Trisal com duas Irmãs

Comi as Duas Irmãs

Meu nome é Fabio. Moreno atlético, 1,88, 86kg de muito tesão, olhos castanhos que queimam quando olham pra uma mulher que eu quero — não só comer, mas sentir.

Elas se chamam Larissa e Bianca. Irmãs. A mais velha, Larissa, 28 anos, morena de olhos verdes, corpo magro, bunda empinada, cabelos soltos, aquele jeito de quem desafia com o olhar. A mais nova, Bianca, 24, também morena, mas corpo mais cheio, peitos fartos, cintura fina, bunda grande, olhos doces que pedem cuidado. A mesma boca carnuda, o mesmo nariz fino, a mesma pele cor de mel, mas o corpo é diferente — e o jeito também.

Minha esposa viajou. Fiquei sozinho em casa. Larissa, minha vizinha, me chamou pra um churrasco. Quando cheguei, Bianca estava lá também.

Elas me serviram, sentamos no sofá. Larissa do meu lado, a perna encostando na minha. Bianca na poltrona, mas os olhos dela não saíam de mim. Eu via os mamilos marcando a regata, via o brilho nos olhos das duas.

Larissa foi a primeira a falar, a voz baixa.

— A gente te olha há meses, Fabio. Você sabia?

— Sabia — respondi, devagar.

— Você olha a gente também.

— Olho sim.

Bianca se levantou, veio e sentou do meu outro lado. O corpo quente, o cheiro doce, a mão pousada no meu peito. Ela olhou nos meus olhos e sorriu.

— A gente quer você, Fabio. Não só o seu corpo. Você. O jeito que você fala, o jeito que você olha, o respeito que você tem.

Eu coloquei a mão no rosto de Bianca, devagar, tocando a pele macia, passando o polegar nos lábios carnudos.

— Você é linda — falei, olhando nos olhos dela. — As duas são lindas. Mas o que me faz querer vocês não é só o corpo. É o jeito de vocês, a cumplicidade de vocês.

Larissa se inclinou, a boca perto da minha orelha, a voz quente.

— Quer ver cumplicidade? — ela sussurrou.

Ela me beijou, a boca quente, a língua entrando devagar. Beijo longo, gostoso, de quem tem tempo. Enquanto isso, Bianca deslizou a mão pela minha nuca, puxou a cabeça pra perto, e beijou meu pescoço, mordendo devagar.

Elas me levaram pro quarto. Me deitaram na cama. As duas tiraram minhas roupas devagar — não com pressa, com admiração. Acariciaram meu peito, as mãos deslizando.

— Você é tão gostoso — Bianca disse, os olhos doces brilhando. — Mas não é só isso que a gente quer.

— O que vocês querem? — perguntei, a voz rouca.

— Queremos se sentir inteiras — Larissa respondeu, os olhos verdes nos meus. — Queremos que você veja a gente, ouça a gente, goze com a gente.

Ela se ajoelhou, abriu minha cueca devagar, e pegou meu pau na mão. Mas não enfiou na boca. Acariciou, sentiu o peso, a pulsação, olhou nos meus olhos.

— Você sente o que eu sinto? — ela perguntou.

— Sinto — respondi. — Sinto você, Larissa.

Ela sorriu, desceu a boca e lambeu devagar, a língua deslizando pela cabeça, pelos lados, descendo até as bolas. Bianca se ajoelhou atrás de mim, abraçou, começou a beijar minhas costas, os ombros, o pescoço, as mãos percorrendo meu corpo.

Larissa me chupava, mas não com pressa. Cada movimento era uma pergunta: tá gostoso? quer mais? posso continuar? E eu respondia com gemidos, com a mão no cabelo dela, com o corpo arqueando.

— Vem aqui, Bianca — chamei. — Quero te beijar enquanto ela me chupa.

