Olá, sou a Keita, vou apresentar meu quinto conto.
Quem acompanha os meus contos sabe que a minha entrega como submissa à minha tia Laura transformou a minha vida. Sob suas ordens precisas, ganhei a maturidade e a malícia que poucas possuem. Desde que mudei para a casa dela, meu corpo virou um laboratório de prazer através da arte da sedução em encontros que ela, minuciosamente, planejava para mim. Sempre fui totalmente entregue aos mandamentos da minha Domme.
Além de Domme fomos amantes, eu sempre na condição de passiva na relação, nos amamos muito durante esses anos, fui sua aluna na arte da sedução e com ela me descobri que o amor não tem limites, só gostar de homens ou mulheres, é aprender a gostar de tudo, ser liberal.
Certa manhã, na sua casa, nossa rotina começou tranquila na cozinha. Nós costumávamos dormir na mesma cama, exceto nas noites com os clientes. Laura mencionou que precisaria sair para resolver alguns assuntos, mas manteve o mistério sobre o destino.
Assim que ouvi o carro deixar a garagem, decidi aproveitar a solidão. Subi ao quarto, me despi por completo e desci para a piscina. Deitei-me na espreguiçadeira sob o sol morno, relaxando por horas. Depois de um tempo, virei-me de bruços, empinando a bunda para garantir a marca de bronzeado perfeita, deixando minhas curvas expostas.
Algumas horas depois, ouvi o barulho do portão se abrindo: era Laura voltando. Continuei imóvel, ali na piscina. Logo depois ouvi seus passos firmes de salto alto se aproximando. Pelo canto do olho, vi que ela nem sequer entrou na casa para se trocar. Ali mesmo, com a imponência que só ela tem, Laura tirou suas roupas e revelou seu corpo maduro e perfeito sob a luz do sol. Ela caminhou até mim e ordenou com sua voz firme:
— Olhe para mim, Keita.
Virei-me imediatamente, sentando-me com total devoção. Satisfeita, ela segurou minha mão e me guiou para dentro da piscina, onde o frescor da água contrastou deliciosamente com nossas peles quentes.
De repente, Laura me puxou firme pelos cabelos, inclinando minha cabeça para trás, e colou nossos lábios em um beijo profundo e cheio de posse. Debaixo d'água, sua mão alcançou a minha buceta, acariciando-me com movimentos precisos que me fizeram arfar. Totalmente excitada, senti o corpo amolecer.
Laura desceu os lábios pelo meu pescoço, mordendo e chupando meus seios com força, castigando meus mamilos até me arrancar um gemido alto. Segurando meu queixo, ela me obrigou a encará-la:
— Diga-me, Keita... O que você é minha?
— Domme Laura... Eu sou sua vadia — respondi, sem fôlego.
— Muito bem. E as vadias obedientes ganham o que merecem — ela murmurou com um sorriso malicioso, pronta para o que viria a seguir.
Voltamos a nos beijar com uma urgência voraz, nossas peles escorregando e a água da piscina agitando-se ao redor dos nossos corpos colados. Quando o fôlego sumiu, saímos da água; nos secamos às pressas, mas o desejo já queimava. Corremos para dentro de casa, deixando um rastro de gotas e calor pelo chão.
No quarto, Laura me empurrou na cama, assumindo o controle absoluto. Ela subiu no meu corpo, abrindo minhas pernas com uma autoridade que me fez tremer. Suas mãos começaram a brincar livremente com a minha buceta já encharcada, provocando-me com toques rápidos e firmes até que eu estivesse implorando, completamente vulnerável. Então, ela desceu a cabeça e começou a me chupar com força, uma voracidade deliciosa que mostrava todo o seu domínio. Eu arqueava as costas, as mãos cravadas nos lençóis enquanto nossas marcas de bronzeado reluziam sob a luz do quarto. Minha mente se esvaziou; só existia a língua dela me invadindo, me devorando, arrancando-me gemidos agudos de puro delírio.
