Chegando perto da data do dia dos namorados, o Paulo, meu namorado, reservou um restaurante que eu amei e que ele me apresentou no ano passado. Era no começo da semana ainda quando ele reservou e nesse ano, o Dia dos Namorados caiu numa sexta-feira, então já fiquei toda empolgada a semana inteira.
O Rô também mandou mensagem falando pra gente se encontrar naquele dia também, nem que seja por um momento, que ele ia me dar um presente. Para quem não leu os últimos contos, o Roberto trabalha na mesma empresa que eu. Ele é bem mais velho, e eu venho mantendo esse caso com ele desde o final do ano passado, e frequentemente durmo no apartamento dele durante a semana.
Naquela semana, eu acabei indo lá na casa do Rô na quarta-feira depois do trabalho. Não tenho o que esconder, o objetivo principal dessas idas sempre é sexo. Já com nossos corpos suados e caídos no sofá depois de uma boa transa, ele tocou de novo no assunto. Eu afirmei novamente pra ele que eu já tinha combinado com o Paulo e reforcei que era dia dos namorados, e não dia do amante!
Logicamente ele não desistiu… Falou pra sairmos mais cedo do trabalho, e passar aqui no apartamento pra ele entregar o presente. Eu disse pra ele me entregar naquele momento mesmo, aproveitando que eu estava ali já, mas ele não quis. Disse que eu ia me arrepender se não pegasse o presente, que ele tinha caprichado. Enfim, não ia levar a nada aquela conversa.
No dia seguinte ele continuou tentando me convencer, mas me mantive firme.
Continuei falando com o Paulo e nós dois estávamos bem animados. A gente não ia muito para esses restaurantes mais caros, e ia ser algo bem romântico naquele ambiente. O Paulo gosta de umas pulseiras e colares, então eu tinha comprado um bem bonitinho pra ele. Combinamos que ele ia passar no meu apartamento na sexta pra me buscar perto das 19h00; ele tinha reservado o restaurante para as 19h30 .
No dia, por ser sexta e também dia dos namorados, o pessoal foi embora mais cedo e uma amiga minha me ofereceu carona. Cheguei em casa perto das 16h30, então aproveitei pra já deixar tudo separado pra ir me arrumando com calma. Já tomei um banho e comecei a me maquiar.
Foi quando o interfone tocou…
Quando o porteiro disse que o “meu amigo Roberto” estava lá embaixo com uma encomenda, meu estômago gelou.
Ele nunca tinha vindo à na minha kit, por motivos óbvios. Nunca!
Por alguns segundos, fiquei olhando para o interfone sem saber o que fazer. Pensei em mandar ele embora, mas talvez ficasse mais suspeito ainda. Pensei também em falar que eu ia descer pra recebê-lo, mas fiquei com medo do que ele ia fazer na frente do porteiro. Acabei escolhendo a pior opção possível e falei pra ele subir…
- Pode mandar subir.
Assim que desliguei, me arrependi.
Meu coração estava palpitando muito rápido. Já fiz algumas loucurinhas com o Roberto, mas eu tomava cuidado para que ninguém que eu conhecesse me visse com ele.
Quando ele chegou e tocou na minha porta, já puxei ele pra dentro, furiosa.
- Se a princesa não vai até a montanha, a montanha vai até a princesa - foi tão cafona o que ele falou que eu lembro claramente…
Sem muito tempo pra eu retrucar, ele já empurrou a sacola grande pra mim. Dei uma xingada nele, mas aceitei o presente. A minha kit é bem pequena, então ele acabou se sentando na minha cama, ao meu lado. Na sacola, tinha um perfume caríssimo da Dior (J'adore) e um conjuntinho de blazer e saia marrom. A vontade que eu tinha antes de enfiar a sacola na cara dele foi embora, porque não era um presente que desse pra recusar rsrsrs
Apesar de brava ainda, agradeci o presente. Ele então abraçou a minha cintura, beijou bem perto da minha boca, na bochecha, e falou no meu ouvido “vamos aproveitar que eu tô aqui e fazer mais coisa”. Falou que o meu presente pra ele seria eu deixar ser comida na minha própria cama. Eu disse que “hoje não, que é dia dos namorados”, mas a cada beijo dele na minha nuca, carícia na minha perna, a cada mão que entrava por debaixo da minha camiseta, eu ia fraquejando.
Logo eu já estava no colo dele, retribuindo os beijos enquanto ele abaixava minha calça. Minha boca continuava soltando palavras de negação, mas meu corpo já tinha desistido enquanto sua mão invadia minha calcinha e me alisava.
Ele levou minha mão por cima da calça dele. E, como esperado, já estava duríssimo. Pouco a pouco fui parando de dar desculpas. Não demorou para eu me ver só de calcinha e camiseta, e ele totalmente pelado, sentado na minha cama, enquanto eu o chupava.
Eu estava deitada sobre a cama, o que o permitiu dar uns tapinhas na minha bunda, só pedi pra ele não deixar marca que talvez o Paulo me visse hoje. Foi um pedido sincero, só que isso fez ele abrir um sorriso que me deixou um pouco com medo. Logo mudamos para um meia nove e senti sua barba branca roçar meu corpo enquanto ele lambia minha buceta já toda molhada.
Fiquei um pouco preocupada com o tempo e olhei para o relógio da minha cabeceira.
Já eram quase 18h00!
Falei pra ele que ia pegar uma camisinha, mas ele me segurou pelo punho quando me levantei. “Hoje eu vou te comer sem camisinha”, ele falou algo mais chulo que isso, mas não lembro exatamente. A gente já transou bastante sem camisinha, mas hoje eu queria ao menos ter essa decência, então falei que eu já ia deixar ele me comer na minha cama, que era algo que só o Paulo tinha feito, e ele acabou aceitando.
