Raquel entrou no gabinete do Dr. Paulo já com o ar de quem sabia exatamente o que ia fazer. Fechou a porta atrás de si com um clique suave e ficou ali, de costas para a madeira, a olhar para o chefe sentado atrás da secretária. Tinha quarenta e poucos anos bem vividos, o corpo de uma mulher que sabia o valor de cada curva. O vestido preto justo, de decote generoso, apertava os peitos pesados e arredondados, deixando a ver o início do sutiã de renda vermelha. A saia parava a meio da coxa, e quando ela deu dois passos para a frente, o tecido subiu o suficiente para mostrar as meias de rede pretas e o início das ligas. — Precisa de alguma coisa, doutor? — perguntou ela, voz baixa, quase rouca. O Dr. Paulo levantou os olhos do computador e engoliu em seco. Raquel virou-se de lado, como se estivesse a procurar um papel na estante, e empinou o cu de propósito. O vestido esticou-se sobre as nádegas firmes e redondas, o tecido a marcar a forma perfeita do rabo escultural. Aquele cu de quarentona tesuda, alto, carnudo, feito para ser agarrado com força. Ela sabia o efeito que fazia. Passou a mão pela anca, puxando um pouco mais a saia para cima, e o Dr. Paulo viu o contorno da tanga preta a desaparecer entre as nádegas. — Fecha a porta com chave — murmurou ele, já com a voz alterada. Raquel sorriu de lado, obedeceu, e caminhou até ele com passos lentos. Cada movimento fazia os peitos tremerem dentro do vestido. Parou ao lado da cadeira dele, inclinou-se para a frente e o decote abriu-se ainda mais, mostrando o fundo do sutiã e a pele morena e macia. O perfume dela invadiu o ar — doce, quente, de mulher madura. — Há semanas que ando a olhar para si desta maneira — sussurrou ela, pousando uma mão no ombro dele. — E sei que o senhor também. Já reparou no meu cu, não foi? Sempre que passo por si, empinho-o de propósito. O Dr. Paulo não respondeu com palavras. Agarrou-lhe a anca com força e puxou-a para mais perto. Raquel baixou-se lentamente, ajoelhando-se entre as pernas dele. O vestido subiu pelas coxas e o cu empinado ficou ainda mais evidente, as nádegas a formarem duas bolas perfeitas sob o tecido preto. Ela desapertou-lhe o cinto com dedos experientes, abriu o fecho e puxou o pau para fora. Já estava duro, grosso, a veia a saltar. — Que lindo… — murmurou ela, passando a língua pela cabeça inchada. — Sempre soube que o meu chefe tinha um pau deste tamanho. Envolveu-o com os lábios cheios e quentes, descendo devagar até sentir a cabeça a tocar-lhe na garganta. O Dr. Paulo gemeu fundo, a mão a enterrar-se no cabelo dela. Raquel começou a chupar com ritmo, a língua a rodar em círculos, a saliva a escorrer pelo queixo e a cair no decote. Cada vez que baixava a cabeça, o cu empinava-se mais, o vestido a subir até quase mostrar a tanga. O corpo dela era uma obra de arte madura: cintura marcada, ancas largas, peitos pesados a balançarem com o movimento, coxas firmes apertadas pelas meias de rede. — Continua… assim… — rosnou o Dr. Paulo, a respiração já descompassada. — Que boca de puta… Raquel tirou o pau da boca só o tempo suficiente para falar, a voz embargada de saliva e tesão: — Gosta de me ver assim, de joelhos, a engolir o seu pau? Gosta deste cu empinado enquanto o chupo? Voltou a engolir-lhe o membro até ao fundo, engasgando-se de propósito, os olhos a marejarem. O som molhado da chupada enchia o gabinete. Ela usava as duas mãos: uma a apertar a base do pau, a outra a acariciar os testículos pesados. O corpo dela movia-se inteiro — o cu a balançar para trás e para a frente, os peitos a escorregarem para fora do sutiã, os mamilos escuros e duros a roçarem no tecido do vestido. O Dr. Paulo já não conseguia ficar quieto. Agarrou-lhe a cabeça com as duas mãos e começou a foder-lhe a boca com estocadas curtas e profundas. Raquel deixou, os olhos vidrados de prazer, a saliva a escorrer em fios longos até ao chão. Cada engasgo fazia o cu dela contrair-se e empinar-se ainda mais, como se estivesse a pedir para ser fodido a seguir. — Vou gozar… — avisou ele, a voz rouca. — Engole tudo, Raquel. Engole o leite do teu chefe. Ela não se afastou. Pelo contrário: desceu até ao fundo, a garganta a apertar o pau dele, e engoliu cada jacto quente que ele descarregou. O Dr. Paulo tremeu, a mão a apertar-lhe o cabelo com força, o corpo inteiro a render-se àquela boca experiente de quarentona safada. Quando acabou, Raquel continuou a chupar devagar, limpando-lhe o pau com a língua, a olhar para cima com os lábios brilhantes de saliva e esporra. Levantou-se devagar, o vestido todo amarrotado, o cu ainda empinado, os peitos quase a saltarem para fora. Passou o dedo pelo canto da boca, limpou o resto do leite e chupou-o com um sorriso safado. — Agora já sabe o que a sua secretária faz quando fecha a porta — murmurou ela, ajeitando o decote. — E se se portar bem… da próxima vez deixo-o foder este cu que tanto olha. O Dr. Paulo ainda estava ofegante, o pau mole e brilhante entre as pernas, completamente rendido. Raquel deu meia volta, empinou o rabo uma última vez de propósito, e saiu do gabinete com o mesmo ar calmo com que tinha entrado
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.