Uma semana inteira se arrastou sob essa tensão. Eu estava sendo consumida viva por um tesão que me roubava o sono. Farta de esperar e ardendo por um toque, percebi que se não agisse, eu mesma enlouqueceria. Sem planejar muito, armei o meu bote naquela manhã de segunda-feira.
Assim que minha filha saiu para trabalhar, levantei e vesti aquela calcinha vermelha, testemunha do desejo de Guilherme. Coloquei um short comum e a regata de algodão que usava para dormir, sem sutiã. Caminhei excitada até o escritório onde ele trabalhava e, com uma expressão forçada de confusão, parei exatamente ao seu lado.
— Guilherme, meu filho... te atrapalho? Pode me dar uma ajuda?
— De forma alguma, Dona Márcia. O que precisa?
— Meu celular está travando toda hora, acho que a memória encheu com tanta bobagem. Preciso apagar algumas fotos, mas você sabe que me enrolo com essas tecnologias — pedi, arrastando a voz, vestindo a máscara da sogra inofensiva.
— Claro... deixa eu ver isso pra senhora — ele respondeu. A voz saiu visivelmente mais rouca e travada que o normal.
Guilherme se sentou na beirada da cama de hóspedes e eu me acomodei bem ao lado dele. Meu quadril farto ocupou boa parte do espaço, forçando meu corpo a ficar colado ao seu flanco. A malha fina da regata desenhava com exatidão o peso e o formato dos meus seios. A cada respiração fingida de quem tentava focar no visor, eu fazia questão de roçar, de forma lenta e proposital, o peito contra o braço dele.
O que eu não imaginava era o ponto fraco exato que estava provocando. Guilherme tinha um fetiche voraz por axilas. Sentir o calor da minha pele irradiando tão perto, notar a cava solta da regata revelando a curva nua debaixo do meu braço e sentir o cheiro do meu perfume misturado ao suor natural daquela manhã abafada deram um nó na cabeça dele. Ter a sogra ali, vulnerável e se esfregando nele, era uma tortura beirando o insuportável.
Na tela, fotos banais começaram a passar.
— Essa pode apagar, é só corrente de bom dia da vizinha... essa do bolo também... — eu ditava calmamente, inclinando o tronco para a frente. O movimento escancarou a cava da blusa, oferecendo a ele uma visão privilegiada do colo do seio e da pele macia.
Pude notar a respiração dele pesando. O volume na calça começou a crescer e marcar o tecido de forma inegável. Ele deslizava os dedos pelos arquivos, até que apareceram fotos minhas de biquíni na praia, evidenciando o quadril largo que ele tanto cobiçava. Antes que pudesse recuperar o fôlego, a foto seguinte o fez congelar: eu, deitada na cama, vestindo lingerie e cobrindo os seios.
Fingi um sobressalto, encenando pânico.
— Ai, meu Deus! Apaga isso, Guilherme! Que vergonha... tirei para um "amigo" e salvei no lugar errado. Apaga agora, por favor! — murmurei escandalizada, inclinando-me ainda mais para esmagar meus seios fartos contra o braço dele.
O membro dele já estava rígido, latejando dolorosamente contra a calça. Ele respirou fundo, trêmulo, incapaz de apagar a imagem. Num impulso, arrastei o dedo para o lado na tela. O próximo arquivo era o vídeo.
O vídeo dele no banheiro começou a tocar. Lá estava ele, com as mãos trêmulas, cheirando a minha calcinha, lambendo o tecido molhado, gemendo o meu nome e gozando fartamente sobre a peça íntima.
O silêncio no escritório ficou denso. Guilherme empalideceu na hora. Um suor frio brotou na testa dele, que parecia ter esquecido como respirar diante da prova da sua perversão brilhando na palma da minha mão. O ar sumiu. Ele abriu a boca procurando alguma desculpa, mas as palavras não saíram.
— Desculpa... eu... Dona Márcia, eu posso explicar... — gaguejou, uma gota de suor escorrendo pela têmpora.
Não o deixei terminar. Com um movimento firme, calei a boca dele com o meu dedo. A fachada de senhora recatada desmoronou em um instante, libertando a loba voraz moldada por anos de tesão enjaulado.
— Fica quieto, Guilherme. Acabou a mentira.
