Era um sábado de tarde, em um verão bem quente. Naquele dia, meus primos estavam detidos na escola por terem tirado notas baixas, então, estava somente a minha prima lá em casa. Eu e ela esperávamos eles chegarem, e enquanto isso, ocupamos nosso tempo fazendo nada.
Vale lembrar que eu e ela já tínhamos 18 anos, minha prima era um ano mais velha do que eu.
Ela estava na minha cama, deitada de bruços lendo um gibi e eu estava no tapete do quarto deitado e ouvindo músicas em um fone de ouvido plugado no rádio. O sol já tinha passado pela janela do meu quarto, mas o lugar ainda continuava quente.
Minha prima estava usando uma camisetinha azul que mostrava a barriga, e um shortinho de moletom bem curtinho, e ele era um pouco largo. Ela estava distraída com o gibi, então não me viu espiando. Eu ficava ali olhando para o corpo de minha prima, para suas pernas bem torneadas e seus pézinhos pequenos, balançando de um lado para o outro.
Ficava hipnotizado pela sua bunda grande, e pelo vão do short largo onde eu conseguia ver a sua calcinha (era rosa e com uns detalhes brancos). Adorava ficar vendo seu corpo. Achava ela linda e bem atraente. Mas claro, eu nunca podia admirar seu corpo quando meus primos estavam por perto. Então, um dia em que eu e ela estávamos a sós, era um sonho!
O dia estava tão quente que ela pediu para tomar um banho em casa. Dei uma toalha para ela e, quando ela foi entrando no banheiro, eu pedi para ela não trancar a porta:
_ Vai me espiar é? - ela riu.
Eu disfarcei - era exatamente isso que eu queria fazer, mas precisava inventar alguma coisa.
_ Claro que não, eu preciso pegar um band-aid para um machucado, mas estou com preguiça de ir agora.
Ela me olhou com uma cara de quem não acreditou, mas deu de ombros e fui se banhar.
Depois de alguns minutos, eu fui andando bem de fininho até o banheiro. Abri a porta devagarinho e fiquei ouvindo o momento em que ela ia usar o shampoo, porque eu sabia que ela estaria de olhos fechados naquele momento. Dito e feito. Ela pegou o shampoo na prateleirazinha, contei até 5 e entrei. Feito um ninja, sem fazer nenhum som. Ela se banhava com o box fechado, conseguia ver o seu corpo pardo todo pixelado. Me aproximei ainda mais e abri um pouquinho a porta do box para espiar o seu corpo.
Ela estava de costas, peladinha. A bundona grande e redonda e o corpo magro. Ela estava enxaguando o cabelo e a espuma do shampoo ia escorrendo em seu corpo, delicada e lisinha. Meu pau ficou duro imediatamente. Meu coração parecia que ia sair pela boca de tão ansioso que eu estava vendo aquilo.
Corri para meu quarto antes que ela pudesse me perceber ali. Fechei a porta do meu quarto e fiquei tentando recuperar o fôlego. Queria ficar ali parado no banheiro vendo ela se banhar até amanhã. Daria de tudo para ver aquela mulher pelada.
Meus primos chegaram depois de algumas horas e fomos todos nós para sala assistir à um filme. Ficamos vendo filmes de terror até tarde da noite, mas, depois das 2 da manhã, cada um foi ficando com sono e ajeitando um lugar para dormir.
Um dos meus primos costumava dormir no sofá, eu e o outro dormíamos em um colchão que colocávamos no chão da sala. Minha prima sempre ficava com o meu quarto, já que meus pais (e também os pais dela), não queriam que ela dormisse no meio de três garotos ali na sala.
Eu não conseguia dormir. Ficava me lembrando dela tomando banho e de como foi gostoso ver aqueel corpo gostoso dela, todo molhadinho e espumado. Meu pau ficava duro e doía de tanto tempo que ficava teso. Meus primos roncavam, e eu sabia que meus pais já deviam estar dormindo faz tempo. Eu precisava de mais um pouco da minha prima.
Fui andando bem de fininho pelo corredor, e entrei no meu quarto muito sorrateiramente, na ponta dos pés.
Minha prima estava morrendo de calor. Ela estava com um lençol sobre seu corpo, e usava uma camisetinha de cetim bem fininha de alcinha. Me aproximei dela, o quarto estava bem escuro, apenas a iluminação dos postes da rua iluminavam ali dentro. Mas eu sabia exatamente como me mover e onde pisar para não fazer barulho.
