Sodomizado e enrabado

Olá a todos! Estou aqui novamente para narrar um conto verídico que, há cerca de 8 anos, marcou intensamente minha vida.

Eu sempre fui um sujeito reservado e com muito tesão por mulheres. Na adolescência, eu me masturbava vendo revistas e filmes pornôs. Mats tarde, no início da vida adulta que coincide com à fase da internet discada, eu já lia contos e me divertia com filmes amadores. Em paralelo, eu pegava algumas meninas - umas bonitas e outras nem tanto. Ou seja: eu não era o cara mais pegador e, ao mesmo tempo, não era um cara excluído pelas mulheres. Não era uma coisa nem outra. O meio termo.

Na adolescência, inclusive, eu tinha bastante amigos e amigas. numa época em que as festas eram mais agitadas e as ruas, mais frequentadas. Então, eu andava em uma rua do meu bairro em que tinha muitos jovens. Quando eu comecei a andar lá eu ficava com uma mina mais velha, experiente, que já tinha um imaginário sexual sofisticado. Paralelamente, eu ia à praia nas férias de fim de ano e, na maioria das vezes, acaba conhecendo alguma menina. Tô dizendo isso para mostrar que, até aquele momento, minha vida amorosa era normal como de um rapaz que cresceu na minha geração.

Nesta rua que a gente frequentava tinha um cara que era mais velho que, naquele momento, era como se fosse um líder. Ele tinha fama de brigão e, de fato, não era à toa: ele costumava bater em muitos caras do bairro. Ele era pardo, cerca de 1,75 de altura, magro com músculos eera ágil por praticar capoeira. Na verdade, antes de andar com ele eu confesso que tinha um certo receio dele, afinal, já tinha vista ele batendo em um cara do bairro.

Ele tinha um porão em sua casa que, para mim, além de ser um lugar misterioso era também um lugar que despertava um certo desejo sexual em mim. Não sei por quê. Era ermo, escuro, e trinha alguns santos e móveis antigos. A gente chegou a curtir uma festa neste porão. Paralelamente, também chegamos a fazer uma aula de capoeira por lá, com o nosso amigo líder, Fredi, punindo quem errava os movimentos. Mas o dia mais memorável nesta época de frequentar o porão da casa dele foi um dia em que, no porão, estava eu e mais um sete moleques. Na ocasião, o Fredi tinha ido ao banheiro, que ficava na prte de cima da casa. De repente, somos surpreendidos por ele chegando nu naquele porão, com um pau duro que nem uma rocha, um verdadeiro pé de mesa, com uma cabeça grande e roxa, qe prei uma maça.

Cofesso que fiquei meio estático, vendo aquela rola descomunal na minha frente. Os anos passaram e aquela imagem de uma pica enorme, de um cara meio bruto, povoava meio imaginário. O fato é que, um pouco depois deste episódio, ele foi preso e, portanto, fiquei anos sem vê-lo e parei de frequentar aquela rua. Fui vê-lo novamente já nos anos 2000 e, anos depois, ele foi preso novamente. Vale lembrar que, um pouco antes deste episódio, eu dei uma carona pra ele de bicicleta. Ele tinha um forte odor e, como a bicicleta tinha um apoio atrás, ele foi em pé no apoio. Aquele cheiro de suor embrulhava meio estômago, mas o percurso era pequeno. Eu tava segurando uma lata de refrigerante e, ao mesmo tempo, pedalando a bike. De repente, ele sussurou no meu ouvido que queria um gole daquele refri. O fato dele falar e surrusar perto do meu ouvido me deu um certo calafrio na hora. Aquela voz grossa, partindo de trás de mim, me deu uma sensação estranha. Eu não queria assumir que tinha sentido um certo tesão com aquilo, algo diferente.

Demorou muito tempo até que eu fui encontrá-lo novamente por volta de 2018. Na ocasião, eu passei em frente a casa dele de carro, voltando do mercado com meus pais. Duas pessoas acenaram pra mim: ele e um amigo que temos em comum. Eu fiz o seguinte: fui até minha casa descarregar as compras e, na sequência, voltei até a casa dele. Ele me recepcionou bem e começou a lembrar histórias da época que freqneutavamaos aquela rua. O nosso amigo ewm comum também contou alguns casos mas logo foi embora. O Fredi, então, entrou comigo até a casa dele e eui fui cumprimentar sua mãe e sua irmão. ficamos um tempo na cozinha até que ele lembrou de suas ex-namoradas. Ele até perguntou se eu tinha visto nos últimos anos uma delas, que, por acaso, morava perto da minha casa. Então, ele começou a contar quando comeu ela pela primeira vez num local que, desde a minha adolescência, despertava um tesão em mim: o porão. Ele contou que, naquele dia, a mãe e a irmã tinham ido à uma festa e o pai tinha bebido e tava dormindo no quarto. Então, ele trancou o pai no quarto e enrabou sua namorada no porão, bem no fundo daquele ambiente, em cima de uma pilha de pneus.

