Seguinte. Era sexta-feira à noite, e eu decidi colar na casa de um amigo meu. Amigo de escola, nos conhecemos desde os dezesseis, e eu estou com vinte e um agora. Normalmente, não avisamos um ao outro, apenas chegamos lá e pronto. Acontece que, nessa sexta, ele não estava lá, mas eu não sabia. Toquei a campainha como de costume, dei um grito pelo portão quando ele não atendeu e, de repente, me sai a mãe dele na porta.
— Oi, fulano, ele não tá. Saiu com uns amigos.
— Beleza, Dona Angela, obrigado. Quando ele voltar, fala que eu passei aqui.
Mas quando eu me virei pra ir embora, percebi que ela já vinha andando na minha direção, o barulho das chaves trincando umas nas outras.
— Acho que ele volta logo — ela disse, — ele falou que ia tomar só uma cervejinha. Entra aí pra esperar ele, tô fazendo bolo e café.
Nesse momento, ela já estava colocando a chave no cadeado do portão. O quintal, que fica entre o portão e a porta de onde ela saiu, era muito escuro, então eu não enxergava porra nenhuma. Mas na calçada tinha um poste, bem em cima de mim. Foi aí que eu vi a dona Angela com um shortinho apertadinho — deveria ser uns dois números menor, não tem como — e uma regatinha que mal segurava os peitões dela. Sério, dona Angela é viúva e uma cavala com C maiúsculo, de verdade: uma morena delícia, do rabo até as coxas e os peitões. E o rosto nem é de se jogar fora. Ela é bonita, pra idade. Não sei, mas deve ter uns cinquenta anos, por aí. Tá bem conservada a cavala.
Fiquei meio constrangido, meio tímido, mas aceitei entrar. Ela é do tipo que insiste, sabe? Desde quando eu era pequeno. Me forçava a comer um prato horrível que ela fazia com quiabo, eu odiava, mas acho que ela sempre teve esse efeito em mim. Mandava e eu obedecia. E já que o meu amigo ia voltar logo, por que não, né?
Entrei e sentei no sofá da sala. Tava passando um filme, com o Will Smith na televisão. Fiquei assistindo. Ela entrou logo depois, dizendo que ia trazer um cafézinho e o bolinho, e foi falando sozinha pra cozinha. Não consegui não olhar aquele rabão passando. Meu deus. Eu já tava ficando de pau duro pra mãe do meu amigo e isso tava me deixando mal. Imediatamente imaginei aquela bundona de quatro, levando rolada. Tive que ajeitar o pau na cueca, sabe, mas o shorts não escondia muito. Ainda bem que eu tava sozinho na sala. Cruzei a perna e esperei.
Ela voltou com uma bandeja. Duas xícaras, dois pratinhos com duas fatias cada. Bem bonitinho. Me deu o pratinho e se inclinou pra bota as xícaras na mesinha de centro. Novamente, a raba dela gritando na minha cara. O shortinho marcava tudo, absolutamente tudo, e aquelas coxonas...
Depois ela sentou do meu lado. A gente comeu meio em silêncio, meio conversando. Nunca fui muito de papo com a dona Angela, apesar de ser extrovertido pra caramba, e fomos falando do filme. Eu sempre concordando com os "que mentirada" que ela mandava.
Aí, surge aquela pergunta, né: e as namoradas?
Disse que tava solteiro, que tava procurando uma, mas que tava difícil achar. E era verdade. Não tenho sorte com a mulherada. Não sei porque, nem sou feio.
— Mas você não é que nem o meu filho não, né? Só sai com homem, parece até viado.
Eu ri e respondi.
— Não, eu saio com mulher também.
— Homem é assim, tem que sair mesmo, curtir. Tá novo ainda. Tem que dar é trabalho. Meu filho não trás uma mulher pra casa, fico até com medo.
E ela riu enquanto mordia o bolo, ainda lembro da cena. Achei que era só uma conversa tranquila, mas aí veio a guinada. Ela começou a falar muito. Muito mesmo.
— Mas a pista pra mulherada tá ruim também, viu?
— Tá é?
— Ô! — ela baixou a voz e começou a fala como se tivesse me contando um segredo. — Esses dias eu saí com um aí. Me levou pra jantar, não sei o que, comprou até flor pra mim. Aí, depois do jantar eu falei "vamo pra algum lugar?", já esperando, né, que ele fosse, né...e fui eu que tive que perguntar, o cara não tinha atitude nenhuma. Aí ele falou que não sei o que, que amanhã tinha que trabalhar, que não ia dar. Aí eu lá, insistindo. Aí do nada, ele fala, "ai, é que eu não gosto de fazer isso no primeiro encontro, sabe? Eu prefiro conhecer a pessoa, não sei o que". Papo de broxa. Falei beleza. Me deixou em casa e ó, foi embora.
