Hoje o conto é pesado.
Hoje eu conto como fiquei viciada no leite do meu pai.
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O nome dele é Carlos. Quarenta e quatro anos, loiro, forte, peito largo, aquele corpo de homem que treina e não precisa contar. O fotógrafo é o Luiz: trinta e três, magro, cabelo preto, amigo meu há um tempo. Luiz sabia demais. Sabia que eu tinha OnlyFans. Sabia que eu já tinha transado com três caras. Sabia que eu gozava fácil e que eu engolia. Sabia que eu era putinha. E eu implorava para ele nunca, nunca contar para o meu pai.
Eu sempre gostei de ensaio de lingerie. Sempre. Renda preta, renda vermelha, body transparente, salto. O Carlos — meu pai — sempre olhava. Sempre elogiava.
— Ficou bonita, filha.
— Essa aqui valoriza o corpo.
— Você nasceu para câmera.
Eu nunca desconfiava. Achei que era pai orgulhoso. Só isso.
Até o dia em que eu mesma pedi o ensaio com ele.
— Luiz, eu quero um ensaio com o meu pai. Ele é bonitão. Forte. Vai ficar editorial.
Luiz sorriu daquele jeito que eu já deveria ter lido.
— Se ele topar, eu fotografo.
Meu pai topou na hora.
O estúdio era pequeno, luz quente, um sofá de veludo escuro, uma cadeira, um fundo cinza. Eu cheguei de robe. Por baixo, um conjunto de renda champagne: sutiã meia taça, calcinha fio, cinta-liga. Perfume no colo e na virilha. O Carlos chegou de camisa clara, manga dobrada, calça bege. Quando eu abri o robe, ele parou no meio do passo.
— Ana…
— É ensaio, pai. Finge que é trabalho.
Luiz já estava clicando.
— Carlos, chega mais. Mão na cintura dela. Isso. Agora olha para ela como se fosse um casal.
A mão grande do meu pai fechou na minha cintura. Quente. Pesada. Eu senti o cheiro dele — madeira e sabonete — e o coração disparou. Luiz continuou.
— Segura os seios dela por cima da renda. Não aperta forte. Só afirma.
Eu olhei para o Luiz. Ele olhou de volta. A mensagem era clara: *faz, senão eu falo*.
Meu pai não questionou. As duas mãos subiram e cobriram meus seios por cima da renda. Os polegares pararam perto dos piercings. Eu prendi o ar. Ele estava adorando. Eu vi no pescoço dele. Vi no olhar.
— Agora vira ela de frente para você — Luiz mandou. — As duas mãos na bunda. Cola o corpo. Olhos nos olhos.
Meu pai obedeceu. As palmas grandes desceram pelas minhas costas e pegaram minha bunda inteira, uma nádega em cada mão, por cima da renda fina. Ele me puxou contra o peito. Nossos rostos ficaram perto demais para pai e filha. Eu via a boca dele. O lábio de baixo. A respiração quente. Luiz foi se aproximando com a câmera.
— Mais perto. Mais. Quase encostando os lábios. Não beija. Só quase.
Eu olhei para a boca do meu pai e senti um tesão curto, proibido, subindo pela barriga. Não era pose. Era vontade. A boca dele estava ali, a um sopro. Eu suspirei. O ar saiu quente entre nós dois. As mãos dele apertaram minha bunda e os dedos começaram a deslizar. Devagar. Pelas nádegas. O indicador direito entrou um pouco no meio, ainda por cima da renda, e subiu, desceu, desenhou a curva. Um frio correu na minha barriga. Os mamilos apertaram os piercings. Eu fiquei molhada sem conseguir esconder.
— Isso — Luiz sussurrou. — Segura. Olha a boca dela, Carlos. Ana, abre um pouquinho os lábios.
