Apenas Obedeça: A Rendição da Sobrinha Submissa



Apenas Obedeça: A Rendição da Sobrinha Submissa
O pretexto para que eu morasse com minha tia Laura havia sido um curso na sua cidade, mas a verdade oculta entre nós era que nossos laços haviam se estreitado muito antes, em uma frequência muito mais sombria e carnal. Desde cedo, nós duas tínhamos uma conexão magnética, diferente de tudo. Com o passar do tempo, aquela cumplicidade evoluiu, cruzando fronteiras e tabus até que eu me tornasse completamente submissa a ela. Agora, aos 19 anos, eu morava sob o seu teto e, principalmente, sob as suas ordens, dando os meus primeiros passos para me tornar, assim como ela, uma vadia de luxo.
E não havia mestre melhor no mundo para me corromper. Laura era o próprio retrato da provocação devassa: uma loira de seios fartos e empinados, que adorava desfilar pela casa com saias curtíssimas que mal cobriam a polpa da bunda, equilibrada em saltos agulha que estalavam de forma sádica no piso de madeira. Ela era o que muitos chamavam de rodada, uma mulher assumidamente safada que já havia trabalhado na noite e colecionava quilometragem com homens de todos os tipos — embora sua preferência sempre fosse os mais experientes, maduros e perversos, aqueles que sabiam exatamente como pagar pelo luxo e pela carne que ela exibia.
Sob a tutela dela, eu já havia aprendido a explorar meu próprio corpo e a despertar o meu sangue de piranha. Eu andava sempre com roupas coladas e ultrajantes, que desenhavam cada curva da minha silhueta, e colecionava lingeries curtíssimas, minúsculas e ousadas que Laura comprava para mim, sempre testando meu pudor. Visualmente, eu parecia uma profissional pronta. Eu já havia dado para alguns rapazes da minha idade, mas faltava-me o que minha tia chamava de "peso". Laura orbitava um mundo de homens poderosos, exigentes e dominadores — e o plano dela sempre fora me arrastar para esse mesmo centro de gravidade, dividindo comigo os seus amantes e me transformando no brinquedinho deles.
O problema era a minha falha. Minha total incapacidade de agir com a devassidão natural de uma vadia diante de homens experientes, pois com rapazes mais novos da minha idade não tinha dificuldade. Na última tentativa, mesmo com a presença reguladora de Laura no quarto para me guiar, eu havia travado diante do tamanho e da crueza do cliente. O medo do julgamento me transformou em uma estátua fria, o que arruinou o tesão do homem e a experiência. A punição veio no segundo seguinte após a porta se fechar: um tapa estalado, brutal e ardente no meu rosto, cortesia de uma Laura furiosa com a minha incompetência na cama.
Naquela noite, cheguei do curso com o rosto e o orgulho ainda queimando pela memória daquela humilhação naquela tarde. Encontrei minha tia sentada à beira da piscina da sua casa, a silhueta impecável contra a luz, usando um de seus biquínis minúsculos que enfiavam na sua bunda grande e o inseparável salto alto. Ela não disse nada de imediato. Apenas me indicou a cadeira de vime ao seu lado com um aceno lento de cabeça. O julgamento começou antes mesmo da primeira palavra, e eu senti minha intimidade pulsar de medo e excitação.
— Sente-se, Keita — ordenou, a voz mansa, mas cortante como uma lâmina de barbear.
Obedeci, encolhendo os ombros sob o olhar cirúrgico que me despia de qualquer segurança, me deixando completamente indefesa.
— Eu estava pensando no seu fiasco nesta tarde — ela continuou, cruzando as pernas grossas e tragando seu cigarro com uma elegância quase coreografada. A fumaça azulada subiu entre nós, e o cheiro do tabaco se misturou com o meu nervosismo. — Você se esforça, eu vejo. Mas o seu esforço é patético, querida. Você tenta agradar como uma menininha assustada na cama, e os homens experientes que eu te apresento não querem uma criança trêmula e travada. Eles querem uma safada. Alguém que saiba antecipar o desejo deles, que abra as pernas com tesão e engula o pau deles com vontade.
