Eu e mais um estávamos solteiros na época, mas todos os outros estavam namorando. Por sorte a casa tinha cinco quartos, então daria para cada casal ficar com um e eu e o meu amigo que eramos solteiros iamos rachar o ultimo que sobrasse.
Dia 26 partimos bem de manhãzinha, no meu carro foi um casal, Dudu e Larissa.
Dudu é um cara gordinho, bem inocente, um grande amigo meu dos tempos da escola. Ele é gente boa, mas, confesso que eu (e todos os nossos outros amigos) achamos ele um tanto lento. Larissa é sua primeira namorada. Ela é bem reservada, meio nerd e bem calada. Pelo que soube, é uma menina bem inteligente e estudiosa.
No caminho até o litoral, Dudu e Larissa mal conversaram, eu tive que puxar papo com eles várias vezes. Os dois deviam estar brigados ou algo assim. Tentei não me importar com isso, afinal, eu estava ali para aproveitar a semaninha no litoral, comer, beber com amigos e descansar para começar o ano relaxado.
Chegamos na casa. Enorme, parecia casa de novela da Globo. Meus outros amigos também chegaram quase no mesmo horário que nós, e fomos direto acender a churrasqueira e fazer um churrasco para o almoço. Abrimos algumas cervejas e ficamos conversando e ouvindo música.
Notei que Dudu e Larissa ficaram um pouco afastados, ela foi para dentro da casa com a cara emburrada e ele ficou um tempo no quintalzão da casa, e depois desceu a escadinha de pedra que levava para a praia nos fundos da casa.
Fiquei com dó da menina, ela parecia estar com os olhos cheios de lágrima quando passou por nós ali na área gourmet. E para ela seria horrível passar uma semana em um lugar onde não conhecia ninguém e a única pessoa que ela conhece estava brigado com ela.
Resolvi ir até ela. Bati na porta do quarto e ela disse para eu não entrar. Insisti um pouco mais, disse que tudo ia ficar bem. Mas nada.
Resolvi ir para meu quarto, desfiz minha mala, organizei minhas roupas no guarda roupa e arrumei minha cama para dormir a noite. Quando estava voltando para a área de churrasco, a menina abriu a porta do quarto dela. Com uma cara de choro, eu entrei e ela desabou a chorar.
Ela contou que ela e Dudu não estavam bem há semanas. Brigavam muito porque ele tinha muito ciúmes dela com os amigos da faculdade. Fiquei com dó dela, a abracei e disse que ia conversar com ele. Tentei animá-la, limpei suas lágrimas. Peguei ela pela mão e levei ela lá para fora, para ela comer um pouco e ouvir uma música animada.
A menina se sentou do meu lado, ficamos ali conversando e comendo. Perguntei para ela se ela bebia e ela disse que não, mas acabou experimentando cerveja.
Quando Dudu voltou da praia, viu ela ali com a gente e bebendo uma cerveja. Resultado: ficou ainda mais puto! Larissa ainda tentou conversar com ele, mas o cara só passou reto e foi pro quarto. Foi esse clima de merda por vários dias. E eu fiquei do lado da garota todo esse tempo - é foda ter empatia, eu sentia pena dela. Eu não era o único solteiro ali, mas, eu era o único que me importava com os sentimentos da garota.
Um dia de noite, Dudu e alguns outros caras quiseram ir para o centro de noite, iam caminhar na orla da praia e ir à um restaurante. Eu vi que Larissa não ia. Ela disse que não estava no clima e que ia ficar lendo um livro em casa mesmo.
Resolvi ficar ali com ela. Quando todos saíram, eu fui lá para sala fazer companhia para a garota.
Percebi que ela estava bem mais receptiva comigo. Sorria mais e conversava bastante. E eu e ela estávamos nos dando bem. Ela conversava sobre tudo e era engraçada. Notei que ela passou a colocar a mão no meu braço quando conversávamos.
Noutro dia na hora do almoço, todos estavam na mesa e ela se sentou do meu lado. Ela e Dudu meio que fizeram as pazes naquela noite, mas, enquanto esperávamos o almoço, a menina colocou a mão na minha perna.
Achei estranho. Olhei aí redor e ninguém estava vendo. Tirei a mão dela da minha perna e ela insistiu em deixar ali. Fiquei aflito. Não queria que Dudu visse. E se ele soubesse disso aí sim ele teria motivos pra brigar com ela. Depois da terceira vez que eu tirei a mão dela da minha perna, foi que ela se tocou e não colocou mais. Eu olhei para a perna de Dudu e ela não estava com a mão na perna dele. “Que diabos essa menina quer?”, pensei.
Depois do almoço eu desci para a praia que dava de acesso para a casa fui só de sunga e toalha. Passou alguns minutos e eu vi Larissa descendo também, só de biquíni, canga e uma bolsinha.