Bianca veio, sentou no meu colo, os peitos contra o meu peito. Me beijou devagar, a boca macia, os olhos fechados. Eu sentia a respiração dela, o coração acelerado. Ela segurou meu rosto com as duas mãos, afundou o beijo, e gemeu contra minha boca.

Larissa subiu, deitou ao meu lado, e as duas se beijaram na minha frente. Línguas se encontrando, mãos se tocando, um beijo que era delas, mas era pra mim também.

— Deita, Larissa — falei. — Quero te provar.

Ela deitou de costas, as pernas abertas. Eu desci, beijei a barriga, as coxas, a buceta. Mas não chupei. Beijei. Beijei os lábios da buceta dela, devagar, como quem beija a boca de alguém que ama. Ela tremeu, os dedos no meu cabelo.

— Fabio... — gemeu.

— O que você quer? — perguntei.

— Quero sua boca. Quero sentir você.

Eu chupei. Língua no clitóris, devagar, em círculos. Senti a buceta dela se molhar mais, se abrir. Enfiei dois dedos, senti o calor, o aperto.

— Você tá tão molhada — sussurrei, com a boca na buceta dela. — Tá gostoso?

— Tá — ela gemeu. — Tá perfeito.

Bianca veio, se deitou ao lado da irmã, começou a beijar os peitos dela enquanto eu chupava. As duas gemiam, as mãos se enlaçando, e eu sentia o prazer delas crescendo.

Larissa gozou na minha boca. A buceta contraiu, o mel quente escorreu, e ela tremeu, jogou a cabeça pra trás, os olhos revirados. Ela me puxou pra cima, me beijou, sentiu o gosto dela.

— Agora é a Bianca — Larissa disse. — Trata ela com carinho, Fabio. Ela merece.

Eu deitei Bianca de bruços, beijei suas costas, desci devagar. Mordaças nas nádegas, língua no cu, lambendo, provocando. Ela arqueou as costas, gemeu.

— Isso, Fabio — ela sussurrou. — Me excita.

Eu chupei a buceta dela de trás, a língua entrando, os dedos na buceta. Ela gozou, o corpo tremendo, o mel escorrendo.

— Agora me come — ela pediu, a voz trêmula.

— Você tem certeza? — perguntei, olhando nos olhos dela.

— Tenho, Fabio. Me come com calma. Me sente.

Eu entrei devagar. A buceta dela se abriu, me engoliu, e ela gemeu, um som de prazer, não de dor. Eu meti devagar, sentindo cada centímetro, a buceta quente e molhada apertando meu pau.

— Assim — ela pediu, a voz trêmula. — Assim, Fabio. Devagar. Sente o que eu sinto.

Larissa veio por trás de mim, começou a beijar minhas costas, a mão nas minhas bolas, acariciando enquanto eu metia na irmã.

— Tá gostoso? — perguntei, olhando nos olhos de Bianca.

— Tá — ela respondeu. — Tá gostoso ver você sentindo o meu prazer.

Ela gozou de novo, a buceta contraindo no meu pau, e eu senti cada espasmo, cada aperto. Só então, eu gozei — a porra quente jorrando fundo, enquanto ela tremia, me sugava.

Depois, Larissa deitou de lado, abriu a perna, e me chamou.

— Agora eu, Fabio. Me come de lado. E olha nos meus olhos.

Eu entrei, devagar, os olhos verdes cravados nos meus. Cada estocada, uma conexão. Ela gemeu, sorriu, apertou minha mão.

— Goza comigo — ela pediu.

A buceta dela contraiu no meu pau, e eu gozei junto, jorrando quente, sentindo o mel dela escorrendo no meu.

Ficamos os três na cama, suados, os corpos colados.

— Vamos fazer isso todo dia? — Bianca perguntou, a voz sonolenta.

— Todo dia e toda noite — respondi.

E a noite continuou, com calma, com vontade, com amor.

Foto 1 do Conto erotico: Trisal com duas Irmãs


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Trisal com duas Irmãs

Codigo do conto:
269477

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
09/08/2026

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