JUSSARA. ( 15.3 ). Quando nos conhecemos. Fatos reais.
Conheci Jussara quando eu tinha 26 anos, ela tinha 25 uma ano menos. Nos conhecemos em uma recepção num hotel da cidade, ele estava lá, trabalhava com recepcionista, mesmo não precisando a família dela tinha posses suficiente, família bem estruturada industrias desde o avô até a atualidade. Vi ela a primeira vez naquela recepção no hotel, me chamou muito atenção foi uma coisa que nunca soube explicar, e um amigo comum, nos apresentou, foi um tipo amar a primeira vista. Naquela mesma noite, já quase ninguém na recepção, ficamos conversando muito tempo. Pedi para encontrar com ela outra vez, ele sorriu, agradeceu com um sorriso lindo concordou. Depois daquela noite passamos nos encontra seguido, a gente se encontrava e combinava outro encontro, ou no clube ou no shopping, eram os dois lugares preferido. Com o passar do tempo, comecei conhecer as amigas e amigos dela, principalmente no clube da cidade. Com as amigas logo notei que tinha uma ou outra bem "soltinha", falavam de tudo, gostavam d e piadas mais picantes, todas já tinham tido mais de um namorado, inclusiva a Jussara, um dos namorados da Jussara eu conhecia, tinhamos estudado juntos na adolescência, e ele tinha deixado uma história de coisa que tinha feito com um outro coleguinha da escola. Quando a Jussara me falou que tinha namorado com ele, lembrei de tudo, ele tinha sido bem falado naquela época, cheguei a fazer um comentário sem maldade, mas ela me interrompeu, ..... sei o que vc quer dizer, é verdade, ele me contou, a gente se confessou quando começamos namorar, era jogo limpo entre nós dois, mas o namoro acabou, até hoje acho ele muito legal. Com esse encontros seguidos acabamos engatando um namoro, comecei a frequentar a casa da família, e depois ela se mudou para um apartamento que era da família, preferiu sair de casa, já era um plano antigo. O pai dele tinha separado da mãe, quando ela tinha 13 anos, quase nem conheceu ele, a mãe, uma filhinha de papai, muito bem cuidada, morava em um casarão herança do avô. Jussara logo que conheci a mãe, me contou dela, ativa, vivida, namoradeira, e tambem falou da tia, mesmo estilo, eram mulheres lindas. Quando a Jussara se mudou para o apartamento dela, então tivemos a primeira oportunidade de nos conhecer melhor, foi ótimo, e notei que ele não era nem um pouco acanhada, ou inexperiente, demostrou ser bem ativa, até achei estranho mas gostei da forma livre e solta que ele demostrou, se soltou muito. No outro dia no sofá da sala ele estava preparada com certeza, ..... querido estou gostando muito de vc, mas agora quero combinar uma coisa, eu conto tudo pra vc e vc conta tudo para mim, precisamos falar um para o outro, mas é passado, isso não vamos esquecer é passado, o futuro só nós vamos construir, é preciso que um saiba tudo do outro, jogo limpo, eu posso falar primeiro. E foi assim que começou a me contar as coisas dela. Jussara tinha sido abusada quando tinha 13 anos, no sítio do avô, onde ele passava todos finais de semana. O abusador filho do caseiro do sítio, que havia dado baixa do exercito e morava lá com o pai, ajudava tambem nas coisas do sítio. Ele um dia puxou ele para dentro da casa que os dois moravam que era bem nos fundos do terreno, e abusou dela, ela confessa que machucou ela bastante, que até ela com o tempo entendeu que podia ter provocado ele, pq andava solta por tudo, com botas de chuva e de saia curta corria por tudo. O abuso foi violento, machucou ela, foram minutos de estupro, ela chegou a perder a consciência em alguns instantes, só sentia dor. Quando ele largou ela, se distraiu, ela consegui correr voltou para a casa grande, a avó desconfiou de algo e foi no banheiro onde ela estava e viu o estrago, ela estava realmente machucada. O avô quando soube, foi armado procurara pelo cara, queria matar ele, mas ele tinha fugido do sítio e ninguém mais soube dele. Jussara foi