Mariana, minha esposa na época, saiu de casa às sete da manhã. Legging preta colada no corpo, blusa larga de algodão que escondia o sutiã, cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado. Beijou minha boca de leve, disse que ia resolver “umas coisas” com a Carol, sua melhor amiga e que voltaria no final da tarde. Eu ainda estava de bermuda, segurando a xícara de café, quando o carro dela sumiu na esquina. Liguei pela primeira vez às nove e meia. Caixa postal. Liguei de novo às onze. Nada. Mandei mensagem: “Tudo bem?”. Sem visualização. Às duas da tarde já estava com o peito apertado. Liguei mais três vezes. Silêncio absoluto. O dia inteiro se arrastou pesado, a casa vazia demais, a imaginação trabalhando contra mim. Quando a porta abriu, já era quase meia-noite. Eu estava na sala, luz baixa, esperando. Ela entrou sem pressa, fechou a porta com o pé e largou a bolsa no sofá. O cabelo estava solto agora, um pouco úmido nas pontas, como se tivesse tomado banho e não secado direito. Ou como se alguém tivesse suado em cima dele. Cheguei perto. O cheiro bateu primeiro: o perfume dela misturado com algo mais denso, mais animal. Saliva. Não era só no pescoço. Era no colo, no canto da boca, atrás da orelha. Um cheiro úmido, de boca, de beijo longo, de alguém que tinha lambido e chupado e deixado marca. Eu puxei o ar fundo e senti o estômago revirar de ciúme e tesão ao mesmo tempo. — Onde você estava? — perguntei. Ela sorriu de um jeito que eu nunca tinha visto. Mais safado, mais solto. Não respondeu. Só se aproximou, passou a mão pela minha barriga e se esfregou em mim enquanto tirava a blusa. Por baixo não tinha sutiã. Os peitos estavam macios, os mamilos duros. Antes de dela tomar banho, a puxei pro quarto e enfiei a mão entre as pernas, por cima da legging, senti o calor. Tirei a calça dela. A calcinha estava úmida. Enfiei dois dedos sem aviso. A buceta estava diferente. Mais larga. Mais aberta. Os lábios inchados, o caminho mais fácil, como se tivesse sido esticada e usada por horas. Ela gemeu baixo quando meus dedos entraram sem resistência. Estava molhada demais, escorregadia demais pro tempo que a gente tinha ficado sem se ver. Eu mexi os dedos dentro dela e senti o interior quente, frouxo, ainda com o formato de outra coisa. — Você tá diferente — falei, a voz baixa. Ela só arqueou as costas e empurrou o quadril contra minha mão. Começamos a foder com a luz apagada. Eu a deitei de costas, abri as pernas e enfiei o pau de uma vez. Ela engoliu tudo fácil demais. A buceta se fechou ao meu redor, mas não com a mesma aperto de sempre. Havia espaço. Eu metia fundo e ela pedia mais, mais rápido, mais forte, a voz rouca, os olhos fechados. As unhas dela riscaram minhas costas. O cheiro de saliva ainda estava no pescoço dela. Eu lambi ali, sentindo o gosto estranho, e continuei metendo. Em algum momento a gente começou a fantasiar alto, como já fazia às vezes quando o sexo ficava mais sujo. — Imagina se tivesse outra pessoa aqui — eu disse, segurando o queixo dela. — Imagina se alguém te comesse junto comigo… Ela gemeu mais alto, apertando as pernas na minha cintura. — Seria gostoso… você filmando enquanto eu chupo o pau dele… Eu enfiei mais fundo, batendo na virilha na dela. — Ele te abrindo enquanto eu te fodo… enfiando o pau na sua boca enquanto eu como essa buceta… A respiração dela ficou irregular. Os olhos se abriram um pouco. E aí veio o ato falho, limpo, sem filtro, a frase saindo antes que ela pudesse segurar: — Mas ele… o amigo da Carol… ele já me fode assim há meses… O silêncio durou menos de um segundo. Eu parei no meio de uma estocada. O pau ainda enterrado nela até o fundo. O sangue subiu quente na cabeça e desceu direto pro pau, deixando ele ainda mais duro. Raiva e tesão se misturaram de um jeito sujo, quase doentio. Eu puxei o pau quase todo pra fora e enfiei de novo com força. — Então é isso? — falei no ouvido dela, a voz grossa, controlada só pela metade. — Há meses você deixa outro cara te abrir assim? Voce me trai há meses?Por isso cheiro de saliva no corpo? Ela gemia, tentando falar, mas eu não deixei. Virei ela de quatro de uma vez, segurei a nuca com força e enfiei tudo de novo. A bunda dela bateu na minha virilha. Eu metia seco, fundo, sem