Vanessa Chupa rola: Entrou em contato com o negro da internet e marcou para chupa-lo na casa dele.

Vanessa trancou a porta do quarto e ficou olhando a tela do celular por um longo tempo. O vídeo pornô ainda estava pausado: a boca de uma mulher esticada em volta de um pau preto e grosso. O silêncio do apartamento pesava. Fazia três dias que tinha voltado da viagem e a vontade não tinha diminuído. Pelo contrário. Cada vez que fechava os olhos, sentia de novo a textura diferente na língua, o gosto descendo pela garganta, o peso.

Ela tentou usar a masturbação para tirar aquilo da cabeça. Não podia ficar nisso de procurar vários homens para essa tara de sexo oral que controlava sua vida. Mas isso não era o bastante.

Ela abriu o aplicativo. Mesmo sabendo que apenas estava alimentando o vício, ficou passando por perfil e perfil.
Demorou menos de uma hora para encontrar alguém que batia exatamente no que a cabeça dela pedia naquela noite. Marcos. 29 anos. Negro. Nas fotos, alto, corpo largo, pau pesado marcado na cueca. A conversa foi curta e objetiva.

Viu que estava on-line. Mandou a primeira mensagem.

Ele não fez rodeio e ela também não. Combinaram para daqui a pouco. Apartamento dele.

Vanessa sabia que ela loucura e perigoso. Pois em menos de uma hora da primeira mensagem, já estava na frente do prédio daquele estranho.

A cabeça dela girava enquanto subia no elevador. Razão contra tesão.

Claro que a razão não conseguiu evitar dela apertar a campainha do apartamento.

Quando a porta do 804 se abriu, Vanessa entendeu o significado real da palavra “alto”. Marcos tinha quase dois metros. Ela, com 1,65 m, parecia pequena demais na frente daquele corpo. A diferença de tamanho fez um frio estranho subir pela barriga dela.

Ele a olhou de cima a baixo sem pressa, um canto da boca se ergueu.
— Entrando. Não vou te comer na porta do elevador.

— Isso é, caso não queira.

A voz era grave, arrastada, confiante. Vanessa entrou. O apartamento era sóbrio, luz baixa, cheiro de sabonete masculino. Ele fechou a porta e já foi andando na frente, tirando a camiseta. As costas largas, a pele escura lisa, a cintura estreitando para dentro da bermuda.
— Pode tirar a roupa aí mesmo — falou sem se virar.

— Ou quer que eu tire pra você?

Ela hesitou só um segundo. O vestido preto deslizou pelo corpo. Ficou de calcinha. Marcos se virou, já sem a bermuda, e ergueu uma sobrancelha.

— A calcinha também. Se veio só pra chupar, pelo menos chupa direita.
Vanessa puxou o tecido para baixo. Ficou nua no meio da sala, os braços meio sem jeito na frente do corpo. Ele se aproximou. O pau já estava duro, grosso, pesado, a cabeça escura brilhando. A diferença de altura era ridícula: ela precisava erguer bastante o rosto só para olhar para ele.

Ele colocou a mão na cabeça dela e forçou para baixo, fazendo-a se ajoelhar ali mesmo. Não estava ele para conversa, só queria ação.

Marcos segurou o próprio pau e bateu de leve na boca fechada dela.

— Abre.

Ela abriu. A glande entrou quente e grossa. O gosto veio forte, diferente dos outros. Mais intenso. Marcos soltou o ar pelo nariz, satisfeito, e descansou uma mão enorme em cima da cabeça dela.

— Olha o tamanho da sua boca… parece que nem vai caber. Vai com calma. Usa a língua. Isso. Embaixo da cabeça. Bem aí.

Ele não meteu com força no começo. Deixou ela se ajustar, a mandíbula doendo de leve por causa da grossura. Toda vez que ela engolia um pouco mais, ele soltava um som grave de aprovação.

— Continua assim. Não precisa engolir tudo de uma vez. Eu gosto de ver a luta. Olha só a cara que você faz… parece até que está se arrependendo de ter vindo. Está?

Vanessa balançou a cabeça negativamente, a boca ainda cheia. Ele riu baixo.

— Mentira. Você está adorando. Dá para sentir a boca molhando mais cada vez que eu falo.

Depois de alguns minutos ele puxou o pau para fora. Um fio grosso de saliva escorreu do lábio dela até a glande. Marcos passou o polegar nesse fio e empurrou de volta para dentro da boca dela.
— Sobe na cama. Quero provar essa buceta também.

— Não entendi?

— Vou te chupar, sobe agora.

Ela obedeceu. Ele se deitou e a puxou com facilidade, virando o corpo pequeno dela em cima do dele. De repente a boca quente e larga engoliu ela por completo. Vanessa soltou um gemido alto, abafado pelo pau que voltava a preencher sua boca no mesmo instante.
O 69 ficou desproporcional. Ela mal conseguia manter o ritmo porque a língua dele era grossa demais, a pressão certa demais. Marcos chupava com vontade, a boca envolvia toda a vagina, sem pressa, os dedos longos abrindo ela enquanto a língua trabalhava o clitóris.

Vanessa só conseguia chupa-lo por ser bem dotado. Ela lambia e sugava a cabeça do pau.

Entre uma lambida e outra ele falava, a voz vibrando contra a buceta dela:

— Tá escorrendo pra caralho… e ainda finge que veio só pra chupar. Quer sentir só a cabeça do meu cacete? Só a cabecinha entrando. Você aguenta. Eu coloco bem devagar…

Vanessa tentou negar com a cabeça, mas o gemido saiu traidor. Os quadris dela já se mexiam sozinhos contra a boca dele. Marcos aproveitou, meteu dois dedos fundos e chupou o clitóris com mais força.

— Isso… goza assim. Com a boca cheia do meu pau. Quero sentir você tremer em cima de mim.

Ela gozou exatamente daquele jeito. O corpo pequeno tremeu inteiro, as coxas apertaram a cabeça dele, um gemido longo e engasgado vazou mesmo com a boca ocupada. Marcos continuou lambendo até ela começar a se contorcer por excesso de estímulo. Só então parou.

— Pronto. Agora termina o serviço.

Ele a virou com facilidade, colocando-a de joelhos no chão de novo. Dessa vez não teve tanta paciência. Segurou a cabeça dela com as duas mãos e usou a boca dela com vontade, fundo, ouvindo os sons engasgados com um sorriso satisfeito.

— Engole tudo quando vier. Não quero ver nada escorrendo. Se deixar vazar, eu faço você lamber do chão.

O gozo veio grosso e quente, fundo demais. Vanessa engasgou, os olhos encheram d’água, mas engoliu. Cada pulsação. Quando ele finalmente soltou a cabeça dela, ela ficou ali de joelhos, ofegante, o queixo brilhando, a respiração descompassada.

Marcos passou o dedo no canto da boca dela e olhou o que tinha sobrado.

— Limpa.

Ela limpou com a língua.

Ele sorriu, ainda meio ofegante, e bagunçou o cabelo dela com uma das mãos enormes.

— Pode voltar quando quiser. Mas da próxima vez a gente negocia melhor esse “só chupar”.

Vanessa não respondeu. Só pegou o vestido do chão com as mãos ainda trêmulas. O gosto dele ainda dominava a boca. E, pela primeira vez em três dias, a vontade tinha diminuído.

Só um pouco.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa Chupa rola: Entrou em contato com o negro da internet e marcou para chupa-lo na casa dele.

Codigo do conto:
271788

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
08/09/2026

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