Broxei na minha primeira vez e com uma mulher casada.



Quero relatar como foi a primeira vez que fiquei com uma mulher (spoiler... ela se tornou minha amada esposa). Como vocês podem ver pelo título, nem tudo saiu como planejei.
Vou fazer um breve relato sobre mim: tenho 1,84 m, cabelos pretos, pele branca e um pau que considero pequeno (mole tem uns 5 cm e, duro, se eu estiver muito excitado, chega aos 16 cm). Isso sempre foi motivo de insegurança que, somado à minha timidez, sempre me impediu de avançar o sinal com as mulheres.
Na época em que tudo aconteceu, eu tinha 19 anos, trabalhava em um supermercado e minha vida se resumia a trabalhar, jogar videogame e me aliviar na punheta.
Quando comecei nesse trabalho, conheci a Li (nome fictício). Tivemos afinidade logo de cara. Ela era operadora de caixa, casada, tinha três filhos e era 14 anos mais velha que eu. Na época, tinha 33 anos, mas aparentava ser muito mais jovem — quem olhava dava 25 ou 26, no máximo. Era baixa (1,58 m), magra, dona de uma bela bunda (que, mesmo antes de tudo acontecer, já tinha sido inspiração para muitas homenagens) e seios pequenos, do jeito que eu adoro.
Durante o expediente, conversávamos bastante, no começo fazia queixas de seu casamento, de como estava infeliz. Até que ela começou a dar algumas indiretas. Fazia diversas brincadeiras de duplo sentido, o que inicialmente me deixava vermelho de vergonha, mas depois comecei a corresponder. Um dia, enquanto eu embalava as compras do caixa dela, um galho de salsinha caiu sobre o balcão. Eu entreguei a ela e disse:
— Se cru já é bom de comer, imagina temperado!
Percebi o rosto dela ficar vermelho enquanto abria um sorriso. Acho que não esperava um ataque tão direto. Mas logo retrucou:
— Como você sabe que é bom? Você nunca comeu! Mas quem sabe um dia...
Naquele momento fiquei extremamente excitado e senti meu pau endurecer dentro da calça, mas não tive coragem de dizer mais nada.
A cada dia ficávamos mais próximos. Íamos embora a pé juntos, pois morávamos na mesma direção. Em um dia de frio, eu estava com as mãos no bolso da blusa quando ela colocou a mão dela no meu bolso e disse:
— Nossa, minha mão está muito gelada! — e pegou na minha mão.
Não disse nada e continuamos o caminho conversando. Por dentro, eu estava morrendo de vontade de beijá-la, mas, por medo de alguém ver ou do que pudesse acontecer (já que ela era casada), não tive coragem.
No dia seguinte, ela não saía da minha cabeça. Em um momento em que eu estava no estoque, ela entrou. Quando a vi, decidi inventar qualquer desculpa para chamá-la e pedi ajuda para segurar a escada enquanto eu pegava uma mercadoria no alto. Ela se prontificou. Quando comecei a subir, ela deu um leve aperto na minha bunda. Criei coragem e disse:
— Você só provoca, mas duvido que tenha coragem!
Ela respondeu:
— Coragem de quê?
Como eu estava no alto, aproveitei para checar se havia alguém por perto. Não vi ninguém. Desci e disse:
— De me beijar.
Ela não disse nada; apenas se aproximou e me beijou. Foi um beijo rápido, e logo ela saiu com um sorriso safado, olhando para trás sem dizer uma palavra.
Eu mal podia esperar pelo final do dia para ir embora com ela. Quando a hora chegou, passei o ponto e fiquei esperando do lado de fora, como sempre. Fomos caminhando, mas, em vez de seguirmos o caminho habitual, a puxei para uma rua mais deserta e escura. Disse a ela:
— Quero mais!
Começamos a nos pegar intensamente. Beijei-a passando a mão por todo o seu corpo, completamente excitado. O clima esquentou tanto que achei que iríamos transar ali mesmo, mas ela cortou o barato dizendo que precisava ir, senão alguém poderia desconfiar. Demos mais alguns beijos e a liberei. Cheguei em casa em êxtase. Fui direto para o banho e bati uma pensando no gosto do beijo e no cheiro do perfume dela.
Nos dias seguintes, a rotina se repetiu: ao sairmos, parávamos naquele beco escuro e nos pegávamos loucamente. No quinto dia, eu já não aguentava mais ficar só nos beijos. Disse a ela:
— Nossa, você me deixa louco, não estou me aguentando!
Sem fazer questão de esconder minha excitação, levei a mão dela até o meu pau e comentei:
— Olha como isso está!
Ela apertou, soltou um gemido suave e disse:
— Está bem duro... Mas será que eu aguento?!
Voltou a me beijar enquanto alisava meu pau por cima da calça. Porém, deu o horário e ela precisava ir. Como no dia seguinte coincidiria de estarmos de folga, marcamos de nos ver à tarde. Na despedida, ela avisou:
— Não é para se aliviar, quero ele assim amanhã!
Fui para casa ainda mais excitado e comecei a planejar para onde a levaria. Eu não tinha experiência nenhuma com mulheres, muito menos com motéis. Pesquisei alguns na cidade e encontrei um razoável, já que na época eu não ganhava bem. Pedi o carro do meu pai emprestado e fui buscá-la duas ruas abaixo da casa dela, como combinado, para ninguém desconfiar. Demos uns beijos e fui em direção ao motel. Chegando lá, perguntei:
