Capítulo 8: Meu tio Edson bateu leite no meu cuzinho (Gay/Incesto)
Juntei todos os peixes no balde que já estava pesado pra mim carregá-lo até a casinha. Meu pai então disse:
– Deixa aí que eu levo, Biel. Vai logo e vê se tu ajuda teu tio na cozinha.
– Vou lá ver pai. Agora meu rabinho estava terminando de se fechar pelas marteladas fortes que meu pai me deu mais cedo.
Dei uma última checada no pau marcado no calção preto de meu pai, que limpava o galão de pesca pra lançá-lo novamente na água. Ele era muito habilidoso, por isso deixavam que ele pescasse o almoço sozinho.
Enfim segui em frente. Subi o morro até chegar nos degraus da casinha de barro toda pintada de branco. Sua cor destacava-a dos matos verdes secos e volumosos. O alpendre era bem aberto, extremamente ventilado. Meu primo balançava na rede.
– Gostou de nadar Biel?
– Ora se não! Valeu pela ajuda André. – Respondi.
– Na hora! Quando quiser ver os animais me chama que vou contigo.
– Mais tarde dá certo – respondi. – O tio Marcos tá aí dentro?
– Tá na cozinha.
Meu primo é mais inocente do que eu, mas pelo menos é gente fina.
Passando pelo alpendre, olhei os cômodos, alguns vazios, um já possuía uma rede armada, o outro uma cama. Na cozinha meu tio terminava de temperar o arroz.
– Banhou muito? – Disse meu tio puxando assunto.
– Tanto banho que tô com frio até agora.
– Mas é bom demais né não?
– Só o silêncio daqui já vale a pena. – Respondi.
Me aproximei da janela da cozinha para olhar o horizonte.
– A vista é bonita daqui né tio Marcos?
Ele se aproximou de mim deixando seu corpo colado ao meu enquanto colocava os braços na janela.
– Eu trouxe uma coisinha pra gente usar mais tarde. – Disse ele roçando o volume meia bomba na minha bunda.
– O que é tio Marcos? – Falei forçando minha bunda para trás apertando o seu volume.
– É um negócio pra entrar mais fácil. – Disse ele afastando o corpo e agora enfiando a mão no meu calção. – Tu vai gostar. Já veio sem cueca pra ser mais fácil é?
– Tô fazendo igual vocês.
A mão do meu tio agarrava minha barriga. A barraca dele estava muito armada.
– Vai lá chamar teu tio pra assar o peixe, ele tá nos matos capinando. – Tio Marcos tirou a mão do meu calção. – Vai logo que tu me deixa doido.
Saí da cozinha sorrindo e fui rumo a um caminho entre os matos altos. Apressei o passo pra chegar no meu tio Edson. Já comecei a salivar só de pensar em como ele estava naquela calça fina de malha quando chegamos.
– Bença, tio Edson. – Gritei vendo o volume pesado do meu tio, apesar de mole marcava.
– Bielzin, bença paizin.
Ainda olhava pra calça que parecia ter uma seta apontando pro lado.
– Vim chamar o senhor pra almoçar.
– E já assaram os peixes sem mim?
– Ai é verdade. – Falei rindo. – É pra acender o fogaréu ainda, é que eu me desconcentrei tio.
Meu tio tirou as luvas que protegiam suas mãos.
– Se desconcentrou com o que macho? Viu uma cobra foi?
Tio Edson apertou o pau que estava duro embaixo da fina calça de malha.
– Biel, chega aqui pra ajudar o tio. Pega a mochila.
Me aproximei e peguei uma mochila que estava no chão. Quando olhei pra cima de novo meu tio tinha abaixado a calça e botado o pau pra fora.
– Achei a cobra que te deu susto. – Seu pau estava fazendo sombra no meu rosto. – Bota na boca Biel.
– Aqui tio? E se alguém pegar a gente?
