EU, (a1) pequeno conto, sobre minha inicialização



Já escrevi em outras oportunidade, que sou terrivelmente bissexual, mas tive uma época que eu só dava, era bem jovem descobrindo os prazeres da vida, então fazia o papel de gay, passivo, Comecei na verdade, com um coleguinha , amiguinha da vizinhança.
A gente ia nos matinés, domingos a tarde e eu comecei masturba ar ele durante o filme.
Éramos muito jovens, mesma idade entre 15 e 16. Lembro até hoje, ele era pouco menor que eu, moreno, cabelos bem pretos e tinha um pauzinho mini, o meu que era pequeno tambem pela idade, era maior que o dele. Nunca consegui fazer ele pegar o meu pau, eu pegava o pauzinho dele, masturbava, mas nunca chegou a gozar.
Eu , tinha a turminha do colégio e também fiz amizade em um grupo de escoteiros mini escoteiros, chamavam de lobinhos, era uma coisa montada pela igreja, o padre malandro.
Sábados a tarde éramos reunidos na casa paroquial, sob o comendo do padre ele dava o que chamava de aula de religião, depois nos dava um café gostoso com bolo e algumas bolachas.
Ele tinha um coroinha "chefe", que tinha quatro anos mais que nossa média, devia estar com 17 ou 18, originado do interior da cidade, zona rural, família de agricultores, morava na casa paroquial, para poder estudas na cidade. Daquele nosso grupo foram escolhidos 8 coleguinhas 9 comigo, que ficava depois da aula, mudávamos para uma outra sala, onde esse coroinha, passava a falar de namoro, de amizades, o padre aparecia e sumis, falava algumas coisas e sumia, voltava logo depois, nosso grupo e não sei pq razão foi diminuindo ficamos eu e mais três.
O coroinha, começou falar muito de namoro e entrou em assuntos sobre sexo, procurava ensinar como era, os cuidados que deveríamos ter. Era super interessante mas a gente só foi descobrir que o grupo tinha diminuído tanto, pq nós os que ficamos , todos tinhamos começado já a namorar. Tambem descobrimos foi um dos colegas que descobriu, que o mesmo que estava acontecendo com nós, existia em outra sala, um grupo de meninas, adolescentes tambem, que estava recebendo os mesmos ensinamentos, e lá que falava era o padre mesmo, por isso as vezes ele aparecia na nossa sala e sumia. Depois de muitos finais de semana de aulinhas é que foi nos dito do grupo da meninas e só então a gente começou identificar as meninas que participavam.
Como não podia ser diferente, claro que nossa curiosidade aumentou, pq queríamos saber se elas recebiam a mesma aula que nós, sobre namoro, comportamento, cuidados, etc.
Em um dos finais de semana de feriadão, o padre fez uma convocação para na sexta pela manhã irmos para uma área de igreja que tinha beira do rio, a igreja tinha lá dois pavilhões com alojamentos, a gente ficaria sexta a noite , sábado e domingo, voltando para casa no domingo.
Minha tia madrinha era quem me cuidava, minha mãe separada não estava nem aí para mim, eu contava para minha tia madrinha, tudo que acontecia lá na casa paroquial, ele me chamava atenção para algumas coisa que eu comentava.
Eu era muito idiota, ingênuo, meses antes no confessionário, contei ao padre o que fazia com meu amiguinho vizinho, nas matinês.
Só fui lembra da minha confissão e que deveria ser secreta, quando o coroinha lá no nosso acampamento naquela final de semana me chamou, ele tinha o quarto dele que era também um tipo de escritório, começou falar, rodeando sobre o assunto de dois amiguinhos, das coisas que sentiam, falou dos hormônios, da curiosidade da idade, dando tudo como normal.
