegou a mão de Paty e colocou no rosto.
— Deixa eu te mostrar, Paty — Débora sussurrou. — Deixa eu te mostrar o que o Fabio sente por você. O que eu sinto por você.
Paty puxou a mão, mas não com força. Ela estava com medo. Com tesão. Com curiosidade.
Ela olhou pra mim, com os olhos marejados.
— Fabio, eu nunca... eu nunca fiz isso.
— Nem eu, amor — respondi. — Mas a gente pode fazer juntos.
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Débora ainda estava ajoelhada na frente de Paty. Ela subiu devagar, beijou o joelho de Paty, depois a coxa, por cima do vestido. Paty tremia, os olhos fechados, as mãos apertando o sofá.
Débora chegou à boca de Paty, e parou.
— Posso te beijar? — perguntou.
Paty olhou pra mim, pedindo permissão. Eu assenti com a cabeça.
O beijo foi lento. Primeiro os lábios se tocaram, depois se abriram. A língua de Débora encontrou a de Paty, e eu vi minha esposa relaxar, ouvir o gemido que escapou da boca dela.
Ricardo observava, o pau já duro na calça.
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Fomos pro quarto. Os quatro, nus, sob a luz da lua que entrava pela janela.
Débora deitou Paty na cama, abriu as pernas dela devagar. Ricardo beijava o pescoço de Paty, as mãos percorrendo o corpo dela. Eu beijava Débora, sentindo a buceta dela na minha perna, molhada.
Débora desceu, colocou a boca na buceta de Paty. Minha esposa gemeu, arfou, os olhos revirados.
— Assim, Débora — ela gemeu. — Assim.
Eu desci, coloquei a boca na buceta de Débora. Ela gemeu na buceta de Paty, e eu senti o corpo dela tremer. As línguas se encontrando no prazer uma da outra.
Paty gozou, gritando, a buceta contraindo, o mel escorrendo.
— Pela primeira vez — ela ofegou. — Pela primeira vez com outra boca.
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Débora se virou. Ficou de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta molhada e o cuzinho rosado, apertado, esperando.
— Agora quero vocês dois — ela disse, a voz rouca de tesão. — Quero sentir os dois dentro de mim.
Ricardo olhou pra mim, os olhos arregalados.
— Os dois? — ele perguntou.
— Você na buceta, Ricardo. E você, Fabio — ela olhou por cima do ombro, os olhos verdes brilhando — no meu cuzinho.
Paty se sentou na cama, olhando atenta, a mão deslizando pela própria buceta.
— Vão, Fabio — ela disse, a voz tremendo de excitação. — Quero ver.
Eu peguei o óleo de coco que tava na mesa de cabeceira. Passei nos meus dedos, depois no cuzinho de Débora, devagar, sentindo ela se abrir, se entregar.
— Assim, Fabio — ela gemeu. — Me prepara.
Enquanto eu preparava o cu de Débora, Ricardo se ajoelhou atrás dela, a cabeça do pau na buceta molhada.
— Tudo bem? — ele perguntou, a voz rouca.
— Tudo bem — Débora respondeu. — Entra, Ricardo.
Ele entrou devagar. A buceta de Débora engoliu o pau dele, apertada, molhada, quente. Ela gemeu, jogou a cabeça pra trás.
— Isso, Ricardo — ela gemia. — Assim.
Eu coloquei a cabeça do meu pau no cuzinho dela, ainda molhado de óleo.
— Vai, Fabio — Débora pediu, ofegante. — Vai devagar.
Eu entrei. O cu dela apertou meu pau, quente, apertado, como uma boca. Ela gritou, um som misturado de dor e prazer.
— Tá bom? — perguntei.
— Tá perfeito — ela respondeu, a voz falha. — Agora os dois, juntos.
Ricardo começou a meter na buceta. Eu comecei a meter no cu. Cada estocada nossa, um gemido dela. Os corpos se movendo no mesmo ritmo, dois paus dentro do mesmo corpo, dois maridos fodendo a mesma mulher.
