Olá, a todos! Hoje vou contar a história de fictícia de Julian, de como a vida lhe deu algo diferente! Julian nasceu um garoto bonito, porém desde cedo herdou os traços de sua mãe, ele com 15 anos, era meio diferente fisicamente, não muito alto, de pele morena meio escura, meio gordinho, cintura larga, e seios maiores que os normais parecendo de uma garota de 17 anos, apesar desses traços ele não era afeminado apesar de não ser o garanhão da escola, mas o mais quieto e estudioso, quando chegou aos 15 anos começou a ter curiosidade, sua sexualidade estava desabrochando, ele era um menino bom, sem maldade e comportado. Quando completou 15 anos, a mãe e ele tiveram que se mudar, separada foram morar numa casa pequena de madeira herdada do seu avô, sem muita opção, ela foi trabalhar fora, enquanto Julian, cuidava de todos os afazeres domésticos, porém nesse mundo sempre tem alguém que pode ajudar seu vizinho Ernesto era essa pessoa, desde quando se mudaram percebeu as dificuldades e se propôs a ajudar, pois era velho conhecido do avô da mãe de Julian; Seu Ernesto era um senhor de 63 anos, um senhor simples que também não tinha nada de riqueza ou algo de valor, casa simples de madeira em um bairro pobre meio afastado. Com o acerto de seu último emprego, e a pensão que ganhara do seu ex-marido, a mãe de Julian, Dona Maria se virava como podia, não demorou muito e conseguiu um emprego durante o dia, e com o dinheiro do acerto, pediu a seu Ernesto que era pedreiro que fizesse pelo menos dois cômodos de material de sua casa, pois a casa de madeira já estava se deteriorando com tanto tempo de montada, então dona Maria comprou o material, e seu Ernesto iniciou a obra, ele havia trabalhando de pedreiro tinha sido auxiliar, e mestre de obras na juventude então conhecia bem o trabalho a fazer, então todo dia seu Ernesto ia no terreno de sua vizinha para o trabalho, com isso Julian e seu Ernesto começaram uma amizade tímida, como oferecendo um copo d'agua ao senhor Ernesto, logo as conversas ficara mais frequentes e amizade mais próxima, Julian se vestia normal, roupa normais para um garoto de 15 anos, e o seu Ernesto apenas uma calça jeans surrada do tempo e uma camiseta que a maioria das vezes estava com botões abertos; E com o tempo devagar o seu Ernesto fazia seu trabalho, sem pressa com precisão e experiência, as vezes pedia algo para Julian para auxiliar ou mesmo algo para comer ou beber. Era terça-feira um calor grande, seu Ernesto estava tirando barro do quintal para fazer a base, ele já havia bebido água então Julian fala para ele: Julian: "Seu Ernesto vou tomar banho, mas daqui a pouco eu volto, se precisar de algo pode dar um grito"" Sr. Ernesto responde: "pode deixar Julian, qualquer coisa te chamo!" Nisso o garoto foi para o banheiro se banhar calmamente, enquanto o velho Ernesto trabalhava, após 15 minutos o garoto saiu do banheiro e se dirigiu ao seu quarto, onde fechou a porta e iria terminar de se enxugar e vestir. O velho estava logo atrás da casa em seus afazeres e deu um grito para Julian pedindo água, porém ele se assustou pelo o garoto já estava no quarto quando respondeu, sem maldade Se Ernesto olhou para perto da parede onde descansava do sol, e viu uma fresta na parede de madeira do quarto do Julian, quando ele olhou mais atento, quase caiu pra trás, Julian estava sem roupa se enxugando do seu banho, seus olhos arregalaram, ele nunca tinha visto um corpo daquele pele morena, seios grandes com aréolas grande e pontudos, cintura larga, Julian não tinha percebido, mas quando foi abrir o guarda roupa, ficou de costa para fresta, expondo suas ancas largas, com coxas grossas, o velho teve completa de sua bunda nesse instante! Aquilo mudou tudo para Seu Ernesto, ele nunca tinha olhado o garoto com outros olhos, porém agora, se pudesse atravessava a parede, ele via as nádegas para um cópula perfeita, enquanto o garoto colocava sua cueca expos o vão de sua bunda revelando seu anelzinho virgem, o coração do velho parecia que ia sair pela boca. Quando o garoto veio com a jarra d'agua e um copo o velho mal o conseguia olhar nos olhos, se sentia culpado, confuso, mesmo assim aceitou a água solicitada, após tomar sua água e refresca não só o corpo mas a mente o garoto ficou perto, isso deixa o velho nervoso, as vezes para serrar uma madeira, o vão da camisa de Julian de abaixava e o velho quase se machucava com serrote olhando os seios pontudos de Julian. Os dias foram passando, Seu Ernesto se aproximava mais de Julian, já cumprimentando com abraços demorado a