– Tá fazendo cu doce agora é? – Meu tio levou a mão para minha nuca fazendo minha boca engolir seu pauzão.
Soltei a mochila e chupei que nem picolé. A cabeça grande e esbelta tampava minha garganta. Engasgava mas não tirava da boca.
O barulho das chupadas era alto, ainda bem que ninguém estava perto. O som era inconfundível.
– Tô esperando você desde que cheguei, agora tu chupa e mais tarde tu vai dar. – Meu tio controlava meus movimentos com brutalidade.
Meus olhos lacrimejavam, eu queria vomitar mas também não queria parar.
– Aguenta Bielzin, aguenta a pica do tio na boca.
Eu gemia por estar com minha boca cheia. E meu tio gemia de prazer.
– Engole tudo Biel. – Meu tio parou de enfiar e começou a se punhetar com a mão.
Eu estava aliviado dele parar de forçar minha garganta.
– Engole porra. – Meu tio começou a gemer como se fosse gozar.
O gosto de pau suado e babado estava sendo substituído pelo gosto de gala. Quente e espessa. Encheu minha boca todinha.
Consegui engolir aos poucos, era muito grosso.
– Mais tarde é no seu cuzinho Biel. – Disse ele espremendo o pau pra tirar as últimas gotas brancas. – Lambe que ainda tem.
Depois de limpar o pau dele fomos para a casa e ele começou a assar o peixe do almoço. Depois que todo o almoço estava pronto, nos juntamos no alpendre da casa para comer. Minha barriga estava cheia de leite. Meu corpo ainda cansado da foda mais cedo com meu pai. Portanto comi pouquinho, também não queria ter problemas pra dar mais tarde. Fiquei do lado de meu pai, ele que botou meu almoço.
Então eu percebi que eu tinha muita sorte, estava rodeado de machos. As rolas pulavam, balançavam, e roçavam. Para onde eu olhasse tinha pau. E meu primo André que de nada sabia.
Pós almoço cada um foi descansar e beber. Ainda ficamos reunidos no alpendre. Exceto pelo meu tio Marcos que entrou na casa, pensei em ir atrás mas resolvi esperar mais.
Meu pai e meu tio Edson estavam bebendo Whisky enquanto conversavam e riam alto. Um bom tempo se passou e já estava escurecendo, meu pai e meu tio finalmente foram em direção ao açude para colocar o galão em forma de armadilha para pegar muitos peixes.
Eu resolvi entrar dentro de casa e meu primo veio em minha direção.
– Avemaria, tio Marcos tá dormindo pelado no quarto. Tô te avisando pra tu não ver o que eu vi.
– Sério? E tu viu ele pelado mesmo?
– Ora, vou ver eles no açude, você vem Biel? – Perguntou meu primo.
– Tô cansado, vou me deitar. Boa noite André.
– Boa noite minha jóia.
Entrei dentro de casa e fui pro quarto do tio Marcos em completo silêncio. Ele estava deitado na rede.
Quando cheguei perto, as luzes apagadas, consegui ver que ele estava completamente pelado pela luz do luar que entrava pelas frestas da casa. Um grande homem com um pau mole, grosso e escuro deitado sob ele, que contrastava com o restante do corpo claro.
Comecei a me lembrar da vez que meu tio me comeu pela primeira vez. Ele me atiçou de todas as maneiras possíveis, me comeu ao ponto de me fazer gozar pelo cu. Ele que me viciou nisso.
Quando menos espero seu pau começou a ficar meia bomba. Decidi aproximar o rosto e cheirar com força sua rola. Eu estava com saudade.
Passei a língua da base até a cabeça coberta pelo seu prepúcio. Ele não acordou. Resolvi chupar como chupei o pau do meu tio Edson, pelo menos não ia forçar minha garganta agora. O pau ficou muito duro. Meu pinto também estava muito duro, meu cuzinho piscava querendo rola.