Antes que ele pudesse raciocinar, levantei e montei direto no colo dele. Encaixei minha intimidade exatamente sobre o pau duro feito pedra que latejava ali. Sem perder um segundo, arranquei minha regata pela cabeça. Com os seios fartos balançando livres a centímetros do rosto dele, completamente fora de mim, dei um tapa no rosto dele, segurei sua cabeça com as duas mãos, enterrei o rosto dele contra os meus peitos e ditei a regra:
— Chupa... lambe os peitos da sua sogra...
A submissão foi imediata. Como um cão faminto, ele abocanhou meu mamilo inchado, sugando com tanta força que um estalo úmido ecoou no quarto. No meio do frenesi, o fetiche o dominou: enquanto me devorava, ele tentava desviar o rosto para se enterrar nas minhas axilas. Cheirava e lambia a pele suada com voracidade. Como eu não havia me depilado direito, tentei afastá-lo levemente, concentrando os chupões nas minhas tetas. Ofegante, sussurrei:
— Eu não me depilei direito aí debaixo do braço, chupa os meus peitos...
Com os olhos injetados, embriagado de tesão, ele rosnou:
— Eu não ligo pra isso... eu adoro, eu tenho um tesão imenso nisso!
Chupando e mordendo com ainda mais volúpia, ele revezava a boca faminta entre os peitos e as axilas, mordiscando a carne sensível enquanto as mãos grandes apertavam minhas costas, meu quadril e minha bunda de um jeito delicioso. O respeito já não existia mais.
Entre uma sugada e um gemido abafado, ele me encarou com os olhos pesados de luxúria, tentando manter o último fio de decência, e implorou:
— Dona Márcia... eu posso te xingar?
Jorrei todo o fogo que me consumia:
— Me chama do que você quiser, cachorro safado! — disparei no ouvido dele, puxando seus cabelos para forçá-lo a olhar nos meus olhos. — Me fode, caralho! Não é isso que você queria? Meter esse pau na sua sogrinha! Faz comigo o que imaginou no vídeo, vai! Ahhh, que pauzão duro, vai meter na sogrinha, vai? — provoquei, rebolando gostoso no colo dele.
Aquilo foi o detonador. A última gota de sanidade de Guilherme evaporou. Enquanto eu arrancava a camisa dele com impaciência, ele abaixou as calças, libertando um membro grosso e latejante. A visão daquele pau ao vivo fez meu mel escorrer ainda mais farto pelas coxas.
Saí de cima dele e caí de joelhos, engolindo o pau com uma fome de décadas. Chupava, lambia, descendo a boca com voracidade até lamber e engolir as bolas. Ele arqueava as costas na cama e soltava gemidos roucos de puro êxtase, enquanto eu voltava para a glande, deixando tudo bem babado.
— A senhora chupa muito gostoso, que delícia!!! Não para!
Parei, olhei bem pra ele e avisei que se me chamasse de "senhora" mais uma vez, eu ia contar tudo pra minha filha.
— Tá bom, sua puta safada! Continua chupando o pau do seu genro! Mata essa fome de pica então, vagabunda!
Ser xingada por ele me deu mais tesão e continuei preparando aquele mastro por mais um tempo e voltei a oferecer minha axila para que ele lambesse o suor salgado. Enquanto a língua dele trabalhava ali, eu o empurrei para o sofá, arranquei meu short e fui montar nele, ainda de calcinha. Em um sobressalto, ele me puxou pela cintura, me afastando para me virar de costas, e deu de cara com a calcinha do vídeo. Aquela mesma em que havia gozado.
Ele puxou a renda vermelha para baixo com urgência. Ao sentir o tecido completamente ensopado, os olhos dele faiscaram.
— Caralho... você já tá com a mesma calcinha, sua vadia!
Meio afobado e sem perder tempo, ele afastou o tecido pro lado e enfiou dois dedos grossos direto na minha xoxota, encontrando uma buceta fervendo, escorregadia e com os pelos melados.
— Porra... que buceta gostosa, sogrinha toda peludinha...
Abri um sorriso perverso, arqueei as costas contra a mão dele e soltei um gemido longo:
— Ahnn... aihh, sim!... me come logo, seu puto — pedi, revirando os olhos e rebolando sem pudor nos dedos dele.