Só eu e ele no escritório dele, sentou ao meu lado, falando disso tudo, fazendo exemplos, entrou nas diferenças que existiam entre um menino e outro, e falou das diferenças entre tipos de menino, ainda criança, adolescente e adulto. Para meu espanto, ele levantou a abriu o zíper da bermuda, olha só, um adolescente já fica assim, botou o pau pra fora, travei meu olhar no pau dele, tinha visto do meu amiguinho só uma vez, pq pegava no escuro do cinema, o coroinha já com uma coisona, se aproximou já estava meio excitado, mandou eu pegar, aquela coisa ali na minha frente, obedeci, em segundos ficou super duro, meio curvado pra cima, ele segurou minha mãe por cima e fez eu apertar o pau dele, duro, muito duro.
Amanhã, que seria no domingo, antes de a gente ir embora, vem aqui, quero continuar conversando disso contigo, não fala nada pra ninguém, vou tambem falar com teus coleguinhas a mesma coisa, mas não fala nada.
Saí dali sem saber o que pensar, lembrando que tinha visto na ponta do pau dele, alguma coisa parecia estar molhado, mais tarde fui entender
Entre meu grupo de colega, tinha um o Cleber que a gente era mais amigo, mais companheiro, mais chegado, e foi o Cleber convocado depois de mim para falar com o coroinha.
A noite, eu e o Cleber estávamos sentados em uma mesa de churrasco próximo ao rio, o Cleber, ..... quero te contar uma coisa, mas é segredo, e me contou tudo que o coroinha falou e fez com ele, mesma coisa que fez comigo, única coisa que o coroinha segurando a mão dele, fez ele masturbar um pouco o pau dele. Confessei na hora que o mesmo tinha acontecido comigo.. Lembro que começamos achar engraçado tudo aquilo. Ele como eu, era para voltar a falar com o coroinha no domingo a tarde antes de ir embora. Combinamos de depois um contar para o outro o que aconteceu.
Domingo depois a almoço, quase meio da tarde, o coroinha me fez sinal para ir lá, na sala dele. Fui estava apreensivo, coroinha já mais solto, mais a vontade, entrou direto no relacionamento entre iguais, ou seja homem com homem, falou o que faziam, como faziam, e pediu para eu baixa a bermuda e a cueca, ..... vou te mostrar, vc nunca pode falar isso pra ninguém, fica como um segredo nosso, só o nosso padre vai saber, que vou precisar contar pra ele, mas será segredo,....vem levanta tira a bermuda e a cueca, vou mostrar, tirei fiquei no de cintura para baixo, ele tirou a bermuda dele tambem nem usava cueca.
Fica aqui debruça ali na mesa, deixa eu ver tua bunda, e abriu minha nádegas, senti o dedo dele encostar no meu cuzinho, na hora levei um susto e tremi, ele .... fica calmo, não vou te machucar, em cima da mesa além do papéis que tinha ali, um pote, com um creme e um pacote de lencinhos higiênicos, ele pegou um lencinho e passou entre minhas nádegas esfregando no meu cuzinho, eu não reagi em momento algum, ele passou dedos no porte com a pomada, e esfregou no meu cuzinho,..... fica agora assim, vou fazer bem devagar, quero ver como vc reage preciso saber.
Logo senti um dedo sendo forçado e que escorregou pra dentro, daí eu quis fugir, me mechando, cair fora, mas ele me segurou,..... fica assim eu preciso terminar isso, como se aquilo fosse uma obrigação dele, o dedo saiu, senti um alívio , quando pensei que podia me vestir, ele me segurou debruçado sobre a mesa, e veio outra vez com dedos, só que desta vez foram dois dedos, dai senti dor, outra vez tentei sair fugir, ele rápido tiro os dedos e me deixou ficar de pé, ele se afastou um pouco deixou eu pegar minha bermuda e cueca que vestia a mil por hora. Meu cuzinho estava dolorido. Ele ainda me fez sentar, .......olha só a diferença, vc pode avaliar o que sentiu, olha, e abriu o zíper e botou o pau pra fora, fazendo comparação dos dois dedos com o pau dele, mostrando a diferença na grossura entre um e outro.
