Não sei seu nome. Mas sei que você existe. E sei que, neste exato momento, enquanto lê isso, algo está mudando em você.
Sua respiração já não é mais a mesma. Seus olhos percorrem as palavras mais devagar. Seus dedos tocaram a própria pele sem perceber. E lá embaixo, aquele calor já começou a se espalhar, a pulsar, a pedir.
Não finja que não. Eu sei.
Porque eu escrevi isso para você.
O Começo
Ela se chamava Helena. E eu a vi pela primeira vez em uma livraria, no fim da tarde, quando a luz dourada entrava pela janela e iluminava os cabelos soltos, castanhos, caindo sobre os ombros.
Ela folheava um livro. A cabeça inclinada. Os lábios entreabertos, como se lesse em voz alta sem som. Uma mão no livro, a outra brincando com a ponta do cabelo.
Não era o corpo que me atraía. Era a forma como ela existia no espaço. Como ocupava o silêncio.
Eu me aproximei.
— É bom? — perguntei, apontando para o livro.
Ela ergueu os olhos. Verdes. Fundos. Como água corrente.
— É sobre desejo — ela disse. — Sobre a distância entre querer e ter.
Eu sorri.
— E qual é a sua distância?
Ela baixou o livro, me olhando de frente.
— Ainda não descobri. Talvez você possa me ajudar.
O Bar
Sentamos em um bar próximo. O barulho dos copos, o som baixo de jazz, a luz amarelada.
Ela bebeu vinho. Eu também.
— Você acredita em amor? — ela perguntou, de repente.
— Acredito.
— E acredita que amor e tesão podem andar juntos?
— Acredito. Na verdade, acho que o sexo é a consequência natural do amor. A putaria é a forma mais sincera de dizer: "eu quero você inteira".
Ela ficou em silêncio, os olhos verdes fixos nos meus.
— Você é perigoso — disse.
— Por quê?
— Porque você diz exatamente o que eu preciso ouvir.
O Primeiro Beijo
Foi na saída do bar. O vento frio da noite. Ela tremia. Eu tirei o casaco e coloquei sobre os ombros dela.
Ela me olhou, os olhos brilhando.
— Você não precisa fazer isso.
— Eu sei. Mas eu quero.
Ela se aproximou. A mão dela tocou meu peito.
— Me beija — sussurrou.
O beijo veio como um eco. Lento, macio, os lábios quentes, a língua encontrando a minha com a calma de quem tem tempo.
A mão dela subiu para minha nuca. Meu corpo respondeu, o pau endurecendo, a respiração acelerando.
Ela sentiu.
— Você tá duro — sussurrou, os olhos verdes brilhando.
— Por sua causa.
— Então me leva.
O Quarto
A casa dela era pequena. O quarto tinha uma cama de casal, lençóis azuis, uma janela que dava para o mar.
Ela me levou até a cama.
— Senta — pediu.
Eu sentei. Ela tirou a blusa. Devagar. A pele clara, os peitos fartos, os mamilos já duros.
Mas ela não parou. Ela se ajoelhou na minha frente. Abriu minha calça. Meu pau saltou para fora, duro, babando.
Ela olhou, com os olhos brilhando.
— Que pau bonito — sussurrou.
— É seu.
— Então me dá.
Ela colocou a boca.
A língua quente deslizou na cabeça. Os lábios sugando, a mão apertando minha coxa, a respiração quente.
Eu fechei os olhos. Senti.
Não era só o toque. Era a entrega. A forma como ela me chupava, com calma, com vontade, com respeito.
— Você sente isso? — ela perguntou, parando por um segundo.
— O quê?
— Eu te desejando.
— Sinto.
— É bom, Fabio?
— É maravilhoso.
Ela continuou. A boca quente, a língua em círculos, a cabeça se movendo, o barulho molhado, o corpo tremendo.
Eu gemi, a mão no cabelo dela.
— Eu vou gozar — avisei.
Ela não parou. Ela continuou.
Quando eu gozei, a porra quente jorrou na boca dela, e ela engoliu. Tudo.
Ela se levantou, me beijou. O gosto salgado da minha própria porra na boca dela.
— Você é perfeita — eu falei.
— Ainda não — ela disse, sorrindo. — Eu ainda vou gozar na sua boca.
A Primeira Vez que Ela Gozou na Minha Boca
Eu a deitei na cama. Abri as pernas dela. A buceta estava inchada, molhada, os lábios abertos.
— Olha como você tá molhada.
— Por sua causa.
— Você quer que eu chupe?
— Quero.
— Então pede.
— Chupa minha buceta, Fabio. Chupa gostoso.
Eu coloquei a boca.
A língua deslizou no clitóris, devagar, sentindo cada pulsação. Os dedos entrando, sentindo o mel escorrer no meu queixo.
Ela gemeu. A mão apertou meu cabelo.
— Isso, Fabio… assim…
Eu chupei com fome, com vontade, com devoção.
Ela gozou. Gritou. O corpo tremeu. O mel escorreu, e eu bebi tudo.
A Penetração
Eu subi sobre ela. Olhei nos olhos verdes.
— Você quer que eu meta?
— Quero, Fabio. Me fode.
— Então pede de novo.
— Me fode, amor. Enfia esse pau na minha buceta.
Eu entrei.
Devagar. Sentindo cada centímetro da buceta dela se abrindo, me engolindo, me apertando.
Ela arfou, os olhos verdes fixos nos meus.
— Isso, Fabio… isso…
Comecei a meter. Cada estocada mais fundo, mais rápido.
Mas eu não perdia os olhos dela. Eu queria ver. Queria sentir. Queria que ela soubesse que não era só um corpo. Era ela. Inteira.
— Eu te amo — sussurrei, metendo mais fundo.
Ela apertou minha mão, os olhos marejados.
— Eu também te amo, Fabio. Me fode. Me fode gostoso.
Ela gozou. Gritou. A buceta contraiu, apertou meu pau.
— Vou gozar — eu avisei.
— Goza dentro de mim, amor. Me enche.
Eu gozei. A porra quente jorrou dentro da buceta dela, grossa, quente, enchendo ela.
O Cuzinho
Ela se virou. De quatro. A bunda empinada.
— Eu quero seu cuzinho — falei.
— Tô pronta.
— Você já fez?
— Não. Mas quero com você.
Passei a língua no cuzinho dela, molhando bem, sentindo o gosto dela. Enfiei um dedo, depois dois, com cuidado, sentindo a bunda dela se abrir.
— Isso, Fabio — ela gemia.
Eu coloquei a cabeça do pau no cuzinho dela.
— Me fode — pediu.
Eu entrei. Devagar. Sentindo cada centímetro.
Ela arfou.
— Tá bom?
— Tá. Continua.
Comecei a meter. Cada estocada mais fundo, até ela gozar. O cuzinho apertou meu pau, e eu gozei dentro dela, a porra jorrando, molhando a cama.
Depois
Ficamos abraçados, suados, ofegantes.
A mão dela no meu peito. A respiração dela na minha nuca. O sol começando a entrar pela janela.
— Fabio.
— Diz.
— Isso foi a melhor coisa que eu já fiz.
— O quê? A foda?
— Não. A entrega.
— Eu sei.
— E ainda tem mais?
— Ainda tem, Helena. Muito mais.
Ela sorriu.
— Então me fode de novo.