Era quase meia-noite quando o celular de Ricardo vibrou em cima da mesa de cabeceira. A esposa dormia no quarto ao lado. Ele estava deitado de costas, só de cueca, o corpo ainda com o cheiro de cloro e de sexo do vestiário. A tela acendeu. Rafael: Professor. Tá acordado? Ricardo sorriu no escuro. Digitou devagar. Ricardo: Tô. Pensando em você, inclusive. Demorou quase um minuto. Rafael: Não fala essa porra. Eu tô aqui no sofá da sala. Mulher dormindo. E eu não consigo parar de lembrar do que a gente fez. Ricardo: Do que exatamente? Fala. Rafael: Do seu cu apertando meu pau. Do jeito que você engoliu até o fundo. Porra, eu nunca tinha metido em homem. E agora meu pau tá duro de novo só de lembrar. Ricardo: Manda foto. Silêncio de quase dois minutos. Depois a notificação de imagem chegou. Rafael tinha tirado a cueca. O pau estava completamente ereto, grosso, a cabeça já brilhando de pré-gozo, as veias saltadas, o saco pesado e escuro. A mão grande dele segurava a base. O fundo era o sofá da sala, luz baixa. Ricardo: Caralho. Continua igual de ontem. Grosso pra porra. Ele tirou a própria cueca, segurou o celular com uma mão e o pau com a outra. Tirou a foto de cima, mostrando o comprimento inteiro, a cabeça já úmida, os pelos escuros da base. Enviou. Rafael: Porra. Seu pau é grosso mesmo. Eu lembrei de como ele ficou depois que eu gozei dentro de você. Todo sujo da minha porra. Ricardo: Ainda sinto. Quando cheguei em casa fui no banheiro e enfiei dois dedos. Tava molhado. Sua porra ainda escorria. Rafael: Não fala isso. Meu pau latejou agora. Ricardo: Bate. Devagar. Quero que você descreva. Rafael: Tô batendo. Mão firme. Do jeito que eu gosto. Apertando a cabeça toda vez que sobe. Porra, tô imaginando que é seu cu. Ricardo: Imagina mais. Imagina eu de quatro de novo no armário. Você atrás. Enfiando sem dó. O barulho da porta batendo cada vez que você mete fundo. Rafael: Tô imaginando. Seu cu engolindo tudo. Apertando. Eu segurando sua cintura com força. Porra, eu queria ter metido mais tempo. Ricardo: Amanhã. Depois da aula. Eu tranco de novo. Rafael: Não posso. Mulher vai estar em casa. Mas porra… eu quero. Outra foto chegou. Dessa vez Rafael tinha puxado o saco para cima, mostrando as bolas pesadas e o pau de um ângulo mais baixo. A cabeça estava mais roxa, uma gota de pré-gozo escorrendo pela lateral. Ricardo: Manda mais. Quero ver a mão mexendo. Rafael: Espera. Vinte segundos depois veio um vídeo curto. Só a mão grossa subindo e descendo no pau, o polegar passando na fenda, espalhando o líquido. O áudio pegava a respiração pesada dele. Ricardo: Caralho. Tô batendo junto. Olhando pro vídeo e lembrando de quando você me fodeu. Rafael: Você gostou de tomar? Fala a verdade. Ricardo: Gostei pra caralho. Seu pau é grosso. Abriu tudo. Eu senti até o estômago. Rafael: Porra. Eu nunca pensei que ia gostar tanto de meter em homem. Mas seu cu… Seu cu é diferente. Aperta de um jeito que boceta não aperta. Ricardo: Porque é apertado mesmo. E porque eu empurro pra trás. Eu quero sentir cada veia. Rafael: Manda foto batendo. Ricardo tirou. A mão envolvia o pau inteiro, a cabeça aparecendo entre o polegar e o indicador, brilhando. Enviou. Rafael: Porra. Quero chupar isso de novo. Quero sentir você engasgando no meu pau igual ontem. Ricardo: Então marca. Qualquer dia. Eu liberto o horário. Rafael: Sábado a mulher viaja. Tá com a mãe. Duas noites. Ricardo: Sábado então. Minha casa. Ou o clube depois que fechar. Rafael: Clube. Quero te foder no mesmo lugar. No armário. Quero ouvir a porta bater de novo. Ricardo: Vai bater. Porque eu vou empinar e pedir mais forte. Rafael: Fala mais. Continua falando enquanto eu bato. Ricardo: Imagina eu de joelhos na sua frente. Você segurando meu cabelo. Enfiando o pau até eu engasgar. Eu olhando pra cima. Lágrimas nos olhos. E você falando baixo “engole tudo, professor”. Rafael: Porra. Meu pau tá latejando. Continua. Ricardo: Depois você me vira. Me empurra contra o armário. Cospe no cu. Enfia dois dedos de uma vez. Abre. E quando eu estiver gemendo você tira os dedos e enfia o pau. Sem aviso. Fundo. Até o saco bater. Rafael: Tô batendo mais rápido. Porra, tô quase. Ricardo: Não goza ainda. Quero que você me mande quando estiver gozando. Rafael: Então fala mais. Fala o que você quer que eu faça com você. Ricardo: Quero que você me foda de quatro na maca de massagem. A perna aberta. Você atrás. Segurando meu cabelo. Metendo forte. E falando no meu ouvido que eu sou o professor puto que gosta de tomar pau de aluno casado. Rafael: Caralho. Isso. Continua. Ricardo: Quero que você goze dentro. Bem fundo. E depois me faça virar e chupar o pau limpo. Com a porra ainda escorrendo do meu cu. Rafael: Porra… Tô gozando. Veio um vídeo. A mão batendo rápido, o pau latejando, os jatos saindo fortes, caindo na barriga trincada, no sofá. O áudio era só um gemido baixo e rouco, abafado para a mulher não ouvir. Ricardo: Caralho. Que porra gostosa. Tô batendo olhando. Ele acelerou. A mão subia e descia rápido. A imagem do vídeo de Rafael ainda aberta na tela. Em menos de um minuto ele gozou. Os jatos subiram até o peito. Ele filmou o final e mandou. Rafael: Porra. Você gozou muito. Ricardo: Por sua causa. Sua porra ainda tava na minha cabeça. Rafael: Eu também. Tô aqui sujo. Olhando pro teto. Pensando que eu acabei de gozar falando de foder meu professor de natação. Ricardo: E vai gozar de novo. Sábado. Rafael: Sábado. Eu vou te foder até você não conseguir nadar na segunda. Ricardo: É pra isso que eu quero. Rafael: Manda mais uma foto. Do pau mole agora. Quero ver como fica depois de gozar. Ricardo tirou. O pau ainda semi-duro, brilhando de porra, descansando na coxa. Enviou. Rafael: Gostoso. Guardei todas. Ricardo: Guarda. E quando a mulher dormir de novo, manda mais. Rafael: Vou. Agora eu preciso limpar essa porra antes que ela acorde. Ricardo: Vai. Mas não apaga a conversa. Rafael: Não vou. Eu quero ler de novo amanhã. E bater de novo. Ricardo: Então boa noite, machão. Sábado a gente continua de verdade. Rafael: Boa noite, professor. E obrigado por não deixar eu fugir. A conversa ficou em silêncio depois disso. Mas nenhum dos dois apagou. E os dois sabiam que, no dia seguinte, assim que a casa ficasse quieta de novo, a tela ia acender outra vez.
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