Laura sabia exatamente como me torturar de prazer. Ela subiu o corpo, colando seu peito ao meu e posicionando sua própria buceta úmida e quente contra a minha. Começamos a nos esfregar em um encaixe perfeito, frenético e pecaminoso. O calor no quarto era sufocante. Sentindo as primeiras contrações dela começarem, ouvi seu comando sussurrado bem no meu ouvido, dando-me a permissão que eu precisava para liberar tudo. Gozamos juntas, em um uníssono de espasmos violentos e gritos abafados, nossos fluidos se misturando enquanto nossos corpos tremiam colados. Ofegante, Laura segurou meu rosto e selou nossa entrega com um beijo longo, profundo e molhado — o selo de quem nasceu para mandar.
Mais tarde, após me vestir, desci para a sala usando apenas um shortinho de lycra vermelha que desenhava cada curva do meu corpo, sem nada por baixo, andávamos assim na casa. Sentei-me no sofá com as pernas cruzadas, adotando a postura impecável de uma submissa que aguarda seu destino. Foi quando ouvi o clique do telefone. Laura desligou o aparelho e caminhou lentamente em minha direção, ainda completamente nua, exalando aquele poder natural que me reduzia a nada. Ela parou bem na minha frente, olhando-me de cima com um sorriso moldado em pura malícia:
— Keita, tenho um encontro para vc. Na verdade... eu ganho e você trabalha, sua puta.
O xingamento ecoou como um gatilho elétrico no meu corpo. Instintivamente, abaixei a cabeça em sinal de total submissão, mas Laura queria a minha exposição. Ela deu um passo à frente, segurou meu pescoço com firmeza e apertou de leve, inclinando meu rosto para cima, obrigando-me a encarar seus olhos profundos e implacáveis.
— Olhe para mim quando eu falar com você — ordenou, mantendo a pegada firme que quase me tirava o ar. — Falei com o Claudio, um amigo e amante de tempos. Ele quer um encontro comigo mas quero que vc vá, ofereci vc a ele... mas não estará sozinho. Ele quer o programa para para ele e para o filho dele, o Adriano.
Meu coração desandou a bater, uma mistura violenta de nervosismo e excitação pornográfica ao pensar em duas gerações de homens dividindo e usando o meu corpo ao mesmo tempo, ainda não havia tido essa experiencia de ser a vadia de pai e filho. Laura percebeu o tremor dos meus lábios e sorriu, satisfeita.
— Amanhã à tarde, ele vem te buscar bem aqui. E você vai ser a putinha deles. Entendeu bem?
— Sim Senhora... — respondi com a voz trêmula de desejo. — Serei exatamente o brinquedo que a senhora quer que eu seja para eles.
Laura soltou meu pescoço devagar, desenhando o local com a ponta dos dedos antes de subir para se vestir.
A noite passou como um delírio febril. Deitada ao lado de Laura, enquanto ela dormia na calmaria de quem detém o controle absoluto da minha vida, eu rolava na cama imersa em fantasias obscenas. Fechava os olhos e imaginava o contraste: Claudio, o homem experiente, maduro, que saberia exatamente como dominar uma mulher com calma e precisão; e Adriano, um jovem de 17 anos transbordando vigor, urgência e aquela força bruta típica da idade. Minha buceta pulsava forte e molhada sob o lençol só de pensar que eu seria a propriedade deles por uma tarde inteira, entregue pela minha própria dona.
O dia seguinte finalmente amanheceu. Acordei minha Domme com um beijo suave e devoto, indo direto para a cozinha preparar o café da manhã, cuidando de cada detalhe com a perfeição que ela exigia. Quando terminei, ouvi seus passos firmes. Laura caminhou em minha direção estendendo um conjunto de peças que fez meus olhos brilharem:
— Hoje, seu uniforme de cadela será este.