Com pouco tempo senti a mão grossa do meu tio acariciar minha cabeça.
– O bezerro já tá mamando? – Meu tio falou com um sorriso no rosto. – Pode parar de mamar que eu quero mesmo é te comer Biel.
Parei de chupar, tirei a rola molhada de saliva da boca.
– Eles foram colocar o galão.
– Tempo suficiente então, deita aí na cama. – Disse meu tio levantando-se da rede com a rola muito dura.
– Mas o primo pode chegar por aqui. – Falei enquanto me deitava de bunda pra cima para meu tio. Tentando deixar meu pinto duro confortável.
– Ele deve tá dormindo já. – Falou meu tio enquanto trancava a porta do quarto.
– Tá não, tio Marcos. – Falei levando as mãos para as bandas do meu rabo. – Ele foi no açude olhar o pai e o tio.
– Melhor ainda bebê. – Ele pegou um tubo com tampa. – Isso aqui é pra entrar fácil, hoje não dá tempo de melar teu rabo com a baba do meu pau, vai ser com esse lubrificante.
– Ai tio Marcos, tô com tanta vontade. – Disse ainda segurando meu rabo aberto.
Ele despejou o lubrificante no meu rabo e com os dedos fez entrar em mim, era gelado.
– Teu cuzinho tá cedendo fácil, quem tá te comendo Biel?
– Foi eu mesmo brincando no açude tio.
– Segura bem o rabo que eu vou enfiar dentro de você.
– Ai tio Marcos vai. – Falei fechando os olhos.
Meu tio enfiou bem rápido em mim, eu senti uma fisgada forte na primeira botada. Gemi alto.
– Geme baixinho bebê senão teu primo vai vir aqui.
– Ai tio tá doendo.
– Já tá passando Biel. Vai nem sentir nada. – Disse ele agarrando minhas mãos contra a cama.
Meu cu estava totalmente preenchido pelo seu mastro. O pau grosso e duro penetrou fundo em mim. Meu tio Marcos começou a movimentar o quadril, afinal entrou fácil demais e a dor estava passando.
– Tava doido por esse buraquinho. – Meu tio beijou meu pescoço. Seu corpo cobria-me por completo.
Eu não falava nada só gemia de prazer. O seu pau de carne despertava todas as terminações do meu ânus. Eu desaprendi a falar.
– Toma no cu Biel, vai tomar até eu gozar. – Meu tio começou a se movimentar ainda mais. O pau estava voltando mais longe, e entrando mais fundo.
– Ahn Ahn. – Eu só gemia. Eu queria ser prenhado hoje.
A cama começou a ranger no ritmo do meu tio. Agora eu era só um buraco bem aberto que meu tio estocava.
– Porra, pisca pra mim. – Ordenou meu tio levantando o corpo pra se concentrar em estocar mais rápido.
Eu tentei piscar mas meu rabo estava tão aberto e dormente que eu não conseguia.
– Tio Marcos não consigo. – Consegui falar palavras que não eram gemidos soltos.
Meu tio arrancou o pênis de dentro do meu cuzinho que agora era preenchido pelo ar. Gemi alto. O estrago tinha sido grande.
– Pisca Biel. – Ordenou.
Assim consegui piscar o cuzinho.
– Isso caralho. – Meu tio posicionou a cabeça na entrada que estava fechando com as piscadas.
– Ai tio, calma. – Falei gemendo.
Meu tio começou a botar a cabeçona lentamente.
– Continua piscando o rabo Biel. – Disse ele segurando o penis em direção ao meu ânus.
Ele enfiava e eu piscava, senti a cabeça sendo apertada pela entradinha do meu cu, afinal o restante do meu rabo já estava com o formato da sua piroca.
– Isso Biel. – Meu tio terminou de enfiar a piroca em mim. Já não era possível apertar, perdi novamente o controle do meu ânus pro deu pau duro dentro de mim.