— Tudo bem se a gente entrar?
Ela concordou. Entramos, fomos conhecer o quarto, e logo a puxei pela mão para a cama. Percebi que ela estava um pouco tímida, e eu também, mas eu estava decidido a transar. Começamos a trocar carícias e fui despindo seu corpo aos poucos, até deixá-la só de calcinha e sutiã. Quando desabotoei o sutiã e vi seus seios, não me contive: comecei a chupá-los vigorosamente. O ouvi-la gemer me deixava ainda mais excitado. Depois de um tempo, fui descendo pela barriga dela com beijos e mordiscadas.
Até que chegou a hora de ver uma buceta ao vivo pela primeira vez. Fui tirando a calcinha dela lentamente, aproveitando cada segundo daquela vista. Ela estava nua para mim, com os pelos aparados, mas não completamente raspados — estava perfeita. Não hesitei um segundo e caí de boca entre suas pernas. Chupava enquanto ela se contorcia na cama gemendo. A cada toque da minha língua, ela gemia mais. Fiquei uns cinco minutos ali, sentindo o gosto do mel que aquela mulher maravilhosa soltava.
Ela então se deitou por cima de mim, voltou a me beijar e foi descendo. Quando tirou minha calça e fiquei só de cueca, a insegurança bateu forte. O meu pau, que estava completamente duro, ficou meia-bomba. Meu maior receio ia se tornar realidade: ela veria meu pau mole (com ele duro eu não tinha neuras, mas mole sempre foi minha maior fonte de insegurança).
Ela tirou minha cueca e, sem dizer nada, segurou meu pau com três dedos e começou a massageá-lo — acho que na esperança de que voltasse a endurecer apenas com o toque. Vendo que não funcionou, abocanhou meu pau ainda mole.
Eu olhava aquela cena sem acreditar que estava ganhando meu primeiro boquete de uma mulher casada, mas de pau mole. Tentei me concentrar e relaxar. Entre uma chupada e outra, senti ele começar a enrijecer naquela boca quente. Após uns três minutos, ela conseguiu me fazer ter outra ereção.
Agora duro, pude assisti-la me chupar vigorosamente. Ela segurava com a mão toda, expunha a cabeça do meu pau (não sou circuncidado) e passava a língua por tudo. Descia até o saco, chupava minhas bolas e voltava para a cabeça. Fiquei ainda mais excitado pensando naquela delícia chegando em casa com o gosto do meu pau na boca para beijar o marido.
Quando eu já estava quase gozando, ela subiu, me beijou e perguntou se eu tinha gostado. Disse que adorei. Ela ajeitou meu pau na buceta e sentou, quase me fazendo gozar na hora. Tive que me segurar muito. Ela começou um vai e vem maravilhoso e pude sentir meu pau sumir dentro de sua buceta molhada, era um misto de realização por finalmente estar fodendo uma boceta e, satisfação por ter sido escolhido por aquela mulher, casada à época, para satisfazê-la. Tudo fluía bem, até que pediu:
— Vem meter em mim!
Atendi prontamente. Ela deitou com aquela bunda linda empinada. Subi por cima procurando a entrada, mas, por falta de experiência, não consegui penetrar de primeira. Após algumas tentativas, o nervosismo voltou e acabei broxando de novo.
Ela percebeu. Mudamos de posição e ficamos nos beijando para ver se o pau endurecia, mas não funcionou. Ela voltou a me chupar, colocava o meu pau mole na boca e sugava, lambia as minha bolas, mas nem assim consegui uma nova ereção. Depois, subiu em mim novamente e começou a esfregar a buceta no meu pau mole enquanto me beijava. Passei a mão por trás da coxa dela, peguei meu pau e comecei a masturbá-lo ali mesmo, esfregando a cabeça na buceta dela. Ele ficou meia-bomba, mas não o suficiente para penetrar.
Eu estava muito excitado, mas a ereção não vinha. Como já fazia tempo que estávamos naquilo, acabei gozando meia-bomba na porta da buceta dela. Senti o leite escorrer, o que fez meu pau desabar de vez.
Percebendo que eu tinha gozado, ela deitou ao meu lado e ficamos trocando carinhos. Perguntou se era minha primeira vez e eu disse que sim. Ela falou que era supernormal, que estava tudo bem e que teríamos outras oportunidades.
Levei-a embora e me desculpei por não ter dado conta. Ela disse que desculpava, mas que queria que eu a fudesse bem gostoso na próxima.
Na semana seguinte, saímos novamente e tudo rolou como deveria.
Foto 1 do Conto erotico: Broxei na minha primeira vez e com uma mulher casada.

Foto 2 do Conto erotico: Broxei na minha primeira vez e com uma mulher casada.

Foto 3 do Conto erotico: Broxei na minha primeira vez e com uma mulher casada.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico zucjhony

Nome do conto:
Broxei na minha primeira vez e com uma mulher casada.

Codigo do conto:
271261

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/09/2026

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