Baixei os olhos para as minhas próprias mãos, sentindo a garganta seca e um calor incômodo subindo pelas minhas coxas.
— Eu... eu tentei, tia. Mas a presença dele... o jeito que ele me olhava, o tamanho dele...
— Falta traquejo para lidar com homens maduros, Keita — ela me interrompeu, a autoridade firme de quem conhecia cada engrenagem podre do desejo masculino. — Você se assusta fácil, se entrega errado e não tem a menor ideia de como satisfazer um homem de verdade. O seu problema é que você ainda se apega a uma inocência que não te serve para nada aqui dentro. Você precisa de um mestre para te moldar na cama. Alguém que quebre essa sua rigidez através do domínio.
Antes que eu pudesse processar o peso daquelas palavras, vi Laura pegar o telefone sobre a mesa de vidro. Seus dedos longos e unhas pintadas digitaram o número sem qualquer hesitação.
— Verni? — a voz dela mudou instantaneamente, ganhando um tom aveludado, úmido e cúmplice. — Sou eu, Laura. Preciso de um favor seu. Algo que só um homem com o seu... rigor e a sua virilidade pode resolver. Estou com a minha sobrinha aqui na minha casa. Ela é linda, gostosa, tem 19 anos, mas é completamente crua. Precisa ser domada e quebrada. Quero que você venha e aplique as suas regras mais duras nela. Eu vou supervisionar tudo de perto.
Ela ouviu a resposta do outro lado, um sorriso lento, lascivo e cruel desenhando-se em seus lábios perfeitamente pintados de vermelho. Verni. Um homem de 47 anos, implacável, com fetiches dominadores pesados e conhecido por não ter a menor paciência para hesitações ou fraquezas femininas. Um verdadeiro predador.
Laura desligou o telefone e fixou seus olhos nos meus, frios como o gelo, mas brilhando com o plano de me ver ser possuída.
— Ele vem amanhã, Keita. E é bom você se preparar e já ir lubrificando. A partir de amanhã, você não terá vontade própria. Você apenas obedece.
No dia seguinte a atmosfera na sala de estar da casa de Laura estava densa, quase sufocante, carregada de uma eletricidade sexual que fazia os pelos do meu corpo se arrepiarem e minha intimidade arder em expectativa. Minha tia se movia pelo espaço com a segurança absoluta de quem dominava cada centímetro daquele território e da minha mente. Naquela tarde, ela era o próprio retrato da sedução e do comando: uma loira de beleza exuberante e madura, com seios fartos que quase saltavam inteiros pelo decote generoso do vestido preto justo e curtíssimo. A barra mínima revelava uma meia 7/8 com uma renda intrincada que abraçava suas coxas grossas, terminando exatamente onde a curva da sua bunda grande e empinada se desenhava sob o tecido sintético. A cada passo que ela dava, o estalo do salto agulha no piso ecoava como um chicote, uma ordem silenciosa de submissão.
Eu, por outro lado, estava em uma posição de total e deliciosa vulnerabilidade. Laura havia me ordenado usar apenas uma camisola de seda preta, tão fina, curta e completamente transparente que funcionava mais como uma vitrine do que como uma cobertura. Por baixo, a lingerie de renda, sutiã minúsculo e fio-dental, que se enterrava na minha bunda, desenhando os contornos dos meus quadris e o minúsculo sutiã, deixava meus seios e meus mamilos rosados totalmente expostos sob o tecido translúcido. Uma coleira de couro macio e preto circulava meu pescoço, apertada o suficiente para eu lembrar quem mandava ali, e a guia de metal descansava nos dedos longos e perfeitamente pintados de minha tia. Seguindo a regra humilhante que ela me impusera antes de abrirmos a porta, eu estava de joelhos no tapete da sala, com as pernas abertas e os olhos fixos no chão, sentindo o contraste entre a frieza do acessório no meu pescoço e o calor da buceta, ansiosa e já molhada.
