O professor de natação - Parte 2

Duas semanas se passaram depois daquele primeiro encontro no box do vestiário. Eu continuei indo às aulas. Ricardo continuou me ensinando. Mas o ar entre nós mudou. Havia um silêncio carregado, olhares que duravam um segundo a mais, mãos que demoravam na correção da postura. Eu chegava em casa e transava com Mariana pensando nele. Ele, eu imaginava, voltava para a esposa e fingia que nada tinha acontecido.
Na quinta-feira a piscina estava quase vazia. Chovia lá fora. O céu cinza deixava a água da piscina com um tom mais escuro. Ricardo me esperava na borda, só de sunga preta, toalha no ombro.
— Hoje a gente treina resistência — disse, voz baixa. — Depois eu preciso falar com você.
Nadamos. Eu sentia o olhar dele nas minhas costas a cada braçada. Quando saímos, o vestiário estava deserto. Ele trancou a porta do box maior, o que tinha banco e chuveiro separado. A água quente já corria.
Eu me despi sem dizer nada. Ele também. O pau dele já estava semi-duro, pesado, a cabeça avermelhada. O meu reagiu na hora.
Ricardo se aproximou, segurou meu queixo com a mão grande e me beijou. O beijo foi diferente do primeiro: mais seguro, mais faminto. A língua dele invadiu minha boca como se já soubesse o caminho. A mão desceu e apertou minha bunda com força.
— Eu pensei em você todo dia — murmurou contra meus lábios. — No jeito que seu cu apertou meu pau. No gemido que você soltou quando eu gozei dentro.
— Eu também — respondi, a voz já rouca. — Não consegui parar de lembrar.
Ele me virou de costas, me empurrou contra a parede fria do box e se ajoelhou. Abriu minhas nádegas com as duas mãos e enfiou a língua no meu cu sem aviso. Eu soltei um gemido alto. A língua dele era quente, molhada, insistente. Entrava, saía, chupava as pregas, lambia até eu tremer.
— Porra, Ricardo…
Ele parou só o suficiente para falar, a voz rouca contra minha pele:
— Eu gosto de ouvir você gemer. Continua.
Voltou a me chupar. Um dedo entrou junto com a língua. Depois dois. Ele abria, massageava, procurava o ponto que me fazia ver estrelas. Eu empinei a bunda, pedindo mais.
Quando se levantou, o pau dele estava completamente duro, grosso, latejando. Ele me virou de frente, me ergueu pela coxa e me sentou no banco do box. Ajoelhou-se entre minhas pernas e engoliu meu pau de uma vez. A garganta dele apertou a cabeça. Eu segurei o cabelo molhado dele e fodi a boca dele devagar, sentindo a saliva escorrer pelo meu saco.
— Caralho… sua boca…
Ele se afastou, saliva ligando o lábio ao meu pau, e sorriu. Um sorriso confiante, de quem sabe exatamente o que está fazendo.
— Levanta. De quatro no banco.
Eu obedeci. O banco era estreito. Eu apoiei as mãos e os joelhos, a bunda para cima. Ricardo se posicionou atrás de mim. A cabeça do pau dele tocou meu cu ainda úmido de saliva.
— Respira — ordenou. — Eu vou entrar.
Empurrou. A cabeça abriu minhas pregas com uma queimação gostosa. Ele entrou centímetro por centímetro, sem pressa, mas sem parar. Quando o pau inteiro estava dentro, ele segurou minha cintura e ficou parado.
— Sente como você me engole. Apertado pra caralho.
Começou a se mover. Estocadas longas, profundas. O som molhado ecoava no box. A cada investida eu gemia. A mão dele desceu e segurou meu pau, masturbando no mesmo ritmo.
— Lucas… eu preciso te contar uma coisa — disse, a voz embargada pelo prazer, mas ainda firme. — Eu não sou o marido santo que parece.
Eu olhei por cima do ombro. Ele continuava me fodendo, o rosto sério, os olhos fixos nos meus.
— Continua — pedi, a voz falhando.
— Eu transo com alunos. Já faz anos. A maioria hétero, igual você. Chegam aqui com medo, com tesão escondido, e eu ensino mais do que natação.
Ele acelerou um pouco. As estocadas ficaram mais fortes. O pau dele batia fundo, o saco pesado batendo nas minhas bolas.
— O primeiro foi um moleque de vinte e um. Nadador de verdade. Corpo definido, peito liso. Eu o peguei no vestiário depois de um treino. Ele disse que nunca tinha chupado pau. Eu fiz ele se ajoelhar e engolir o meu até a garganta. Depois virei ele de quatro na mesma maca de massagem e enfiei até o saco. Ele gozou sem nem tocar no pau. Gemia igual putinha. Eu gozei dentro e mandei ele nadar com a porra escorrendo.
Eu apertei o banco com força. O tesão subiu como um golpe. Ricardo sentiu meu cu contrair e riu baixo, confiante.
— Gostou de ouvir? Seu cu apertou na hora.
— Conta mais — pedi, a voz quase um gemido.
Ele puxou quase todo o pau para fora e enterrou de novo com força. Eu gritei.
— Teve um de vinte e cinco. Casado também. Mulher grávida. Ele vinha treinar três vezes por semana. Um dia eu coloquei a mão na bunda dele na água e ele não afastou. No vestiário eu o empurrei contra o armário e chupei o pau dele até ele gozar na minha boca. Depois eu o virei e enfiei sem camisinha. Ele choramingava de tesão. Eu fodi até as pernas dele tremerem. Quando gozei, ele pediu para eu deixar a porra dentro. Disse que queria sentir o resto do dia.
