Sentei no Brinquedinho na Chamada de Video



Oi, delícias! Olha quem voltou? A Luazinha de vocês… andei na correria no trabalho, exausta, estressada, pra aliviar toda noite pegava um vibrador diferente pra relaxar e dormir. Nem pra aplicativo de encontros estive animada, então era só aquela siririca rápida pra descarregar mesmo. Até dois fins de semanas atrás (não nesse domingo, o anterior).
Estava no WhatsApp falando de trabalho (pra variar) quando um dos meus P.A.’s (pau amigo) mando uma mensagem. Um “boa noite” sem muita pretensão, fiquei alternando a tela entre o grupo do trabalho e ele; já num papo meio safado, eu falando que estava na seca há um tempo e ele se oferecendo pra me dar o que eu preciso. A reunião durou mais uns 40 min, nesse meio tempo Paulo (nome que vou dar pra ele só como indicação) e eu já tínhamos falado de quantos paus de borracha eu já tinha metido em mim mesma, no chuveirinho que usei no grelo, sem falar no estimulador de clitóris, que suga e simula lambidas, de acordo com a quantidade de lubrificante que você usa. Terminei a reunião e logo ele me ligou por chamada de vídeo. Seu pau parecendo uma rocha e eu já estava até sem calcinha. O tesão tomando conta de nós dois, apoiei o celular num tripé abri bem as pernas e me masturbando com vontade, o vendo quase esfolar aquele pau grosso na punheta. De repente ele parou.
Pensei que tivesse ouvido algum barulho, delivery ou qualquer outra coisa, mas na verdade ele só pegou o celular e pôs na frente do rosto.
“Lua… olha pra mim” envolvida no quase orgasmo, de primeira não entendi.
“Para um pouquinho, quero olhar pra você” levemente frustrada por estar quase gozando, tirei o celular da tripé e olhei nos olhos dele.
Seu rosto corado de desejo, mas o olhar firme.
“Posso pedir uma coisa?”
“Quer ver meu cuzinho, quer?” Me compreenda… estava há semanas sem dar, ficada pensando putaria até com o rodo da limpeza da empresa.
“Sempre quero, sua putinha… mas não é isso, agora não…” ele também estava ofegante, claro!
“O que você quer?” Meus dedos não paravam de meter, porém ele tinha minha total atenção.
“Então…” ele literalmente deu uma coçadinha no alto da cabeça, franzindo de leve o rosto; estaria Paulo constrangido? “…então…” repetiu ele.
“Então o que? Fala… a gente já fez bastante sacanagem juntos pra você ter vergonha um hora dessas”
“É que eu nunca vi uma mulher se fodendo com um pau de brinquedo sozinha… quer dizer… eu já até usei em você, lembra?” Um sorrisinho de memória brincou no rosto de nós dois… e que memória… um dia eu conto aqui…
“Mas eu nunca vi uma mulher usando sozinha…” concluiu ele.
“Você quer me assistir meter sozinha?” - meu corpo se arrepiou inteiro de antecipação.
“Topa?” Sua voz era um mix de tesão, ansiedade e curiosidade.
Numa virada rápida, cheguei na penúltima gaveta da cômoda de cabeceira, abri é simplesmente disse “escolhe!”
Na gaveta tinha de tudo… paus de diversos tamanhos, cores e espessuras; algemas, vendas, cintaralho, chicote, vela (dessas que não queima, sou putinha, adoro sentir uma dorzinha, mas queimadura já é demais).
Os olhos de Paulo fixaram num membro de borracha de uns 28cm, bem realista, com veias saltadas e que eu sabia muito bem que vibrava gostoso demais; pediu por ele umedecendo os lábios antecipando a realização do seu segredinho safado.
Agarrei aquele pau com textura de pele e fiquei ainda mais mais molhada. Olhando pra cara do meu P.A., conferi se o brinquedinho estava com bateria (mas sabia que estava, sempre o guardo carregado, afinal nunca se sabe quando vai faltar luz e eu vou ficar entediada, não é mesmo?) esfreguei toda extensão do membro pra cima e pra baixo como se estivesse punhetando o próprio Paulo e inserindo aqueles quase 30 cm de rola na minha garganta, engasguei de leve, babando um pouco e Paulo já estava louco do outro lado da tela…
“Vai… esfrega no grelinho pra eu ver…” ele estava quase delirando.
O “Dildo” estava passeando nos meus peitos em direção ao meu monte de Vênus quando parei e disse “tive uma ideia… espera”
Sem aguardar resposta, pulei da cama e fui direto ao banheiro. Abrindo uma gaveta e olhando sobre o balcão da pia encontrei tudo que precisava. Voltei rindo, pois do outro lado Paulo implorava pelo meu retorno, desesperado.
Coloquei empilhados 3 travesseiros, sobre eles uma placa de metal de misturar maquiagem e um espelho redondo também de make, que do outro lado tinha lente de aumento.
“O que você está fazendo, mulher??”
“Você quer ver, mas eu também quero” uma risada safada escapou dos meus lábios, enquanto fixava o pau de mentira na placa de metal, o deixando deliciosamente ereto sobre os travesseiros.
Apoiando novamente o celular no tripé, comecei a mamar forte olhando diretamente pra câmera… do outro lado da linha, Paulo suava e acompanhava minha chupada com uma masturbação desordenada… tadinho… parecia um adolescente.
