Servi mais vinho, prestou atenção na minha conversa. Ficou com o rosto rosado, desviou o olhar para s janela, com certeza o gatilho estava armado. Juntou os pratos da mesa, e foi lavar a louça.
- Quem me dera eu gozar duas vezes na mesma pegada, nunca gozei duas vezes numa semana.
Aquilo me deixou sem direção, me contive, meu pau quis ficar duro, o coloquei para baixo. Ao pegar as louças ela percebeu.
Garoava, frio em torno de 8º.
Liguei o ar quente em meu quarto.
Arrumei a cama dela com cobertas grossas, liguei a estufa para aquecer aquele ambiente.
O relógio do celular marcava 01:10 quando ela se recolheu. Apaguei as luzes da cozinha. Seu quarto escuro e porta fechada.
A porta do meu quarto sempre fica encostada, nunca a fecho.
- Me aquece estou morrendo de frio.
Falou num tom baixo e quase sussurrando. Já deitando no lado esquerdo da cama.
Levantei as cobertas. Deitou-se de lado, fazendo a famosa conchinha...
Usava um pijama de malha macio e sedoso.
Fui mais para o meio da cama, ela seguiu empurrando seu corpo contra o meu, melhor, a bunda.
- Me abraça, me esquenta.
Estávamos grudados, coloquei meu braço esquerdo por baixo de sua cabeça.
Minha mão direita envolveu-a em seu quadril, minha mão descansou em sua barriga.
Seu calor, o perfume de body splash floral com notas de lavanda e morango, me envolvia num pensamento pornográfico.
Meu rosto em sua nuca, o cheiro do shampoo, minha respiração em seu cangote.
A puxei mais perto, colocou sua mão direita sobre a minha.
Suas nadegas duras, e mais grossas que via na calça jeans, dividiam com meu pau.
Sem querer ele começo a ter vontade própria, a cada segundo ele ia tomando forma, ficando duro. Ela fez um movimento de rebolar para sentir ele, de leve o acomodei nos meios da sua bunda. Acariciei sua barriga, ela se mexeu, subi mais a mão, senti a raiz dos seios.
Subi mais um pouco e minha mão sentou no seio direito, senti o mamilo duro, a textura rija. Meu pau cutucou 3 vezes, ela rebolou e ele ficou no meio das pernas, eu usava um calção de dormir largo e sem cueca, ele saiu pela lateral estava quasse no ponto máximo da dureza.
Minha mão esquerda começou acariciar seus seios sobre a blusa, minha mão direita desceu até sua cintura, os dedos adentraram o elástico do seu pijama, senti o monte de vênus, pelos espetavam de uma depilação de uma semana. Ela colocou minha mão esquerda debaixo de sua blusa, senti os seios, mamilos grossos e duros, meu rosto beijava sua orelha seu pescoço.
Ela se contorcia e suspirava forte. Tirei meu short, ficando na altura do joelho esquerdo. Devagar abaixei seu pijama, deixando-o no meio das nádegas, conduzi a pica entre suas pernas, a cabeça foi abrindo caminho, senti o calor da buceta quente e molhada. Ela facilitou, levantou um pouco a perna direita. Cabeça do pau e lábios já acasalados.
Minha mão direita posou sobre sua buceta, quente, babada de lábios pequenos. O dedo maior com delicadeza dançava sobre o clitóris pequeno e duro, meu vai e vem calmo era sincronizado com o dedilhar no clitóris.
Ela começava a ter espasmos, eu fazia o vai e vem com mais vontade. com pressa pega em meu pau, o aperta, o punheta, talvez não acreditava naquilo que tinha em suas mãos.
Meu dedilhar aumenta, ela começa a falar alto.
- Vou, vou gozaaaaarrrrr, Haaammmmmm. Gostosoooooo
Morde meu braço esquerdo.
A mão dela com pressa e sem jeito me punhetava, minha mão direita levanta sua perna direita.