piedade, sentindo aquela buceta mais larga me engolir fácil, o caminho já aberto por outro. Cada estocada era misturada de traição e desejo. Eu apertava a nuca dela, puxava o cabelo, batia a mão na bunda enquanto fodia. — Conta os detalhes — ordenei. — Conta como ele te come. Ela estava tremendo, a voz quebrada entre gemidos. — Ele… noralmente me leva pro apartamento dele… me fode no sofá… na cama… me deixa de quatro e mete fundo… às vezes me faz chupar depois que goza… Eu metia mais forte a cada frase, a raiva alimentando o tesão. A buceta dela fazia barulho molhado, escorrendo. Eu sentia o próprio pau deslizar fácil demais, sentia o espaço que outro homem tinha deixado. Ela gozou primeiro, apertando, tremendo, soltando um gemido longo e rouco enquanto a buceta pulsava ao meu redor. O corpo dela se sacudia. Eu continuei metendo através do orgasmo dela, sem parar, sentindo ela escorrer pela minha virilha. Não demorei muito. O gozo subiu quente, pesado. Eu enfiei até o fundo, segurei a bunda dela com as duas mãos e gozei dentro com força, enchendo tudo, jorrando fundo, sentindo a porra quente se acumular e começar a escorrer pelas bolas. Eu gemera baixo, a testa encostada nas costas dela, o pau ainda latejando. E não amoleceu. Continuei duro. O pau escorregava agora no meu próprio gozo, quente e viscoso, misturado com a porra dela. Eu puxei o cabelo dela pra trás, levantei o rosto dela e voltei a meter, mais lento no começo, sentindo o próprio sêmen escorrer enquanto eu fodia de novo. — Continua me contando — eu disse, a voz baixa e grossa no ouvido dela. — Conta tudo. Como ele te beija. Como ele te abre. Como ele goza. Ela obedeceu, a voz embargada, os gemidos misturados com as palavras. Eu continuei duro dentro dela a noite inteira, metendo no meio da confissão, da raiva e do tesão, sentindo a buceta largada, molhada de porra, ainda quente do outro homem. E cada vez que ela falava o nome dele, ou descrevia o que ele fazia, meu pau latejava mais forte, e eu metia mais fundo. Eu puxei o cabelo dela com força, erguei o rosto dela e falei no ouvido, a voz baixa e pesada: — Continua. Conta tudo. Não omite nada. Ela engoliu em seco, a respiração ainda irregular, o corpo quente e suado sob o meu. A voz saiu embargada, misturada com gemidos cada vez que eu enfiava fundo: — Ele… ele me fode de várias formas… me deixa de quatro no sofá… me puxa pelo cabelo… mete na buceta até eu gozar… e depois… Eu parei por um segundo, o pau enterrado até o fundo. — E depois o quê? Ela hesitou. Eu apertei o cabelo mais forte e dei uma estocada seca. — Fala. — Depois ele… ele fode meu cu também. O silêncio que se seguiu foi pesado. Eu senti o sangue subir de novo, quente, quase dolorido. Ela jamais tinha deixado eu meter no cu dela. Nunca. Todas as vezes que eu tentei, mesmo com carinho, mesmo com dedo, mesmo pedindo, ela fechava as pernas, recuava, dizia que doía, que não gostava, que não queria. E agora, de quatro na nossa cama, com a buceta ainda cheia da minha porra, ela confessava que outro homem já tinha enfiado o pau no cu dela. — Você nunca deixou eu te comer o cu — falei, a voz saindo quase como um rosnado. — Nunca. E ele comeu? Ela balançou a cabeça, envergonhada, mas o corpo continuava rebolando de leve contra o meu pau. — Ele insistiu… me preparou… usou bastante saliva… dedo… e depois meteu… eu deixei… e depois de algumas vezes já entrava mais fácil… A raiva explodiu misturada com um tesão sujo, quase cruel. Eu tirei o pau da buceta dela de uma vez. A porra escorreu grossa pelas coxas dela. Sem falar mais nada, eu passei a cabeça do pau no cu dela. Estava apertado, fechado, mas não tanto quanto eu imaginava. Ela se contraiu na hora. — Espera… — ela começou a dizer. — Sem preparo… vai doer… Eu não esperei. Segurei os dois lados da bunda dela com força, abri e enfiei. A cabeça do pau forçou a entrada. Ela soltou um gemido agudo, quase um grito, o corpo inteiro se contraindo. Eu continuei empurrando, sem piedade, sem saliva extra, sem dedo, sem nada. Só a pressão constante, seca no começo, depois lubrificada só pela porra que ainda escorria da buceta dela. O cu dela resistiu, apertou, tentou fechar, mas eu forcei até a cabeça entrar por completo. Ela arquejou, as unhas cravando