parar em uma clínica, tratada e voltou para casa, ficou em tratamento por meses, acompanhada por exames frequentes, e tambem foi colocada em tratamento com um psiquiatra. Ficou dois anos e meio em tratamento com este psiquiatra, que quando deu alta pra ela, falou para a tia, que ele poderia ter ficado com uma espécie de "histeria leve", que poderia se manifestar no futuro, em qualquer momento, quando mantivesse relações, ou mesmo toques, chegou a dizer que até dançando se o par dela apertasse e ela sentisse algo, lembro que ele terminou este relato que realmente era doloroso, estava com os olhos cheios de lágrimas, e me abraçou, levantou e saiu da sala, voltou em um minuto, recuperada. Falando que aos poucos depois contaria mais coisas, mas que ia contar tudo. Me pediu, .... fala de vc agora ? Eu senti que aquela oportunidade era única, não podia esconder nada, então comecei a contar da minha adolescência, ainda estudante e com 14 anos e foi quando tudo começou comigo. ..... Na época muitas vezes a professora da escola dava temas para casa, aconselhava sempre fazer em duplas de colegas, era melhor trocando ideias, eu então fazia isso com meu colega Bira, (Ubiratã 15a), uma vez a gente se reunia na minha casa, e outra na casa dele. A mão dele separada, e trabalhava em um banco, então a tarde a gente ficava no quarto dele, estudando fazendo o trabalho. O Ubiratã tinha um primo mais velho, que tinha deixado com ele uma revista pornográfica, fotos loucas, que o Bira, um dia me mostrou, casais transando e nas paginas finais gays transando. O Bira naquele dia depois que estávamos olhando, baixou a bermuda e a cueca, se mostrando, .... comentou um dia vou ficar com um pauzão assim, deixa eu ver o teu, só que o dele estava excitado eu estava mole, rimos muito. Na outra vez na casa dele a coisa se repetiu e foi mais longe, ele começou se masturbam me provocando eu aceitei, e ficamos lada a lado se masturbando, e na terceira vez, aconteceu de ele propor um troca troca, eu comia ele e ele me comia, o conhecido troca troca. Aconteceu bem assim só que eu não consegui fazer direito, ele consegui, achei horrível muito ruim. Isso se repetiu algumas vezes e então eu tambem conseguia pegar ele. Nesse ponto a Jussara me interrompeu, perguntou direto, ..... só fez com ele ? fiquei travado, sem responder ela entendeu, ... tá querido entendi, e depois agora depois como adulto, fez tambem ?, travei também, ela sorriu, ..... então vc é bissexual né?, ela comandou e chegou a conclusão que já me reconhecia assim. ..... Querido entendi tudo, depois a gente fala mais quero saber mais, mas vamos sair. No próximo encontro, numa quarta a noite, na cama dela, ..... querido sabe eu adoro vc, quero viver com vc e quero combinar uma coisa, e ficou combinado que até a gente noivar, íamos ser livres, aproveitar a vida, juntos ou separados, fazer tudo que tinhamos vontade, fantasiar, fazer tudo mesmo, sem ciúmes sem brigas, incrivelmente isso foi que combinamos. Foi assim que nosso namoro seguiu, eu no meu novo trabalho, comecei a viajar pelo estado, como vendedor, trabalhei para uma confecção de roupas, primeiro do roupa masculinas e logo depois entrou uma coleção feminina. Jussara não precisava trabalhar, com certeza, mas queria se mostra e ser independente, sempre foi assim, trabalho em alguns escritórios de advocacia, trocou duas vezes. Adotamos o costume de nunca esconder nada um do outro, então quando eu aprontava algo, falava pra ela escondia alguns detalhes mas falava o suficiente para ela entender, era que viajando estando longe e sempre em hotéis, as oportunidade apareciam, outros vendedores tambem carente e rolava algo seguido,, eu realmente sempre gostei. Jussara estava livre e solta, o tempo todo a gente só se entrava nas sextas a noite até domingo a noite, então ela agitada como sempre foi, tinha conhecidos, amiguinhos de longa data, amigas que saiam juntas e que tinham a mesma