Confesso que, quando ele me contou isso, me deu muito tesão e um calafrio. Fiquei todo arrepiado. Eu imagino que eue tenha percebido minha reação. então, me chamou pra ver aquele porão. Eu fui um pouco trêmulo pra lá. Tava um pouco sujo, com lata de cerveja no chão. Mas eu não me importava: queria respirar aquela atmosfera. Era fim de ano, por volta de 28 de Dezembro. Eu não ia viajar e, portanto, ele me chamou para ir lá passar a virada com ele e com a família e amigos. Eu topei. Mas, antes, ele disse que, como era recente sua volta à vida normal, ele precisava se integrar à sociedade novamente. E uma forma seria trabalhando - ele iria começar em Janeiro do ano seguinte - e também fazendo uma outra coisa útil: me ensinando capoeira. Assim, ele poderia esquecer um pouco os últimos anos na cadeia e ocupar sua mente e seu tempo.

Muitas coisas se passaram pela minha cabeça. O que ele queria comigo? Eu tava viajando? Mas, uma coisa é certa: eu topei na hora e no dia seguinte já estava com ele naquele porão sujo e quente. Eu resolvi ir de regata branca, um poiuco cavada, e uma bernuda que eu usava pra ir à academia. A bermuda é um pouco curta, ideal para mover as pernas, pois não é apertada. Quando cheguei lá, fui surpreendido pela vestimenta dele: ele tava com um macacão bem cavado, jeans claro, tipo um mecânico. Ele desceu rapidamente as escadas até o porão. Eu tava meio travado, com um misto de sensações, pois era algo novo pra mim. Ele começou tocando berimbal e cantando um som que era famigerado nas rodas de capoeira. Depois, começou a gingar, mostrando para mim que era uma espécie de dança, que tinha que ter ritmo e cadência. Ele ficou um pouco atrás de mim por um momento, para corrigir meu movimento de pernas. De repente, eu lembrei do dia da bicicleta na adolescência e já fiquei meio mole, com tesão à flor da pele e calafrios. Ele, como um bom malandro, começou a alisar minhas costas, dizendo para eu relaxar e entrar "no clima" da capoeira e me soltar. De repente, ele me deu uma rasteira - e eu cai assustado.

Tinha um colchonete embaixo, mas ele ficou pisando em mim, nas minhas pernas, na barriga, no meu saco, no pau e no meu peito. Aí eu reparei que os pés dele estavam sujos, com unhas pretas. Ele mandou eu beijar os pés dele. Eu beijeii, lambi o dedão, me entreguei mesmo.. Ele pisou no meu peito novamente, apertou os bicos com a ponta dos pés, fazendo um vai e vem num momento circular. eu juro que quase gozei com aquilo. No começo, eu tava com muito medo. Depois disso, uma sensação estranha invadiu meu corpo: eu queria, pela primeira vez na vida, ser enrabado. Depois, ele agachou e começou a mamar nos meus peitos, dando mordidas e chupadas fortes, com muita empolgação. Fui às nuvens com aquilo. durou uns 15 minutos. Depois, ele me levantou e me deu um chute na minha bunda e nas tapas de mão aberta nas costas e ficou me encoxando por trás, apalpando meus peitos através da abertura da camiseta regata branca que eu usava. De repente, ele me deitou num sofã velho que tinha naquele porão. Ele me deitou por cima dele, de um jeito que eu ficava deitado sobre as pernas dele, de costas pra ele. Ele tirou minha roupa. e me colocou de quatro. Lambeu meu cu com maestria, me fazendo sentir tremedeira e eu tesão descomunal num local em que, até então, era uma fonte desconhecida de prazer para mim. Na sequência, ele fez algo que me marcou: ficou alternando dois dedos de cada mão no meu cu, durante uns 10 minutos. Aquilo me dava uma sensação maravilhosa, parecia que eu estava numa cachoeira ou contemplando a natureza. O mundo parou por um estante. Então, ele disse que aquilo era meu batizado. (continua)


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico trincado

Nome do conto:
Sodomizado e enrabado

Codigo do conto:
272233

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/09/2026

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