Colocada a camisinha, ele me jogou de quatro na cama e começou a me penetrar. O pau grosso dele nunca me decepcionou, e tive que me forçar a não gemer tão alto para os vizinhos não ouvirem. Ele segurava forte na minha cintura enquanto me violentava. Parecia que estava fazendo mais força que o normal pra tentar fazer eu gemer mais alto, e em algumas estocadas realmente eu deixei sair uns gritinhos.
O êxtase de estar traindo no dia dos namorados colaborou para deixar o meu corpo sensível mais rápido que o normal. Não deu nem 5 minutos e eu já estava gozando no pau dele. O Rô sempre disse que os meus orgasmos eram mais intensos que os das outras mulheres, que ele adorava ver o meu corpo tremer. Ele tirou o pau lentamente enquanto eu continuava me contorcendo, mas logo depois senti ele entrar em mim de novo. Só que dessa vez, estava diferente…
O filho da puta tinha tirado a camisinha! Olhei pra ele no susto e o sorriso do safado estava de orelha a orelha. Cheguei a conseguir levantar um pouco para tentar empurrar ele, mas ele estava metendo muito forte que perdi o equilíbrio. Depois de tantos meses, ele já conhecia o meu corpo, e rapidamente eu já estava tomada pelo tesão de novo. Xinguei ele repetidamente, mas não dava pra negar que estava maravilhoso. Me vi num espelho que tenho no quarto sendo violada, vi minha expressão de total prazer, com meus cabelos bagunçados sobre meu rosto.
Pode-se dizer que nos últimos tempos, eu transei bem mais com o Roberto do que com o Paulo, então comecei a aceitar que era natural a gente passar esse tempinho juntos no dia dos namorados também. Larguei todo tipo de resistência e decidi só aproveitar o momento.
Meu quadril já voltava a acompanhar os movimentos fortes dele. Minha kitnet não é grande, e ele aproveitou cada espacinho dela para me comer por todos os cantos possíveis. Torci para que as paredes fossem grossas o suficiente para não ouvirem o barulho de sexo que fazíamos. Gozei mais uma vez enquanto ele me encoxava na parede.
Só que dessa vez ele não parou. Senti o pau dele pulsar e pulsar. Supliquei pra não gozar dentro hoje, mas ele não respondeu. Parte de mim queria sentir o gozo quentinho dele me preenchendo, então não fiz muita birra pra pará-lo. As estocadas foram ficando ainda mais violentas e longas, naquele instante eu era só um objeto para ele se masturbar. Então, ele soltou um gemido bem gostoso, e senti ele jorrar dentro de mim. Foram longos segundos dele gozando, enquanto nos beijávamos por cima do meu ombro.
Finalmente me dei por mim e lembrei do jantar. Olhei novamente para o relógio….
18h30!
Era bem provável que o Paulo até chegasse um pouco antes… Arregalei os olhos e falei pro Roberto que eu estava atrasada. Não ia dar tempo de tomar outro banho, então molhei uma toalha e fui me limpando o máximo que consegui. Retoquei a maquiagem às pressas, e fui me vestir.
Eu tinha separado uma roupinha já, mas o Rô olhou nos meus olhos e mandou eu ir vestindo a roupa que ele tinha me dado. Ele falou tão sério que não ia aceitar um “não” como resposta. Não só isso, mas ele me passou também o perfume que eu tinha ganhado. Pior que eu nem cogitei negar mesmo, e até me deu um certo arrepio de ir jantar com meu namorado vestindo a roupa e um perfume que meu amante me presenteou no dia.
Estava um pouco frio, então vesti uma meia calça por baixo também. O perfume era maravilhoso e acho que ia esconder bem o fato de eu ter suado rsrsrs
18h50!
Meu celular vibrou. “Chego em cinco minutos”
Mandei o Roberto se apressar pra ir embora. Antes dele ir, me agarrou e me beijou intensamente. Eu não estava de batom, mas tive que retocar um pouco o hidratante.
Depois que ele saiu, imaginei que o porteiro poderia ter desconfiado de algo, mas torci pro fluxo de pessoas ser grande o suficiente nesse horário pra passar despercebido.
Cheguei a colocar um Carefree pra segurar um pouco do gozo que aos poucos saía de mim. Quando sentei no carro do Paulo, senti que entre minhas coxas ainda estava um pouco melada do sexo. O Paulo me recebeu com um amoroso beijo e rosas, e chegou até a elogiar minha roupa e meu perfume. Isso acabou levantando certa culpa na hora… Mas é uma culpa que eu já venho convivendo e aceitando ao longo do tempo, e aprendi até a controlá-la.
Sei que vocês não devem estar lendo pra saber sobre minhas conversas com o Paulo, mas reforço que ele é o homem da minha vida e aquele jantar foi tão maravilhoso que, de novo, ele me deu a certeza que eu vou me casar com ele um dia. Eu só preciso de umas aventurinhas a mais na minha vida rsrsrs
Ah, e acabou que à noite a gente acabou fazendo sexo na mesma cama da minha casa. Sorte que antes de sair eu consegui limpar os vestígios mais aparentes, como a camisinha no chão rsrsrs
Vou deixar a fotinha que postamos no dia dos namorados aqui com vocês rsrsrs e pra variar, o Roberto curtiu a foto. Acho que ele gostou do presente que ganhou naquele Dia dos Namorados…
Até a próxima!