no lençol. — Caralho… dói… para… Eu ignorei. Empurrei mais. Centímetro por centímetro, sentindo o anel apertar o pau com uma força que a buceta dela já não tinha mais. O interior era quente, estreito, diferente. Eu gemia baixo de tesão e raiva enquanto enfia mais fundo. Quando enfim enterrei tudo, as bolas batendo na buceta molhada dela, ela estava tremendo, a respiração ofegante, um gemido longo e dolorido saindo da garganta. — Você deixou ele te foder aqui — falei, quase cuspinho as palavras no ouvido dela — e nunca me deixou. Agora eu vou comer esse cu sem dó. Comecei a meter. No começo bem lento, só pra sentir o aperto, mas logo aumentei o ritmo. Cada estocada fazia ela soltar um gemido mais alto, misturado de dor e de um prazer sujo que ela não conseguia esconder. O cu dela ia cedendo aos poucos, se abrindo sob a força das minhas estocadas. Eu segurava a cintura dela com força, puxava o corpo pra trás contra o meu pau, metendo fundo, seco, sem piedade. — Conta como ele te comeu o cu — ordenei, metendo mais forte. — Fala enquanto eu te fodo. Ela falava entre gemidos, a voz quebrada: — Ele… ele me deixava de quatro… lambia primeiro… depois metia o dedo… e quando eu estava mole… enfiava o pau… metia fundo… gozava dentro… algumas vezes me fazia chupar depois… Cada detalhe me deixava mais duro. Eu metia com raiva, a bunda dela batendo na minha virilha, o som molhado e sujo preenchendo o quarto. O cu dela já estava mais aberto agora, engolindo o pau com menos resistência, mas ainda apertado o bastante pra me deixar louco. Eu puxava quase todo pra fora e enfiava de uma vez, sentindo o anel se fechar em volta da base. Ela começou a gozar de novo, o corpo se contraindo violentamente, o cu apertando meu pau em espasmos. Eu continuei metendo através do orgasmo dela, sem diminuir o ritmo. Quando senti o gozo subir de novo, enfiei até o fundo, segurei a bunda dela aberta e jorrei dentro do cu dela, enchendo, sentindo a porra quente se acumular e começar a vazar quando eu mexia o pau. Mesmo depois de gozar, continuei duro. Continuei metendo no cu dela, mais lento agora, sentindo a própria porra escorrer e lubrificar ainda mais. Ela estava mole, ofegante, o rosto enterrado no travesseiro, gemendo baixo a cada estocada. — Ainda não terminei — eu disse, puxando o cabelo dela pra cima. — Você vai sentir esse pau no seu cu a noite inteira. E vai continuar me contando cada detalhe enquanto eu te fodo. E eu continuei. Sem piedade. Sem preparo. Só raiva, tesão e a confissão dela ecoando no quarto enquanto eu comia o cu que ela nunca tinha me dado. Cada vez que eu puxava quase tudo pra fora, via o anel do cu dela se fechar devagar, tentando voltar ao tamanho normal, e depois se abrir de novo quando eu enfiava fundo. A porra escorria grossa, misturada com um pouco de saliva que eu cuspi pra facilitar, descendo pela buceta e pelas coxas dela. Ela estava de quatro, a testa encostada no travesseiro, os braços tremendo. A cada estocada mais profunda ela soltava um gemido rouco, às vezes de dor, às vezes de um prazer sujo que ela tentava esconder. Eu segurava a cintura dela com as duas mãos, os polegares afundando na carne macia da bunda, e puxava o corpo dela pra trás contra o meu pau, metendo com força. Gozai dentro do cu dela pela segunda vez, jorrando fundo, gemendo baixo enquanto o pau latejava e enchia ainda mais aquele lugar que ela nunca tinha me dado. A porra saiu tanta que começou a vazar imediatamente quando eu movi o quadril. Mesmo assim, continuei duro. Continuei dentro. Continuei metendo devagar, sentindo a porra quente escorrer ao redor do meu pau. Ela estava destruída, ofegante, o corpo mole e suado. Eu me debrucei sobre ela, ainda enterrado até o fundo no cu dela, e falei baixinho no ouvido: — A noite ainda está no começo. Você vai me contar cada vez que ele te comeu. Cada posição. Cada detalhe. E eu vou comer esse cu até você não conseguir mais fechar as pernas amanhã. E eu continuei. Lento. Fundo. Sem tirar. Sentindo o cu dela ainda apertado, ainda quente, ainda cheio da minha porra, enquanto ela começava a falar de novo, a voz fraca, contando mais uma noite, mais um detalhe, mais uma traição… e eu metendo sem parar.
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