primeira hora que o via; certo dia Julian foi para seu banho da tarde, o velho já estava impaciente precisava ver ele de mais de perto, então, aproveitou com o garoto estava no chuveiro, ele sabia que a porta do banheiro não tinha tranca e esperou uns minutos, tomou coragem e entrou com tudo no banheiro, Julian tomou um baita susto, apesar de cortinha que não deixava respingar a água no chão do banheiro, não foi suficiente para cobrir seu corpo da visão do seu Ernesto, enfim o velho conseguiu ver de perto o corpo juvenil que exalava por uma cópula, já Julian assustado teve que sair debaixo do chuveiro e pegar a toalha pendurada para se cobrir não antes de ter que ficar de costa para o velho que estava no vaso com uma desculpa que estava apurado, ao ver aquele jovem corpo em sua frente o Seu Ernesto pensou mil vezes antes de cometer algo perigoso e conseguiu se controlar. Já no lado de fora do banheiro Julian não gostou nada do susto e deu uma bronca no Seu Ernesto o repreendendo que poderia ter batido na porta antes de ter invadido aquele pequeno espaço, mesmo assim Julian não só ficou assustado com aquela invasão a sua privacidade mas também era sua primeira vez que via um homem bem mais velho sem roupa com o membro na mão, nessa hora foi impossível ele não comparar a diferença entre eles dois; Após alguns minutos o garoto ouve a descarga achando que ele havia terminado, Seu Ernesto sai do banheiro pedindo mil desculpas sobre seu comportamento, então garoto volta ao banheiro para terminar seu banho, nisso o velho nervoso com a situação, já pensava como poderia se aproximar mais ainda a fresta do quarto e a surpresa no banheiro não seriam mais suficiente para usar esse tipo de tática, Julian tinha 15 anos mas poderia muito bem desconfiar de algo, então passado dois dias o Seu Ernesto diminui seu ritmo de trabalho, e já na primeira vista cumprimenta Julian com um abraço longo e apertado, suas mãos já o segura pouco acima da sua cintura e praticamente quase cola no corpo do jovem, Julian sem desconfiar de nada apenas aceitar sem questionamento, estava chovendo não tinha muito o que fazer então Seu Ernesto fica na casa do garoto jogando conversa fora, quando Julian adentra o quarto de sua mãe para guardar as roupas o velho o acompanha em sua conversa sem fim, então Julian pega uma das calcinhas de sua mãe e começa a dobrar o velho o observa de solta uma frase que deixa o garoto confuso: Seu Ernesto: Julian, você tem um corpo muito bonito, porque não começa a usar as roupas de sua mãe, ela não está em casa mesmo, e você andar com roupas velhas e com alguns rasgos, olha quantas roupas sua mãe tem, isso fará bem para você mesmo!" Julian se assusta com o questionamento levantado pelo Sr. Ernesto e o respondeu: Julian: "Seu Ernesto sou garoto, ficaria estranho usar roupas de minha mãe, imagina o que falaria por ai, além disso não tenho roupas novas mas me contento com o que tenho!" Seu Ernesto com experiência responde: Seu Ernesto: "Não precisa usar as roupas para sair, pode ser as roupas debaixo também você ficaria mais bonito, você é muito bonito para ficar com roupas longas, largas e ainda rasgadas, suas toalhas mesmo estão bem velha, imagina as roupas intimas, largam mão e use, não tem ninguém para achar ruim ou te repreender!" Isso foi um choque para Julian, ele não respondeu e continuou guardando as roupas, mas o velho conseguiu colocar uma semente de dúvida na cabeça do garoto. Veio um período chuvoso, Julian em casa só fazia seus afazeres e ficava pensando no que o velho Ernesto tinha dito, então sua curiosidade impera e ele resolve satisfazer isso, tomar um banho curto, fecha toda a casa , e vai no quarto de sua mãe e pega uma calcinha, olha atentamente e retira sua toalha e vagarosamente a coloca, o garoto estava nervoso, aquela peça sua mãe usou poucas vezes e quando ele a puxa para cima o forro toca seu ânus, e lhe proporciona uma sensação sem igual que chega arrepia sua pele, ele não sabia o que sentia, olho no espelho e viu o fio dental adentrar em sua nádegas, com medo que Sr. Ernesto viesse ele a tirar e guarda como estava porém aquilo era só o começo. No outro dia o tempo estava melhor, o Sr. Ernesto ainda não podia trabalhar, pois havia muita lama, então ficou conversando com Julian, sobre diversos assuntos, até que novamente ele comentar sobre as roupas de Julian, e inicia novamente o discurso que ele deveria se vestir melhor, Julian apenas concorda mas não evita responder qualquer coisa, no final da tarde Seu Ernesto avisa que não iria trabalhar uns 3 