A vizinha que virou amante

A Vizinha que Virou Amante

Meu nome é Fabio. E quando eu olho pra você — sim, você, que tá lendo isso — eu vejo uma mulher que merece ser desejada inteira.
Não só a buceta, não só os peitos.
O sorriso que você dá quando acha que ninguém tá vendo.
O jeito que você prende o cabelo atrás da orelha. A forma como você morde o lábio quando tá pensando.

Isso que eu sinto por você, Letícia, é desejo de alma. E quando você chega do trabalho, cansada, e me vê na porta do elevador, eu quero que você saiba: eu não quero só te foder. Eu quero te sentir.

Letícia é minha vizinha. Ela é casada, eu também. Mas a gente se olha há meses. E hoje, finalmente, eu tomei coragem.

Ela chegou do trabalho, o cabelo preso, a blusa suada, os olhos cansados. Eu tava no corredor, esperando. Quando a porta do elevador abriu, ela me viu. E sorriu.

— Fabio, você ainda tá aqui?

— Tô esperando você.

Ela riu, sem entender. Eu dei um passo, dois, até ficar na frente dela. Coloquei a mão no rosto dela, devagar, como se tocasse algo precioso.

— Você tá linda — falei. — Mesmo cansada. Mesmo com a blusa suada. Você tá linda, Letícia.

Os olhos dela brilharam. Ela mordeu o lábio. Eu vi o peito dela subir e descer mais rápido.

— Fabio, o que você tá fazendo?

— O que eu devia ter feito há meses. Te desejar. Em voz alta.

Puxei ela pelo queixo, devagar, e a beijei. Um beijo longo, lento, profundo. Minha mão desceu pelo pescoço, pelos ombros, pela cintura. Mas não foi pra bunda. Foi pra apoiar. Pra sentir o corpo dela. Pra mostrar que eu queria ela, não só foder.

Ela gemeu contra minha boca. Eu senti o corpo dela tremer.

— Vem pra minha casa — sussurrei. — Não vou te comer. Vou te amar.

Ela foi. Minha esposa não tava. Eu a fiz sentar no sofá, tirei os sapatos dela, massageei os pés, porque sabia que ela tava cansada. Ela fechou os olhos, relaxou.

— Ninguém faz isso por mim — disse, com a voz baixa.

— Pois eu vou fazer tudo por você.

Subi devagar. Beijei o tornozelo, a canela, o joelho. Ela abriu as pernas, esperando. Mas eu não fui direto. Beijei a barriga, por cima da blusa. Subi, beijei o peito, o pescoço, a orelha.

— Você quer — falei, com a boca perto do ouvido. — Diz que quer, Letícia.

— Quero, Fabio. Quero você.

— O que você quer de mim?

— Quero seu beijo. Suas mãos. Quero sentir você.

Eu me deitei no chão, puxei ela no colchão. Tirei a blusa dela devagar, como quem desembrulha um presente. Os peitos dela caíram, os mamilos duros. Eu olhei, demorei. Beijei um, depois o outro, com calma, a língua rodeando, sentindo a pele arrepiar.

Ela gemeu, puxou minha cabeça.

— Não para, Fabio.

— Não vou parar até você gozar três vezes.

Desci. Tirei a calça dela devagar, a calcinha molhada colada na buceta. Eu vi a marca, o tecido escuro de tesão. Passei o dedo por cima, senti o calor, a umidade.

— Você tá molhada por mim?

— Tô, Fabio. Tô molhada por você há meses.

Eu tirei a calcinha, abri as pernas dela, e olhei. A buceta dela tava vermelha, inchada, os lábios abertos, o mel brilhando. Mas eu não enfiei o pau. Beijei a coxa. A outra coxa. O ventre. A buceta. Beijei, não chupei. Beijei como quem beija a boca de alguém que ama. Ela tremeu.

— Fabio, me chupa, por favor.

— Chupa o que? Diz.

— Me chupa, Fabio. Chupa minha buceta.

Eu chupei. Com calma. A língua no clitóris, devagar, em círculos. Dedos entrando, sentindo a buceta contrair, se molhar mais. Ela gemeu, puxou meu cabelo, arfou.

— Goza na minha boca, Letícia. Quero sentir o gosto.

Ela gozou. A buceta contraiu, o mel quente escorreu, e eu bebi tudo. Ela tremeu, gritou, o corpo arqueado.

Eu subi, beijei ela. Ela sentiu o gosto dela.

— Foi bom?

— Foi perfeito.

— Ainda não acabou.

Deitei ela de lado, abracei por trás. Entrei devagar, não com força. A buceta dela abriu, me engoliu. Ela gemeu.

— Assim — disse, ofegante. — Assim, gostoso, devagar.

Eu meti devagar, sentindo cada centímetro da buceta dela, o calor, o aperto, o mel. Meu pau pulsava, mas eu não apressei. Cada estocada era uma declaração. Eu sussurrava no ouvido dela.

— Você é linda. Sua buceta é a mais gostosa. Sinto você se molhando em mim.

Ela gozou de novo, gemendo, a buceta apertando meu pau.

Eu virei ela de frente, olhei nos olhos, entrei de novo. Dessa vez mais rápido, mas sem perder o olhar.

— Fala — pedi. — Fala o que você sente.

— Sinto seu pau dentro de mim, Fabio. Sinto você me amando.

— Porque estou. Estou te amando agora.

Ela gozou pela terceira vez, a buceta apertando, e eu gozei junto, a porra quente jorrando fundo, enquanto ela tremia, se contraía, me sugava.

Ficamos abraçados, suados, o corpo colado.

— Não foi só uma foda, foi? — ela perguntou.

— Não. Foi amor, Letícia.

Ela sorriu, e eu vi no olho dela que eu tinha tocado não só o corpo, mas a alma.

Foto 1 do Conto erotico: A vizinha que virou amante


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A vizinha que virou amante

Codigo do conto:
269476

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
09/08/2026

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