Quando os passos pesados e firmes de Verni ecoaram pelo corredor, o ar sumiu completamente dos meus pulmões e meu coração disparou contra o peito. A porta se abriu e ele entrou. Ele era exatamente o mestre severo e imponente que Laura havia descrito. Alto, de ombros largos que dominavam o espaço físico do quarto, trazia alguns fios grisalhos na barba por fazer e um olhar tão afiado, tão despido de pudor, que pareceu me avaliar por inteiro, despindo minha camisola transparente antes mesmo de qualquer palavra.
Laura deu um passo à frente com seus saltos estalando, tensionando levemente a guia de metal para cima para que eu erguesse o queixo com os joelhos colados no chão. Ela assumiu aquele tom de voz frio, arrogante e imponente que selava de vez o meu destino. Não havia espaço para arrependimentos ali.
— Verni, esta é a Keita. A minha sobrinha safada de quem te falei — disse Laura, mantendo o controle total da situação e olhando para o volume na calça dele. — Deixo o corpo dela sob seus comandos mais duros. Se ela falhar, chorar ou fizer corpo mole, eu mesma estou aqui atrás para ajudar na instrução e aplicar o castigo. Você tem total autoridade para testar os limites dela e usá-la como quiser.
O olhar faminto de Verni desceu do rosto de Laura diretamente para o meu corpo trêmulo no chão. Ele reduziu a distância entre nós com passos lentos, até que eu pudesse sentir o aroma forte e másculo de seu perfume amadeirado misturado ao cheiro de testosterona. Um sorriso de canto, puramente predador e sádico, desenhou-se em seus lábios ao notar minha postura vulnerável, meus seios subindo e descendo apavorados sob a camisola transparente e o chão abaixo de mim quase marcado pelo meu tesão.
— Ela tem uma presença impressionante, Laura. O figurino de puta destaca exatamente o que precisa ser domada e moldada — a voz dele veio grave, rouca, reverberando diretamente no meu peito e fazendo minha pelo arrepiar. Ele estendeu a mão grande e calejada, recebendo a guia de metal das mãos de Laura com um aceno firme e possessivo. Ele deu um puxão seco para cima, fazendo a coleira apertar minha garganta. — Vamos ver como essa ninfeta se comporta quando as minhas regras começarem de verdade na carne. Keita, olhe bem nos meus olhos e abra a boca.
Verni não perdeu tempo com cortesias. Ele caminhou até mim com a segurança implacável de quem é dono absoluto daquele território — e do meu corpo. Sem pedir licença, ele segurou as lapelas do meu casaco e o abriu de uma vez só, deixando-o escorregar pelos meus ombros até o chão. No instante em que os olhos famintos dele e os de Laura encontraram a minha lingerie preta de renda, o ar no quarto pareceu sumir. A expressão deles endureceu em puro desejo. Antes que eu pudesse respirar, Verni prendeu meu queixo entre os dedos firmes, apertando com força o suficiente para me deixar imóvel, obrigando-me a encarar a imensidão dos seus olhos castanhos e profundos.
— A sua lingerie é linda, Keita. Mas você está tremendo feito uma ninfeta indefesa. Tire essa postura defensiva agora — ele ordenou, a voz fria, cortante e carregada de autoridade.
Antes que qualquer palavra saísse da minha boca, ele me puxou pela cintura com uma força brutal, colando meu quadril no dele. Senti o calor absurdo e a firmeza do seu corpo maduro pressionando minha bunda, me fazendo arrepiar violentamente da cabeça aos pés. Seus dedos enterraram-se nos meus cabelos perto da nuca, puxando minha cabeça para trás com força, expondo meu pescoço. Sem o menor aviso, as mãos grandes dele desceram até o sutiã da minha lingerie. Ele agarrou a renda preta e a puxou para baixo com violência, rasgando o tecido fino e expondo meus seios completamente nus à luz do quarto.
