Decido pus-me de 4 para que ele consiga foder-me o cu. Com dificuldade e alguma orientação minha acerta em cheio, da umas cutucadas a entrada e enfia tudo de uma só vez, nem deu tempo para preparar nem recuperar, começou rapidamente num vaivém e sentia o meu cu a dilatar-se e contrair-se ao ritmo dele, esteve uns 5 minutos a foder-me o cu sem piedade ate que sinto uma dor forte e aguda, o nó tinha entrado, esqueci-me daquilo.
Já sabia que iriamos ficar presos por um bom bocado, nem dois minutos a porta de casa abre, era o Rui que vinha do trabalho, mal fecha a porta e olha para a sala, dá de caras comigo e o Kazan, só dou conta que ele está ali quando ficamos engatados.
- Já desconfiava que gostavas de dar o cu, mas ofereceres aos cães, andas desesperado…
Eu encavacado e engatado nem disse nada…
- Quando conseguires sair, fico a tua espera na cozinha e podes ir como estas.
Passado um bom bocado lá sinto o no a soltar-se, escorria uma grande quantidade de esporra, estava dorido. Dirigi-me a cozinha, Rui, esperava por mim sentado a mesa.
Sentei-me a frente dele, cheio de esporra do cão a escorrer pelas pernas abaixo. Rui perguntou.
- Então. Não chega dares o cu a gajos ainda dás aos cães.
Eu sem muito com que desculpar, apenas confirmei.
- Sim, dou o cu a machos, a cães foi a primeira vez.
Logo de seguida, Rui continua as suas perguntas
- Mas porquê cães, não arranjas homens para te rebentar a peida, ou é um fetiche teu?
- É, é um fetiche, os cães são animais, são diretos, além de que os paus deles veem lubrificados, por norma são maiores e quando se esporram é em grandes quantidades.
- Então, preferes um pau de um homem ou de um cão? Se preferires do cão, mais vale arranjares um para ti e fodes com ele sempre que quiseres.
- É verdade, mas não me é permitido ter animais no apartamento, se não acredita, já tinha um há muito tempo.
Com ar cada vez mais curioso, Rui começa a querer saber mais sobre as minhas aventuras com animais.
- Quantos cães diferentes já te foderam esse cú? Se não podes leva-los para casa, onde fazes?
- Foi o primeiro, é um fetiche antigo que queria experimentar.
- E gostaste de ter aquilo tudo dentro de ti e ficares engatado?
- Apesar da dor do nó, adorei sim.
- Se puderes repetir, fazes de novo?
- Faço. A dor de estar engatado é grande, mas o prazer é maior.
E as perguntas continuaram. Um longo “interrogatório” sobre tudo, fantasias, fetiches, se tinha brinquedos em casa, etc... eu respondi a tudo.
Foi quando Rui me diz.
- Sabes, quando entrei em casa e dei de caras com o Kazan a foder-te o cu, primeiro veio o choque, mas depois até me deu alguma tesão. Alem de que ele ficou satisfeito, está mais quieto.
- Por norma ficam mais sossegados e mansos, é como nós quando ficamos mais aliviados.
Rui fica a olhar para mim, com ar pensativo, parece que saiu dali por alguns minutos. Olha para mim, nu, todo melado de esporra, levanta-se e vai buscar um copo com água. Volta a sentar-se recosta-se sobre a mesa da cozinha, e aqueles minutos pareciam horas, até que…
- Bem, estou com um enorme dilema.
Eu sem perceber nada, completamente a leste do que ele estaria a pensar.
- Vou fazer-te uma proposta, e quero que penses muito bem antes de responder, alias, só me vais dar resposta amanhã.
Agora sim, estava perdido com aquela frase, não sabia mesmo o que viria dali. Rui inclina-se para a frente, entrelaça os dedos e apoia-os sobre as pernas, com um tom de voz mais baixo, mais grave, diz…
- Ouve até ao fim e com atenção, vou dizer-te o que estive a pensar.
- Estou por um lado, inclinado a correr contigo desta casa e não voltas a entrar cá.
Vou para falar, e ele diz:
- Não acabei.
- Como estava a dizer, ou corro contigo daqui e não voltas cá, ou…
Aquela pausa, deu-me calafrios, era de mau a pior?
- Hum... pois... ou…. Somos amigos há muitos anos, sabes que a minha vida é um stress, por isso vou fazer-te uma proposta. Sabes que não tenho tempo para nada alem do trabalho e por vezes quero chegar a casa e descomprimir. Então, serias tu a descomprimir-me e aliviar-me. – mudas-te para cá e espera sempre por mim, pronto para te foder, cuidas da casa e podes ter as tuas aventuras com o Kazan.
- Pensa nisso e amanhã dás-me a resposta.
Eu incrédulo, sempre o tomei como um garanhão que conseguia qualquer mulher. Pergunto.
- Desculpa, não percebi bem o que queres.
- Já que andas feito puta a dar o cú a homens e agora a cães, aqui tens o dois em um. Passas a ser a puta aqui dentro de casa. Fodo-te quando quero, e o Kazan também, se quiseres até podes foder com os dois ao mesmo tempo.
Aquilo fez tilt no meu cérebro. Mandou-me tomar um duche para depois ir para casa pensar no assunto. Quando terminei, ele esperava por mim a entrada como o Kazan. Abriu a porta e disse.
- Pensa bem no assunto, parece-me que o Kazan está a tua espera.
Ainda nem tinha totalmente saído e a resposta estava decidida.
(continua)
Que delicia de conto amor, você escreve muito bem! Fiquei com um tesão danado enquanto lia, parabéns, teve meu voto! Postei um conto novo, adoraria um comentário seu, e se gostar vote ok? Bjinhos Ângela
Nossa que delícia de conto ainda mais com o sotaque heheh se tiver alguém perto de Suzano SP e curta zoo me chama no salamande8989
Também es de Lisboa hummm abraço