Com o tempo Nestor foi ficando tranquilo que eu estava seguro, e foi se distanciando, seguindo suas investigações. Aproveitei para retornar contato com Emma, havia gostado do jeito dela, bem mais leve que este último e bem mais paciente e comunicativa, me ensinando com calma as coisas que preciso aprender. Sentados num café ela me conta: - Então, ao meu ver o que foi mais determinante na revolução sexual, foi essa forma de cumprimentar-nos pelo sexo. Toda a questão econômica correu junto, mas se não fosse a questão sexual não teria dado certo. Quem não se abre ao prazer não tem por que abrir mão de privilégios... sem tesão não há solução para nada. Respondo: - Concordo, mas acho torturante cumprimentar o Nestor. Me dá uma vontade de penetrá-lo ou ser pego por ele. Cada vez que o vejo levo um fora... - Ah... Faz parte... Melhor sofrer por amor do que não amar. - Me acalenta ela, passando sua perna na minha por debaixo da mesa. - Justo... Mas mesmo assim sofrer não é legal... - Enquanto falo ela massageia minhas bolas com seu delicado pé - Não fique triste, quando chegar o dia das graças você se realiza... - Dia das Graças!? Que Dia é Esse? - Corto ela empolgado com a possibilidade. - É o dia em que se convém aceitar todas as investidas sexuais. Aniversário do marco da revolução. Todo ano Nestor abre uma excessão no dia das graças, ele só não fica espalhando. Ficamos num minuto de silência no qual meu pau fica duro com a ideia enquanto ela segue massageando minhas bolas com os pés, por debaixo da mesa. Uma senhora idosa chega de supetão: - Carlos Márcio!? Não acredito! Não a reconheço, nem seque acho familiar. Ela continua empolgada: - Gostaria de agradecer muito ao doutor! Salvou a vida de meu marido! Emma pergunta interessada: - Foi? Como foi? A velha responde: - Como assim como foi? Carlos Márcio mulher! O biomédico que desenvolveu a cura do HIV nos primeiros anos da revolução... Ah! Você é muito nova! Nada disso teria sido possível sem você... Ah.. Sim... Desculpe - Então ela se agacha para cheirar meu pênis e minhas bolas, respondo ao cumprimento tocando com o pé na vulva dela. Ela, ainda de joelhos com a cabeça entre minhas pernas, tira a dentadura com uma mão e olha para cima com um olhar que implora para me chupar, como recusar? Ela começa a fazer um boquete delicioso. Os movimentos de sucção, que se complementa com absurdos com a língua, revela anos de experiência. Sinto sua gengiva lisa e macia, acima e abaixo do meu pênis, deslizando em movimentos que fazia com a mandíbula. Um boquete indescritível, me desmancho na cadeira segurando a nuca dela suavemente, sugerindo que continue até que gozar. Ela responde chupando um dedo e metendo no meu cu, me dando um prazer ainda mais. Nos céus, viro de lado e vejo Emma empolgada com a cena. Então eu sou um biomédico, e dos bons! Enquanto aprecio daquele boquete algumas memórias ousam voltar à mente, ou não sei se estou imaginando? Do meu lado Emma está de clitorênis duro, chamo ela com a mão. Ela vem, coloque ele na boca. Todos os movimentos que aquela velha fazia em mim eu imitava com Emma, poupando-a dos meus dentes claro. Também pus dois dedos no cu dela, apertando sua bunda gostosa enquanto a chupo e sou chupado. Passo ainda o peito do pé na vulva da velha, já molhada, que se excita ainda mais no boquete. E vamos assim aumentando o ritmo, tanta água na boca que escorre pelas bolas e pinga no chão. Até nós três gozarmos juntos, no que ela me faz uma garganta tão profunda que chega a por até minhas bolas na boca dado o espaço vago da ausência de dentes: Puta que a pariu! Quando consigo recuperar meu fôlego da gozada ela já foi embora, contente de ter me bebido com gosto. Emma se senta na cadeira se abanando, e tomando um gole de cerveja. A acompanho virando o copo, deixando o alcool bater mais na sensação de corpo leve daquele gozada. Após um tempo comento: - Não lembro disse de ter descoberto a cura do HIV... O que me vêm a mente quando tento, é algo como estar desenvolvendo um vírus, uma vacina ou sei lá o que, e quem está comigo no laboratório são a mulher e o homem misteriosos com os quais acordei quando sai correndo confuso por aí... Emma me interrompe colocando seu dedo indicador em meus lábios, que por reflexo se contraem num beijo. Ela diz sussurando, com sua sensual voz no raro tom grave: - Não fale sobre isso. Tem coisas que Nestor e as meninas estão apurando ainda. Em breve saberemos mais.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.