Raquel chegou a casa ainda com o vestido preto justo amarrotado e o cheiro do gabinete do Dr. Paulo colado à pele. Entrou na casa de banho sem dizer palavra, tirou os saltos altos e virou-se para o espelho. O decote continuava generoso, os peitos pesados quase a saltarem do sutiã de renda vermelha. A saia tinha subido durante o caminho e agora marcava bem o contorno do cu empinado e carnudo. As meias de rede pretas estavam um pouco tortas nas coxas firmes, e a tanga preta já estava molhada de tesão. António apareceu à porta da casa de banho, a olhar para ela com aquele sorriso safado que ela conhecia tão bem. — Chegaste tarde… e com cara de quem andou a fazer asneiras. Raquel não respondeu. Virou-se de costas para ele, pousou as mãos na bancada da casa de banho e empinou o cu de propósito. O vestido esticou-se sobre as nádegas redondas e altas, mostrando aquela forma escultural de quarentona tesuda. António aproximou-se por trás, puxou a saia para cima até à cintura e deu um estalo seco numa das nádegas. — Conta. O que fizeste com o teu chefe? Ela olhou-o pelo espelho, os olhos já vidrados de tesão, enquanto ele puxava a tanga de lado e esfregava a cabeça do pau grosso na entrada do cu dela. — Ajoelhei-me… no gabinete dele — começou ela, a voz já embargada. — Tinha o vestido igual ao de agora. Ele agarrou-me o cabelo e eu engoli-lhe o pau todo até à garganta. António empurrou devagar, abrindo o cu apertado da mulher. Raquel gemeu fundo, as unhas a cravarem-se na bancada, o corpo escultural a tremer. Os peitos pesados balançavam dentro do sutiã vermelho a cada estocada. — Continua — ordenou ele, começando a foder-lhe o cu com ritmo firme. — Quero ouvir tudo. Como chupaste o pau do teu chefe. Raquel arquejou, o cu a apertar o pau do marido enquanto ele a fodia fundo. — Ele… ele meteu-me a cabeça até ao fundo. Eu engasguei-me de propósito… a saliva a escorrer-me pelo queixo e a cair no decote. O vestido estava todo subido, o cu empinado para ele ver enquanto eu o chupava. Ele dizia que eu era uma puta… e eu gostava. António agarrou-lhe as ancas com força e acelerou as estocadas. O som molhado da foda no cu enchia a casa de banho. Cada vez que ele entrava fundo, o corpo maduro e escultural da Raquel rebolava para trás, as nádegas a baterem nas virilhas dele, os peitos a tremerem pesados. — E depois? — rosnou António, a bater-lhe no cu com a mão aberta. — Engoliste o leite dele? — Engoli… tudo — gemeu ela, a voz partida. — Ele gozou-me na boca e eu engoli cada jacto. Fiquei com os lábios brilhantes de esporra… e ainda lhe limpei o pau com a língua. Enquanto ele me fodia a boca, eu empinava este cu para ele ver… exactamente como estou a fazer agora contigo. António puxou-lhe o cabelo para trás, forçando-a a olhar para o espelho. O reflexo mostrava tudo: o vestido amarrotado na cintura, as meias de rede rasgadas nas coxas, o cu empinado a engolir o pau grosso do marido, os peitos quase a saltarem do sutiã vermelho, o rosto corado de prazer e de vergonha safada. — Continua a falar, puta — ordenou ele, a foder-lhe o cu com força. — Diz-me como era o pau dele. Diz-me se gostaste mais de chupar o teu chefe ou de levar no cu do teu marido. Raquel soltou um gemido longo, o corpo inteiro a tremer. — O pau dele era grosso… cheio de veias… e eu engoli-o todo. Mas este… este no meu cu está a destruir-me. Fode-me mais fundo… por favor… enquanto eu te conto como engoli o leite do Dr. Paulo… António agarrou-lhe os peitos por cima do vestido, apertando-os com força enquanto a fodia sem piedade. O cu da Raquel fazia um barulho obsceno a cada estocada, as nádegas vermelhas dos estalos, o corpo escultural a suar e a tremer. Ela continuava a falar, a voz cada vez mais quebrada, descrevendo cada detalhe da chupada no gabinete — a saliva, os engasgos, o cheiro, o gosto do leite quente — enquanto o marido a fodia o cu até ambos gozarem ali mesmo, na casa de banho, com o vestido preto ainda meio vestido e o corpo maduro dela completamente entregue.
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