No verão de 2025, convidada pelo marido para um churrasco de fim de tarde na casa do Bernardo, pra manter a fama de puta, vesti uma saia jeans tão curta que quase mostrava parte da bunda. As tetas cobri com uma blusa tomara que caia, apenas. Por baixo da saia, ela, a calcinha verde, fazia moldura para minha buceta completamente depilada e meu cu faminto.
A casa era aconchegante, com uma varanda nos fundos, onde aconteceria o churrasco. Quando chegamos só estava o Bernardo, que me cumprimentou discretamente, mas me comeu com os olhos.
O Maicon chegou e foi mais ousado ao me cumprimentar. “Larissa, gostosa”, disse, bem baixo para que somente eu ouvisse. Em seguida começamos a beber e eles passaram a falar putaria, citando as mulheres que o Bernardo come. Na direção do Maicon, comecei a abrir as pernas pra que ele me visse melhor. Eu olhava pra ele com cara de gato que quer comer peixe. Ele também olhando com cara de safado. Não demorou para minha buceta molhar de tesão.
Num determinado momento, quando eu voltava do banheiro, encontrei Maicon na cozinha. Acabamos nos pegando, com beijos, amassos e mãos em todos os lugares. Meteu a mão na minha buceta e achou uma lagoa. “Puta, cachorra, tá molhada?”, disse iniciando uma siririca no meu grelinho e lambendo os dedos. Apertei o caralho e vi que era enorme e estava duro.
Aquela pegação foi a senha pra aumentar a provocação quando voltamos pra varanda. Abria mais as pernas, arreganhando bem, e mordia a boca. Os assuntos entre eles eram putaria grossa e meu corno nem se importava com minha presença ali. Num determinado momento peguei uma das mãos do corno e pus na minha buceta toda molhada. O babaca me olhou e riu, sinal verde para eu cair dentro dos machos. Me levantei, tirei a calcinha e entreguei a ele. Como um cardápio, o Renato colocou a calcinha verde sobre a mesa.
Os dois se olharam e olharam pra mim. Eu, mais puta que nunca, apenas sorri. O corno colocou uma música sertaneja, porque sabe que eu gosto de dançar. “Vamos dançar?”, convidou Maicon. Enquanto dançávamos me chamava de safada e gostosa. Dei uma pegada nele e fiz minha língua entrar na sua boca com um beijo intenso. Com a pica dele me roçando, eu sentia o caldo da buceta descer pelas pernas. “Bernardo, vai lá, aproveita também”, ofereceu o corno.
De repente, me vi dançando no meio dos dois. O Bernardo levantou minha saia enquanto me beijava. Em seguida tiraram minha blusa e começaram a revezar com as bocas nos meus peitos enquanto metiam dedos na buceta e no cu. Eu estava entregue e gemia feito uma puta. “Larissa, safada, putinha, olha pro seu corno. Veja como ele está gostando”, dizia o Maicon.
Uma loucura aquilo tudo. “Leva ela lá pra dentro, aproveitem essa égua branca”, disse Renato. No quarto havia uma cama de solteiro e eu passei a comandar as ações. Já estava completamente nua, com a buceta muito molhada e com o cu dando sinais de tesão, dilatando e piscando. Chamei os dois e fui pegando nas picas pra mamar. Gosto de babar e engasgar no caralho. “Isso, mama cachorra”, dizia Maicon usando as mãos pra empurrar minha cabeça contra o pau e me fazendo engolir tudo. Revezando, mamei por uns 10 minutos.
Levantei, chamei o corno e o Bernardo e coloquei os dois sentados na cama. “Maicon, fode minha buceta, me enche de pau, me faz sua puta”, disse, me posicionando de 4 e mamando o pau dos outros dois. “Gostosa, essa buceta de puta, geme safada, filha da puta. Chupa a pica desse corno”, dizia Maicon, batendo na minha bunda e puxando meus cabelos. Gozei duas vezes. “Aiii, tô gozando, caralho. Fode sua puta”, gritava escandalosamente.
Continuei de 4 e chamei o Bernardo pra me foder. Minha buceta estava arrombada, do jeito que eu gosto de ficar. Depois de muitas estocadas daquele pau delicioso, subi no pau do Maicon pra cavalgar e determinei que o Bernardo também penetrasse, sentindo dois paus ao mesmo tempo na gruta molhada. Não demorou para que os dois gozassem juntos, dentro da minha caverna de vadia. Muita porra. A buceta ficou uma piscina. “Venha corno, chupa tudo, limpa a buceta cheia de porra. Venha chupar sua putinha toda gozada”, ordenei, já de pernas abertas. Enquanto o Renato fazia o que eu mandei, os safados tocavam punheta e riam.
O gran finale foi inesquecível. “Agora, quero ver vocês foderem o cu dela”, determinou o corno, me dando um beijo com gosto de porra e me colocando de 4 novamente. Maicon foi o primeiro. Meteu dois dedos no meu buraco de cagar, botou o pau na minha buceta melada, tirou, penetrando no meu cu enquanto o Bernardo me dava pau na boca. Depois de algumas metidas, um grito forte. “Larissa, sua vagabunda, estou gozaaaaaaaannnnndooooooo no seu rabo”, urrava aquele macho dotado e preto. Em seguida foi a vez de Bernardo, já encontrando meu buraco arrombado. Gozou também. O corno fechou a série final, também depositando leite no meu rabo.
Voltei pra varanda, vesti só a calcinha, sem me limpar. Passei o restante do churrasco exalando cheiro forte de sexo, de porra, de buceta e de cu.
Com fotos reais, aventura relatada por Larissa, amiga putona das redes sociais adultas (casalmineirovr), mulher de Renato, corno manso e amigo (Juiz de Fora-MG). As mulheres que desejarem também terem suas aventuras transformadas em contos façam contato aqui no site, na Caixa de Mensagens.





Que delícia de mulher!