A suíte do hotel cheirava a sal, a sexo e a pecado. Janela aberta, o vento quente da noite balançava a cortina branca, e o barulho das ondas entrava junto com a lua cheia, iluminando a cama king size. Eu tava deitado, só de cueca, o pau já duro, latejando, babando, porque eu sabia o que ia acontecer.
Minha prima Débora tava no banho. O som da água caindo, o vapor escapando, e ela tinha me ligado dizendo que queria "passar a noite". Eu sabia o que isso significava. A gente já tinha feito antes. Mas essa noite ia ser diferente. Mais suja. Mais gostosa. Mais tudo.
Quando ela saiu do banheiro, meu coração disparou. Débora era perfeita. A pele branca, quase leitosa, brilhando com as gotículas de água que ainda escorriam. Baixinha, do tamanho certinho pra caber no meu peito. Os olhos verdes, da cor do mar naquela noite, me fitavam com um sorriso malicioso. Os seios médios, firmes, com os mamilos já duros de excitação. E a bunda... aquela bunda linda, empinada, redonda, que me fazia perder o juízo toda vez que eu via.
Ela tinha enrolado uma toalha na cintura, mas não escondia nada. Eu via o contorno da buceta dela, lisa, depilada, úmida. Ela veio em minha direção, balançando o quadril, e parou na minha frente.
— Já tá duro? — perguntou, com a voz macia, quase um sussurro.
— Tô — respondi, com a voz rouca. — Tô sempre duro por você.
Ela se ajoelhou na frente da cama e puxou minha cueca com os dentes. Meu pau saltou pra fora, duro, pulsando, a cabeça brilhando com o pré-gozo que já tava escorrendo. Ela lambeu a cabecinha, gostosa, com a língua molhada, quente, depois pegou na mão e começou a masturbar devagar enquanto me olhava, os olhos verdes brilhando com desejo.
— Quer que eu chupe, seu safado?
— Quero — minha voz falhou de tesão.
Ela enfiou meu pau inteiro na boca. Tudo. Até a garganta. Eu senti a ponta do meu pau tocar o fundo da garganta dela, e ela não engasgou. Pelo contrário, ela mamava com gula, como se minha porra fosse o único alimento que ela queria. A cabeça dela ia e vinha, o cabelo loiro molhado balançando, o nariz esfregando nos meus pelos. Uma mão apertava minhas bolas, a outra segurava a base do meu pau e masturbava o resto. Meu pau tava todo babado, brilhando de tanto que ela babava, e eu via a baba escorrendo pelo queixo dela, pingando nos peitos.
— Assim, Débora... assim, gostosa... — eu gemia, passando a mão no cabelo dela.
Ela parou, soltou meu pau com um estalo molhado, e um fio de baba conectava a boca dela à cabeça do meu pau. Ela subiu, se ajoelhou na cama na minha frente, e puxou a toalha. Ficou nua, completamente nua, e era a visão mais linda que eu já tinha visto. A pele branca, os olhos verdes me fitando, os seios médios com os mamilos rosinhas, a buceta entreaberta, já melada, e aquela bunda empinada que mexia de um lado pro outro, me convidando.
— Tá me olhando como se fosse a primeira vez — ela riu, com um sorriso doce.
— É porque toda vez que te vejo, parece a primeira. Você é linda demais, Débora.
Ela se inclinou e me beijou. Um beijo lento, macio, cheio de carinho. A língua dela encontrou a minha, e eu senti o gosto do meu próprio pau nela. Foi erótico e ao mesmo tempo tão íntimo, como se estivéssemos nos reconhecendo de novo.
— Deita — ela pediu, com doçura mas também com autoridade.
Eu deitei na cama. Ela montou em mim, com a buceta aberta e molhada, e sentou no meu pau. Eu senti cada centímetro sendo engolido pela buceta quente e apertada dela. Quando chegou no fundo, ela gemeu, um gemido longo e gostoso, jogou a cabeça pra trás, os olhos verdes fechados de prazer.
— Meu Deus, como você é gostoso — ela sussurrou.
Ela começou a cavalgar. Devagar no começo, deixando eu sentir o movimento da buceta dela no meu pau. Cada subida e descida fazia um som molhado, o mel dela escorrendo pelo meu pau, molhando minhas bolas. Eu via a bunda dela se mexendo, empinando, os peitos balançando.
— Você é tão linda — eu disse, segurando a cintura dela. — Tão perfeita.
Ela se inclinou, me beijou de novo, enquanto continuava cavalgando.
— Goza comigo, amor — ela pediu, ofegante. — Quero sentir você gozando dentro de mim.
Ela acelerou, a buceta contraindo no meu pau, e eu senti que ia gozar. Meu pau pulsou, minhas bolas se contraíram, e eu gozei grosso, quente, jorrando lá no fundo da buceta dela. Ao mesmo tempo, ela gozou, a buceta espremendo meu pau, o mel quente escorrendo, molhando nós dois.
— Aí, amor... isso... — ela gemeu, tremendo toda.
Ela ficou sentada em mim, o pau ainda dentro dela, sentindo a porra quente e o mel se misturando. Eu passei a mão no rosto dela, tirei um fio de cabelo dos olhos verdes, e a beijei com carinho.
— Te amo, Débora — eu disse, sem pensar.