Peguei o tecido com as mãos trêmulas. Era um corpete branco rendado e estruturado que esmagava a cintura e empinava os seios, meias 7/8 brancas, uma calcinha minúscula em fio-dental e saltos altos vertiginosos. Um traje que conseguia ser milimetricamente delicado e, ao mesmo tempo, extremamente vulgar pelas transparências estratégicas nas áreas mais íntimas. O verdadeiro uniforme de uma cadela pronta para a entrega.
Para acalmar a ansiedade que queimava, dei um mergulho na piscina. Boiando sob o céu azul, imaginei como seria ser usada pelo pai experiente e pelo filho afoito de 17 anos. Saí da água vibrando de antecipação. No quarto, escolhi uma roupa estratégica para sair de casa: uma calça jeans extremamente justa, que desenhava meus quadris e valorizava a bunda, com uma camisa sutilmente entreaberta.
Dobrei cuidadosamente o corpete rendado, a calcinha minúscula e as meias 7/8 brancas, guardando o uniforme inteiro na bolsa. A transformação ficaria para o motel, como uma surpresa.
Desci para a sala com a bolsa a tiracolo, sentando-me perto de Laura. Fixando seus olhos nos meus, ela deu as últimas instruções:
— Cadela de prazer, o rapaz é quase virgem. Use todas as suas malícias com ele. Eu disse a eles que você é uma garota muito puta, bem safada, muito então cumpra o seu papel.
O som de uma buzina cortou o silêncio. O carro preto de Claudio havia chegado. Laura caminhou com elegância soberana até a calçada, deixando-me na sala sentindo a pele formigar sob o jeans justo. Instantes depois, ela voltou e sua voz cortou o ar:
— Keita, venha. Seus clientes chegaram.
Levantei-me no mesmo segundo, absorvendo a malícia ordenada, e saí. Cláudio mantinha o vidro do motorista abaixado com um sorriso experiente. No banco do carona, os olhos famintos de Adriano devoravam minhas curvas.
— Aqui está ela — disse Laura. — Façam bom proveito. Quero que ela lhes de muito prazer, ela é bem putinha e vai dar conta.
— Pode deixar. Ela está em ótimas mãos — Cláudio respondeu com uma risada rouca.
Entrei no banco de trás, sentindo o perfume amadeirado dos dois inundar o ambiente fechado. Assim que o carro deu partida, inclinei-me para a frente, exalando meu perfume:
— Boa tarde, Claudio. E você deve ser o Adriano... Laura me falou muito sobre vocês
Claudio sorriu pelo retrovisor, enquanto Adriano virou-se para trás, hipnotizado pela minha camisa entreaberta. Com a voz grave de desejo, o jovem confessou que eu era ainda mais linda de perto. Percebendo a eletricidade, Claudio incentivou o filho a perder o pudor, lembrando que eu estava ali para ser inteiramente deles.
Sob o comando do pai, Adriano estendeu a mão quente para o banco de trás, tocando meu joelho e subindo os dedos firmes pela minha coxa, apertando o tecido colado. Arfei sob o toque dele, sustentando seu olhar predatório. Pelo retrovisor, eu via o olhar atento de Cláudio observando cada movimento nosso, transformando aquela viagem na preliminar perfeita para o rapaz perder de vez a timidez.
Para quebrar o gelo ainda no carro, guiei a mão direita de Adriano, espalmando-a diretamente sobre a minha coxa. Senti o sobressalto elétrico no corpo dele; seus dedos tremiam, mas logo se fecharam com força contra o tecido colado da minha calça jeans. Ele engoliu em seco, os nós dos dedos brancos de tensão, mas a respiração pesada e descompassada entregava o quanto aquela proximidade o estava enlouquecendo. Com malícia selvagem, ditei o ritmo: olhei bem nos seus olhos pelo retrovisor e apertei sua mão contra mim, fazendo-o subir os dedos até o limite da minha virilha antes de estacionarmos. Ver o garoto travar uma batalha interna entre o pudor e o desejo me deu a certeza de que ele seria o meu brinquedo perfeito.