A alça da camisetinha estava caindo, e daria caísse um pouquinho mais, daria para ver seu seio esquerdo.
Resolvi ser atrevido e dar uma puxadinha nele, bem de leve. Um pouquinho mais para baixo e seu seio esquerdo ficou exposto com a minha intervenção. Eram mamas grandes e com um mamilo tão pequenos e uma auréola marrom também bem fininha.
Eu já estava excitado, mas aquilo ali me fez gozar um poquinho na minha cueca. Aquilo que eu estava fazendo era tão errado, meu coração batia forte dentro do peito com o medo de ela acordar e eu ser pego, e se eu fosse pego provavelmente eu teria uma briga complicada com meus pais, meus primos e meus tios. Mas, eu queria mais. Estava possuído pela luxúria e pelo tesão de espiar mais.
Comecei a puxar o lençol que cobria seu corpo e quando o lençol caiu no chão, eu vi o seu quadril e suas pernas. Minha prima estava dormindo só de calcinha (amarela com detalhes da costura branco). Eu fui para bem perto de suas pernas e sua virilha. Fiquei ali admirando as curvinhas que vinha da sua barriguinha, do umbigo, do ossinho da pelvis. Sua calcinha, tão inocente, tinha uma curvinha bem peculiar, um “calombinho” que dava início para sua xaninha. Um “capô de Fusca” bem desenhado. Cheguei bem perto de sua virilha e senti o cheiro. Tinha cheiro de sabonete e um pouco de suor.
Suas pernas também eram lindas, coxas grossas e bem torneadas. Toquei de leve a sua coxa e ela se mexeu um pouquinho. Fui esticando minha mão até o vão de suas pernas, me aproximando de sua boceta, com um só dedo, e toquei ela.
Macia e quente.
Ela se mexeu e eu gelei até a alma!
Mas para minha sorte, ela continuava dormindo só tinha mudado de posição.
Estava deitada de barriga para cima agora, e eu conseguia ver ainda melhor seu corpo e suas curvas. A excitação era tanta que eu segurava meu pau por cima do short tentando me conter, alisando ele em uma leve masturbação controlada.
Fui até os pés da cama e com muita calma eu abri as suas pernas tocando de leve um de seus joelhos. A vista de suas pernas abertas e sua calcinha me deixaram maluco de tesão.
Tirei meu pau para fora do short e comecei a bater uma ali mesmo torcendo para ela não acordar.
Olhava o seu seio desprotegido, com mamilo apontanado para o teto. Admirava seu abdômen liso, seu umbiguinho sexy, sua calcinha, suas pernas abertas. A curvinha que levava para a xaninha, seu cheiro. Me masturbava imaginando como seria estar ali entre as pernas dela, tirando sua calcinha deslizando ela pelas suas pernas lisas e me enfiando dentro dela com meu pau fervendo e cheio de sangue.
Gozei.
Gemi bem quietinho, revirando os olhos e me segurando para não cair para trás. Estava tão louco de tesão e com tanta porra acumulada desde aquela tarde que meu jato de porra voou longe. Minha porra foi parar bem em cima de sua calcinha e sua barriga.
Fiquei tão assustado dela acordar depois disso que fui deslizando para fora do quarto e fechando a porta. Corri para o colchão na sala e fingi que estava dormindo. O gozo foi tão gostoso e me aliviou tanto, que dormi em questão de segundos.
No outro dia, durante o café da manhã. Eu e meus primos estávamos comendo torradas e tomando café com leite, quando minha prima abriu a porta do meu quarto e veio caminhando lentamente pelo correor. Chegou na cozinha com uma cara cansada e dizendo que teve um sonho muito estranho e nojento naquela noite.
_ Nojento como? - perguntei.
_ Nojento do tipo, você me espiando de madrugada, feito um tarado!
Meus primos riram, já eu, fiquei com um frio terrível na espinha - Demorei alguns segundos para perceber que ela também estava brincando, afinal, no dia anterior nós assistimos filmes de terror e em um deles um assassino estava dentro do quarto de sua vitima.
Respirei aliviado, mas, ela nunca confirmou se o sonho havia sido aquele mesmo. Além do mais, ela também nunca falou sobre a porra em sua barriga e na sua calcinha, e eu também nunca contei isso à ninguém.
No fundo, eu tinha uma leve suspeita de que talvez ela soubesse o que eu fiz, mas nunca contou à ninguém por ser muito gente boa.