dias pois precisava fazer exames, que ele só tinha que avisar sua mãe. No outro dia, Julian estava inquieto, sua curiosidade e vontade de sentir aquela sensação voltou forte, e novamente ele se banha rapidamente, fecha toda a casa, e vai ao quarto de sal mãe, então ele pega a mesma peça e a coloca porém agora ele estava mais tranquilo sabia que ninguém estava por vir, e decide fazer as tarefas somente de calcinha, ele lava louças, limpa a casa, arruma os quartos guarda as roupas até o final da tarde, quando ele tira a calcinha e a guarda novamente, assim foi os outro dia; Já no terceiro dia estava chovendo bastante, ele fazia sua rotina, fechou toda a casa, e foi se banhar, logo após adentra o quarto de sua mãe pega outra calcinha branca e a coloca, despreocupado ele vai a cozinha começa a lavar a louça, porém de repente, o Sr. Ernesto abre a porta da sala, que estava apenas encostada e se depara com aquele garoto de calcinha lavando a louça, Julian se assusta e tentar pegar uma toalha o velho Ernesto o segura pelo braço e o conduz até o quarto de sua mãe, em frente ao espelho ele fala para o garoto: Sr. Ernesto: "Porque ficar assustado, como te disse, você tem o corpo de sua mãe porém mais jovem, não se preocupe comigo, eu não vou falar pra ninguém e pois eu sabia que você ficaria confortável, a calcinha combina perfeitamente em você!" Nisso o velho Ernesto vendo uma oportunidade senta na beirada da cama, e puxa o garoto em seu colo, e inicia alguns ensinamentos com vagareza mas impondo sua experiência: Sr. Ernesto: "Você já tem 15 anos garoto, isso é normal, seu corpo se desenvolve, seus hormônios entram em atividade, todo mundo passa por isso, não fique com vergonha ou com receio o que estou vendo agora, é nosso segredo, e isso precisa ser mais usado, mas você tem que querer, assim como experimentou a calcinha!" Nisso uma das mãos do velho já massageava a costa do garoto descendo até sua cintura, Julian apenas ouvia e não reagia ao toque do velho, então, o velho Ernesto fala: Sr. Ernesto: "Vou te ensinar algumas coisas que aprendi na vida, mas você deve deitar apenas fechar os olhos, ok?! Julian: "ta bom seu Ernesto!" Então o velho, faz o garoto deitar de barriga pra cima, e o manda fechar os olhos e soltar o corpo e assim ele o faz. O velho não acreditava que aquilo estava acontecendo, Julian estava deitado, ali na sua frente, de olhos fechados, entregue, esperando qualquer coisa que ele poderia lhe proporcionar, então ele se abaixa tirar sua roupa sem o jovem perceber e tocas suas pernas, o garoto ameaça alguma reação mas prontamente contida com as palavras do senhor Ernesto, que agora se colocara perto da ponta da cama, e vagarosamente apoia as pernas do garoto as abrindo e quando Julian ameaça a reagir com aquela situação mexendo seu corpo, o seu Ernesto o segura forte, e aplica sua língua no anelzinho de Julian que quase dá um pulo pra frente assustado, pois não esperava aquilo então o velho endurece sua língua e adentra na argolinha, fazendo ele se arrepiar inteiro, ele segura o garoto que se esperneia porém a cada mexida com a língua dentro dele, entra mais fundo fazendo Julian relaxar, depois de alguns minutos ele estava relaxado, Ernesto sabia o que fazia somente usando a língua ele conseguiu afastar a calcinha de lado, apesar da experiência Seu Ernesto não era jovem então rapidamente cansou daquela posição, e parou, nisso o jovem voltou a realidade, e ameaçou a levantar e foi impedido pelo velho, que subiu em cima de cama ficando em cima do garoto, nisso Julian com medo tentou o empurrar mas Ernesto era mais forte e segurou o jovem pelos pulsos, neste momento Seu Ernesto rapidamente pensou em algo mas era tarde demais, não tinha mais volta aquela situação, nessa posição os dois estavam cara a cara, um a pouco centímetros do outro, Julian o olha de perto, e fala meio alto: Julian: "Me solta seu velho nojento, você está me machucando!" Sr. Ernesto: "Calma Julian, só quero te ensinar algo, se não foi por mim na rua vai aprender, fique quieto, e depois você vai me agradecer!" Julian: "Você não tem nada para me ensinar, me solta agora, nunca te dei intimidade!" Enquanto Julian falava, o velho Ernesto sentia um cheiro que o garoto exalava, ele sabia que estava pronto para o coito, então antes de terminar de falar, ele viu aqueles seios com aréolas lindas, se abaixou um pouco ainda os segurando pelo pulso, abrindo sua boca, chegando próximo sua respiração estava pouco ofegante, e sem esperar de ouvir o que o garoto falava sua boca toca o seio esquerdo de