Meu nome é Fabio. 1,88, 86kg, olhos castanhos.
Ela se chama Clara.
A gente se conheceu num bar. Eu tava no balcão, ela chegou com as amigas, rindo, o cabelo preto cacheado balançando, os olhos cor de mel brilhando. Ela me olhou, eu olhei ela, e o mundo parou por um segundo. Ela tinha um vestido vermelho, curto, os peitos marcando, as pernas longas, o sorriso que desarmava.
— Você tá olhando — ela disse, parando na minha frente.
— Tô — respondi. — Você é linda.
Ela riu, mordeu o lábio.
— Só linda?
— Não. Você é a mulher mais gostosa que eu vi essa noite. E eu tô louco pra te beijar.
Ela chegou mais perto, a mão no meu peito.
— Então me beija.
Eu beijei. Não foi um beijo de quem se conhece. Foi um beijo de quem já se deseja há anos. Língua, mordida, fome. A mão dela na minha nuca, a minha mão descendo, apertando sua bunda por cima do vestido.
— Fabio — ela sussurrou, ofegante.
— Como sabe meu nome?
— Eu perguntei pro garçom.
Eu ri, puxei ela mais perto.
— Quer vir comigo?
— Quero.
No carro, ela já tava com a mão no meu pau. Massageando por cima da calça, os dedos deslizando, provocando.
— Você já tá duro — ela disse, a voz macia.
— Por sua causa.
— Então me leva pra um lugar onde eu possa te chupar.
Eu acelerei. O tesão subindo, o pau pulsando, a mão dela ainda ali, apertando.
— Se continuar assim, vou gozar antes de chegar — falei, a voz rouca.
— Então para o carro.
Eu parei. Num estacionamento vazio, perto da praia. Ela abriu meu cinto, puxou minha calça, meu pau saltou pra fora, duro, babando.
— Que pau gostoso — ela sussurrou.
Ela desceu, colocou a boca. A língua quente na cabeça, os lábios sugando, a boca engolindo tudo. Minha mão no cabelo dela, meu corpo arqueando.
— Isso, Clara — gemi. — Assim.
Ela chupava com fome, com vontade, a cabeça indo e vindo, o barulho molhado do sexo enchendo o carro.
— Vou gozar — falei, sentindo o pau pulsar.
— Goza na minha boca — ela pediu, os olhos mel nos meus. — Quero sentir.
Eu gozei. A porra quente jorrou na boca dela, e ela engoliu tudo, a língua lambendo a cabeça do meu pau, limpando cada gota.
Ela subiu, me beijou. Senti meu gosto na boca dela.
— Vamos pra sua casa — ela disse, ofegante. — Quero você dentro de mim.
Na cama, eu a deitei devagar. Não com pressa. Tirei o vestido dela como quem desembrulha um presente. Os peitos médios, firmes, os mamilos rosados, já duros. A pele morena, macia, brilhando sob a luz do abajur.
— Você é linda — falei, passando a mão no corpo dela. — Perfeita.
— Me deseja, Fabio?
— Mais do que qualquer coisa.
Beijei o pescoço, desci pros peitos. Chupei um, depois o outro, a língua rodeando, mordendo de leve. Ela gemeu, a mão no meu cabelo.
— Isso, Fabio... assim...
Desci. Beijei a barriga, o umbigo, a virilha. Abri as pernas dela. A buceta já molhada, os lábios abertos, o clitóris inchado.
— Olha como você tá molhada — falei, passando o dedo.
— Por sua causa — ela respondeu, ofegante. — Chupa minha buceta, Fabio.
Coloquei a boca. A língua no clitóris, devagar, em círculos. Senti seu mel escorrer, sua buceta contrair. Ela gemeu, apertou minha cabeça.
— Assim, Fabio... mais...
Eu chupei mais rápido, os dedos entrando, sentindo o calor, a umidade. Ela gozou, gritando, o mel quente escorrendo na minha boca, e eu bebi tudo.
Eu subi, olhei nos olhos dela.
— Quer que eu meta? — perguntei.
— Quero, Fabio. Me come.
Entrei devagar. Cada centímetro sendo engolido pela buceta quente e apertada dela. Ela gemeu, arfou, os olhos fechados.
— Assim, Fabio... assim...
Comecei a meter. Devagar no começo, sentindo o prazer crescer. Cada estocada, um gemido. Cada movimento, um "te quero".
— Olha pra mim — pedi.
Ela abriu os olhos, os olhos mel nos meus.
— É você — falei, metendo mais rápido. — É você que eu quero. Não só o corpo. Você.
— Fabio — ela gemeu. — Me ama?
— Sim. Te amo.
Acelerei. Cada estocada mais fundo. Seu corpo tremendo, os peitos balançando, os olhos grudados nos meus.
— Vou gozar, amor — ela gemeu.
— Vai. Goza em mim.
Ela gozou. A buceta contraiu, apertou meu pau, o mel quente escorrendo. Eu gozei junto, a porra jorrando, enchendo a buceta dela, sentindo cada pulsação.
Ficamos abraçados, suados, ofegantes.
— Isso foi — ela começou.
— Perfeito — completei.
Ela riu, se aninhou no meu peito.
Eu passei a mão no cabelo dela, sentindo o calor do corpo. O cheiro de sexo no ar, o suor misturado, a buceta ainda pulsando no meu pau.
— Ainda não acabou — disse, com a voz baixa.
— Ah, não? — ela sorriu, maliciosa.
— Não. A noite é longa. E eu quero te comer de novo. Quero te foder de todas as formas. Quero gozar em você até você não aguentar mais.
Ela riu, subiu em mim, a buceta ainda molhada, e sentou no meu pau já duro de novo.
— Então me fode, Fabio — ela sussurrou, começando a cavalgar.
E a noite foi longa. Mais posições, mais gozos, mais amor.