Minha mãe, Silvana, tem 44 anos. Seios enormes, maiores que os meus, loira, olhos claros, bunda redonda, coxas grossas. Depois do divórcio ela ficou solteira e começou a ir comigo nas baladas. Nunca tínhamos feito nada juntas. Até aquela noite.
Estávamos nos arrumando no quarto. Eu de cropete preto apertado que marcava meus peitos e um shortinho de couro falso que sumia na bunda. Ela de calcinha fio dental vermelha, vestido preto com decote fundo, sem sutiã, os mamilos já duros só de se olhar no espelho. O quarto cheirava a perfume doce e a tesão. Minha mãe se olhava no espelho, passava a mão por baixo do vestido, ajeitando a calcinha no meio da bunda, e eu via o tecido esticando. Eu pensava: “Caralho, minha mãe tá gostosa demais hoje. Esse decote vai fazer todo mundo olhar.”
No carro, fomos bebendo vodka com energético. Ela ria alto, a mão na minha coxa de vez em quando, “pra não escorregar”. Eu sentia o calor da palma dela na pele, os dedos dela quase tocando a barra do shortinho. Na fila da balada em SP, os caras olhavam. Dois gatos chegaram: Rodolfo, 48 anos, alto, forte, olhos claros, cabelo curto, barba rala. Eu gosto de homem mais velho. E Gabriel, 45, mais gordinho, mas bonito, sorriso fácil. Falamos que éramos amigas. Rodolfo ficou em mim, Gabriel na minha mãe.
Dentro, a música batia no peito. Eu dançava com Rodolfo, ele me puxava pela cintura, o pau dele duro já roçando na minha bunda pelo shortinho. Eu rebolava de propósito, sentindo a grossura. Minha mãe dançava com Gabriel, mas nossos olhares se cruzavam. Eu via ela se esfregar nele, o vestido subindo, a calcinha vermelha aparecendo. Meu clitóris latejava. Rodolfo me beijava, língua grossa, mão apertando minha bunda. Eu gemia baixinho no ouvido dele: “Aiii… aperta mais…”
No banheiro, eu e minha mãe nos olhamos no espelho, ambas coradas, respirando rápido.
— Nossa, o pau do Rodolfo é enorme e grosso, meu Deus… — eu disse, quase rindo de tesão. — Eu senti. É absurdo.
Minha mãe mordeu o lábio.
— O do Gabriel é pequeno. Ele seria um ótimo corninho… — ela falou baixo, e eu vi o fogo nos olhos dela. Ela é hotwife, e aquilo me deixou molhada na hora.
Voltamos. Gabriel estava sentado, chapado, sorrindo bobo. Minha mãe puxou eu e Rodolfo pra pista. Ela dançou com a gente. Em um momento, Silvana olhou pra mim, os olhos brilhando, e disse:
— Posso beijar ele?
Eu já estava chapada, o álcool e o tesão misturados. Assenti. Vi minha mãe colar a boca na de Rodolfo, a língua dela entrando, enquanto ele ainda tinha as mãos na minha cintura. O pau dele latejava contra mim. Me deu um tesão absurdo. Ele virou e me beijou, depois puxou minha mãe de novo. Foi beijo triplo. Primeira vez que senti a língua da minha mãe. Quente, macia, doce de vodka. Eu gemia no meio dos dois, as mãos dela na minha bunda, as minhas nos seios dela por cima do vestido. “Que loucura… a língua da minha mãe…”
Rodolfo viu que ia se dar bem. Pagou Uber pro Gabriel. O frouxo aceitou e foi embora sorrindo.
No Uber, Rodolfo no meio. Eu e minha mãe alisando o corpo dele. Minha mão desceu, abriu o zíper, entrou na cueca. O pau dele era monstruoso: grosso, veias saltadas, cabeça molhada de pré-gozo. Eu apertei, senti pulsar. Minha mãe fez o mesmo do outro lado, os dedos dela roçando os meus. Beijávamos ele, beijávamos uma à outra por cima dele. Eu pensava: “Tô segurando o pau que minha mãe também tá tocando… caralho.” O motorista fingia não ver. Eu gemia baixinho: “Aiii… é tão grosso…”
No apartamento dele, a porta mal fechou e já estávamos tirando a roupa. Rodolfo tirou minha blusa, os seios saltaram, ele chupou os mamilos com força, eu gemia “aaaahhh…”. Minha mãe tirou o vestido, ficou de fio dental vermelha, seios enormes balançando. Ele olhava pras duas. Eu e ela nos ajoelhamos juntas.