O carro manobrou para a garagem do motel e o motor se apagou. Cláudio e Adriano me guiaram para o quarto. Sob o olhar faminto do homem mais velho, peguei minha bolsa e me tranquei no banheiro. Quando me despi e vesti o figurino de Laura, meu corpo arrepiou por inteiro. O corpete branco rendado esmagava a minha cintura e empinava os meus seios, deixando meus mamilos totalmente expostos e intumescidos sob a transparência cruel do tecido. Prendi as meias 7/8 nas coxas, ajustei a calcinha fio-dental milimétrica e calcei os saltos.
Quando abri a porta, o impacto visual paralisou a suíte. O contraste daquela lingerie branca e impecável com a minha pele bronzeada e o apelo explícito da minha nudez parcial deixaram Adriano sem ar. Cláudio soltou um sorriso predatório de total aprovação.
Aproximei-me de Cláudio primeiro, rebolando devagar sobre os saltos. Envolvi seu pescoço e o entreguei um beijo profano, longo e profundo, sentindo o gosto do tabaco e do whisky na sua boca, enquanto sua mão madura e calejada apertava a minha cintura com uma força que quase me deixou marcas. Quando nos afastamos, virei-me para Adriano. O jovem arfava, os olhos fixos na transparência do meu corpete. Colei meus lábios nos dele com uma lentidão torturante, iniciando um beijo que começou suave e logo virou uma disputa faminta de línguas, ensinando-o na prática como uma verdadeira puta se entrega ao desejo.
Cláudio serviu três doses de whisky. Bebemos enquanto o clima se transformava em uma panela de pressão. A cada gole, a cada roçar de pernas sob o efeito das meias 7/8 e a cada risada abafada, minha buceta pulsava, molhando a calcinha minúscula, já estava entregue aos dois.
Foi quando Cláudio deixou o copo de lado e deu o passo definitivo. Ele me puxou por trás com violência, colando minhas costas ao seu peito largo. Sua mão firme desceu para a minha bunda expostas, cravando os dedos na minha carne por cima do fio-dental. O impacto me fez arquear a espinha e soltar um gemido sôfrego, em total delírio com aquela demonstração de posse. Mantendo-me presa contra si, Cláudio fixou os olhos nos do filho, que assistia à cena com as pupilas totalmente dilatadas e o seu pau marcando agressivamente a calça.
— Olhe bem para ela, Adriano — ordenou Cláudio, a voz grave vibrando contra as minhas costas. — Veja como a vadia da Laura está encharcada e pronta para você. Chegue mais perto e faça o que você passou a viagem inteira querendo fazer.
Cláudio soltou minha cintura devagar e caminhou até a poltrona de couro. Sentou-se como um imperador, cruzou as pernas e segurou seu copo, assumindo o papel de diretor daquele espetáculo depravado. Deu um gole longo na bebida e disparou com um sorriso cruel:
— Ela é toda sua, meu filho. Mostre o que você aprendeu e não dê descanso a essa cadela. Quero ver se o seu sangue é tão quente quanto o meu. — Ele cravou os olhos em mim e completou, com uma autoridade que me fez tremer as pernas: — Keita, sua puta, dê prazer ao meu filho, faça dele um homem hoje...
A ordem funcionou como um estalo perverso na minha mente de submissa. Abaixei a cabeça em reverência, sentindo meu gozo escorrer pelas minhas coxas. Eu era a propriedade deles naquela tarde.
Olhei para Adriano. O garoto avançou como um predador que finalmente recebeu permissão para caçar. Sem hesitar, quebrei a distância e me atirei contra o corpo dele. Envolvi seu pescoço com os braços e o sufoquei com um beijo brutal, faminto e avassalador, afogando qualquer resto de timidez que ele ainda tivesse na minha boca.
