1983



Isso aconteceu a muitos anos, eu era jovem cheio de tesão e fui trabalhar em uma pequena empresa, éramos seis funcionários e o patrão, tinha uma secretária, uma mulatona com um rabão, eu olhava mas sempre tratava de dona, perdi as contas de quantas vezes bati punheta em homenagem aquela bunda, e garanto que a maioria foi na firma pois sempre subia a escada atras dela admirando discretamente aquele monumento a luxuria, e como já se foram 44 anos não sei se ainda é viva pois eu tinha 21 e ela uns 40, e fomos pegando amizade, festinhas da firma, barzinhos, em todas essas ocasiões sempre tratando de dona, ela entrou de férias e numa dessas entrou uma tal de Regina, e comi essa temporária, não foi uma foda boa, mas comi, na volta de dona secretaria (por enquanto vou manter sigilo no seu nome), voltamos a ir beber em uns barzinhos perto da firma, e sempre esperavamos os demais irem embora para conversar melhor, não sei o que ela fez que me convenceu a contar a minha saida com a temporária, sem dar detalhes contei, talvez por causa da cerveja e mais descontraido falei, ela prestou uma atenção, passou, e em uma saida dessas só nos dois depois de umas cervejas saimos do bar ela me levou ate atras de um carro e ficamos conversando e derrepente ela passa a mão no meu pau, pronto com dona e tudo atochei o dedo na buceta dela, como estava tarde e com cerveja nas idéias, ja acertei para o dia seguinte, para estar de cara limpa e com grana na mão, afinal comer uma mulher daquele top tinha que estar garantido, meu sonho de consumo se realizando, um muilherão, fui para casa e o pau inquieto, no dia seguinte era dona pra cá, dona pra lá... saimos e fomos para um hotel no centro, simples mas bonito, pronto me acabei, ja fui agarrando e beijando sendo correspondido, mal tinhamos entrado no hotel meu pau ja tava duro, a emoção era muita em saber que iria fuder aquela mulher, tirei minha roupa e fui tirando as roupas dela, vendo aquela mulatona nua na minha frente, buceta raspadinha, (garantoque fez na vespera), fui passando a mão e sentindo ela toda, deitei e comecei a beijar da boca ao grelo, dai pra frente foi só fuder, me acabei de tanto meter naquela buceta até gozarmos, sai satisfeito, no dia seguinte continuei chamando de dona mas seu olhar para mim ja era de outra forma, parecia querer dizer, dona não, mas isso foi uma coisa que ela falou na foda seguinte, ja viu, no auge dos vinte anos e tesão a toda, na semana seguinte fudemos outra vez, ai ela ja foi logo falando, dona não, pra mim foi muito bom não ter esse limite e chamala pelo nome, foi meter a piroca naquele bucetão e deixar ela toda assada e feliz, ela era solteira e isso foi melhor ainda, ela não tinha compromisso de horário, e toma buceta na cara, pau nos peitos, cavalgava com gosto enquanto e pediu para mete o dedo no cu, eu metia o dedo no seu cu, ela gemia e se largava, as esporradas eram diversas ao gosto dela, na camisinha, nos peitos, na buceta ela escolhia onde, na firma os dias passaram a ser mais excitantes e eram gozados, na frente de quanquer um era dona, mas se estavamos sozinhos era direto pelo nome e agarração, no inico do expediente ao subir a escada antes educadamente deixava ir na frente mas respeitando, não olhava, mas depois ela subia e eu ia admirando aquele rabo lindo, entrava e antes que o restante chegasse ia para a cozinha e enquanto ela preparava o cafe eu a bolinava, não sei como eu consegui manter essas duas façes enquanto trabalhava lá, na hora do almoço ela interfonava para a oficina perguntando se podia esquentar meu almoço, dizia que sim, as vezes ela esperava o boy sair para fazer entrega e o patrão sair para almoço e falava, o almoço esta quente,eu me lavava subia, ia até a cozinha esperava ela aparecer e lhe dava uma agarrada, eu botei o pau pra fora e falei pra ela, ta vendo esse pau, eu bati muita punheta em sua intenção, ela sorriu olhou e pegou batendo uma ali na cozinha, olhou pra mim e falou, agora não precisa mais bater punheta, eu bato pra voce, me beijou e continuou ate eu esporrar na sua mão, ela não se conteve e esfregou a porra toda no meu pau, deixou ele todo esporrado da cabeça ao saco, perguntei se ela ia deixar assim, ela, vou, como é que voce faz quando punheta? ela, então, vai lá e limpa, fui até o banheiro com o pau pra fora, tirei a roupa e tomei um banho, teve um dia que eu acho que ela veio de saia de propósito para me instigar, e na hora do almoço ao subir encontrei ela na cozinha ajeitando as coisas pro almoço, não perdoei, peguei el encostei na parede levantei a saia dela abaixei a calcinha e lambi aquela buceta, ela falava para parar tentando me convencer a não ir até o fim mas aos poucos fui sentindo as mãos dela diminuindo a força em me afastar e enterrando minha cara na sua buceta, suas coxas se separaram e chupei ate ela ficar toda melada gozar, qundo suas pernas começaram a ficar bambas parei, levantei e a beijei, ela olhou pra mim e falou, caralho, agora to toda melada, eu respondi, estamos quites, quer que eu limpe, perguntei, queria, mas aqui não, é perigoso, pode chegar alguém, e nesse momento ouvimos a porta abrir, era o patrão voltando, ela não conseguiu se recompor, a calcinha no meio das coxas e a buceta melada de seu gozo, enquanto nos preparavamos para almoçar o patrão conversava com ela sobre algumas coisa para depois do almoço, eu observava ela andar com receio da calcinha cair pelas suas pernas, ela me olhava e eu sorria e fazia expressões faciais de excitção e lógico tambem aquele sorrisinho sacana de canto de boca me deliciando com o fato, desci pros meus afazeres, momentos depois ela aparece e vai perto de mim e falando para não fazer mais isso, eu perguntei, isso o que? tirar a minha roupa, eu respondi, não tirei, só abaixei sua calcinha e novamente aquele sorrisinho debochado, ela disse, tô toda melada, falei, deixa eu ver, ela não, deixa, só tem nós dois aqui, (nessa época não existiam as câmeras de segurança), deixa vai, ela levantou a frente da saia e pude ver sua calcinha melada, passei o dedo enfiei a mão por dentro e meti na buceta, ela tirou minha mão e perguntou se eu tava maluco, cheirei meu dedo, lambi e olhando em seus olhos e falei gostosa, da próxima vez eu arranco ela todinha, quando o patrão viajava era melhor o horário do almoço, ela ajustava as saídas do boy para depois do almoço e liberava para ele ir para casa e depois do almoço eu deitava no seu colo no sofá da sala dela, alisava seus peitos, tirava eles para fora e caia de boca, pena que uma hora depois tínhamos que parar a brincadeira e voltar a vida normal, afinal essas transgressões são as mais deliciosas fodas.
    Fudemos muitas vezes até eu casar, depois não nos vimos mais, tenho saudades daquela buceta.

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Ficha do conto

Foto Perfil sozinho6969
carentecasado

Nome do conto:
1983

Codigo do conto:
271529

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/09/2026

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