Ela sorriu, um sorriso lindo, e me beijou de volta.
— Também te amo.
Mas não tinha acabado.
Ela se levantou, meu pau escorregando da buceta dela, e se virou. Ficou de quatro na cama, empinou aquela bunda linda e perfeita, e me olhou por cima do ombro.
— Agora quero você me comendo de quatro — ela disse, com a voz rouca de tesão. — Quero sentir você fundo.
Ela se ajoelhou, a bunda empinada, a buceta molhada, aberta, vermelha, babando como uma boca. Eu fiquei atrás dela, segurei na cintura, e entrei com tudo, de uma vez, até o fundo. Ela gemeu alto, um gemido rasgado, que misturava dor e prazer.
— Isso, amor, assim... — ela gemia.
Eu comecei a foder ela com força. Cada estocada fazia a bunda dela tremer, o som do sexo ecoando — o pau entrando na buceta dela, molhado, a pele batendo. Eu via a bunda empinada, a pele branca, as marquinhas da calcinha no sol, e mexia naquela bunda com as duas mãos, apertando, separando, vendo meu pau entrar e sair, brilhando com a porra e o mel que escorriam.
— Assim, Débora... você é tão gostosa... — eu gemia.
— Me fode, amor... me fode gostoso... quero sentir você gozar de novo dentro de mim...
Eu fodia ela com tudo, sem dó, cada estocada mais fundo, mais rápido. Eu sentia a buceta dela apertar, contrair, e sabia que ela ia gozar de novo.
— Vou gozar, amor... — ela gemeu. — Goza comigo, por favor...
— Vou gozar... vou encher a sua buceta de porra... — eu gemi, sentindo o pau pulsar.
Ela gozou, a buceta contraiu forte no meu pau, e eu gozei junto, jorrando quente, grosso, enchendo a buceta dela. A porra branca e grossa vazou, escorreu pela buceta dela, escorreu pelas coxas, pingou na cama.
Eu caí na cama ao lado dela, ofegante. Ela se virou, se aninhou no meu peito, e eu abracei ela forte. A porra ainda escorria da buceta dela, manchando a cama, os lençóis, mas a gente nem ligava.
— Foi tão bom — ela disse, com a voz macia, cansada. — Você sempre me faz sentir tão amada.
— Porque eu te amo, Débora. Cada vez que a gente faz, é como se eu te descobrisse de novo.
Ela riu, baixinho, e me beijou no peito.
— Amor, ainda não acabou — ela disse, com um sorriso malicioso nos olhos verdes. — A noite é longa.
Ela deslizou o corpo pra baixo, a boca dela encontrou meu pau, ainda babado de porra e mel, e começou a chupar devagar, com carinho, enquanto eu passava a mão no cabelo dela, sentindo o tesão crescer de novo.
Ela me chupou até eu ficar duro outra vez, a boca quente, a língua brincando na cabecinha, os olhos verdes me fitando.
— Agora sou eu que vou te foder — ela disse, subindo em mim de novo, mas dessa vez de costas. Ela sentou no meu pau, a buceta molhada e apertada, e começou a cavalgar, a bunda linda e empinada se mexendo na minha frente.
Eu via tudo: a bunda dela subindo e descendo no meu pau, os lábios da buceta se abrindo e fechando, a porra ainda escorrendo, os seios médios balançando, os olhos verdes fechados de prazer.
— Você é minha, Débora... — eu dizia, apertando a bunda dela. — Só minha.
— Toda sua, amor... — ela gemia. — Agora e sempre.
Ela gozou de novo, a buceta apertando meu pau, e eu gozei junto, enchendo ela de porra mais uma vez. Depois a gente se virou, eu deitei por cima dela, e fiquei olhando nos olhos verdes dela enquanto metia devagar, gostoso, cada estocada um beijo, cada movimento um "eu te amo" sem palavras.
— Te amo, Débora — eu sussurrei.
— Também te amo — ela respondeu, os olhos brilhando.
A gente gozou juntos, pela terceira vez, o corpo colado, os suores se misturando, a porra e o mel escorrendo nos dois.
Foi uma noite de foda insana, mas também de muito amor. A gente gozou várias vezes, eu não sei quantas. Minha porra espalhou pelo corpo dela, na buceta, na cara, nos peitos, na barriga. A gente se beijou com a boca cheia de gozo e de mel, e a gente se amou de todas as formas que dava.
Depois, de madrugada, a gente deitou abraçado. O mar batia lá fora, a lua entrava pela janela, o cheiro de suor, de porra, de buceta no ar. Ela dormiu com a cabeça no meu peito, a porra ainda escorrendo da buceta dela, manchando os lençóis.
Eu fiquei acordado, sentindo o calor do corpo dela, ouvindo a respiração dela, o mar lá fora, e sorri.
Nunca tinha gozado tanto na vida. Nunca tinha visto uma mulher tão entregue, tão suja, tão gostosa. A noite mais quente, mais crua, mais explícita de todas. Mas também a mais cheia de amor, de carinho, de conexão.
Ela era minha. A minha Débora. A minha branquinha de olhos verdes, a minha baixinha gostosa, a minha bunda empinada perfeita, os meus seios médios que cabiam na minha mão. Ela era tudo.
E eu era dela.