Eu já tava louco com a conversa, meu pau durasso, e ela pegou o whatsapp pra me mostrar a conversa, mas não abriu.
— Ó, — ela disse — umas 5 mensagem, desde ontem, nem abri. Quero é que se foda.
Eu não sabia o que falar, então mandei o "é foda"
— Aí não dá, né — eu disse — ele que vacilou.
— Homem que não dá no coro não dá não. Sai fora. — ela dizia, balançando a cabeça.
Não sei de onde tirei coragem, mas contei pra ela que as novinhas, da minha idade, é que evitavam fazer isso no primeiro encontro. Que a gente levava elas pra sair e não dava em nada, era só gastar dinheiro.
— Tem que rolar, né? — ela falou, olhando pra televisão. — Tem que dar umazinha. Gente, é tão gostoso. Não precisa nem levar pra sair, é só falar "bora?" e bora.
Nessa hora eu só queria falar "bora?", mas não tive coragem.
— É, tão muito difíceis essas novinhas. — Então, acho que finalmente virei homem e dei uma dentro: — Acho que eu vou procurar uma mais velha pra mim.
— Eu é que vou atrás de um novinho. Esses mucilon, falam que dão no coro, viu? — e ela tocou meu ombro, bem de leve, quase um tapa.
Foi aí que eu percebi que a cavala tava me dando moral. Era mãe do meu amigo? Era, mas eu tava pensando com a cabeça de baixo.
— Eu tomo um tadalazinho e não quero nem saber — falei, pegando a xícara pra tomar, movido mais pelo tesão que pela coragem.
— E dura? — ela perguntou. Nessa hora, ela virou pra mim. O Will Smith ficou atuando sozinho.
— Dura — falei. — Tem dias que eu dou umas três seguidas. Mas as minas não aguentam geralmente.
Menti. Nenhuma mina nunca pediu arrego comigo. Mas eu tinha que fazer uma propaganda, né?
— Jesus, acho que três seguida, eu tô no céu — ela disse rindo. Do nada, começou a acariciar minha coxa.
Fiz o mesmo. Coloquei meu braço no ombro dela, e ela veio devagarinho, encostando a cabeça. Fiquei brincando com o cabelo dela. Era meio curtinho, na altura do ombro, bem preto. Claramente pintado. A mão dela veio brincando mais pra cima. Certeza que ela já tinha percebido o volume aí, mas eu deixei.
— Tu tem tadala aí? — ela perguntou.
— Tenho na carteira.
— Deixa eu ver.
Peguei a carteira no bolso. Tinha metade uma cartela ainda, que eu tinha comprado sei lá quando. Dei na mão dela. Ela tirou um, olhou, me deu e falou que ia pegar mais café. Voltou com uma xícara quase na metade, mas eu dei o gole só pra engolir o comprimido. Ela nem esperou fazer efeito. Sentou do meu lado e foi acariciando o volume. Meu pau já tava durasso. Foi aí que eu beijei ela. A cavala da mãe do meu amigo, minha língua dentro da boca dela, e ela acariciando minha rola.
Eu pensei "é agora". Não tem mais volta. E não teve mesmo. Logo depois ela já tava deitadinha em cima do meu colo. Ela puxou o shorts pra baixo, depois a cueca, deu uma punhetada rápida. — Que delícia, ai — ela disse, e eu não aguentei de tesão, fui empurrando a cabeça dela devagarinho, até ela mamar.
E que mamada gostosa, meu deus. Ela descia até as bolas e subia de novo, sem parar, molhadinho. Ela foi mamando e se ajeitando no sofá, empinando a raba de quatro. E eu lá, acariciando aquela bundona por baixo do shortinho, apertando e pegando com força. Eu tava tentando pensar em como tinha chegado naquilo, mas eu realmente não lembrava. Só sabia que ela tava mamando gostoso. E eu sabia que, como ela tinha dito, homem tem que dar no coro.
— Isso, bem gostoso, mama tudinho — eu fui falando, uma mão na raba dela e a outra só de leve na cabeça.
Eu ainda lembro do glok glok glok que a garganta dela ia fazendo, meu pau estralando lá no fundo. Botei ela pra mamar por um tempo, aí ela levantou a cabeça e disse:
— Mete em mim.
— Fica de quatro — eu falei.
— Não não, pera aí, vou pegar um cobertor, já volto.
Ela saiu pulando igual uma menina alegre e voltou igual. Devia tá toda feliz que ia levar pica. E eu punhetando, por segurança. Ela colocou o cobertor no chão. A safada queria ela ali mesmo.
— Deita — ela falou.
Eu obedeci, claro. Ela veio por cima de mim, puxando o shortinho de lado. Segurou meu pau e encaixou certinho.
— Aiiiii, ai que delícia, aiii.