As duas chupando o pau dele ao mesmo tempo. Eu de um lado, ela do outro, línguas se encontrando na cabeça. Eu via minha mãe engolir o pau grosso, a boca esticada, babando, os olhos fechados de tesão. “Minha mãe chupando esse pau enorme… engolindo… que porra é essa.” Eu chupava as bolas, ela descia até a base, engasgava, voltava, me olhava. Nossas bocas se beijavam em volta do pau, saliva misturada. Rodolfo gemia alto: “Porra, vocês duas… aahhh…”
Fomos pra cama. Ele me deitou, minha mãe segurou o pau e passou a cabeça na minha buceta molhada. “Olha como ela tá molhada por você…”, ela falou. Ele meteu. A sensação de sentir aquele pau enorme entrar, esticando tudo, fundo. “Aaaaahhh! Aiii, fode… fode essa buceta!” Eu gemia alto, as pernas abertas. Minha mãe chupava ele toda vez que saía, lambendo o gosto da minha buceta no pau, depois ele voltava a socar. Ele metia forte, o barulho de pele estalando, eu gemendo “aaaahhh aaaaaaaa fode mais!”
O pau escapou. Minha mãe caiu de boca na minha buceta na hora, chupando, lambendo, sentindo meu gosto. Eu gritava. Ele virou ela, chupou a buceta da minha mãe enquanto metia em mim de lado. Eu via a língua dele na buceta dela, ela gemendo no meu ouvido, os seios dela balançando no meu rosto. No auge do tesão, ela me beijou na boca, língua fundo, enquanto ele fodia. “Aiii… beija a mamãe… aahhh…”
Eu gozei forte, o corpo tremendo, gritando “aaaahhh vou gozar! Aaaaaa!” Ele continuou metendo. Minha mãe desceu, chupou o pau dele cheio do meu gozo, engoliu, depois subiu em cima dele. Ela sentou, o pau entrando na buceta dela, ela rebolando, seios enormes pulando. Eu chupava os mamilos dela, beijava a boca, via o pau sumir dentro da minha mãe. “Mãe… aiii… rebola nesse pau… aaaahhh!” Ela gemia alto, “fode minha buceta, porra!”, e eu gemia junto.
Ele gozou dentro dela, forte, enchendo. Quando ela levantou, a porra escorria da buceta da minha mãe, grossa, branca, misturada com o gozo dela. Ela sorriu pra mim, abriu as pernas, e fez o gesto: “Vai. Chupa.”
Eu hesitei um segundo, o coração batendo, depois aproximei. Passei a língua, senti o gosto da porra quente e do gozo da minha mãe. Engoli tudo, lambi limpo, chupei o clitóris dela. Ela passou a mão no meu rosto, acariciou meu cabelo e falou baixinho: “Boa menina…”
Tomamos banho juntos. Os três. Sabão, mãos escorregadias, beijos molhados. Ele me fodia em pé contra a parede, minha mãe chupando meus seios. Depois ela sentava na minha cara enquanto ele metia nela. Gemidos ecoando no banheiro.
De volta na cama, ele mandou as duas de quatro, bundas empinadas. Eu e minha mãe lado a lado. Ele meteu na buceta da minha mãe, depois na minha, depois no cu. A sensação do pau grosso no meu cu, esticando, fundo, eu gemendo “aaaahhh no cu! Fode meu cu, porra!” Minha mãe beijava minha boca enquanto ele socava, a língua dela na minha, as mãos apertando meus seios. Ele alternava, metia no cu dela, depois no meu, forte, as bolas batendo. Eu sentia o pau latejar. Ele gozou no meu cu, enchendo, quente. Minha mãe virou na hora, abriu minha bunda e limpou tudo com a boca, lambendo, engolindo a porra que escorria do meu cu, gemendo de tesão.
Depois os três deitamos abraçados, suados, respirando juntos. Eu no meio, a mão da minha mãe na minha bunda, o pau de Rodolfo ainda semi-duro na minha coxa. Dormimos assim.
Espero que tenham gostado. Não imaginava contar isso pra todos assim. Espero que gostem. Por favor, votem no conto, isso me motiva a escrever mais.
Beijos.