Mas dessa vez, não sei se pelas apertadas que precisei fazer no meu rabo, senti o seu pênis inteiro em cada centímetro das paredes do meu cu.
Tio Marcos começou a me comer freneticamente, não tive tempo pra me acostumar ao ritmo. Mas estava muito estranho, parecia que eu ia cagar.
– Ai tio para. – Meu tio não parou.
Parecia que tinha algo prestes a sair. Comecei a gemer mais. Não havia nada que eu pudesse fazer. Só aceitei a sensação muito estranha.
Meu tio Marcos me martelava com a rola. Cada martelada revirava meu corpo. Comecei a gozar na cama, leitadas fortes no ritmo das pirocadas. Na verdade a sensação era minha próstata sendo completamente espancada pelo meu tio. Ele gemia bruto nas minhas costas. Já eu gemia como se tivesse perdendo a virgindade do meu buraquinho de novo.
Tio Marcos gemia que nem um urso. Em algumas botadas senti a piroca de meu tio se expandir ainda mais. Ele estava prestes a gozar. Meu cuzinho estava sensível, afinal ainda estava sentindo um prazer imenso após ele atingir minha próstata.
– Toma leite, Bielzin. – Meu tio falou com sua voz grave bem pertinho de meu ouvido gozando tudo dentro de mim.
Ele continuou deitado em cima de mim com a rola atolada. Virei meu rosto pra conseguir respirar.
Enquanto descansávamos da foda frenética e a rola de meu tio amolecia ouvi passos no lado de fora. Era meu primo André. A quanto tempo ele tinha voltado?
– Tio Marcos? Tá tudo bem aí? – Perguntou meu primo perto da porta do quarto.
– Sim André, por que? – Respondeu meu tio tirando o pênis do meu rabo.
– É que a cama estava rangendo muito.
– Eu estava limpando a cama pro Biel. – Meu tio abriu a porta do quarto deixando meu primo me ver pelado na cama de bunda pra cima, fingi dormir. – Olha aí como ele tá dormindo.
Meu tio não se escondeu atrás da porta. Deixou meu primo ver ele pelado com a rola pesada da foda de poucos minutos atrás.
– E ele também dorme igual o senhor?
– Como?
– Peladão.
– Ora tu devia tentar também, você ia gostar André. – Respondeu meu tio. – O que é que tu quer mesmo?
– O tio Zé tá voltando já, pediu pro senhor ajeitar a mesa e o som pra começarem os trabalhos.
– Beleza já vou.
Meu tio fechou a porta de novo e vestiu um calção que não segurava nada da rola dele.
– Fica aí e não se mexe que mais tarde eu volto. Vou falar pro teu pai que tu dormiu. Não deixa o leite sair que eu quero gozar dentro de novo.
Continuei deitado tentando deixar meu cuzinho fechado pra não vazar mais nada. Ouvi eles levando a mesa pra fora do alpendre e acendendo uma fogueira.
– Cadê o Whisky Marcos? – Perguntou meu pai.
– Vish, eu esqueci Zé, mas o Antônio tem pra gente bora lá. – Respondeu meu tio Marcos.
– Vou com vocês. – Disse meu primo André.
– Cadê o Biel? – Perguntou meu pai.
– Tá dormindo lá no quarto perto do alpendre. – Respondeu meu primo.
Eles foram para o seu Antônio. Apesar de ser nosso vizinho a casa ficava longe, foram andando.
Após algum tempo ouvi passos de uma pessoa só subindo a varanda da casa. Será que me encontraria? Resolvi continuar fingindo que dormia.
A porta do quarto abriu. O homem se aproximou de mim.
– Biel? – Era a voz do meu tio Edson.
Continuei de olhos fechados. Meu coração palpitava mais rápido. Meu tio abriu o meu rabo vendo que o cuzinho já tinha sido usado.
– O Marcos já te comeu de novo? – Meu tio começou a tirar sua calça molhada. – Ele gosta desse cu né?