Enquanto nossas línguas se entrelaçavam, guiei a mão dele diretamente para a minha bunda, sentindo-o perder o controle ao cravar os dedos com força por cima do fio-dental branco. O ritmo do garoto mudou; a fúria dos 17 anos tomou conta. Seus lábios desceram pelo meu queixo até o pescoço em mordidas e chupões agressivos. Para acelerar o delírio, eu mesma baixei o corpete rendado, expondo meus seios. Adriano abocanhou meus mamilos rígidos com uma voracidade deliciosa, enquanto Cláudio assistia de camarote, masturbando-se sutilmente por cima da roupa na poltrona.
Sentindo o pau dele pulsar duro contra a minha coxa, ajoelhei-me devagar no tapete diante do jovem. Sob o olhar fixo e travado do pai, abri o zíper de Adriano e libertei seu pau duro, imponente e quente. Olhando fixamente para Cláudio com um sorriso audacioso, comecei a envolvê-lo com a palma da mão úmida, ditando um ritmo torturante que fez o garoto soltar um suspiro pesado, fechando os olhos diante da minha técnica.
Com a malícia guiando cada movimento, passei a mamar com vontade, engolindo-o com vontade. O silêncio foi quebrado quando Cláudio deixou o whisky de lado, levantou-se e caminhou até nós com passos firmes. Parando acima de mim, ele cortou o ar com sua voz grave e imponente:
— Mas o que é isso, Adriano? Pegue os cabelos dessa puta e mande ela mamar com vontade. Mas, antes, faça isso para ela saber exatamente quem comanda aqui.
Cláudio agarrou meu braço, puxando-me para cima de uma vez. Sem aviso, desferiu dois tapas firmes e estalados na minha cara. Meu rosto virou, a pele ardeu instantaneamente e minha intimidade inundou com a agressividade consensual daquele comando. Ele esmagou meu queixo com os dedos:
— Olha aqui, vadia... Comporte-se como a puta que você é aqui dentro, entendeu?
— Sim, senhor... — respondi trêmula, entregue ao êxtase da humilhação que Laura havia planejado.
Satisfeito, Cláudio acenou para o filho. Totalmente dominado pela fúria do pai, Adriano perdeu o pudor. Ele me pegou firme pelos cabelos, puxando minha cabeça para trás, e forçou o ritmo. Ajoelhei-me novamente sob o tapete, a ardência no rosto misturando-se à eletricidade nas veias. Eu engolia o pau do jovem enquanto meus olhos, lacrimejantes pelo esforço, buscavam Cláudio.
Satisfeito por ver o filho assumir o controle bruto, o homem maduro recuou até a poltrona, cruzou as pernas e retomou seu posto de diretor daquele espetáculo privado, saboreando cada detalhe da minha total rendição.
— Isso, Adriano. Agora deite essa puta na cama e a coma — ordenou Cláudio da poltrona, a voz grave ditando o próximo passo. — Quero ver você gastar toda essa energia nela.
Antes tirei minha calcinha molhada, e joguei-a em Claudio que a cheirou com tesão, sentindo meu odor, meu gozo, meu suor, sentindo meu cheiro de cadela no cio.
Adriano obedeceu imediatamente. Enroscando os dedos nos meus cabelos com a força bruta da juventude, ele me puxou para cima e me arrastou até o colchão. Caí de costas, as meias 7/8 brancas destacando minhas pernas abertas e o corpete escancarado expondo meus seios totalmente entregues. Ele subiu logo em seguida, posicionando-se entre minhas coxas com uma urgência que fazia meus quadris pulsarem molhados em antecipação. Puxei o rosto dele para o meu, selando nossos lábios em um beijo profundo e coberto de suor. Quando Adriano finalmente me tomou, a energia afoita e incansável me rasgou por dentro, fazendo-me arquear as costas e soltar um gemido agudo que ricocheteou nas paredes espelhadas.
Da poltrona, Cláudio assistia Adriano me comer em silêncio absoluto, dando goles lentos no whisky enquanto se masturbava com força. Sentir o vigor intocado do garoto me dominando, sob a audiência implacável do pai a poucos metros, levou-me ao delírio. Eu cravava as unhas nos lençóis e entregava cada centímetro da minha carne àquela humilhação deliciosa, sendo a vadia dos dois.