Eu abri. Quase toquei a boca dele. Quase. O nariz dele roçou o meu. Os dedos dele afundaram mais na minha bunda, puxando meu quadril para frente. Foi aí que eu senti. O pau dele, duro, grosso, marcando a calça bege bem no meio da minha barriga. Latejando. Quente mesmo por cima do tecido. Eu prendi o suspiro no peito. Ele também. Nenhum dos dois afastou.
— Filha… — ele falou tão baixo que só eu ouvi.
— É a câmera — eu respondi, mas a voz saiu mole.
Não era só a câmera.
— Agora ela senta no colo — Luiz falou. — Pose de capa.
Sentei de lado primeiro. Depois ele virou e eu fiquei de frente, as coxas abertas sobre as dele. A renda da calcinha colou na calça bege. O pau duro ficou preso entre nós, grosso, óbvio. Luiz mandou eu encostar a testa na dele. Mandou eu sorrir na boca dele sem beijar. Mandou a mão dele descer para a minha coxa.
Eu bebi um pouco de vinho que o Luiz tinha aberto “para soltar o clima”. Duas taças. O corpo esquentou. Os toques ficaram mais lentos. Em uma pose, eu sentei fundo no colo dele para a câmera e senti de novo, agora inteiro, o volume esfregando na calcinha. Eu fiquei sem graça. Quente. Confusa. Não imaginei que aquilo ia acontecer. Não naquele sofá, não com flash, não com o Luiz andando em volta.
— Ana, troca a lingerie — Luiz falou. — A vermelha agora.
Não tinha camarim. Só um biombo curto que não cobria nada direito.
— Troca aí — Luiz disse. — A luz está boa. Não perde o clima.
Eu olhei para o meu pai. Ele não desviou. Não saiu. Não fez nada. Estava gostando. Eu virei de lado, soltei a cinta-liga, desci a calcinha champagne, fiquei uns segundos nua da cintura para baixo com o Carlos sentado a dois metros. A calcinha vermelha subiu tremendo nas minhas coxas. O sutiã troquei de frente. Os seios apareceram inteiros. Os piercings. Ele engoliu seco. Eu vi.
No colo de novo. Vinho de novo. A mão dele mais baixa. O pau ainda mais duro. Eu rebolei um milímetro sem querer e ele respirou fundo no meu cabelo.
— Filha…
— É pose, pai.
Mas não era só pose.
No fim do ensaio, Luiz guardou a câmera e falou como quem comenta o tempo:
— Vamos marcar uma praia. Foto nua. Fica cinema. O que acham?
Eu abri a boca para dizer não.
Meu pai disse:
— Sim.
Fomos embora. No banco do carona eu não entendia o que estava rolando. Só fui entender depois: aquilo tinha sido plano dele. Desde o começo. O Luiz só executou.
Em casa eu travei. Pesquisei incesto. Relatos. Vídeos. Pai e filha. O mesmo caminho de sempre quando a minha cabeça pega fogo. Fiquei curiosa. Fiquei molhada. Fiquei com medo de mim.
Três dias depois saímos de manhã. A praia de nudismo ficava a uns cinquenta minutos de casa. A mãe achou que era só praia com o pai. Biquíni na bolsa, mentira pronta.
A areia era clara, as pedras altas de um lado, pouca gente longe. O vento frio no começo. Luiz mandou a gente tirar a roupa logo. Eu fiquei nua primeiro. Seios ao vento, piercing no umbigo brilhando, a buceta depilada. Meu pai tirou a camisa, a calça. Ficou nu. O pau dele, mesmo mole, já era grosso. Pesado. Loiro embaixo também.
Luiz foi clicando. Eu de costas no peito dele. Ele atrás de mim, o pau encostando na minha bunda. Eu sentada na areia entre as pernas dele. Ele deitado, eu por cima, os seios caindo no rosto dele “para a luz”. Cada pose era um empurrão.
Até que Luiz baixou a câmera.
— Poxa. Precisa estar duro. Vai ficar melhor na foto. O contraste, o volume.
