Inseminação caseira

O casal se chamava Ricardo e Camila. Dez anos de casamento, cama de casal amassada no meio, sexo que ainda acontecia mas já tinha virado quase dever. Ele era alto, magro, pau médio, veia saliente quando ficava duro. Ela tinha peito pesado, buceta gorda, lábios escuros que ele chupava todo santo sábado. Ele enfiava, ela gemia baixo, ele gozava dentro e os dois ficavam quietos. Quase sempre ela limpava com o papel e ia dormir.
Os testes nunca vieram positivos. Depois dos exames o médico falou na cara: o sêmen do Ricardo era praticamente água. Infértil. No carro ela chorou sem barulho.
— Eu queria um filho com a sua cara — disse, a voz quebrada. — Queria que tivesse o seu nariz, o seu jeito.
Inseminação era um absurdo de caro. Foi ela quem falou, no escuro da cama:
— A gente acha um cara parecido com você. Só o leite. Sem meter. Sem beijo. Só pra eu engravidar e a criança parecer sua.
Ricardo concordou porque não aguentava mais ver ela triste.
O cara se chamava André. Fotos batendo demais: mesmo cabelo escuro, mesmo tom de pele, mesmo maxilar. Só que o corpo era outro. Ombro largo, peito cheio, e na foto de cueca o volume era um absurdo. Quando ele chegou no motel pela primeira vez e tirou a calça, o pau caiu pesado, grosso, a cabeça larga e rosada, as veias inchadas. Camila desviou o olhar e sentiu a buceta latejar contra a vontade. Pensou no marido magro sentado na cadeira e teve pena.
— Pode bater uma no banheiro — falou Ricardo, a voz fina.
André entrou, trancou. O som da mão molhada no pau grosso atravessou a porta. Camila ficou deitada de camisola, pernas fechadas, triste. Ricardo ficou em pé, os braços cruzados, o pau mole dentro da calça. André saiu com o copinho cheio de porra branca e grossa. Tentaram a seringa. Quase tudo escorreu pela coxa dela. Ela limpou calada.
— Desculpa — murmurou pra Ricardo. — A gente tenta de novo.
Negativo.
Na segunda vez André já bateu uma na frente deles. Sentado na cadeira, pernas abertas, a mão grande subindo e descendo na pica gorda. A cabeça inchava, uma gota transparente escorria. Camila olhava de lado, a calcinha já úmida. Tinha pena do marido. Tinha vergonha de estar molhada.
Quando André estava pra estourar, Ricardo falou:
— Encosta só a cabeça.
André se levantou. O pau latejava, pesado. Encostou a glande larga na entrada molhada. Camila prendeu a respiração. Ele empurrou só a ponta. A buceta dela abriu com um barulhinho úmido. Ele bateu uma ali mesmo, a cabeça sumindo e aparecendo, e gozou. O jato quente e grosso entrou. Ela sentiu o calor subindo. Quando ele tirou, um fio de porra ligava a cabeça dele à buceta dela. Ricardo viu tudo. Camila fechou as pernas rápido, o rosto vermelho.
— Foi só o leite — sussurrou, quase se desculpando.
Negativo de novo.
Na terceira vez ela já estava de pernas abertas antes de André pedir. A camisola subida até a barriga, a buceta inchada, o clitóris à mostra. Ricardo sentou na poltrona do canto.
— Mete só até o meio — ela falou, a voz baixa. — Depois tira e goza dentro.
André enfiou. O pau grosso abriu ela de um jeito que o do marido nunca tinha aberto. Camila arqueou e soltou um gemido fundo, sujo.
— Porra… que pica grossa…
Ele fodeu só a metade, lento, o saco batendo na bunda dela. Ela molhava o lençol. Os olhos dela foram pro teto, depois fecharam. Ricardo viu a cara da mulher mudar. Aquela cara de pena foi embora. Ficou uma cara de puta.
— Mais um pouco — ela pediu, sem olhar pro marido.
André enterrou mais. O pau sumiu quase inteiro. Camila gemeu alto, a buceta engolindo, os lábios esticados em volta da pica. Ele gozou fundo, gemendo igual cachorro, enchendo ela. Quando tirou, a porra branca escorreu, grossa, descendo pelo cu dela.
Ela ficou deitada, ofegante, as pernas abertas. Olhou pra Ricardo e pela primeira vez não pediu desculpa.
Os testes continuaram negativos. Cada encontro André metia mais. Cada encontro ela gemia mais alto. Um dia ela mesma puxou ele por cima, abriu a buceta com os dedos e falou:
— Enfia essa pica grande até o fundo. Quero sentir o saco bater.
Ricardo ainda ficava no quarto. Batia uma calado, o pau pequeno na mão, olhando o outro homem arrebentar a mulher. Via a buceta dela inchada, vermelha, engolindo aquele pau grosso. Via ela gozar no pau do comedor, o corpo inteiro tremendo, xingando baixo:
— Porra, que pau gostoso… fode essa puta… enche essa buceta…
Ricardo gozava na própria mão, silencioso, com gosto amargo na boca.
Chegou a noite em que ele não aguentou ficar dentro. André já estava nu, o pau duro batendo na barriga. Camila de quatro na cama, a bunda empinada, a buceta latejando, pedindo.
— Enfia. Enfia tudo. Quero levar essa pica grande hoje inteira.
Ricardo saiu. Fechou a porta. Ficou no corredor, encostado na parede, abriu o zíper e puxou o pau. Do lado de dentro a cama começou a bater. O gemido dela atravessou a madeira.
— Isso… mete fundo… arrebenta essa buceta… o pau do meu marido é fino, o seu é uma piroca de verdade…
André riu, ofegante:
— Fala mais alto pra o corno escutar. Fala que essa buceta agora é minha.
— É sua. Essa buceta é sua. Goza dentro, porra. Me enche. Quero ficar cheia da sua porra.
Ricardo bateu mais rápido. Ouviu o barulho molhado, o tapa na bunda, ela gozando gritando, a voz quebrada. Ouviu André gemer fundo e despejar, o som úmido de porra saindo quando ele ainda metia. Depois ouviu os dois se beijando. Ouviu ela rir, cansada, satisfeita.
— Semana que vem você volta — ela falou, a voz mole. — Quero de novo.
Ricardo gozou no corredor, a porra escorrendo pelos dedos, escutando a respiração dos dois no quarto que era dele.
Dois meses depois o teste veio positivo. Camila chorou no banheiro, mas era outro choro. Mostrou o plástico pro Ricardo. Os dois se abraçaram. Nunca mais chamaram o André. Bloquearam o número, apagaram as conversas, fingiram que o cara nunca tinha existido.
A criança nasceu com o cabelo escuro do pai. Com o maxilar do pai. Com o nariz do pai. Pelo menos era o que eles diziam um pro outro, de noite, na cama, quando o bebê já dormia e o silêncio do quarto ficava pesado demais.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Inseminação caseira

Codigo do conto:
271978

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
10/09/2026

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