Meu nome é Fabio. 1,88, 86kg, olhos castanhos que queimam quando vejo você.
Você chegou na minha porta às onze da noite. A chuva tinha molhado seu cabelo, sua blusa colada no corpo, os mamilos marcando. Eu sabia que você viria. Sabia que a gente ia se encontrar de novo, mesmo depois de tudo que aconteceu.
— Fabio — você disse, a voz tremendo. — Eu não devia ter vindo.
— Mas veio.
Eu te puxei pra dentro. A porta bateu. Seu corpo contra o meu, molhado, frio, tremendo. Eu coloquei a mão no seu rosto, virei seu queixo pra cima, e te beijei. Não foi um beijo de carinho. Foi um beijo de fome. Minha língua na sua, minha mão descendo, apertando sua bunda, te puxando contra meu pau que já tava duro.
Você gemeu na minha boca.
— Isso, Fabio — você sussurrou. — Me come.
Eu te empurrei contra a parede. Rasguei sua blusa, seus peitos saltaram pra fora, os mamilos duros, arrepiados. Eu desci, coloquei a boca num deles, mordi, chupei, puxei com os dentes. Você gritou, arranhou minhas costas.
— Mais — você pediu. — Me fode, Fabio.
Eu não esperei. Te virei de frente pra parede, puxei sua calça pra baixo, sua calcinha molhada. A buceta já babando, os lábios abertos, vermelhos.
— Você tá molhada, sua puta — eu falei, com a voz rouca. — Tá molhada por mim?
— Tô, Fabio — você gemeu. — Tô molhada por você há meses.
Eu enfiei dois dedos na sua buceta. Sentí seu mel escorrendo nos meus dedos, sua buceta contraindo. Você gemeu, jogou a cabeça pra trás.
— Isso, Fabio... assim...
— Cala a boca — mandei, puxando seu cabelo. — Quem manda aqui sou eu.
Eu tirei os dedos, coloquei na sua boca. Você chupou, sentindo seu próprio gosto.
— É disso que você gosta, não é? — perguntei. — De ser fodida. De ser comida. De ser tratada como puta.
— Sim, Fabio — você respondeu, ofegante. — Me trata como puta. Me come.
Eu tirei meu pau pra fora. Duro, babando, a cabeça brilhando de pré-gozo. Encostei na sua buceta, esfreguei na entrada, sentindo o calor, a umidade.
— Pede — mandei.
— Me come, Fabio — você gemeu. — Me fode gostoso. Enfia esse pau na minha buceta.
Eu entrei de uma vez. Fundo. Até a cabeça bater no seu colo do útero. Você gritou, arfou, apertou a parede.
— Isso, Fabio! Isso!
Comecei a meter com força. Cada estocada, seu corpo batendo na parede. Meu pau entrando e saindo da sua buceta molhada, o som molhado do sexo, a pele batendo, seus gemidos.
— Sua buceta é minha — eu falei, metendo mais forte. — Você é minha.
— Sua, Fabio — você gemeu. — Toda sua.
Eu enfiei o dedo no seu cu. Você gritou, apertou meu pau, a buceta contraindo.
— Gosta disso, sua puta? — perguntei, o dedo entrando e saindo do seu cu enquanto eu te fodia.
— Gosto, Fabio! Me fode, me come, me enche de porra!
Eu te virei. Te joguei na cama. Abri suas pernas, olhei sua buceta vermelha, inchada, escorrendo. Desci, coloquei a boca, chupei seu clitóris, enfiei a língua na sua buceta, bebi seu mel.
— Goza na minha boca — mandei. — Goza agora.
Você gozou. A buceta contraiu, o mel quente escorreu na minha boca, eu bebi tudo, sua mão no meu cabelo, seus gemidos altos.
— Isso, Fabio! Isso!
Eu subi, deitei seu corpo de lado, entrei de novo. Agora devagar. Cada centímetro sendo sentido. Olhando nos seus olhos.
— Você sabia que ia acabar assim — falei, metendo devagar. — Sabia que eu ia te comer, te foder, te fazer gozar.
— Sabia — você respondeu, ofegante. — Por isso vim.
— E vai voltar?
— Vou, Fabio. Sempre que você quiser.
Acelerei. Cada estocada mais fundo, mais forte. Seu corpo tremendo, seus peitos balançando, seus olhos nos meus.
— Vou gozar — falei, sentindo o pau pulsar. — Vou encher sua buceta de porra, sua puta.
— Enche, Fabio! Me enche de porra!
Eu gozei. A porra quente jorrou, grossa, dentro da sua buceta. Senti sua buceta contrair, apertar, sugando cada gota.
Você gozou de novo, junto comigo, o mel escorrendo, misturando com a minha porra.
Ficamos ali, ofegantes, suados, seu corpo colado no meu.
— Isso foi — você começou.
— Foi o que a gente precisava — completei. — Sempre foi.
Você sorriu. Se aninhou no meu peito.
— Te amo, Fabio.
— Também te amo.
Eu passei a mão no seu cabelo. Olhei pela janela. A chuva tinha parado. Mas a noite ainda tinha muito tesão guardado.
Ainda tinha mais.
Muito mais.
Para você que está lendo isso:
No fundo, todo mundo tem um ex que volta. Um desejo que não morre. Um corpo que você nunca esqueceu.
Essa noite não é sobre Fabio e você.
Essa noite é sobre quem você ainda deseja. Sobre a fome que não passa. Sobre a entrega que você guarda pra alguém que merece.
Você já sentiu isso?
Então deixa acontecer.