Meu pai olhou para mim. A voz saiu baixa.
— Filha. Me ajuda. Só toca.
Eu não pensei muito. Estendi a mão e segurei.
Quente. Grosso. A pele macia, o corpo dele inteiro retesando no mesmo segundo. Eu passei o polegar na cabeça e ele cresceu na minha palma, veia por veia, até ficar pesado, latejando, apontando para cima. Eu fiquei olhando o pau do meu pai na minha mão, nua, numa praia, com o Luiz fotografando.
— Isso — Luiz falou. — Agora ela ajoelha na frente. Segura com as duas. Olha para a câmera.
Ajoelhei. Areia nos joelhos. Os seios juntos. O pau dele na altura da minha boca. Eu não chupei ainda. Só segurei. Só encostei o rosto na haste. Luiz pirava.
— Carlos, puxa o cabelo dela. Ana, abre a boca. Não chupa. Só mostra.
Eu abri. A cabeça do pau encostou no meu lábio. O cheiro dele me bateu forte. Eu engoli saliva.
Foi aí que eu levantei o rosto.
— Pai. Foi você que pediu para o Luiz fazer isso?
Ele passou a língua nos lábios. Não mentiu.
— Foi. Eu achei o seu OnlyFans, Ana. Eu sei o que você grava. Eu sei que você é uma putinha. Sei dos três. Sei que você ama porra. Se você não quer que a sua mãe saiba, é melhor obedecer.
O chão sumiu. Medo. Tesão. Raiva. Tudo junto. A buceta latejou. Eu odiei isso. Eu gostei disso.
Luiz apontou para as pedras.
— Ali. Reservado.
Fomos. Entre duas pedras altas, sombra, o som do mar tapando a voz. Luiz encostou a câmera no ombro e falou para o meu pai, sorrindo:
— Ela ama porra, sabia?
— Eu sei — o Carlos respondeu. — Ajoelha, filha.
Ajoelhei. O pau duro na minha cara. Ele segurou meu cabelo loiro.
— Abre a boca.
Abri. Enchi a boca com o pau do meu pai. Grosso demais no começo. A saliva desceu na hora. O gosto era de pele quente, um pouco de suor de praia, um pouco de homem. Eu desci até onde deu, a cabeça batendo fundo, os olhos marejando. Ele gemeu baixo.
— Isso. Chupa o papai. Aaiii… filha… sua boca…
— Aaiiii… pai… — falei quando saí para respirar, um fio de saliva ligando meu lábio à cabeça. — Que grosso…
Voltei. Lenta. Molhada. A língua no freio, a mão no que não cabia. Luiz falava pose e eu nem ouvia mais. Só o pau. Só o cabelo preso na mão dele. Só o barulho da minha boca.
— Vai engolir — ele mandou. — Você ama isso.
Ele gozou rápido demais da primeira vez. Dias segurando, eu acho. O primeiro jato bateu fundo, grosso, quente, forte. O segundo encheu a língua. O terceiro escorreu no canto da boca. Eu engoli. O sabor era pesado, salgado, cremoso. Eu sorri com a boca suja e falei a verdade, olhando para cima:
— Eu amo porra mesmo.
Ele riu, ainda latejando nos meus lábios.
— Putinha do caralho.
— Se eu já mamei… — eu falei, ainda ajoelhada, passando a língua na cabeça para limpar — …sentir o pau do papai dentro não deve ser problema.
Ele não esperou eu terminar a frase direito. Puxou meu cabelo, me virou de quatro na areia fria entre as pedras, cuspiu na mão e esfregou a minha buceta. Dois dedos. Aberto. Eu estava encharcada. Medo. Tesão. O proibido. Tudo isso me deixou pronta.
— Reluta baixinho se quiser — ele falou no meu ouvido. — Mas a sua buceta já está pedindo.
— Pai… a gente não podia…
— Podia não. Agora pode.