Comecei a me lembrar da última vez que tio Edson me comeu. Eu achei que fosse mijar e na verdade eu gozei com a rola do tio Edson dentro de mim.
Dessa vez meu tio não enfiou o dedo como da primeira vez que ele viu meu rabo leitado. Ele posicionou a cabeça da rola na entradinha do meu cu. Fazendo meu pauzinho endurecer. Meu tio estava um pouco molhado da água do Açude.
– Ahn, tio? O que foi? – Falei fingindo que acordava.
– Marcos te comeu agorinha foi?
– Foi tio. Tô cheio de leite.
– E vai ficar mais. Cadê eles? – Meu tio começou a forçar o pau na boca da minha bundinha que cedia fácil.
– Ai tio. – Gemi. – Eles foram no seu Antônio.
– Melhor ainda. – Meu tio Edson me penetrou de uma só vez.
Seu pau entrou no meu cu que guardava todo o leite do meu tio Marcos.
– Cuidado tio, tá sensível.
Pra quê eu disse isso? Meu tio começou a estocar com força e rapidez meu cuzinho inflamado. O som da rola entrando no meu cuzinho molhado de porra era muito alto. Ecoava no quarto inteiro.
Agora que meu tio Edson me comia, o leite alojado começou a jorrar no meu cu que era preenchido pelo pau de carne dele. Não havia espaço pro leite ficar.
As estocadas eram frenéticas. Eu sentia cada uma delas, afinal tinha sido comido agora pouco. O barulho da virilha de meu tio batendo nas minhas nádegas ficava cada vez mais alto.
A posição era a mesma, só mudava quem me comia. Antes meu tio Marcos, depois meu tio Edson, será que o próximo seria meu pai?
Meu tio agarrou os cabelos da minha cabeça com sua mão grandiosa. Ele apertava. Pra tentar sentir menos as estocadas comecei a empinar meu rabinho ainda mais. Gemia abafado na cama. Meu rosto estava enterrado no colchão.
– Que cuzão gostoso Biel. – Meu tio falou no ápice do tesão.
Eu só gemia cada vez mais. Não sentia que ia gozar mas as paredes do meu cu recebiam toda a fricção do ato. Eu estava muito bem lubrificado e só sentia prazer. Tio Edson batia o leite do tio Marcos no meu cuzinho. Me dei a liberdade de gemer muito.
Meu tio Edson acelerou as estocadas. O som da virilha dele no meu rabo pareciam aplausos. Ele gozou enchendo meu cu de leite novamente. Senti todas as jatadas lá no fundo do meu cuzinho. Era quente e grosso como o do meu tio Marcos. Meu pau estava muito duro também. Finalmente meu tio tirou a rola de dentro de mim e limpou ela nas minhas costas me deixando todo lambuzado de porra.
– Aproveita que não tem ninguém e vai no açude se limpar Biel. – Meu tio disse.
– Mas o tio Marcos disse que queria meu cuzinho de novo cheio de leite dentro. – Levantei a cabeça da cama pra falar.
– E se teu pai ver como tu tá? – Perguntou ele abrindo a porta ainda pelado.
– Quem sabe ele não me come também? – Respondi.
– Moleque doido.
Meu tio foi pro outro quarto se enxugar e vestir outro calção. Ele esqueceu a calça de malha molhada no quarto que eu estou. A porta também ficou entreaberta. Passou-se algum tempo e meu cuzinho novamente se fechou, troquei de posição e fiquei deitado de ladinho quase em posição fetal. Um pouco da porra escorreu do meu ânus mas logo parou. Aliás, meu cuzinho estava à vista para quem passasse pela porta. Acabei adormecendo. Mas torci que alguma coisa ainda acontecesse naquela noite.
Obs: Continua. Sinto muito pela demora do capítulo, fiquei ocupado nos últimos meses.