Ricardo segurou meu cabelo e puxou minha cabeça para trás, arqueando minhas costas. As estocadas ficaram mais profundas, quase brutais. O pau dele raspava meu ponto a cada movimento.
— Outro tinha dezenove. Primeiro ano de faculdade. Timido pra caralho. Eu demorei semanas só tocando nele. Quando finalmente enfiei, ele gozou na segunda estocada. Eu continuei fodendo enquanto ele tremia. Depois fiz ele chupar meu pau sujo do cu dele. Ele engoliu tudo. Voltou na semana seguinte pedindo de novo.
Eu estava babando. O pau latejava na mão dele. Cada história me deixava mais duro, mais aberto, mais entregue.
— Ricardo… porra…
— Tem mais. Um cara de trinta. Barriga, peito peludo. Disse que era só curiosidade. Eu o coloquei de quatro na beira da piscina, de madrugada, quando não tinha ninguém. Enfiei até o fundo e fodi enquanto ele gemia alto. A água batia nas nossas pernas. Eu gozei dentro e mandei ele nadar duas voltas com a porra escorrendo. Ele obedeceu. Voltou no dia seguinte pedindo para eu fazer de novo.
Ele tirou o pau quase inteiro e enterrou com força. Eu gritei o nome dele.
— Você tá mais apertado agora — disse, a voz carregada de satisfação. — Cada história que eu conto seu cu me engole mais. Você gosta de saber que não é o único. Gosta de saber que eu já abri vários iguais você.
— Gosto — confessei, a voz quebrada. — Continua. Me conta tudo.
Ricardo me puxou para trás, me fez sentar no pau dele. Eu fiquei de costas para o peito dele, as pernas abertas, o pau dele enterrado até o fim. Ele segurou minhas coxas e começou a me erguer e soltar, me fodendo de baixo para cima. A posição era profunda demais. Eu sentia cada veia, cada movimento.
— Teve um que chorou quando gozei dentro. Disse que nunca tinha sentido tanto prazer. Eu limpei o cu dele com a língua depois. Outro pediu para eu filmar. Eu filmei. Guardei. Às vezes vejo quando a esposa viaja.
Ele mordeu meu ombro. A mão desceu e apertou meu pau com força, masturbando no ritmo das estocadas.
— E você, Lucas? Vai ser só mais um? Ou vai voltar pedindo igual os outros?
— Vou voltar — gemi. — Porra, vou voltar sempre.
Ele acelerou. O pau entrava e saía rápido, molhado, o som obsceno enchendo o box. Eu estava no limite.
— Goza — ordenou. — Goza no meu pau. Quero sentir seu cu me milking enquanto eu te encho de porra.
Eu gozei. Jatos fortes, o corpo inteiro se contraindo. O cu apertou o pau dele em espasmos. Ricardo gemeu alto, enterrou fundo e gozou. Eu senti os jatos quentes invadindo, um atrás do outro, enchendo. Ele continuou empurrando enquanto gozava, drenando tudo dentro de mim.
Quando parou, ficou abraçado em mim, o peito suado colado nas minhas costas, o pau ainda pulsando dentro.
— Você é diferente — murmurou, a voz baixa, mas ainda confiante. — Os outros eu comia e esquecia. Você… eu quero de novo. Amanhã. Depois de amanhã. Quero te foder até você não conseguir nadar direito.
Eu virei o rosto e o beijei. O beijo foi lento, molhado, sujo de saliva e suor.
— Conta mais — pedi, ainda ofegante. — Enquanto seu pau tá dentro. Conta tudo.
Ele sorriu contra minha boca. Começou a se mover de novo, devagar, o pau ainda semi-duro, deslizando no meu cu cheio de porra.
— Teve um que eu fiz chupar três alunos diferentes no mesmo dia. Eu só assisti. Depois enfiei nele e gozei. Outro eu amarrei as mãos com a própria toalha e fodi até ele pedir arrego. Ele gozou duas vezes sem tocar no pau. Eu guardei o nome de todos. Mas o seu… o seu eu vou lembrar por outros motivos.
Ele acelerou outra vez. O pau endureceu completamente dentro de mim. Eu gemia sem parar. As histórias continuavam, cada uma mais suja, cada uma me deixando mais entregue. Eu quase me apaixonava pelo jeito confiante, pelo domínio, pelo fato de ele me usar e ao mesmo tempo me fazer sentir único.
Quando gozamos de novo — eu primeiro, ele logo depois, enchendo meu cu pela segunda vez — eu estava tremendo. Ricardo me puxou para o chuveiro, me lavou com cuidado, os dedos entrando para tirar o excesso de porra, a boca beijando meu pescoço.
— Na próxima aula — disse, secando meu corpo com a toalha — a gente continua. E eu quero que você chegue já aberto. Porque eu vou te foder de novo. E vou te contar o resto.
Eu assenti. O corpo inteiro latejava. O cu ardia gostoso. E, pela primeira vez, eu não queria que aquilo acabasse nunca.

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Comentários


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rotta10 Comentou em 08/09/2026

Maravilha aguardando a próxima parte?!

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rotta10 Comentou em 08/09/2026

Uaaalllll isso é demais?!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
O professor de natação - Parte 2

Codigo do conto:
271765

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/09/2026

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