Meu pau sente seus lábios quentes e molhados.
Começo a pincelar, minha perna direita é alavanca da sua direita.
- Você vai me comer gostoso? Vai me fazer de fêmea... de putaaa?
Fala virando-se em minha direção.
- Vouuuu, vou te mostrar como um homem tem que tratar uma mulher. Hoje você vai ser comida, devorada!
Naquele momento que falei a cabeça já invadia a buceta quente e apertada. Num gesto rápido coloquei ele todo.
- Rebola, inclina mais a bunda para trás. Isso rebola com vontade.
Ela fazia isso com vontade e rápida, desajeitada. Meu dedo dedilhava seu grelo.
- Isso amore, rebola suave, levanta seu quadril um pouco mais, agora rebola faz o vai e vem.
Ela fazia exatamente o que eu falava, rápido pegou o jeito em rebolar numa pica, de ladinho. Num macho que gosta e sabe foder.
Eu me segurava firme para não gozar.
Seus movimentos aumentaram, estava despejando a vontade de trepar com um estranho. Gemia, suspirava forte, gemia intensamente. Arranhava meu braço.
Meu dedo alisava seus lábios pequeno e castigava seu grelo.
- Hammmmm Haaammmmmm vou gozarrrr de novoooooo hammmm.
- Isso minha gata, gozaaa, te acaba neste pau. Vamos colocar chifre no namorado com vontade.
- Hammmmm estou gozandooooooo de novoooooo. Simmm chifrudoooo. Issooooo continuaaaa a meterrrr.
Seu gozo foi mais longo que o primeiro. Seus gemidos e respiros ofegantes eram intensos.
Virou-se procurando minha boca, sua boca devorava a minha, me puxava junto a ela, foi se virando, meu pau saiu da buceta mega molhada.
Cai de boca em seu seio direito. Mordia, sugava e mordiscava intensamente, a mulher se contorcia, buscava meu pau ainda meio duro. Alternava os mamilos, estava me tornando um animal louco de desejo.
Abriu suas pernas. Foi puxando-me no meio de suas pernas direcionando o pau na direção da sua buceta novamente.
- Vem me come assim, em cima de mim. Me faz de cadela de puta. Sou suaaaa, me comeeee...me devora.
Foi conduzindo a rola grossa e dura, seus pequenos lábios beijavam a cabeça grossa da pica, devagar fui empurrando para dentro, quando minhas bolas bateram em seu rabo ela fez uma chave de pernas, estávamos descobertos e queimando de desejo, eu na posição do coelho, ajoelhado e grudado nela.
Comecei a estocar com suavidade, ela segurava meu rosto para o beijo devorador, sedento e melado. Cai de boca em seus seios, chupava os bicos se alongando em minha boca.
Se contorcia, rebolava e falava coisas desconexas.
Sicília estava levando surra de pica. Com certeza ninguém tinha comido ela daquele jeito.
As estocadas agora mais intensas e rápidas, minhas forças estavam se esgotando.
- Issooooo vaiiiii vou vouuuu gozar de novo. Pqpariuuuuuu hammmmm hammmmm, aconteceu, ela delirava, me apertava, me arranhava. Tinha a certeza que gozada como essa ela poderia contar nos dedos, as que teve.
Eu estocava com mais forças para seu clitóris pegar fogo e gozar no limite máximo.
Nesse momento seu gozo intenso, ofegante, suada, me abraça com força, parei e desabei sobre ela. Mordia minhas orelhas, sugava meu pescoço, era uma fêmea endiabrada pelo desejo.
Estava feliz por fazê-la gozar 3 vezes.
Nossa temperatura derretia o gelo da noite fria. Nosso suor molhou o lençol.
Com cuidado me cobriu, ajeitou minha cabeça junto a ela.
Me envolvia em seu colo como uma criança.
Adormeci em seu colo.
continua



