o Tempo na praia estava passando a Carmem, a única invicta, reclamava todo dia, queria pq queria fazer algo, queria aproveitar o ar da praia, que dizia todos os dias dava ainda mais tesão pra ela. Magali então na cozinha,.... tá amiga, tá bem vou falar como meu amigo corretor ele conhece todo mundo aqui na praia, vc quer um negro tambem, bem pauzudo, é isso. demorou um pouquinho, ....não querida quero um pauzudo safado sim, mas prefiro um branco, sei lá meio coroa. .....Vou falar com meu amigo. Falando com ele, ele se ofereceu depois de saber quem era, tinha visto ela na sala aquele dia que o amigo veio pela Eleusa, ainda falou que o amigo, adorou a Eleusa, até se ela quiser ele vai lá outra vez. Não, querido a Carmem prefere um meio coroa, branco, pauzudo e safado. Ai compliquei a cabeça do amigo cafetão. Fomos num barzinho na frente da imobiliária, eu a Magali e ele. Lá tomando um café, ele falou, .... tá lembrei, o Dr. Cleber. vendi uma casa linda pra ele no inicio do ano, ele separou da família, e veio morar aqui, ele mesmo tinha me falado de arrumar algo pra ele, que ele não conhecia ninguém. Nunca mais falei com ele, mas tenho o telefone. Ligo pra ele, depois falo pra vcs. Na volta pra casa a Magali falou para a Carmem, que fez um milhão de perguntas, queria saber que idade ele tinha, que era doutor de quem, como ele era, a Magali, riu, ..... miga eu não sei, disse para meu amigo as características que vc tinha me falado e ele lembrou desse cara. Ela alegou medo de um desconhecido, .... imagina ele pode me matar, ..... não vamos deixar vc sozinha, a gente vai junto, ficamos assim como ficamos junto da Eleusa, Carmem séria ainda perguntou se tinha foto dele, rimos muito a Magali mandou ela a merda, e disse que ia confirmar com o corretor amigo. O tal doutor estava na cidade, combinaram para outro dia a tarde, ele ia esperar. O corretor amigo, é que veio nos buscar de carro, fomos, a Carmem se mostrava nervosa, fazia perguntas ele só ria e não respondia, única coisa num momento,....ele é legal, vc vai gostar. Era quase na divisa com outra praia uma casa enorme, bem novinha. Nem precisou bater na porta, ela se abriu ele já esperava, quando viu todo o povo que esta chegando, começou a rir,.... são as seguranças dela, um coroa legal, bem falante. As três ficaram falando com o doutor, fui acompanhar o corretor cafetão, saindo na porta ele me olhou,....a Magali me falou de vc, sei o que fazem, tambem falou que vc gosta de alguma coisa diferente, olha qualquer coisa, sabe né, eu adoro. Entrou no carro e se foi. Voltei para a sala as duas, Magali e Eleusa na sala conversando , a Carmem já tinha ido para o quarto com o doutor, ele era advogado. Magali, me chamou, .... vem senta aqui querido, senta entre nós, a Eleusa quer te dar uns abraços, eu deixei, contei pra ele como vc é, que vc é meu amor, e não tenho ciúmes, achei engraçado, sentei entre as duas, a Eleusa, logo começou passar a mão na minha perna, ..... a Magali falou tanto de vc, que me deu vontade, esfregando a mão nas minhas pernas, não respondi , só fiz cara de feliz. Logo a Magali levantou, vou lá olhar, estou morrendo de curiosidade de saber como ele é. Fomos e a cena estava uma beleza, ví o corpo da Carmem sem nada de roupa, era bem lindo, bem cuidado, o doutor advogado, estava ajoelhado na cama ela de ladinho ele com tudo dentro do cuzinho dela, que nem respirava, ela nos viu na entrada do quarto, fez caretas, como se estivesse sentindo dor, ..... tambem né, a Eleusa falou, olha a grossura..... Mudaram de posição, algumas vezes e o pauzão voltava sempre para o cuzinho dela, entrava a mil, ele encostava e socava sem parar, até não ter mais nada de fora, ele gemia sempre, Um momento ele deu um tranco, uma socada forte, ela colocou a mão para trás, para ele se acalmar. Voltou a bombar mais devagar, puxava o pauzão e fazia desaparecer, notei que a Magali, por duas vezes se esfregou, apertando a bucetinha dela por cima da bermuda., olhei sorri, olhei para a Eleusa, que estava com a mão na bucetinha dela, sem tirar, apertando, a Magali, botou a mão no meu pau, .... tá excitado ?: e apertou ele, estávamos todos embalados. Na cama o casal, se sacudindo, metendo com tudo, a Carmem começou se mexer, ele notou e acelerou, ela se espichou toda se contorcendo, tremia as pernas, uma visão louca, e estava gozando, ele ainda continuou um pouco, estranhamente não gozou, puxou o pauzão super duro pra fora e se deitou ao lado dela, pau duro, cabeçona escondendo o umbigo, era grande e grosso. Ficaram os dois deitados imóveis. N[os três saímos fomos para a sala. Depois de um tempinho vimos os dois indo para o banheiro, com as roupas nas mãos. Ele foi o primeiro que chegou na sala, logo a Carmem chegou, conversamos, um pouco mais, ele chamou a Carmem para um pouco longe de nós, falou alguma coisa, só ví que ele fez gesto da cabeça como se concordasse. Depois ela contou que ele queria ficar com ela mais vezes, que podia até ficar um tempo na casa dele. Nosso veraneio estava chegando ao fim. Na noite anterior ao nosso retorno, a Magali, tirou da mala dela, um consolo, aqueles de borracha, nem sabia que ele tinha, grande grosso, o tubo de gel, deitou na cama só com uma camiseta ..... vem querido, agora quero, ficou de ladinho na cama, bunda sendo oferecida, ela sempre pedia para usar um pouco de gel, pq escorregava mais facil e ela não ficava com ardência, deitei atras e acertei o cuzinho dela, fácil facil, ela então devagar foi entrando com o consolo na bucetinha dela, eu senti no meu pau, algo roçando quando ela enfiou. Estava muito excitada, gemia bastante baixinho e se masturbava com o de borracha todo socado no bucetinha, eu sentia todos movimentos no roçando no meu pau. Não sei quantas vezes ela gozou , ela era assim, gozava diversas vezes, eu só uma gozei no cuzinho dela. Voltamos pela manhã para nossa cidade, cada um para sua casa, combinamos de nos reunir mais vezes...... .... Assim terminou aquele maravilhosos veraneio. A rotina voltou eu seguiu na casa da Magali, que só queria falar em putaria, parecia que tinha despertado de um sono profundo. Chegou um dia a me contar, que tinha sonhado me vendo dando o cu, para um negro, confesso que não acreditei, aquilo com certeza era uma fantasia dela e logo entendi que um dia ela ia aprontar algo assim para mim..... ...... a rotina segui, eu sem nada a fazer, pensando em arrumar um trabalho, a Magali voltando a lecionar, nossas visitas continuavam, eu quase todas tardes visitava ela, da amigas que estiveram na praia ela trazia noticias, mandavam beijo e abraços...... a vida seguiu, seu caminho natural ....... sigo em capítulos curtos ..... em EU .... ( a8 ) ... fatos reais.
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