Adriano puxou meus quadris com firmeza, exigindo a mudança. Obediente, fiquei de quatro, apoiando os cotovelos nos lençóis escuros e empinando a bunda na direção dele. Ele não hesitou: cravou os dedos na minha cintura e me tomou por trás com um vigor impressionante. O impacto me arrancou um grito sôfrego. O ritmo dele era frenético, movido pela fúria da idade.
Querendo mostrar dominância, Adriano começou a dar leves palmadas nas minhas nádegas. O estalo suave da mão dele acendeu a minha safadeza.
— Mais forte, Adriano... Me bate com vontade! — pedi, com a voz embargada, implorando pelo impacto.
No entanto, a inexperiência cobrou o preço. Seus golpes continuavam hesitantes, quase carinhosos, revelando o receio de me machucar. Da poltrona, Cláudio percebeu a frouxidão do filho. Ele deu uma risada curta, chacoalhou o gelo no copo e disparou o comando definitivo:
— Deixe de ser frouxo, Adriano! — a voz do pai ecoou com autoridade. — Ela é uma puta, vagabunda, esta aqui para nos servir e dar prazer. Ela aguenta o tranco. Firmeza nessa mão, garoto, use os dedos abertos e estale com vontade!
O comando funcionou como um choque elétrico. Adriano engoliu em seco, abriu os dedos e desferiu uma palmada violenta que ardeu a minha carne e deixou a marca vermelha do seu bofetão na minha bunda. Soltei um gemido de pura dor e prazer, enquanto ele acelerava as estocadas profundas por trás. Mudamos de posição rapidamente, deitando de lado; ele puxou minha perna para cima do seu quadril, me enfiando todo seu caralho ao máximo. No encaixe colado, Adriano soltou um rosnado animal, enterrando o rosto no meu pescoço e descarregando todo o seu vigor incansável dentro de mim, inundando-me em um clímax intenso, repleto de espasmos violentos.
Adriano desabou ao meu lado, completamente ofegante. Ainda entorpecida pelo orgasmo, deslizei meus dedos lentamente pela minha buceta encharcada e, sob o olhar fixo que vinha da poltrona, levei a mão até a minha boca, lambendo meu próprio gozo com audácia.
Aquele gesto depravado foi o estopim. Cláudio deixou o whisky de lado e levantou-se com passos decididos. Ali mesmo, despiu o restante das roupas com total imponência, revelando sua piroca madura, grossa e latejante. Ele parou na beira da cama, exalando a autoridade de quem comanda todo o espetáculo, e ordenou que eu me ajoelhasse. No mesmo instante, Adriano levantou-se e posicionou-se logo ao lado do pai.
Em um segundo, eu me vi diante de duas gerações: pai e filho, com seus paus erguidos e rígidos, disputando lado a lado o espaço da minha boca de vagabunga.
Cláudio assumiu as rédeas da perversão. Enterrou a mão firme nos meus cabelos, puxando minha cabeça para trás com uma força que me fez lacrimejar, e ditou o comando definitivo:
— Mame com vontade, sua puta. Não para.
Entregue à dupla exigência, comecei o trabalho. Eu ia ao fundo, engolindo a profundidade e a espessura de Cláudio, enquanto a saliva escorria em abundância pelos cantos dos meus lábios, lubrificando todo o movimento. Eu babava, sufocando com o ritmo frenético que o homem mais velho me impunha com os puxões violentos no meu cabelo, mas continuava com total devoção.
— Isso, segue assim, engula tudo, sua cadela — ordenava Cláudio com a voz rouca e pesada.
Ao lado, Adriano assistia a tudo de perto, completamente hipnotizado pela minha boca trabalhando no pai. Ele segurava o próprio membro com força, controlando o fluxo e a ansiedade enquanto aguardava a sua vez, totalmente envolvido na atmosfera de comando implacável que o pai havia estabelecido.