Verni não esperou. Ele avançou direto, abocanhando meu mamilo esquerdo com uma vontade avassaladora. Minha boca se abriu em choque enquanto ele mamava e sugava com força, alternando as chupadas profundas com mordidas firmes e cruéis no bico do meu seio. O contraste da dor aguda com o prazer elétrico me fez arquear as costas inteiras, soltando um gemido alto, agudo e desesperado. Minha pele ficou instantaneamente marcada pela saliva quente dele e pela pressão dos seus dentes.
— Você é deliciosamente sensível. Vamos ver se o seu corpo obedece tão bem quanto a sua boca — ele sussurrou contra a minha pele molhada, seu hálito quente me fazendo queimar por dentro. — De joelhos. Agora. Já começamos as suas aulas de piranha.
A ordem direta e humilhante fez meu rosto arder de vergonha e tesão, mas a urgência de agradá-lo e o peso da sua experiência falaram mais alto. Minhas pernas cederam. Ajoelhei-me imediatamente diante dele no chão de madeira, de frente para a sua braguilha, erguendo o rosto submisso. Ele manteve a mão de ferro enterrada na minha nuca, inclinando minha cabeça e ditando a proximidade ideal do seu pau.
Atrás de mim, o som dos saltos agulha da minha tia Laura estalou de forma pausada e sádica no piso. Ela se posicionou logo atrás, observando toda a cena de cima, com os braços cruzados sob os seios fartos, avaliando cada milímetro da minha degradação voluntária.
— Quero que você o satisfaça exatamente do jeito que ele mandar, Keita. Sem pressa, e sem desviar esses olhos safados dele — a voz de Laura veio de cima como um chicote, fria e excitada. — Faça direito para não me envergonhar. Quero ver você engolir ele inteiro.
Assenti com a cabeça, com a boca já salivando, completamente dominada pelo fetiche daquela situação. Conduzida pelas mãos firmes dele, que puxavam meu cabelo no ritmo forte que ele queria e num vai vem, eu o chupava com muito prazer, obedecendo a ele, minha garganta sentia o seu pau tocar e a baba escorria pelo meu corpo, adorava os movimentos que verni me forçava a fazer. Sentir o controle absoluto que aquele homem maduro exercia sobre os meus movimentos, sob o olhar vigilante e cúmplice da minha própria tia, me dava um prazer quase insuportável. Minha mente disparava em pensamentos completamente sacanas e de putaria: eles estão me moldando juntos, eu sou o brinquedinho sexual deles esta tarde. Cada boquete, cada movimento da minha língua e cada gemido abafado era ditado pelo ritmo implacável e possessivo que ele impunha de cima, me transformando, segundo a segundo, na vadia perfeita de ambos
Depois de sugar minha energia e testar os meus limites até a última gota de saliva, Verni não teve piedade. Ele me puxou para cima pelo braço com uma facilidade humilhante e me jogou de bruços na cama. O impacto contra o colchão desordenado me deixou sem ar, e ele imediatamente se posicionou por cima.
— Não se mexa. Só sinta o seu dono — ele comandou, a voz rouca colada ao meu ouvido.
O calor do corpo dele esmagando minhas costas era sufocante, um peso bruto que me acendia por dentro. Tomada pela exaustão e pelo pânico delicioso daquele momento, cometi o erro crucial de tentar puxar meus pulsos e fechar um pouco as pernas, num reflexo bobo de tentar aliviar a pressão. Foi o meu fim. No milésimo de segundo seguinte, a mão pesada de Verni afundou com violência na minha lombar, me prensando de cara no lençol, e a sua outra mão desceu como um trovão na minha bunda nua, uma dor gostosa de prazer, uma sensação de ser dominada por um homem dominador, experiente, gostoso que sabia tratar uma vadia como ela merece.
