Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho.

Sabrina completara dezoito anos havia exatamente onze dias. Esperara aquele número com uma paciência fria, quase religiosa. Agora podia.

Podia foder sem ser crime, era de maior, mas onde fazia....no mínimo deveria ter sido presa por atentado ao pudor.

Aquela garota, ou melhor mulher. Era um corpo feito para o pecado: cabelos loiros longos caindo como fios de ouro sujo sobre seios pesados, mamilos rosados já duros só de imaginar o que ia fazer, cintura estreita que pedia mãos brutais e um bumbum redondo, carnudo, que rebolava com vida própria. A pele clara parecia pedir para ser marcada. Os olhos verdes brilhavam com uma lucidez perversa.

Ela iria realizar outra fantasia suja. Sim suja, pois ela gostava de fazer tudo que provocava, que erra errado e que seria condenável e imperdoável.

Estava indo em direção da casa do avô moribundo.

Naquela noite ela escolheu de propósito. Sabia que o plantão era só do Miguel. Nenhum outro enfermeiro, nenhuma faxineira, ninguém para interromper. Miguel, trinta e cinco anos, alto, olhar cansado, mas que já a tinha devorado com os olhos outras vezes quando ela visitava de dia — olhares rápidos, pesados, que ela fingia não notar. Ele queria. Ela sabia.

A casa cheirava a remédio e doença. Ao abrir a porta, Miguel ergueu a cabeça do celular, surpreso.

— Sabrina? Não esperava você à essa hora.

Ela entrou sem pressa, o shortinho jeans enterrado no meio do rabo, a camiseta fina sem sutiã marcando os mamilos. Parou perto dele, perto o suficiente para ele sentir o perfume dela misturado com o cheiro quente de buceta já molhada.
— Vim ver o vovô — disse, voz baixa.

Ela andou, rebolando de forma sensual, provocativa. Depois de subir as escadas ela virou o rosto e sorriu, sem doçura nenhuma.

— E vim foder com você.

Ela se aproximou dele, e encostando os lábios na orelha dele disse:

— Mas só tem uma regra. Tem que ser na frente dele.

Miguel engasgou no ar.

— O quê? Na frente do seu avô....Você tá maluca. Ele tá ali… ele vê, ele ouve…
— Exato. — Sabrina passou a mão pela calça dele, sentindo o pau já reagir apesar do choque.

— É o único jeito que eu quero. Você me come na cama dele, bem na frente dos olhos dele. Ou não come.

O enfermeiro olhou para o corredor, para a porta entreaberta do quarto, depois de volta para ela. O conflito era claro no rosto — nojo, medo, tesão. O volume na calça denunciava qual estava ganhando.

— Porra, Sabrina…

— Decide rápido. Eu tô pingando só de pensar.
Ela não esperou resposta. Entrou no quarto. A luz amarela fraca iluminava o corpo magro e imóvel de Joaquim na cama king. Setenta e oito anos, doença degenerativa, preso naquilo que restava dele. Mudo, paralisado, mas os olhos abertos, lúcidos, seguindo o movimento dela. Um grunhido baixo, rouco, saiu da garganta dele quando a reconheceu.

— Olha a merda que vou fazer por sua culpa Sabrina.

Ela sorriu, não falou nada. Apenas foi na direção do avô.

Sabrina parou ao lado da cama e tirou a camiseta num único movimento. Os seios pesados balançaram livres. Depois o shortinho e a calcinha molhada. Ficou nua sob a luz amarelada, a buceta lisa brilhando de tesão, os mamilos duros apontando. Olhou direto nos olhos do avô enquanto passava dois dedos entre as pernas, abrindo os lábios e mostrando o quanto estava encharcada.

O velho tinha os olhos vidrados. Se não foi o susto, surpresa...foi porque achou que estava alucinando.

— Oi, vovô — sussurrou, voz embriagada de prazer.

— Sua netinha preferida veio te ver.

Miguel entrou atrás dela, ainda hesitante, mas já com a calça aberta. O pau grosso, veia latejando, denunciava que a moral estava perdendo feio.

Sabrina subiu na cama de quatro, de propósito virada de frente para o avô, o rabo empinado para Miguel. O colchão afundou com o peso. Ela encostou o rosto quase no do velho, sentindo o cheiro de remédio e pele seca.
— Olha bem — murmurou.

— Eu esperei fazer dezoito só pra isso. Pra te mostrar o que a sua netinha preferida realmente é.

— Mas não reclama, eu esperei papai dizer que eu já tinha idade para fazer minhas merdas. Então a culpa é do seu filho, vo...vô.