Cláudio recuou até o centro da cama, apoiou o tronco nos braços e ditou a ordem com sua voz cortante e autoritária:
— Suba aqui, Keita. Quero ver você galopar.
Guiei-me pelo comando imediatamente. Cavalguei no pau maduro de Cláudio, descendo lentamente até me engolir por completo. O encaixe firme me arrancou um gemido sôfrego. Comecei a quicar em um ritmo cadenciado, sentindo a autoridade de suas mãos calejadas esmagando meus quadris para ditar a velocidade.
Adriano não ficou assistindo. O jovem aproximou-se pela cabeceira, posicionando seu caralho rígido bem diante do meu rosto.
— Limpe tudo, Keita. Mame o meu também — ordenou Adriano, a voz trêmula de excitação, mas com a confiança que o pai tanto incentivava.
Segurei seu caralho e aproximei meus lábios, engolindo-o com precisão, dividindo-me entre o prazer do pai e o do filho. O movimento era insano: enquanto meu quadril subia e descia no ritmo de Cláudio, minha boca acolhia Adriano com total devoção. Com o corpo arqueado, meus seios balançavam livremente sob o corpete rendado aberto. Adriano, hipnotizado, enterrou as duas mãos neles, apertando-os com o vigor selvagem. Lá de baixo, Cláudio mantinha os olhos fixos nas minhas reações, usando xingamentos ritmados para testar minha submissão.
— Agora chega, mude de posição. Fique de quatro sua cadela— comandou Cláudio, empurrando meus quadris.
Apoiei os joelhos e cotovelos, empinando a bunda. Cláudio posicionou-se atrás de mim e, sem hesitar, meteu com força e profundidade no meu cuzinho. O impacto me fez enterrar o rosto nos lençóis, soltando gemidos altos. Em seguida, para o encaixe final, Cláudio mandou Adriano deitar-se de costas. Sentei-me no jovem, quicando com malícia, enquanto Cláudio veio por cima, colando seu peito às minhas costas. Fui completamente prensada entre o vigor do filho e a imponência dominadora do pai.
A suíte transformou-se no cenário da minha total rendição. Cláudio erguia o braço e desferia tapas violentos na minha bunda, fazendo o som estalar alto no quarto, deixando a minha carne marcada e ardendo.
— Olha como a cadela da Laura aguenta o tranco, Adriano! — Cláudio exclamava, a voz rouca colada ao meu ouvido. — É assim que se trata uma puta barata.
O peso de ser chamada de cadela, puta e vadia pelas duas gerações que me usavam sem piedade funcionou como um gatilho avassalador. Afundei as unhas nos lençóis, choramingando de puro êxtase e devoção, lavada de suor.
Próximo do limite, Cláudio retirou-se para que eu focasse inteiramente no rapaz. Rebolei com ritmo e malícia sobre Adriano, acelerando os movimentos até que o vigor da sua inexperiência não aguentou e gozou tudo dentro de mim, trêmulo, senti todo seu gozo entrar em mim.
Cumprindo minha devoção, sai da cama e me ajoelhei no chão, com o rosto erguido. Cláudio aproximou-se e gozou na minha cara, cobrindo minhas bochechas. Em seguida, segurei o pau de Adriano, novamente o coloquei na minha boca, fazendo um boquete e pedi que ele me gozasse novamente, mas na minha testa, deixando o líquido escorrer lentamente pelos meus olhos, misturando-se ao do pai. Cláudio sorriu do topo de sua imponência:
— Boa cadela, safada, ordinária... Você representou muito bem o nome da Laura hoje. Agora, limpe tudo com capricho, limpei seus paus com carinho e capricho enquanto eu permanecia gozada e melada no chão, no meu lugar.
No entanto, a dominação guardava um último ato. Cláudio me puxou firmemente pelos braços e me guiou até o banheiro. Ali, ele utilizou uma última e intensa imposição física e verbal de demarcação de território, segurando meus cabelos ele mijou no meu rosto, limpando a porra da minha cara, coroando a sensação de entrega e humilhação que eu tanto buscava para aquela tarde inesquecível.
