Nossas línguas dançavam parecendo já ensaiado, nossos seios encostados, as mãos dela, uma no meu cabelo a outra dominando minha nuca, enquanto uma das minhas mão buscava espaço entre suas coxas e a outra, sentindo as fivelas do seu Corset; seu gemido me incentivou a avançar pela perna do seu shortinho, encontrando a textura de sua calcinha de renda e a umidade que também estava presente em mim. Sem pedir passagem ela puxou minha cropped para baixo expondo meus seios sem sutiã; me olhando e sussurrando “Lua… Lua…” começou a lamber meus peitos, mordiscando o bico, me fazendo gemer e rir ao mesmo tempo. E de repente ela simplesmente parou.
Fiquei estática com a pausa abrupta. Ela levantou foi até a porta e trancou e em vez de voltar pro sofá, seguiu em direção ao outro lado da sala, de costas pra mim; ouvi o zíper da bolsa e ela procurar algo por alguns instantes. Eu só conseguia admirá-la de costas, com a tatuagem de cinta-liga aparecendo na dobra do shortinho. Pitty volta pra mim com algo escondido nas costas e sorrindo.
- Escolha… fã tem a preferência”
- Direita! - minha voz, rouca de tesão.
Não havia nada na mão escolhida. Jogando a cabeça pra trás, gargalhou do seu jeitinho tão característico. Na mão esquerda havia um batom de prata brilhante; demorei um segundo ou dois para entender que não uma maquiagem, mas sim um vibrador discreto.
Parou entre minhas pernas e segurou de novo minha nuca, puxando em direção à sua cintura; conheço o código quando vejo um, ela estava me mandando chupar e eu estafa sedenta por isso.
A segurando pela cintura, trouxe de volta pro sofá, abrindo o botão do short com urgência, o couro desceu justo na sua bunda linda, revelando uma renda preta trabalhada e minúscula, beijei seu monte de Vênus com cuidado e ela se contorceu de leve.
- Tire também. - disse ela já quase deitada, com as pernas bem abertas e as mãos se insinuando no cós do meu jeans. Obedeci com urgência, arrancando junto a cropped que ela já havia abaixado. Enquanto me despia, ela já se estimulava com o vibrador, sem tirar os olhos de mim, por cima da calcinha. Sentei entre as pernas dela tomando o brinquedinho da sua mão e colocando-o no meu sexo.
Com agilidade ela se entrelaçou a mim, com o vibrador na potência máximas entre nossas bocetas. Nossos gemidos se confundiam e completavam enquanto o clitóris dela esfregava no meu, as duas alternando o olhar nos olhos e nossos sexos que se esfregavam cada vez mais rápido. E foi nesse momento que eu percebi o piercing pequenininho que adornava seu grelinho já inchadinho da fricção. Não pude resistir; a deitei, olhei cada tatuagem em seu corpo perfeito e caí de boca em seus lábios vaginais. Chupei com vontade seu clitóris, brincando com a joia. Sua mão em minha nuca dando o ritmo aos movimentos.
- Porra, Lua… é isso… não pare…” seu sotaque junto ao seu líquido agridoce na minha boca associado às contrações precedentes ao orgasmo me incentivaram a invadi-la ainda mais e mais, até que senti seu gozo explodir; e ela com urgência me deitar de costas no sofazinho.
O couro do Corset arranhando minha pele, quando ela se deitou sobre mim, entre minhas pernas, nos beijamos de olhos abertos, sem desviar o olhar. Então numa única estocada, colocou o vibrador dentro de mim, seu sexo batendo contra o meu, o vibrador, embora enterrado em mim, pulsava em nós duas.
- Vai, Pitty… Pitty… Pitty!
E então acordei. Não pude me privar de terminar de gozar ainda embriagada do sonho. Resolvi contar aqui pra vocês desse sonho delicioso, mas essa baiana mexeu tanto comigo que enquanto termino de digitar esses carácteres uma das minhas mãos está extremamente ocupada e provavelmente quando você estiver lendo estas palavras, ainda estarei nesse hotelzinho, sozinha e vou ter acabado de gozar mais uma vez.
Conta pra tua Luazinha… você consegue gozar pra mim também?
Beijinhos safados.
Tua Lua.
Mesmo que tenha sido um sonho, duas mulheres se pegando é super excitante. Adoraria homenagear vendo vocês duas se satisfazendo
Delicia de conto.