O estalo ecoou pelo quarto e eu soltei um grito agudo, abafado contra o travesseiro. Minha pele ardeu instantaneamente, latejando em um tom vermelho vivo. Mas o castigo estava apenas começando. Ouvindo a minha pequena e patética tentativa de resistência, minha tia Laura deu um passo à frente. O som dos seus saltos agulha no piso de madeira parecia ditar o ritmo da minha punição. Ela puxou um chicote de couro preto, usado em suas orgias e até mesmo comigo nos momentos de castigos.
— Eu avisei que se você hesitaste, eu mesma corrigia o seu mau comportamento, Keita — Laura rosnou. Sua voz exalava uma dominância sádica e cruel enquanto ela ajeitava a meia 7/8 na coxa, me olhando de cima com total desprezo e tesão.
Antes que eu pudesse abrir a boca para implorar por clemência, o chicote dela cortou o ar e estalou certeiro na minha outra nádega.
A dor aguda, fina e ardida do chicote de Laura combinada com o peso bruto de Verni me quebrou por dentro. Lágrimas quentes escaparam dos meus olhos enquanto eu gemia alto, um choque violento de adrenalina, dor e humilhação consensual que desintegrou qualquer resto de orgulho ou timidez que eu ainda tentava carregar. Toda a minha resistência sumiu, dando lugar a uma lubrificação intensa que escorria pelas minhas coxas.
— Olha para ela, Verni. Tentando se fechar como se tivesse alguma escolha aqui dentro — Laura provocou, desferindo mais dois golpes firmes com o chicote bem na polpa da minha bunda, fazendo a minha bunda arder intensamente — Você veio aqui para ser a nossa vadia e obedecer sem questionar, não veio? Responde, Vagabunda!
— Sim... sim! Eu sou a vadia de vocês! Me desculpa, tia Laura... me desculpa, Verni! — implorei desesperada, com o rosto enfiado no travesseiro, expondo minha bunda marcada e aceitando o castigo duplo por completo.
— Acho bom. Agora fica quietinha, abre bem essa raba e aguenta tudo o que o Verni tem para te dar — Laura ordenou, recuando um passo, limpando o suor do colo e saboreando a visão do meu corpo totalmente quebrado, trêmulo e entregue.
Verni não teve mais nenhuma delicadeza. O ritmo virou um domínio físico implacável e selvagem. Ele segurou meu quadril com as mãos de ferro, me penetrando de forma bruta e possessiva, me levando ao limite absoluto do prazer carnal. Eu estava totalmente entregue à crueza e ao vigor daquele homem de 47 anos, que me usava como um pedaço de carne precioso, sob o olhar vigilante e excitado de Laura, que se tocava discretamente enquanto nos assistia.
Ele não parou um momento se quer, me comeu de lado, de quatro, sentada, a cada metida dele na minha buceta eu sentia o prazer de ser dele, olhando Laura se tocar era ótimo, o ingrediente prazeroso para gozar no pau de Verni, enquanto seu pau me penetrava.
Enquanto eu dava a buceta, Laura chupava meus seios, dava tapas, me chamava de cadela, Verni também ficava cada vez mais excitado e me empurrou do seu pau, me chamou novamente, puxou-me pelos cabelos novamente ao seu pau que ainda parecia uma rocha de duro, voltei a chupar no seu ritmo imposto por ele, voltei a apanhar dele, dois tapas secos na cara e sua ordem:
De 4 Vagabunda!!! Agora vai levar ferro no cuzinho.
Já havia dado meu rabinho para outros mas dessa vez iria ser diferente, um pau de respeito, que mais parecia um mastro, foi entrando no meu cuzinho, Laura de deitou embaixo de mim onde fazia eu a beijar, com vontade, e submissão.
Verni metia, eu gemia, gritava, parecia uma cadela, mas ser enrabada por aquele pau era delicioso, excitante, Verni me batia com força na bunda, mandando eu dizer quem era meu dono: eu respondia ofegante e com sorriso na cara:
Verni e Laura, Verni e Laura, Verni e Laura......
