No dia seguinte o café foi igual. Só que mais solto. Meu pai de camiseta velha, cabelo pra todo lado, passando manteiga no pão com a mão ainda mole de sono. Lucão de short, perna aberta, o pau marcado sem nenhum esforço de esconder. Eu sentei com o cu latejando da madrugada, a porra dele seca por dentro da cueca, e tentei parecer normal. — Dormiu bem, filhão? — Dormi. — Mentira — Lucão falou, mexendo o café. — Olho fundo pra caralho. Bateu uma a noite toda de novo? Meu pai riu, aquela risada grossa de quem acabou de acordar. — Deixa o menino, Lucão. Sem namorada o cara se vira como pode. Eu nessa idade também quebrava o pau escondido. — Pois é, tio. Só que ele tá pior que você. — Pior que eu não existe. Eu era um animal. Lucão olhou pra mim por cima da xícara e sorriu daquele jeito. — E a namorada, moleque? Volta quando? — Semana que vem, acho. — Então aproveita — meu pai falou, empurrando o pão pra mim. — Come, estuda e descansa. Depois que ela volta você some de novo. — Não sumo não. — Sumiu sim. Só aparece quando quer pão caseiro e silêncio. Lucão riu. — O tio tem razão. Você some, a gente fica aqui jogando bola e comendo merda. — Vocês dois não mudam — eu falei, pegando o pão. Meu pai se levantou, foi até a geladeira, pegou o leite e passou atrás do Lucão. A mão dele encostou nas costas do Lucão um segundo a mais do que precisava. Lucão nem se mexeu. — Vou resolver uns documento no centro — meu pai falou, já procurando a chave. — Fila do caralho, deve demorar. Vocês dois ficam. Tem comida, tem cerveja, não quebra a casa. — Fica tranquilo, tio. Eu olho o moleque. — Olha nada. Deixa ele estudar. Lucão levantou o short com a mão, ajeitou o pau na frente de todo mundo como se estivesse só puxando o tecido. — Pode ir. A gente se vira. Meu pai parou na porta, olhou os dois e apontou o dedo pra mim. — E você. Não passa o dia no celular batendo punheta. Abre a janela desse quarto que tá com cheiro de porra de novo. — Tá bom, pai. Ele saiu. O portão rangeu. O carro pegou. O silêncio durou três segundos. Lucão não se levantou. Ficou sentado, perna ainda mais aberta, olhando pra mim. — Vem cá. Eu fui. Ele me puxou pelo cabelo, me virou de quatro no sofá e rasgou o short com a cueca de uma vez. Não enfiou. Ficou atrás de mim, a pica pesada, quente, esfregando a cabeça na portinha do meu cu. Só isso. Pra cima e pra baixo, abrindo um pouco, fechando, sujando de pré-gozo. — Escuta agora que eu tô com a linguiça na sua bunda — ele falou colado na minha orelha. — Seu pai não pode saber. Se ele descobrir e parar de me dar esse cú, eu paro de te comer também. Acaba pros dois. Entendeu? — Entendi. — Fala. — Se o meu pai souber e parar de dar pra você, você para de me foder. Eu não vou contar nada. A cabeça do pau apertou o buraco e parou de novo. — Pede pra entrar. — Enfia. Por favor. Mete essa linguiça em mim. Eu juro que não falo. Eu obedeço. Só entra. — Implora. — Lucão, pelo amor de Deus, abre meu cu. Enfia logo. Eu fico quieto. Eu não conto. Me fode. Ele riu no meu pescoço e empurrou o suficiente pra a glande entrar e parar outra vez. — Aperta. Mostra que quer. Eu apertei. Ele entrou o resto de uma vez, fundo, o saco batendo na minha bola. Comeu sujo, curto, me usando. A mão na minha boca pra eu não gritar. Estava no meio, o pau inteiro mastigado, quando o portão rangeu de novo. Carro. Chave. Porta. Lucão parou enterrado. — Não se mexe. Não geme. Não respira alto. Ele saiu devagar, o pau saindo grosso, brilhando, uma linha de porra e saliva ligando a cabeça no meu cu. Puxou o short, ajeitou a pica pra cima e foi até a entrada como se tivesse acabado de levantar do sofá. Eu fiquei agachado atrás do sofá, short no joelho, cu aberto pingando no chão. — Chegou cedo, tio. — O cara cancelou. Fila do caralho. Cadê o moleque? — Foi no quarto. Tá dormindo. Meu pai passou. Quase me viu. Foi direto pro quarto do fundo. — Tô cansado. Vou deitar uns dez minutos. Lucão olhou pra trás do sofá. Fez com a cabeça: fica. Calado. Cinco minutos. O colchão rangeu. Meu pai resmungou. Lucão foi. Não fechou a porta direito. Eu ouvi tudo de onde estava. — Tio. — Hm. — Abre a boca. Barulho de short caindo. Meu pai gemeu baixo, já com medo na voz. — O moleque tá em casa, Lucão. Se ele acordar… — Então chupa baixo. Mas chupa. Ouvi o som molhado de boca. Meu pai mamando. Molhado, guloso, mesmo com medo. O barulho