liberdade dela, e faziam a festa. Não era todas as semanas, mas acontecia sim. Eu contava ela me contava e aquilo acabava nos excitando e se tornou um vício. Já namorávamos a meses, ela em um dos domingo, me falou que como estava sem emprego, queria me visitar em uma das minhas viagens ver como eu trabalhava, queria sair, saber como era minha vida de viajante. E foi aí que as coisas começaram acontecer, durante a semana falamos por telefone, ele me disse que queria me visitar que era para eu ficar onde estava que ele viria na sexta a noite. Aconteceu assim. Sexta a tardinha ela chegou, no apartamento do hotel, ele me abraçou, .... quero fazer uma coisa, mas só se vc concordar, senti a malícia, eu sabia como ela era,....Planejei ficar com alguém aqui no hotel ou outro lugar qualquer, e, querido, quero vc por perto, quero me soltar, quero que vc realmente me veja como sou, aquela proposta me deu um choque na cabeça e seguida, quando minha mente destravou, confesso senti uma sensação boa, tesão, confesso. Foi a primeira vez que realmente vi como a Jussara era, se comportava. O hotel eu sabia tinha um álbum de fotos de GP, eu já tinha usado para mim, homens e mulheres que faziam programas por dinheiro. Terminamos de jantar, deixei a Jussara no apartamento, e disse que já voltava, e voltei com o álbum de fotos, entreguei pra ela, ela sabia o que era, sorriu, sentou na cama e começou folhar. Eu estava nervoso agitado, ela calma, me olhava e sorria, então levantou e me mostrou uma das fotos. Um magrelo novinho alto, moreno, olhei, fui no telefone e liguei, combinamos mais tarde. Jussara estava alegre solta mesmo, feliz, eu me sentia estranho, ....pagar um cara para comer minha namorada, esse era o resumo na minha cabeça. Ele entro no apartamento, sorridente, olhou para Jussara, se aproximou e beijou ela no rosto, sorriu outra vez e entrou no banheiro. Jussara começo a tirara a roupa, não me olhava esta com presa mostrando um certo nervosismo. Ele com certeza devia tomar algo para ficar como ficou, saiu do banheiro já pronto, com aquela coisa enorme que a gente tinha vista na foto dele. É bem difícil falar isso pela primeira vez, foi uma coisa louca, ver aquilo muito complicado, mas estava acontecendo ali na minha frente. Ela deitada esgaçada perna aberta, ele foi por cima, o cara era um cavalo de grande, ele falava alguma coisa pra ela que nem abria os olhos, e foi enterrando, só ouvia os gemidos baixinhos dela, o pauzão sumiu, socou, socou, eu não conseguia para de olhar para o pauzão dela, então falou outra vez , e entendi pq ela levantou e ficou de quatro pra ele, e veio a surpresa, ela arrebitou a bunda pra cima, vi ele cuspindo na mão e passando no pau, quando ele encostou no cuzinho dela, ela tremeu deu pra ver, começou a forçar e foi entrando, quando já estava indo pela metade, ela começou se sacudir, gemer cada vez mais alto, ele segurando ela pela cintura, ela se agitando, notei que ele começou contrair o corpo, então começou falar, .... mete, mete, enfia vai, tudo mete, força me mata, cheguei a levantar para apartar, pensei que estava machucando, mas ela se contorcia e não para da falar, ao cara meio que se assustou, virou me olhou com cara de desconfiado, ela falando, .... vai vai, enfia, faz , faz forte, rápido, me mata, se contraiu muito tremendo, e relaxou, eu estava apavorado, caramba ela gozou, o cara puxou o pauzão pra fora, ela caiu deitada e encolhida na cama. Ele do banheiro pegou a grana e saiu. Sentei na cama, sentia ela tremula, ......vc esta bem, esta bem, vc me assustou, ela se virou estava chorando, sentou na cama me abraçou,.... viu viu, aconteceu outra vez nunca mais tinha acontecido comigo, é o problema que tenho, desde muito novinha, então foi que entendi por completo a que o psiquiatra dela tinha diagnosticado...... .... sigo contando minha vida com Jussara ..... no JUSSARA ( 15.4 )
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