Ela gemia tão gostoso, e tava toda molhada. Meu pau deslizou facinho pra dentro dela. Não é como se ela não estivesse acostumada com pica também, né? Na casa dos 50. A cavala era pesada. Ela não era gorda, era uma gostosassa, mas a bunda devia pesar uns 20 quilos sozinha. Uma delícia de mulher.
— Ai, ai, toma vai...toma vaaaai.
Ela falava tudo isso com uma voz fininha de tesão, enquanto sentava gostoso na minha pica. Era quase um agachamento que ela tava fazendo. O ploc ploc da raba dela descendo me deixava louco.
— Pede, vai, pede — ela tava falando.
— Isso, senta, cachorra — eu falei, achando que ela ia gostar.
— Pede, vai. Fala "senta, dona Angela". Vai, fala.
Era uma puta do caralho aquela mulher. Segurei a cintura dela e falei.
— Senta, dona Angela, senta bem gostoso, senta.
— Ai. Ai, isso, isso, aaai. Ai que delícia, fala, vai, fala pra mim, fala.
— Senta assim, dona Angela, senta. Sua sentada é uma delícia. Quem não quer te comer no primeiro encontro é um viadinho.
— Um viadinho, ai — ela dizia. — Aquela...ainn...aquela bixa do cacete. Vai, come, come o que ele não comeu, come, vai. Vai!
Ela segurou meu peitoral com as duas mãos e começou a sentar com mais força. Ela gemia muito gostoso, era realmente enlouquecedor, não faz ideia.
— Ai! Ai, que pau gostoso de sentar. Ai. Toma, filha da puta, tá gostando tá? Seu safado do caralho. Filha da puta. Ai. Ain! Ainn, ai que delícia de piroca, nossa. Toma bucetada, toma. Toma bucetada, vai, toma, vai, que delícia!
Era isso o tempo todo, durante uns 10 minutos. Sentada e gemida, me xingando, falando sobre como meu pau era gostoso e não sei o que. Com uma cavala dessas, não tinha nem como ficar mole.
Depois, ela inclinou pra frente, tirou minha camiseta e pediu pra eu meter. E eu meti. Meti que achei que os vizinhos fossem ouvir, mas ela foi ficando mais quietinha. Fui igual uma broca dentro dela, mas cansei rápido.
— Você gosta da bucetinha de uma coroa, não gosta? Não gosta?
— Eu gosto — falei. — Sua bucetinha toda delícia, dona Angela.
— Ai, dá tanto tesão quando você me chama assim, sabia?
— Então fica de quatro, dona Angela, que eu vou meter em você.
Afastamos a mesinha pro lado e coloquei ela de quatro, pernas no chão, cara no sofá. Ela enfiou a cara nas almofadas e no estofado pra abafar os gemidos e os gritos. As pernas da dona Angela, duas coxas enormes, tremiam. O joelho tava quase dobrando, e eu lá, socando fundo. E ela pedindo mais. Não tinha mais pau. Não sou pequeno, tenho uns dezesseis centímetros, mas a velha era insaciável. Não sei como, mas mantive a velocidade.
— Ai vou gozar, vou gozaaaAAAAARH!!
O gemido dela virou grito e eu lá, me matando pra socar firme. Fiquei mais um pouquinho e parei. A buceta dela tava apertando meu pau. Tinha gozado, certeza.
Ficamos nessa brincadeira mais umas duas horas. Indo e voltando. Comi a cavala no sofá, no chão, contra a pia da cozinha (quando ela foi lavar a louça). Acho que nunca fodi tanto e tenho certeza que nunca fodi tão gostoso. O tempo todo ela pedia pra eu chamar ela de dona Angela. Acho que metia tesão nela.
— Tá gostando de levar pica do amigo do seu filho, tá dona Angela?
Ela tava de quatro no sofá ainda, mas eu tava puxando o cabelo da vagabunda, socando igual um animal.
— Eu tô! Aiinnn...mete com forçaaaa...
Não consigo descrever os gemidos de jeito nenhum. Era aquela voz de mulher mais velha, sabe? Mas que se transforma numa putinha na cama? Uma delícia.
No final, não consegui nem gozar. Achei que não ia acabar mais também, mas ela cansou uma hora. Botei minha roupa de volta e voltei pra casa. Felizmente, meu amigo não voltou na hora, se não a gente tava fodido. Agora a cavala tá me chamando de novo, pra amanhã. Disse que guardou minha cartela na bolsa, e eu doido achando que ia dar merda se meu amigo visse a cartela lá. Ela disse que faltou porra. E faltou mesmo, mas acontece isso quando tomo um tadala, não sei porque. Mas é melhor que gozar rápido.
Eu sei que a cavala é mãe do meu amigo. Eu me sinto mal. Mas eu não posso evitar, ela é uma coroa deliciosa. Pelo menos mais umazinha eu vou. Tá pra nascer mulher com uma bucetada melhor.
E é óbvio que o nome dela não é Angela.