de saliva, de goela, de saco encostando no queixo. — Porra, tio… assim. Meu pai tirou a boca um segundo, ofegante. — Você tava batendo punheta? — Tava. Pensei no teu cú a manhã inteira. A pica ficou duríssima. Agora engole. Meu pai voltou a chupar. Mais fundo. Engasgou e continuou. Lucão segurou a cabeça dele. — Isso. Limpa o pau. Tá com gosto do que eu tava fazendo. — Tá com gosto de cu — meu pai falou com a boca cheia, quase sem voz. — É. Agora de quatro. Rápido. Cama. Short no chão. Meu velho de quatro, rosto no travesseiro pra abafar. Lucão atrás, esfregando a cabeça suja de baba no cú dele. — Tá com medo e mesmo assim tá piscando. — Tô com medo. Mas mete. Rápido. Antes dele acordar. — Pede direito. — Me fode. Enfia essa pica. Enche meu cu. Eu não aguento ficar sem. Lucão enfiou. Meu pai mordeu o travesseiro. O som molhado, o saco batendo, o gemido abafado de puta. — Fundo. Mais fundo. Quero sentir o saco. — Calado. Seu filho tá do outro lado da casa. — Então mete calado. Mas mete. Não tira. Lucão comeu ele pesado, curto, sujo. Meu pai pedindo leite, pedindo pra sentir escorrendo, pedindo pra não parar mesmo com o medo na voz. — Joga tudo. Enche. Quero sentir depois. Lucão gozou fundo. Segurou. Saiu devagar. Vi pela fresta a porra branca descendo pela bola do meu pai. Lucão passou o pau na coxa dele, limpou, e enfiou os dedos na boca do velho. — Chupa. É teu. Meu pai chupou. — Dorme. Eu fico na sala. Meu pai já estava mole, respiração pesada, quase roncando. Lucão voltou pra sala. O pau ainda duríssimo, brilhando, sujo de baba, de cú e de porra do meu pai. Me pegou pelo cabelo com força e me arrastou de quatro de volta pro sofá. Não falou. Só esfregou a linguiça inteira na minha cara primeiro. Na boca, no nariz, no queixo. A glande quente, escorregadia, com o gosto do meu velho ainda grudado. — Abre. Enfiei a língua. Ele passou o pau de um lado pro outro, sujou minha boca, empurrou até o fundo da garganta e segurou. Eu engasguei. Ele não tirou. Só riu baixo. — Cheirou o quarto inteiro. Agora chupa o que sobrou. Tirou, virou meu rosto e me jogou de cara no encosto. Abaixou atrás de mim outra vez. A pica pesada esfregou na portinha — agora bem mais mole, aberta, ainda pingando da foda de antes. Ele não enfiou de imediato. Ficou ali, abrindo e fechando o buraco com a cabeça, sujando de porra do meu pai misturada com a minha. — Sente o gosto. Acabei de sair do cú dele. Agora é o seu. Empurrou de uma vez. Entrou inteiro. O cu do meu pai ainda quente no pau dele, agora forçando o meu até o fundo. O saco bateu molhado. Ele segurou minha nuca e meteu curto, fundo, sujo, o sofá ranger baixo. — Aperta. Mastiga. Quero sentir os dois iguais. Eu apertei. Ele gemeu no meu ouvido e meteu mais pesado. A mão livre desceu, abriu minha bunda com o polegar e enfiou o dedo junto com o pau, esticando, sujando, mexendo a porra pra dentro. — Seu pai pediu leite. Você também vai levar. Calado. Se gemer alto ele acorda e acaba. Gozei no sofá sem tocar, o pau batendo sozinho, jato escorrendo no tecido. O cu latejava, mastigava, puxava. Lucão não parou. Continuou metendo por cima da minha gozada, o barulho cada vez mais molhado, a porra dele e a do meu pai vazando pela minha bola, escorrendo na coxa, pingando no chão. — Olha o que sai de você. Aberto. Usado. Igual o dele. Ele gozou fundo, sem avisar. Enterrou, segurou a cintura, jorrou quente até transbordar. Ficou lá dentro uns segundos, pulsando. Saiu devagar. O pau saiu grosso, uma linha grossa de porra ligando a glande no meu cu aberto. Ele abriu minha bunda com os dois polegares, cuspiu dentro, enfiou a língua um segundo só pra sujar mais e depois meteu dois dedos, recolheu o leite misturado e passou na minha boca. — Engole. Os dois. Eu engoli. Lucão puxou o short, ajeitou o pau ainda pingando e segurou meu queixo. — Senta. Short no lugar. Cara de quem dormiu. Se ele perguntar, você dormiu. E não limpa. Quero que sinta escorrendo enquanto a gente toma café. Dez minutos depois meu pai apareceu, camiseta torta, cabelo bagunçado. — Dormi pra caralho. Cadê o café? — Tá na mesa, tio. Os três de novo. Lucão passou a mão nas costas do meu pai na frente de mim. Meu velho nem piscou. Eu sentei quieto. O cu aberto, a porra escorrendo pela cueca, a boca com gosto dos dois. Não falei porra nenhuma.
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