Julian, cobrindo toda aréola o Sr. Ernesto inicia a sucção, Julian mesmo repulsando solta um gemido abafado enquanto sente a língua do velho passar no bico do seu seio e toda extensão. O velho ouvindo o gemido abafado abre os olhos e percebe que apesar o garoto se debater os seios ficam mais pontudos, sua pele se arrepiava a cada passada de sua língua, Julian ainda se debatia tentando evitar algo a mais, Ernesto já chupava o seio direito quando percebeu a hora certa do coito, então, sem soltar os pulsos enquanto o sugava se posiciona no meios das pernas do garoto. Julian se debatia mais ainda, mas inevitável os dois corpos estavam quase colados, o velho Ernesto experiente estava excitado e ao se posicionar em cima do jovem, deixa seu pênis para baixo, enquanto Julian se debatia, fazia o velho ficar mais excitado ainda, aos poucos o membro do velho solta pequenos fluídos lambuzando o jovem Julian; Então o momento chegou, seu Ernesto solta um dos pulsos do garoto, que começa a empurrar enquanto se debatia, o velho pega seu pênis e posiciona, afastando mais a calcinha branca que agora já estava lambuzada, volta a segurar o braço de Julian, e olhando nos olhos dele, alguns segundos de silencio enquanto se olhavam, Julian dá um grito que o velho abafa imediatamente, e solta seu peso, Julian arregala os olhos mirando o velho, e sente seu ânus se abrindo e recebendo o phalo daquele velho. Julian se cala sentindo uma nova sensação, enquanto adentra em seu corpo juvenil, inevitavelmente numa tentativa falso o corpo do garoto aperta o membro do velho tentando impedir o avanço, mas só provocava mais ainda o prazer daquele idoso, e seu anelzinho vai recebendo, cobrindo-o todo até se moldar e aninhar todo membro, o velho sentia o aperto e quentura do corpo juvenil, e quando todo membro estava dentro se deitou em cima de Julian lhe dando um abraço apertado, Julian já não se debatia, mesmo assustado cedeu o abraço do Seu Ernesto, sentindo o afloramento e domínio do seu corpo mediante de Ernesto soltando outro gemido abafado, Julian estava se transformando aquele momento, em uma breve parada do Ernesto, Julian olha no espelho de sua mãe, e vê a parte dos seios para baixo com o corpo de Ernesto em cima do seu, numa observação ele percebe o membro do velho ainda não tinha adentrado totalmente mesmo estando de barriga pra cima com o velho entre suas pernas, então numa pequena mexida de sua cintura, e pronto, Ernesto solta totalmente seu corpo, e Julian sente o resto do pinto adentrar com sinal de aceitação, Julian sente dor e solta mais um gemido agora dobrando os joelhos e elevando seus pés facilitando o ângulo da penetração, Ernesto por sua vez percebe que os dois corpos estão colados e como agradecimento começa a passar sua boca nos seios de Julian que já se encontram inchados, neste momento o garoto começa a gemer a cada passada de língua em suas aréolas sentido toda extensão do membro de Ernesto que nesta hora estava aninhado dentro de Julian; No momento que Julian ergue e dobra seu joelho, lentamente o velho Ernesto começa a mexer, ele sabia que o garoto nasceu para ser uma fêmea para servir então não vagarosamente quase retirava e colocava todo o membro nele o fazendo gemer mais ainda, quando penetrava fazia questão de deixar seu saco grudado na entrada do ânus de Julian, isso fazia virar o olho enquanto o velho explorava seu corpo internamente e externamente. Devagar penetrava com seu pinto duro e grosso, o velho com sua idade mexia vagarosamente, mas com precisão, o garoto agora já relaxava e gemia no pinto do velho, e a cada encostada sem seu traseiro ele procurava facilitar mais ainda a penetração, o velho se levanta liberando os seios do garoto, pega em suas duas pernas as abrindo e começa a penetrar mais forte, Sr. Ernesto estava deslumbrado pois o garoto já estava aguentando todo seu membro e gemia feito fêmea, até que ele solta um urro de macho e despeja uma gala dentro de Julian, que recebe gemendo sentindo o sémen, fervente entrando em seu corpo. Ernesto de joelho se ajeita sentando na cama e puxa o garoto em seu colo fazendo o próprio peso de Julian realizar a completa penetração enquanto o velho ainda ejacula, depois de um olhar os dois se abraçam, nitidamente começa uma nova etapa para Julian, provavelmente ele teria que satisfazer o velho Ernesto todo dia, mas para Julian creio que não seria problema pois com a experiência de Ernesto aquela bunda e seios foram o rejuvenescimento do velho; Imagens ilustrativas
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