Olha, só para lembra pra vc, só que vai saber do que aconteceu aqui , é eu ,vc e o padre pq preciso contar pra ele , ele quer saber tudo. Abriu a porta que esta chaveada, e sai, sem olhar para trás.
Depois vi ele chamando o Cleber, fiquei super curioso.
Ainda a tardinha todos nós entramos no micro ônibus e fomos embora, eu sentado ao lado do Cleber, o coroinha lá na frente, ele levantava e passava por todos nós caminhando no corredor, falando alguma coisa.
Descemos do micro ônibus, ao lado da igreja, Cleber ,...... vem, vem comigo, quero te contar.
Fomos até a esquina da casa dele ficamos conversando, ele pediu para eu contar o que o coroinha tinha feito comigo. Contei tudo sem parar, quando terminei o Cleber,....... mas ele não botou o pau pra fora, .... sim, concordei, .....mas ele não forçou não tentou botar o pau em vc, .... não, ele só fez com os dedos como contei, Cleber ficou me olhando sério cara de bandido, .....olha, ele botou o pau mostrou pra mim, fez eu me deitar sobre a mesa, e passou creme na minha bunda e tentou empurrar o pau em mim, no meu cu, senti uma dor imensa cheguei a gritar, não seu quanto entrou mas algo entrou, gritei pulei e caiu fora, ele estava com aquela coisa dela apontando quase para o teto de tão dura que estava. Acabamos rindo, achando graça, ele dizendo que ainda sentia algo dolorido, combinamos de nunca falar nada pra ninguém..
Eu e o Cleber já na escola, passamos a ficar os intervalos juntos, conversando sobre o que tinhamos sofrido e o que a gente tinha aprendido. Foi ele que confessou que tinha vontade de fazer algo, comigo e que eu podia fazer com ele.
Numa tarde que ela sabia que ia fica sozinho em casa, ele no intervalo de uma aula e outra, me convidou para ir na casa dele, ficou claro que queria fazer.
Fui pra lá, depois de o almoço em casa, com minha mochila, dizendo que ia fazer um trabalho na casa de um colega. Minha tia nem deu ouvidos
O Cleber quando cheguei já estava sozinho em casa, subimos direto para o quarto dele, era um sobrado, quartos na parte de cima. A gente já sabia o que queria fazer, era um troca troca, um iniciar o outro.
Rápido estávamos sem roupas, ele já super excitado, tirou da gaveta ao lado da cama um tubo era lubrificante, ele tinha se preparado. ..... Vem te ajeita ali no sofá, eu te como e vc me come depois, quero dar tambem.
Deitei ele passou o lubrificante no meu cuzinho e veio com tudo, gritei, .....calma, calma, esta muito ruim, esta doendo, calma, outra vez ele veio e bem devagar encostou e começo a forçar,, desta vez mesmo com a dor, aguentei e senti meu cuzinho sendo alargado, o pau dele já é bem desenvolvido, ......pedi pra parar a dor era muita, ele não tirou só ficou parado, me aclamei e ele então bem devagar empurrou o pouco que ainda estava fora. Estava muito ruim, tinha dor que não passava, pedi pra ele tirar, ele fez devagar, quando saiu aquele alívio, e ele então se masturbou me olhando, cuspiu pra cima.
Vem, agora vc me come, mas com o que, meu pau tinha encolhido mais do que era normal, não acordou de jeito nenhum.
Assim, foi minha primeira vez, que posso agora dizer, que foi o que despertou minha bissexualidade.
........ segue em próximo capitulo (a2) como a história se seguiu .....

Foto 1 do Conto erotico: EU, (a1) pequeno conto, sobre minha inicialização

Foto 2 do Conto erotico: EU, (a1) pequeno conto, sobre minha inicialização

Foto 3 do Conto erotico: EU, (a1) pequeno conto, sobre minha inicialização


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Ficha do conto

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jl1964

Nome do conto:
EU, (a1) pequeno conto, sobre minha inicialização

Codigo do conto:
270156

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/08/2026

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