Como já tinha falado que a Tia Madrinha tinha como a maior preocupação com a Flavinha, era que era muito bonita, e se portava e se sentia muito liberal, agia muito mesmo como se fosse uma adulta.
A novidade neste conto, a Flavinha conheceu uma nova coleguinha na escola, meses mais velha que ela, como esta menina ( Juliana 17a ), falava o que a Flavinha gostava de ouvir, logo ficaram amigas. A Juliana inclusive já tinha vindo seguido na nossa casa junto com a Flavinha.
A Tia Madrinha, não gostava nem um pouco dela, pelos modos e por se achar tambem uma adulta, mesmo padrão que a Flavinha estava adotando, falavam de sexo na maior tranquilidade, falavam de "ficar", e nunca de namorar, esnobavam a liberdade que tinham, e isso considerávamos ruim.
Em um final de semana a Flavinha pediu para ficar na casa da Juliana, iam sair de depois ela ficava para dormir lá, a tia ja prevendo algo, mandou ele pedir para a mãe dela, que como era de se esperar, ...."pode sim, vai isso é bom sair".
Já na sexta a tardinha o irmão da Juliana veio buscar a Flavinha.
Foram e a Flavinha voltou no domingo a tardinha, logo a tia subiu no quarto como de costume para saber se estava tudo bem, a Flavinha contava tudo, entre as conversas ela pegou o celular, .... "olha tia o que a Juliana me mandou", um filminho de uma menina com um negro adulto, o negro pagando ela na bunda, com um pauzão, a tia olhou, não falou nada, e a Flavinha continuou, .... "a Juliana, me desafiou, para ver quem de nós duas aguenta um negro pauzudo", e se calou olhando para a tia.
A tia ficou muda, imaginando as loucuras que falavam, .... "e dai querida quem ganhou a aposta ?", ...."não tia ainda não né, vamos ter que encontrar um, a gente até falou que o irmão dela , podia indicar" , foi quando a Tia se alterou reprendendo ela, pela má companhia, que devia ser uma família desestruturada, o irmão indicando um negro para comer a irmã, que absurdo, falou.
A Flavinha ficou muda com a bronca, não falou nada. A tia maluca da vida saiu do quarto, depois me contou tudo, falando ainda, " elas vão aprontar, sei que vão, eu nesta idade tinha ideias malucas como estas, e nem tinha com quem falar para me orientar, me impedir".. Risco enorme, vão acabar se encontrando com pessoas que nunca viram na vida, tudo por uma fantasia louca.
Passaram dias, outra vez um feriadão, a mãe da Flavinha resolveu viajar com um novo namorado que tinha arrumado, a Flavinha direto na nossa casa. A noitecia quando ela chegou deixou amochila e foi falar com a Tia que estava na cozinha. Conversaram logo voltou no quarto pegou a mochila, me deu tchau eu no sofá, e saiu, ouvi barulho de uma moto na frente.
A querida (Tia), sentou ao meu lado, .... "ela pediu para dormir na casa da Juliana, o irmão estava aí na frente esperando ela, falei pra ela que a gente não tinha como controlar o que ela ia fazer, que estava imaginando e que ele já estava bem crescida e eu já tinha falado tudo que podia, e que estamos aqui sempre aqui ele pode chegar a hora e quando quiser o quarto dela , é dela.
Voltou no domingo a tardinha, se trancou no quero com a Tia Madrinha, e falou, confessou e que tinha feito.
O irmão da Juliana, tinha conseguido um telefono de um cara negro, morava numa comunidade do outro lado da BR, e disse que elas podiam ligar, esse cara ia querer dinheiro, e que a Juliana tinha da poupança dela. A Juliana então pediu para ele ligar, combinar.
Ele ligou estava a fim de ver alguma coisa, mas logo a Juliana falou que ele não ia junto, falou com um tal de Renato, combinaram o dinheiro, ele deu um endereço no centro, um prédio , andar e sala falou que era um escritório.
Lugar estranho no centro e local mais estranho ainda um escritório, mas parecia ser mais seguro por ser no centro.
o taxi deixou elas na frente do prédio, fechado tudo, feriadão, no interfone a Juliana falo com o Renato, que abriu a porta lá de cima mesmo, subiram elevador,9 andar, e se foram para a sala que ela havia indicado, a porta ja estava meio aberta.
Um escritório, bem montado, ele estava de pé encostado em uma das paredes, .... " quem vai ?,", perguntou a Flavinha nem chegou a falar, a Juliana apontou pra ela, .... "ela que quer", sacanagem da Juliana, pq elas tinham combinado que ia ver ele, ver como era e depois iam decidir quem ficava com ele.
O cara não esporou nada parecia com pressa. .... " vem querida, vem vai ali no sofá, é cuzinho né ele falou que era cuzinho, nem precisa tirara a roupa, só tira a calcinha ", ele tirou a calça nem cueca usava e uma pauzão ficou dependurado, do bolso da calça tirou um sachê azul, era gel rasgou um canto com os dentes, Flavinha olhando, ele esfregou em todo o pau se esfregando se masturbando e pauzão ficou duro.
"Te curva te apoia no sofá", a Flavinha contou pra tia que sentiu o gel, um dedo empurrando o gel, e logo depois uma coisa forçando, a Flavinha olhou para trás procurando a Juliana que estava al quase ao lado olhando, e ao mesmo tempo aquela coisa começou entrar, Flavinha gemeu, .... " esta bem entendi, relaxa vou devagarinho", e voltou a empurrar, ela soube que estava com tudo dentro dela, pq ele encostou o corpo nas nadegas dela, socou uns segundos, parou, puxou o pauzão pra fora, todo melado, sentou no sofá, .... " vem querida agora vem senta em cima, faz como vc quer, como quer pode fazer, agora vai ser mais facil já esta mais aberto esse cuzinho apertadinho, a Flavinha levantou a pequena saia que vestia, começou se ajeitar em cima dele, outra vez olhou para a Juliana, que estava com um sorriso nos lábias, acenando com a cabeça para ela sentar em cima, estava ali pertinho molhando, Flavinha contando para a tia, ...." tia indo por cima não se consegue segurar vai direto, só para se acomodar já estava tudo dentro, ardia, muito pouco ela conseguia se mexer, ele que levantava ela um pouco com as mãos, e deixava cair, baixar outra vez. Foi pouco tempo, ela cansou as pernas, ....." não consegui quase me levantar, sem apoio", ele que me empurrou pra sair de cima, foi um alivio, olhei pra ele sentado aquela coisa dura apontando para o teto, ela me apontou a porta do banheiro.
Fui para o banheiro a Juliana comigo, querendo saber o que eu sentia, a tia interrompeu ela, ....." e o que vc sentia, tambem quero saber", ...."tia uma sensação estranha e muita ardência, vontade de sentar no vaso, quando sentei explodiram gases e escorreu um pouco de fezes minha. Achei um paninho embaixo da pia, molhei e me limpei.
Quando voltamos para a sala ele já estava arrumado, .... "vcs dessem eu controla pelas câmeras, e abro a porta aqui de cima, não vou descer com vcs. Dois quarteirões sorte nossa um taxi, que logo nos deixou na frente da casa da Juliana, .... "foi assim tia, contei tudo, viu não deu problema", a Tia levantou saiu , sem olhar para trás, sentou ao meu lado no sofá, ...." depois te conto tudo" ........
...... segue em um conto rápido, outra loucura da Flavinha......
Em NOSSA AFILHADINHA ( 10.10 ) acontecimento reais ....