Larissa tinha o corpinho magro, era baixinha e de cabelos longos. Ali na praia ela prendeu bem o cabelo em um coque. Seu biquíni combinava com seu corpo, era pequeno e valorizava seus peitos redondinhos e empinados. A parte de baixo do biquíni era fio dental. Só naquele momento que eu reparei que ela tinha uma bundinha reconchuda. Olhando com o canto dos olhos, notei que dava para ver o volume de sua xana pelos contornos do biquinho.
_ O Dudu não veio? - perguntei.
_ Ele não tá afim de água - ela respondeu como se não se importasse.
Fuçou na bolsa que trazia consigo e tirou um protetor solar:
_ Passa em mim?
Ela falou sorrindo. Me olhando nos olhos. Parecia me desafiar.
Ela estendeu a canga na areia e se deitou de bunda para cima. Coloquei protetor nas costas dela e comecei a deslizar, ela soltou um gemidinho dizendo que estava fria, mas em seguida, elogiou as minhas mãos dizendo que eram “gostosas”,
Continuei passando o protetor sem falar nada. Não queria dar corda. Passei em seus ombros, pescoço, e ela foi relaxando e gemendo de novo, mas dessa vez, um gemido mais provocante. Tive que quebrar o silêncio entre nós:
_ Ei, no almoço você colocou a mão na minha perna. Não faça mais isso. Se o Dudu ou outra pessoa ver, vai dar uma treta...
Senti ela se agitar, parecia estar gostando do meu toque em sua pele. Eu também gostava da pele dela. Era macia, lisa e fina. Comecei a ficar excitado.
_ O Dudu não vai saber de nada. Ele nunca sabe de nada… - ela respondeu um pouco seco.
Do jeito que ela falou, eu comecei a achar que talvez ele tivesse motivos para ter ciúmes dela. A menina não era flor que se cheire. E o sorrisinho que ela me deu depois de falar aquilo só despertou em mim ainda mais desejo, e a certeza de que eu ia acabar me queimando.
Fui passando mais protetor, descendo na lombar dela e ali foi o máximo que fui.
_ Pode descer, passa na minha bunda também…
“Provocante”, pensei. Hesitei um pouco, mas, comecei a deslizar a mão com protetor em sua bunda. Bundinha empinada, redondinha, uma maciez escandalosa. Ela arrepitou a bunda quando fiquei ali deslizando meus dedos, e gemeu mais um pouco.
_ Isso... Continua aí.
Ela estava me tirando do sério. Meu troço já estava marcando minha sunga, mas eu não conseguia parar. Fui deslizando meus dedos para as curvinhas embaixo da bunda, ela foi gemendo e eu descendo um pouco mais, em direção a sua xana.
Fui aproximando, aproximando, até chegar em sua fenda. Pressionei um pouquinho e ela gemeu mais de um jeito manhoso. Me olhou com cara de quem está sentindo tesão.
_ Aí, sim. Aí mesmo, toca mais...
Olhei ao redor, nada de nossos amigos ou de Dudu. Fui além, coloquei seu biquininho de lado e deixei a bocetinha dela exposta. Larissa estava melada. Comecei a deslizar meus dedos pelos seus lábios bem rosadinhos e senti seu corpo ficar elétrico, se arrepiar. Seus gemidos impregnaram em mim.
_Vai, vai…
Deslizava meus dedos para cima e para baixo entre os seus lábios, abrindo eles de levinho, e ela só gemendo, pedindo por mais. Enfiei um pouquinho meu dedo dentro dela, deslizando bem facinho para dentro, e ela ficou me olhando e sorrindo de um jeito malicioso.
_ Está gostando?
Seus olhos desceram para minha sunga e ela viu o volume que era impossível esconder.
Enfiei outro dedo um pouco mais fundo, e comecei o vai e vem. Ela estava gostando, gemia bem baixinho, só para eu ouvir. Eu olhava ao redor para ter certeza de que não íamos ser pegos e continuava. Penetrava meu dedo nela bem fundo e com ânimo. Senti que estava gostoso e então coloquei um segundo dedo. Meu cacete estava doendo de tão duro e viril que estava.
Ela começou a tocar meu volume, a acariciar, e eu continuei fodendo ela com os dedos, agora um pouco mais rápido e mais forte. Se alguém nos olhasse de longe, com certeza saberiam que eu estava metendo o dedo dentro dela, era impossível disfarçar aqueles movimentos. Fiz mais rápido no intuito de fazê-la gozar.
Eu vi a hora que ela começou a perder o controle. Gemeu mais alto, quase perdendo a voz. Seu rosto ficou corado e ela segurou meu braço com força! Tinha gozado com minhas investidas de dedos.
Tirei meus dedos. Estavam melados. Senti o cheiro de sua boceta e chupei seu melzinho. Voltei o biquíni dela no lugar. A safada mordeu os lábios e se deitou com a cabeça no chão.
_ Que delícia... Mas eu queria receber o seu pau em mim… - me provocou.
Eu precisava me aliviar antes de voltar para a casa. Fui para o mar e acabei tocando uma punheta lá.
Continua...