Perto do ápice final, ele me puxou pelos cabelos novamente para o chão, de joelhos, fazendo-me olhar para cima uma última vez. Com um comando firme de Verni e um aceno de aprovação sádico de Laura, ele determinou o desfecho. Ele puxou o membro totalmente ereto de dentro do meu cuzinho e, com jatos quentes e espessos, deixou a sua porra, marca da sua total soberania jorrar direto no meu rosto, nos meus olhos e na minha boca entreaberta. O impacto daquela porra quente me fez fechar os olhos, sentindo o calor e a força daquela dominância conjunta selar o meu destino.
Laura chegou e ajudou a me limpar, lambendo cada gota preciosa daquele liquido branco, do meu rosto, dos meus seios e então me pegou pela garganta, abri minha boca e de forma sensual, cuspiu tudo na minha boca, engoli tudinho enquanto nos beijávamos sobre o olhar de Verni
Quando a tempestade de prazer terminou, Verni se afastou sem a menor pressa. Ele caminhou até a poltrona do quarto para recuperar o fôlego, acendeu um cigarro e cruzou as pernas, apreciando o estrago que havia feito de longe. Tia Laura guardou o chicote, ajeitou as curvas do seu vestido justo e se aproximou da cama, olhando-me de cima com um sorriso orgulhoso, frio e severo que destacava sua beleza madura e impecável. Eu continuei na mesma posição por longos minutos: ajoelhada no chão, trêmula, exausta, com o gosto da porra de Verni, ainda dentro da minha boca e a pele da bunda queimando de dor e prazer pelos tapas e chicotadas.
— Muito melhor assim — Verni disse, soltando uma lufada de fumaça cinzenta na minha direção, me olhando como se eu fosse um troféu domado. — Você funciona muito bem sob pressão, Keita. A sua tia tinha total razão. Você tem futuro como vadia.
Laura deu um passo à frente e passou a mão unhada pelos meus cabelos suados e bagunçados, puxando-os para trás com uma força firme, me obrigando a olhar diretamente para o seu rosto superior.
— Ela aprendeu a lição, Verni. Na próxima vez que a gente chamar, ela não vai ousar hesitar ou duvidar do poder de um homem de verdade e de uma mulher que sabe mandar — Laura comentou, fixando seus olhos nos meus com uma soberania esmagadora. — Não é, Keita? Você vai ser uma boa piranha?
— Não... eu nunca mais vou desobedecer vocês... — sussurrei com a voz fraca, rouca de tanto gemer, olhando para os dois com os olhos brilhando em total submissão, aceitando de corpo e alma a minha nova realidade degradante e maravilhosa.
Deitada ali no chão, sentindo o ardor delicioso na pele, o cansaço pesado no corpo e o gosto da porra dele na minha boca, eu processei a minha própria conclusão. Laura estava completamente certa, e eu era imensamente grata a ela por ter me libertado daquela timidez boba. Eu achava que conhecia o desejo, mas a verdade é que eu não fazia ideia do que era ser verdadeiramente possuída e humilhada por um homem maduro, seguro e implacável como Verni, ainda mais sob os olhos controladores e sádicos de outra mulher poderosa.
Aquela tarde mudou a química do meu cérebro. Descobrir o prazer na minha própria dor, ser castigada pelo chicote da minha própria tia, carregar as marcas dos dentes dele e aceitar a gozada no meu rosto como um prêmio limpou qualquer inocência ou timidez que ainda restava em mim. Eu entrei naquela sala como uma menina inexperiente e boba, mas saí sabendo exatamente o poder perfeito da dor e do prazer combinados — e totalmente ciente de que, a partir de hoje, eu seria eternamente a vadia deles para quando decidissem me dar novas ordens.
Foto 1 do Conto erotico: Apenas Obedeça: A Rendição da Sobrinha Submissa


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Nome do conto:
Apenas Obedeça: A Rendição da Sobrinha Submissa

Codigo do conto:
273214

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
26/09/2026

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