Vc limpou nossos paus, agora eu limpo sua cara, cadela vadia, disse Claudio, enquanto eu recebia seu mijo quente.
O sedã preto estacionou na calçada da casa de Laura ao final da tarde. Desci com os músculos cansados, o corpo marcado pelas palmadas firmes e a mente flutuando em puro êxtase. Caminhei pelo jardim e abri a porta da frente, encontrando minha Domme na sala de estar, saboreando uma taça de vinho com sua elegância habitual. Ela examinou minha postura, notando o leve desalinho do meu visual.
— Olhe para mim, Keita — ordenou Laura, a voz calma ecoando pelo espaço.
Aproximei-me e me ajoelhei diante dela, apoiando as mãos nas suas coxas e olhando diretamente no fundo dos seus olhos.
— Como foi o serviço, minha putinha? — perguntou ela, passando os dedos suavemente pelo meu cabelo.
— Foi perfeito, Laura — respondi, reverente. — Claudio ditou as regras com a força da experiência, e Adriano usou todo o vigor que a senhora previu. Eu fui a puta perfeita deles, exatamente como a senhora me ordenou ser. Aguentei os xingamentos, os bofetões e limpei cada rastro do prazer deles antes de ir embora.
Laura sorriu com uma expressão de orgulho genuíno moldando seu rosto maduro. Ela ia responder quando o celular sobre a mesa de centro começou a vibrar, exibindo o nome de Cláudio. Minha Domme atendeu no viva-voz, mantendo os olhos fixos em mim enquanto eu continuava ajoelhada aos seus pés.
— Diga, Cláudio — atendeu Laura, com seu tom firme.
— Laura, eu precisava te ligar logo para agradecer — a voz grave de Cláudio ecoou, rouca. — A Keita foi espetacular. Uma puta impecável, extremamente obediente. Ela aguentou o tranco do Adriano, seguiu cada ordem minha sem piscar e limpou tudo com uma devoção que eu nunca vi. Meu filho está no céu e eu estou completamente satisfeito. Você criou uma Puta deliciosa.
Meu peito inflou de orgulho e minha buceta voltou a pulsar ao ouvir os elogios do cliente diretamente para a minha dona.
— Eu sei do que a minha menina é capaz, Cláudio — respondeu Laura, com um sorriso de satisfação. — Que bom que aproveitaram. Nos falamos depois.
Ela desligou. O clima de cumplicidade na sala estava no ápice. Laura inclinou-se, segurou meu queixo com firmeza e selou aquele momento com um beijo calmo na minha testa.
— Muito bem. Você ouviu o que ele disse. Você provou mais uma vez a sua maturidade e a sua fidelidade à minha vontade. Agora, suba, tome um banho demorado e descanse, pois depois vc vai ser a minha putinha novamente.
Subi as escadas sentindo o peso delicioso da obediência cumprida, pronta para satisfazer Laura novamente.
Os anos que se seguiram transformaram aquele dia em uma rotina de total entrega. Tornei-me a GP oficial de Cláudio e Adriano, servindo fielmente às duas gerações sob o olhar atento e a aprovação contínua da minha Domme Laura. Durante o tempo tive outros encontros, principalmente com mulheres.
Compreendi que a minha verdadeira liberdade estava na minha submissão mais profunda. Cada marca vermelha deixada na minha pele, cada comando atendido e cada limite superado não eram sinais de fraqueza, mas sim o ápice da minha maturidade e do controle absoluto sobre os meus próprios sentidos. Servir bem a eles moldou a mulher que me tornei.

Puta que pariu quse fozei delícia 😋 Sonho meu kkkkk Votandooo
Nossa que delícia de conto 😋😋 Eu queria ter começado assim,mas não foi , garoto de sorte,ter uma mulher linda é M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, adorei, muito exitante 🤤🤤 Votadissimo 👏👏👏