— A safada quer meu pau agora, é?!?! Então pede, vagabunda, pede pra meter nessa bucetona!!!
— Me fode, caralho, deixa eu sentir esse pau em mim!
Achei que ele fosse me penetrar ali mesmo com ele sentado, mas Guilherme me pegou, me jogou de quatro no sofá e enterrou o rosto no meio das minhas pernas. Sentir a língua quente e áspera me invadir fez meu corpo inteiro convulsionar. Ele abocanhou meus lábios inchados, sugando sem piedade, antes de esfregar a língua direto no meu clitóris que pulsava freneticamente.
— Ahhhhh! Caralho, vou gozar, não para, Guilherme!... — uivei, cravando as unhas no sofá, empinando ainda mais o rabo e abrindo as pernas para ele continuar chupando.
Ele era incansável. Com a língua encharcada, traçou um caminho quente da minha buceta até o meu cu, lambendo e circulando a entrada apertada com uma devoção que me causou um arrepio violento. Cada pelo do meu corpo se eriçou com a descarga elétrica do meu primeiro gozo na boca dele.
— Isso... chupa essa velha gostosa, seu filho da puta! — eu gemia, delirando na onda avassaladora de prazer.
Incapaz de suportar a espera, com as mãos trêmulas de ansiedade, Guilherme segurou firme na minha cintura e posicionou o pau bem na minha entrada. Senti a ponta grossa encostar e forçar caminho. Sem pressa, soltando gemidos rasgados, fui empurrando o quadril para trás. Apesar do tamanho, entrou fácil. Ele me invadia sem dó, esticando minhas paredes internas de um jeito que eu não sentia há muito tempo.
— Aaainn.. que delícia... — choraminguei, as pernas bambas, tremendo da cabeça aos pés conforme ele preenchia tudo.
— Tá gostando, né, minha sogrinha, sua vagabunda... que buceta apertada! — ele bradava, começando a dar tapas no meu rabo empinado, deixando marcas vermelhas.
Comecei a rebolar e jogar a bunda contra o membro dele, encaixando cada estocada com uma violência rítmica. Ele entrava e saía descontroladamente, batendo no fundo do meu útero com força, enquanto eu implorava cega de tesão:
— Mete pra arrombar, caralho! Acaba comigo, mete fundo na sua sogra! Ahnn... ohhh... isso é tão bom, seu filho da puta!
A intensidade me atropelou, o tesão subiu pela espinha como fogo; contraí a buceta com força máxima e soltei um grito agudo — AAAAHHHH! —, desabando em um orgasmo estrondoso. Tremi inteira, os olhos revirados, berrando:
— Gozei, caralho! Gozei!
Mas a minha fome era um buraco sem fundo. Mesmo exausta e latejando, eu não queria que parasse. Virei o rosto para trás, fuzilando-o com os olhos injetados, e berrei:
— Não para porra! Continua metendo fundo! Eu quero tudo... fode meu cu, eu quero que você goze na minha cara! Me cobre de porra, engravida a sua sogra! Faz isso, caralho! — Eu já nem sabia mais o que estava dizendo.
Perto de gozar e urrando como um animal no abate, Guilherme me puxou, fez com que eu virasse de frente no sofá e deitasse com os braços atrás da cabeça. Com os olhos cravados em mim, ele enfiou o pau na minha axila suada. O corpo dele travou num espasmo absoluto e, com um urro cavernoso, ele jorrou. Jatos quentes, grossos e densos de sêmen voaram, atingindo em cheio minha axila, meu rosto e meus lábios entreabertos, marcando a destruição definitiva e gloriosa de qualquer fronteira de respeito que já existiu entre nós. Ainda mamei aquele membro, sugando as últimas gotas dos fluidos dele, espalhando a porra pelas axilas e seios até o pau desfalecer na minha boca.
Caímos exaustos. Aconcheguei-me a ele em conchinha, nossos corpos colados pelo suor, as respirações sincronizando aos poucos. Ele depositava beijos macios no meu ombro nu e nos meus seios latejantes. Fechei os olhos, sentindo meu interior ainda contrair em espasmos leves, certa de que aquele era apenas o prólogo da minha verdadeira fome.
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PS: Fotos ilustrativas geradas por IA.