A cabeça entrou. Grossa. Quente. Eu gemi alto contra o braço.
— Aaiiii… pai… devagar… aaaiii que fundo…
Ele foi até o fim. O pau do meu pai inteiro dentro de mim. Eu senti o tamanho, as veias, o osso dele batendo. Ele segurou meu cabelo como rédea e começou a meter. Curto primeiro. Depois fundo. A areia grudava nos meus joelhos e nos seios.
— Aaiiii… fode… aaiiii pai… assim…
— Isso. Geme. A putinha do papai gemendo na praia.
— Eu não queria… aaiiii… mas está gostoso… não para…
Luiz só assistia agora. Meu pai não ligava. Metia. A mão no meu seio, o piercing entre os dedos, a outra no meu quadril. Cada estocada molhada. Eu relutava na fala e pedia mais com o corpo.
— Aaaaa vou gozar… aiii paiii vou gozar… aaiiii…
Gozou primeiro eu. A buceta apertando ele, as coxas tremendo, um gemido longo. Ele não parou. Virou para eu ficar no colo, de frente, os seios na boca dele. Ele mamou o piercing enquanto eu sentava.
— Cavalga, filha. Mostra como você fode no OnlyFans.
— Aaiiii… cala a boca… aaaiii que fundo… pai…
Sentei até doer gostoso. Beijei a boca dele pela primeira vez de verdade. Língua. Sal. A memória daquele “quase beijo” no estúdio explodindo agora. Ele gemeu no meu lábio.
— Filha do caralho… sua buceta é quente pra caralho…
— É sua agora. Aaiiii… fode sua filha… aaaiii…
Ele me deitou na toalha, as pernas no ombro, e meteu fundo, olhando a minha cara. Eu olhei de volta. Pai. Quarenta e quatro. Loiro. Forte. Me comendo.
— Goza na minha boca — eu pedi. — Quero de novo. Quero o leite do papai.
Ele tirou, ajoelhou na minha cara, o pau vermelho, brilhando da minha buceta. Abri. Os jatos vieram grossos outra vez, menos que na primeira, ainda quentes. Bateram na língua. Escorreram no piercing do meu colo. Engoli o que deu. Sorri.
— Eu amo porra mesmo. A do senhor mais ainda.
— Chupa limpo.
Chupei. Lenta. Olhando para ele. Ele passou o polegar no meu lábio e falou baixo, safado:
— Toda vez que você gravar aquele site, vai lembrar que o melhor leite é o do seu pai.
— Vou. Aaiiii… já estou lembrando.
Voltamos para o carro com areia no corpo e cheiro de sexo. Luiz foi no outro. Eu e o Carlos no nosso. Ele ligou o ar, olhou para mim no banco e falou:
— Amei a putinha. Você vai ser minha sempre que eu quiser.
Abaixou o short antes de sair da vaga. O pau já estava durinho de novo. Eu deitei o tronco no banco, o cabelo caindo no colo dele, e enfiei na boca. O carro andou. Eu chupei o caminho inteiro. Sem pressa. Molhado. Barulhento demais para um farol.
— Aaiiii… filha… assim… no vermelho não para…
— Hmmm.
— Quando chegar em casa você termina. A sua mãe não pode ouvir. Então mama calada.
Eu mamei. O gosto dele de novo. O vício começando ali, no banco do carona, com o cinto atravessado nas minhas costas e o pau do meu pai batendo fundo na minha garganta.
Cinquenta minutos. Eu quase não tirei a boca.
Quando a casa apareceu no fim da rua, ele segurou meu cabelo, gozou de novo, menos, quente, e eu engoli sem deixar vazar no tecido.
Ele ajeitou o short. Eu ajeitei a boca.
— Boa menina — ele falou, desligando o motor. — Amanhã o papai quer de novo.
Eu passei a língua no dente e sorri.
— Eu também. Eu viciei.
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Se quiserem o próximo, peçam.