— Isso, Fabio... isso, Ricardo... — Débora gemia, a voz perdida.
Paty assistia, sentada na cama, os olhos arregalados, uma mão apertando os peitos, a outra dedando a própria buceta, os dedos entrando e saindo, o mel escorrendo.
— Goza, Débora — Paty mandou, a voz rouca. — Goza pros dois.
Débora gozou. A buceta contraiu no pau de Ricardo, o cu apertou no meu pau, e ela gritou, o corpo tremendo, o mel escorrendo pela coxa, misturando com o óleo.
Ricardo gozou dentro da buceta dela, a porra quente jorrando. Eu gozei dentro do cu dela, sentindo cada pulsação, cada aperto.
Ficamos um momento, os três parados, ofegantes.
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Débora se virou, deitou de costas, os olhos verdes brilhando.
— Agora é a sua vez, Paty — ela disse. — Sobe em mim.
Paty olhou pra mim, confusa.
— Sobe em mim, amor — eu expliquei. — Senta na minha boca. E deixa a Débora sentar no meu pau.
Paty tremeu, mas veio. Ela se ajoelhou na cama, uma perna de cada lado da minha cabeça, a buceta molhada, aberta, bem na frente da minha boca.
Débora se ajoelhou por cima de mim, a buceta ainda babando de porra e mel, e sentou no meu pau. Cada centímetro sendo engolido pela buceta quente dela.
— Agora, Fabio — Débora disse. — Chupa sua mulher enquanto eu cavalgo você.
Comecei a chupar Paty. A língua no clitóris, os dedos enfiando, sentindo a buceta dela se molhar mais na minha boca. Ao mesmo tempo, Débora cavalgava em mim, a buceta apertando meu pau, subindo e descendo.
As duas gemiam juntas. Eu sentia os dois corpos, os dois prazeres, as duas bucetas — uma na minha boca, uma no meu pau.
— Vou gozar, amor! — Paty gritou.
— Também vou! — Débora gemeu.
Ricardo assistia, sentado na cama, o pau duro na mão, se masturbando devagar, os olhos grudados nas duas mulheres.
— Goza, Paty! — ele mandou. — Goza na boca do seu marido!
— Goza, Débora! — eu gemi, com a boca na buceta de Paty. — Goza no meu pau!
Elas gozaram juntas. O mel quente de Paty escorreu na minha boca, e eu bebi tudo. O mel de Débora escorreu no meu pau, e eu senti a buceta dela contrair, apertar, sugando cada gota.
Paty caiu na cama ao meu lado, ofegante. Débora desceu do meu pau e se aninhou no meu peito.
Ricardo gozou na própria mão, a porra quente escorrendo pelos dedos, os olhos fechados de prazer.
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Ficamos os quatro na cama, nus, suados, os corpos colados.
— Isso foi — Paty começou, a voz trêmula.
— Perfeito — Débora completou.
— Inesquecível — Ricardo disse, limpando a mão na lençol.
Eu abracei Paty, beijei a testa dela.
— Te amo, amor.
— Também te amo, Fabio.
Débora se virou, beijou Ricardo.
— E você, gostou?
— Mais do que imaginei — ele respondeu.
A noite foi longa. Ainda teve mais. Mais beijos, mais toques, mais gozos. Até o sol raiar.
No outro dia, na hora do café, a gente se olhou diferente. Não como dois casais. Como quatro pessoas que compartilharam algo sagrado.
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Para você que está lendo isso:
No fundo, todo mundo tem um desejo guardado. Um olhar que durou um segundo além. Um beijo que não aconteceu. Uma mão que não tocou. Um corpo que você imaginou.
Essa noite não é sobre Fabio, Paty, Débora e Ricardo.
Essa noite é sobre você.
Sobre deixar o medo de lado e se entregar ao que o corpo pede. Sobre confiar no outro, mas também confiar em si. Sobre descobrir que o amor pode ser maior quando a gente divide. E que o prazer não tem dono — ele só quer ser vivido.
Você já imaginou?
Então deixa acontecer.