Tesudo Mundo Novo - Capítulo 8



Rua da Xota Cabeluda, número 6699, agora.
Foi a mensagem que recebi de Nestor no SexZap. O que será que ele quer? Minha nuca se eriça, meu pau fica duro e meu cu pisca. Estendo o braço chamando o taxi e vôo para lá.
Um lugar muito familiar, algo dentro de mim se lembra de ter entrado e saído de lá mais vezes, no passado, que da buceta de Voltairine essa semana. Um prédio sem janelas, uma porta de vidro. Entro.
Na recepção meu rosto é reconhecido por robôs e a autorização é dada, vou até o elevador. Há dentro de mim uma memória automática de algo que já fiz inumeras vezes: Chamar o elevador, por o andar do subsolo 3, descer, trabalhar...
Chegando lá, sou surpreendido por Nestor já na porta do elevador, ele está corado, entre suas pernas uma lubrificação grossa pinga entre seus grandes lábios peludos que chamamos de saco, seus mamilo femininos estão duros e convidativos. Ele se esforça para manter a seriedade. Atrás dele, um laboratório, nele muitos rostos familiares se misturam numa suruba absurda. No ambiente um calor infernal, cheiro forte de sexo e suor numa estufa abafada. Aos nossos pés, duas mulheres e um homem se arrastam até nós com tesão. Nestor me alerta:
- Cuidado com eles! Aceite apenas sexo oral!
- Besteira tua! - Grita Voltairine no meio da suruba.
Reparo nos dois armados com aquelas armas esquisitas que dispararam contra mim outro dia, cujos projéteis me deixaram alucinado de tesão. Entendo o que aconteceu ali, atiraram em todos. Esta arma, que transforma o inimigo numa máquina de sexo é de longe a arma mais eficiente para a ação policial, o que seriam contrarrevolucionários mortais se tornam minhocas querendo chupar minha rola. E deixo, puxo o casal para dividir meu pau enquanto a outra mulher enfia a cara onde eu queria estar, entre as pernas de Nestor, enfiando minha língua em seu misterioso canal. Ele, aproveitando as lambidas fala comigo:
- Reconhece esse lugar?
Sim, muita coisa me volta a memória e explico:
- Sim... - aponto para um casal transando ao fundo - aqueles dois... me dava comprimidos... me traziam para trabalhar aqui. Estávamos...
Paro de falar por um segundo, o homem mete a cara na minha bunda chupando meu cu enquanto a mulher mama minha rola. Depois do silêncio reflexo me lembro de coisas terríveis que fazem meu coração sair pela boca, chego a brochar dentro da boca que me chupa por uns segundos. Olho para Nestor, triste, ele solidário me responde com um olhar de aceitação e expectativa.
Na medida que meu pau vai ficando duro novamente, fico a vontade de falar:
- Estávamos desenvolvendo um novo vírus aqui, da família do HIV mas pior.
Nestor responde, entre gemidos agudos:
- Eu sei.
Continuo, enquanto ajudo minha boqueteira desesperada, segurando seus cabelos que estavam colando no meu pau:
- Eu não queria fazer isso, não sei onde estava com a cabeça...
Nestor após tesudos gritos de orgasmo diz:
- Eu sei, eu sei... Está tudo bem... você está seguro agora.
Aquele homem forte, gozando como uma mulher, me dizendo isso, me inspirou incomparável tranquilidade. Senti como um abraço de mãe, que me desmontou, e me fez gozar na boca daquela cientista filha de Epstein, piscando meu cu suado na língua do outro no ritmo das ejaculações.
Deixo-os continuar a me chupa e lamber, até que Proudhon chega com dois amigos e fala para Nestor:
- Achei melhor trazer um ônibus aqui pra frente Makhno, rapidinho a gente esvazia isso aqui.
Começam a pegar os prisioneros tesos um a um. Dois homens para carregar cada pessoa, por um método curioro, deitam o alvo de barriga para baixo, e um homem pega pelas pernas, abrindo-as e penetrando no orifício mais apertado, e o outro segura pela frente, metendo o pau na boca do prisioneiro, este, sob a droga do projétil não pensa em outra coisa a não ser transar e é carregado sem resistência.
No final, pedi para ser carregado também para sentir como é. Sendo sincero é uma posição desconfortável, não dá pra se aproveitar de muita liberdade de movimento, e enquanto caminham pouco mais que a cabeça do pau ficam disponíveis à boca ou o cu.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bakunin

Nome do conto:
Tesudo Mundo Novo - Capítulo 8

Codigo do conto:
272977

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
23/09/2026

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1

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