“Senta nele… senta Lua…” sua suplica aumentou ainda mais o meu tesão.
Posicionei o espelho de forma que o reflexo focasse debaixo pra cima; pude ver minha boceta quase escorrendo, não resisti, peguei um pouco do meu líquido viscoso e passei no membro; o umedecendo com meu mel. Com uma perna em cada lado dos travesseiros, agarrei o membro fake e posicionei contra meu clitóris, a outra mão, segurando na outra ponta dos travesseiro.
“Isso, Luazinha… se fode com esse caralho de mentira e imagina o meu fodendo essa boceta molhada e apertadinha… vai… senta…” sua respiração cada vez mais entrecortada, e eu mexendo pra frente e pra trás, sem parar de olhá-lo. Então foi aí que ele me desconcentrou… “olha no espelho como a tua boceta engole esse pau… olha como entre tudo nela”
Forcei a textura de pele toda dentro de mim, e de fato, minha boceta engolia tudo, acolhendo aqueles quase 30 cm dentro, me abrindo, me rasgando. E eu comecei a cavalgar.
Cada vez que ele saía um pouco e ela o sugava pra dentro de novo era um gemido.
“Isso… rebola nesse caralho… deixa te foder inteira, Lua… eu sei que você gosta”
“Ah sim… adoro ser alargada desse jeito… adoro me foder assim…” meu olhar alternando entre a tela e o espelho. Com ele enfiado até o fundo mexia pra frente e pra trás de forma frenética; a ponte do travesseiro que eu estava segurando estava amarrotada e suada. Tirei o celular do tripé e o coloquei em cima do travesseiro, ao lado do espelho, dando outro ângulo de visão para Paulo que ao ver minha boceta atolada até o fundo com o pau que ele escolheu, quase gozou. Ordenei que ele não gozasse ainda e como um putinho, ele obedeceu.
Inclinei o corpo pra frente, com o brinquedo inteiro dentro, e cavalguei mais forte, só que estimulamos meu grelo a cada quicada. Paulo se comprimido, mordendo os lábios e soltando palavras soltas como “isso… vai caralho… puta safada… goza gostoso… quica mais forte… gostosa…” entre outras coisas que eu não entendi, seja porque ele estava sofrendo pra não soltar toda sua porra ou porque eu já estava vendo os brilhos do orgasmo vindo.
“Não vou aguentar, Lua… não dá mais…” ele gemia
“Vai, putinho… solta tudo… me dá esse leitinho todo”
Abaixou a câmera para o membro no exato momento que a porra jorrou, melando sua mão e seu abdômen peludo… parecia que ele não ia terminar nunca de colocar pra fora, seu estômago contraiu quando o último jato saiu, acompanhado de um gemido alto e longo, na sequência num “caralho, Lua…” bem baixinho
Durante o processo da gozada dele, fodi mais intenso meu grelo enquanto subia e descia mais e mais rápido, o som úmido da minha boceta sendo socada parecia tomar todo quarto, misturado com meus gemidos e gritos de prazer, finalmente gozei gritando “porra Paulo…” contraindo as paredes internas da minha boceta e os dedinhos dos meus pés. Depois da última estocada, abri os olhos e encontrei Paulo com um sorrisinho bobo tomando até os olhos “você fica ainda mais linda gozando” ainda estava esfregando meu clitóris (agora bem devagarinho) quando sai de cima do pau de borracha, o barulho da sucção foi alto, nos fazendo rir (e eu continuava a me estimular de leve)
“E aí… foi como você imaginou?” Perguntei segurando o celular próximo ao rosto, o olhando nos olhos.
“Foi muito melhor… normalmente você fode linda, fodendo sozinha, e ao mesmo tempo se exibindo pra mim… foi maravilhoso te assistir”
“Tipo um ‘LuaFlix’?” Rimos e ele concordou… seus olhos que antes estavam brilhando de prazer, apresentavam sinais de exaustão, nada surpreendente, depois daquela gozada incrível.
“Pode dormir… depois eu desligo…”
Seus olhos fecharam, e os meus também, mas enquanto ele já começava a ressonar, dei uma uma gozada lenta e prazerosa, com dois dedos no clitóris e vendo o pau de borracha ainda em pé, na placa de metal, levemente brilhoso do mel que saiu do meu orgasmo.
Não lembro direito como dormi, mas sei que acordei um pouquinho dolorida, entretanto satisfeita pelos orgasmos, por me ver foder e por realizar a fantasia do Paulo, que já realizou tantas fantasias minhas…

Contando isso tudo pra vocês me deu uma vontade enorme de socar o grandão de novo… diz aí nos comentários, se eu devo? E me conta o que sentiu lendo essa putariazinha gostosa que fizemos? E vota em mim, tá?

Um beijo bem quente e úmido.
Sua Lua.


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Comentários


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japafeet Comentou em 03/09/2026

Ótima




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Ficha do conto

Foto Perfil sapequinhacas
sapequinhacas

Nome do conto:
Sentei no Brinquedinho na Chamada de Video

Codigo do conto:
271337

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
03/09/2026

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