Miguel não aguentou mais. Segurou os quadris dela com força e enfiou de uma vez só. O gemido que saiu da boca de Sabrina foi alto, deliberado, sujo. A buceta molhada engoliu o pau inteiro com um som obsceno. Ela empurrou o rabo para trás, pedindo mais fundo, enquanto mantinha os olhos verdes cravados nos do avô.

— Ahhh, porra… tá vendo, vovô? Tá sentindo o cheiro? Sua netinha tá sendo comida igual puta na sua cama…

Joaquim emitiu um som mais forte, um grunhido longo, quase um protesto. O peito subiu com esforço. Os olhos estavam arregalados, úmidos. Sabrina não sabia — e gostava de não saber — se era pura indignação ou se alguma coisa naquele espetáculo tinha mexido no tédio infinito de estar preso naquilo. O corpo dele deu um leve espasmo inútil. Ela riu baixo, ofegante, enquanto Miguel metia com força, as bolas batendo na buceta molhada dela.
— Isso… mais fundo… — ela ofegava, seios balançando, mamilos roçando o lençol perto do braço imóvel do avô.

— Ele me ama, Miguel. Sempre me amou mais que os outros. E agora tá vendo a netinha preferida gozar na frente dele…

Ela se inclinou mais, esfregou um seio no rosto seco do velho, o mamilo roçando os lábios ressecados dele. Um fio de saliva dela caiu na boca entreaberta de Joaquim. O grunhido que saiu foi diferente daquela vez — mais fundo, mais estranho. Sabrina sentiu o pau de Miguel latejar dentro dela só com aquilo.

— Vou gozar — avisou Miguel, voz rouca, quase envergonhada.

— Não. Ainda não. — Ela saiu dele de súbito, virou-se e o puxou para o lado da cama, de joelhos bem perto do rosto do avô. Engoliu o pau ensopado da buceta dela até a base, engasgando de propósito, baba escorrendo pelo queixo e pingando perto da mão paralisada de Joaquim. Chupava com barulho, olhando nos olhos do velho o tempo todo.
— Olha… olha como a sua netinha chupa — falava com a boca cheia, saliva e porra prévia misturadas.

— Depois que você morrer eu herdo uma boa parte, né, vovô? Você sempre disse que eu era a preferida. Vou usar cada centavo pra foder ainda mais. Pra fazer coisas piores. E vou lembrar dessa noite.

Miguel gemeu alto, mãos nos cabelos loiros dela, e gozou fundo na garganta. Sabrina engoliu a maior parte, mas deixou sobrar algumas gotas nos lábios. Virou o rosto e abriu a boca na direção do avô, mostrando a língua branca de porra, antes de engolir o resto com um sorriso satisfeito.

Depois subiu de novo na cama, sentou a buceta escorrendo no meio das pernas paralisadas do avô e se esfregou ali, lenta, até gozar com um gemido longo e trêmulo, os olhos ainda cravados nos dele. O corpo de Joaquim deu outro espasmo leve. Os olhos estavam diferentes agora — não só horror. Alguma coisa tinha se mexido dentro daquele mundo cinza e imóvel. Sabrina não se importava em saber o quê.

Quando desceu da cama, as pernas ainda tremiam de prazer. Vestiu-se devagar, sem pressa, rebolando o rabo de propósito. Miguel estava num canto, puxando a calça, o rosto vermelho, incapaz de olhar diretamente para o homem na cama. Evitava os olhos do velho como se queimassem.

Sabrina, não. Ela se inclinou, beijou a testa fria do avô e murmurou contra a pele dele:

— Obrigada pela herança. E por ser minha plateia.

Depois saiu do quarto na frente de Miguel. No corredor, ele ainda não conseguia falar direito.

— Eu… não sei se consigo olhar na cara dele de novo.

Ela só deu de ombros, já pensando em quantos meses o médico tinha dado. E no que faria com o dinheiro quando a cama ficasse vazia.

— Eu consigo — respondeu simplesmente. — Foi gostoso pra caralho.

E fechou a porta atrás deles, deixando Joaquim sozinho com o cheiro de sexo, a porra secando na pele e a dúvida silenciosa de ter sido só ultrajado… ou de ter sentido, pela primeira vez em anos, alguma coisa diferente do tédio absoluto de estar vivo.

Foto 1 do Conto erotico: Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho.

Foto 2 do Conto erotico: Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho.

Foto 3 do Conto erotico: Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sabrina na casa do avô moribundo: Sexo, herança e silêncio na cama e na frente do velho.

Codigo do conto:
272314

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
14/09/2026

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