Continuando:
Num desses fins de semana que fomos a casa dos meus avós acompanhei a família ao mercado. E por voltas e contra voltas nas bancas de venda ambulante, passámos por uma banca que vendia calendários daqueles que se metiam na carteira. Havia vários molhos de calendários separados com elásticos. Na altura era moda fazer coleção de calendários, berlindes, isqueiros, caricas e outras coisas. Como não existiam telemóveis, internet nem TV por cabo, tinhamos que nos entreter com o que havia. Mas continuando.
Um desses molhos de calendários, o que estava por cima chamou-me a atenção, não fosse eu dono de uma mente sexualmente super ativa. Tinha uma foto de uma mulher completamente nua, mas estava numa pose que só mostrava a teta esquerda. Era uma mulher loira de cabelo curtinho, muito branca de pele, batom extremamente vermelho. Teta pequena e magra da cintura para cima, mas dona de uma anca larga e pernas grossas. Um corpo muito parecido com o da minha mãe. Eu comecei logo a sonhar com as punhetas que podia bater à conta daquele calendário sem saber se os outros daquele conjunto tinha mais fotos daquelas. Mas sendo eu tão novo e "inocente" aos olhos da família, como é que ia pedir a alguém aqueles calendários. Até que a minha avó me viu a olhar mas não reparou na foto do calendário. Eu disse que queria comprar um conjunto de calendários para fazer coleção. Ela só perguntou à senhora quanto custava e pagou. Virou costas e eu escolhi à vontade.
A partir desse momento, a inquietação apoderou-se de mim, que nunca mais via a hora de chegar a casa e fechar-me no quarto ou na casa de banho para esgalhar uma gulosa à conta daqueles calendários.
No domingo à noite, eu, a minha mãe e o meu padrasto regressamos à nossa casa. Eram quase 2 horas de viagem de carro. Chegámos a casa e fomos tomar banho antes de jantar. Primeiro o meu padrasto, depois enquanto a minha mãe ficou a fazer o jantar. Eu ainda estava nu e a secar-me quando a minha mãe entrou sem avisar. Por acaso foi sorte não me apanhar a bater à punheta, porque eu tinha o hábito de fazer isso no banho. E começou a despir-se se qualquer pudor à minha frente. Eu fugi dali o mais rápido possível porque sabia que ia ganhar tesão. Afinal de contas, cona é cona. Na altura não era moda as mulheres raparem a cona e a minha mãe apesar de ter a depilação das pernas e na linha da cueca feitas, o resto da cona tinha um matagal de pintelhos que parecia uma floresta.
Depois do jantar fui para o quarto, fechei a porta e claro l, lá está, calendários na mão esquerda e caralho na direita e lá vai disto. Como no dia seguinte era dia de escola, era suposto ir dormir cedo, mas eu não apaguei a luzinha que tinha mesa de cabeceira e a minha mãe viu a claridade. Entrou de rompante no quarto. Só eu sei a minha aflição para esconder calendários e caralho tudo ao mesmo tempo. É claro que não deu tempo para esconder assim tão rápido e ela viu. Sorriu e sentou-se ao meu a mexer no meu cabelo e o diálogo foi mais ou menos isto:
O que tavas a fazer?
Eu: Nada
Ela: tavas tavas. Deixa-me ver.
Eu: Não. Não tava a fazer nada.
Ela: Porque é que não me deixas ver?
Eu: porque não tava a fazer nada.
Ela: Pronto, tá bem. Vai dormir que amanhã à escola.
Já não acabei essa punheta com medo que ela tivesse atrás da porta para me apanhar outra vez. Mas desse dia para a frente muita coisa mudou nas atitudes da minha mãe ( hoje tenho a certeza que não aproveitei o que podia ter aproveitado). Ela começou a falar de sexo comigo de forma completamente aberta e sem pudor, deu-me o meu primeiro filme pornográfico em fita vhs, tinha 2 cenas de broches, uma cena de sexo de um negro com um caralho que metia respeito a foder uma loira magrinha e o resto era cenas de lesbianismo. Isso sempre me deu uma tesão do caralho. E cada vez que eu ia à casa de banho e me demorava lá, era para bater à punheta a cheirar as cuecas da minha mãe, esporrar nelas e lamber. E sempre que eu saia, ela entrava. Sempre imaginei que ela sabia e ia lá confirmar se eu tinha deixado o presente nas cuecas dela. Depois mais tarde começou a abraçar-me com mais frequência e a dar-me beijos cada vez mais perto da boca, até que uma dessas vezes tocámos língua com língua. Ambos fingimos que tinha sido sem querer e aquilo naquele dia parou. Depois passou para outra fase. Entrava na casa de banho quando eu ainda estava a tomar banho, despia-se toda e esperava que eu acabasse. Agarrava na toalha e secava-me, fazia-me sentar na sanita e começava a pentear-me. Fazia-me abrir as pernas e ela em pé e eu sentado, chegava-se para mim até ficar com aquela cona linda a 5 centímetros da minha boca. O cheiro a mel de cona fazia-me ganhar uma tesão louca, tinha que meter as mãos a tapar para não lhe mostrar o caralho do filho teso por causa da cona dela quando a minha vontade era lamber, chupar e foder aquilo tudo. Mas pronto, nunca deixei nem tentei. Infelizmente uns anos mais tarde, uma semana depois de eu fazer 16 anos, tivemos um acidente de carro e a minha mãe morreu. Tinha 33 anos na altura. Foram oportunidades perdidas por burrice minha e um tempo que não volta atrás. Depois disso voltei para casa da minha avó e o meu padrasto seguiu o caminho dele. Para trás deixei a namoradinha que tinha na altura, mas nada tive com ela para além de beijos, apalpões e punhetas sem fim quando chegava a casa.