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Depois de dois dias, meu corpo ainda guardava as marcas daquele fim de semana gostoso. Era terça-feira e eu estava em frente ao espelho, olhando o meu reflexo, totalmente pelada. Como de costume, tirei uma foto — quer dizer, várias, em poses diferentes, exibindo cada curva.
Depois, me arrumei: coloquei uma minissaia, uma calcinha preta fio-dental e uma camisa básica branca. Peguei minhas coisas e fui para a faculdade.
Como sempre em São Paulo, o tempo mudou completamente do nada, e começou a desabar um verdadeiro toró, uma chuva forte e implacável. Eu estava no centro da cidade, acabara de sair da estação e, sem guarda-chuva, precisei correr em busca de um abrigo. No meio da correria, a chuva pesada ensopou a minha camisa branca, tornando-a completamente transparente e grudada ao corpo, marcando perfeitamente os meus mamilos duros de frio e de tesão.
Acomodei-me em um barzinho que estava fechando as portas.
— Moço, posso esperar a chuva diminuir aqui? — perguntei.
— Pode, entra — respondeu o atendente.
Assim que eu entrei, ele abaixou as portas de ferro e ficamos só nós dois lá dentro. Eu estava com frio e comecei a me tremer.
— Obrigada por deixar eu ficar aqui. Qual o nome do senhor? — questionei.
— Pode ficar o tempo que quiser — disse ele.
— Obrigada, Seu Luiz.
— Quer alguma coisa para você se secar? — ofereceu ele.
— Quero sim... — respondi.
Seu Luiz foi até os fundos e trouxe uma toalha amassada. Quando passei pelo rosto, senti o cheiro de toalha usada, cheiro de homem viril, cheiro de macho.
Eu passei por todo o corpo, e ele ficou me olhando fixamente. Inclinei-me para secar as pernas, e a saia subiu, mostrando a minha calcinha fio-dental.
— E... Quantos anos o senhor tem? — perguntei, curiosa.
— Eu tenho 57 anos. Tenho esse bar desde os 19 anos, era do meu pai — respondeu ele, com um tom firme.
— Caramba, bastante tempo... — comentei, sentindo o clima entre nós começar a mudar.
Para quebrar o gelo, eu perguntei:
— Tem cigarro?
Ele tirou o maço do bolso e me entregou. Eu acendi um e comecei a fumar.
— Você não tem medo de andar por aí assim? — perguntou ele.
— Assim como? — indaguei.
— Quase pelada. Isso deixa um homem doido.
— Eu te deixei doido, Seu Luiz? — perguntei rindo.
— Demais, deixando a buceta à mostra com esse fiozinho aí — respondeu ele, com a voz carregada de desejo.
Eu já estava ali com ele e com muito tesão; a única coisa que eu queria era ser bem fodida. Para provocá-lo ainda mais, levantei a saia até a cintura, mostrando completamente a minha calcinha.
Ele ficou doido de verdade. Ele me agarrou pela cintura e eu pude ver que ele não era um senhor bobo; era bruto, um homem de pegada firme.
Com um movimento rápido, ele passou as mãos grandes pelos meus quadris e me deu um puxão seco, colando o meu corpo no dele. O impacto me fez perder o fôlego por um segundo. Sem dizer uma palavra, ele enterrou o rosto no meu pescoço e começou a chupar com uma vontade que parecia querer arrancar a minha pele. Um suspiro longo escapou da minha garganta, seguido de um gemido baixo que eu não consegui segurar. Minha cabeça pendeu para trás, e eu senti os dentes dele roçarem na minha jugular.
— Ai, safado... — gemi.
As mãos dele, grossas, desceram para a minha bunda. Ele não apenas segurou; apertou com uma força que me fez arquear as costas, com os dedos se enterrando na carne macia sob a minissaia. Naquele momento, toda a minha resistência sumiu. Meus joelhos fraquejaram e eu me amoleci completamente nos braços dele, rendida ao domínio daquelas mãos.
Eu coloquei minhas mãos no zíper da sua calça e pude sentir o pau dele endurecendo.
Ele me pegou no colo e me levou até os fundos, onde era o seu quartinho. Por incrível que pareça, era um ambiente limpo e arrumado, mas que cheirava a cigarro e a sexo.
— Tira a roupa! — ordenou ele, com a voz firme.
Enquanto eu tirava tudo ali em pé, ele arrancou as próprias roupas com rapidez. Eu olhei para ele e soltei:
— Caralho, que grande...
Ele riu como quem já sabia que eu ia dizer aquilo; certamente não era a primeira vez.
Esse era o meu primeiro pau preto, com as veias saltadas para fora e o saco enorme cheio de cabelos brancos, o que dava um charme bruto e dominante.
Me joguei de joelhos, segurei o pau dele e comecei a passar a língua por ele todo. Cuspi na cabeça e depois chupei, dando uma sugada de estalar na pica dele.
— Porra... — ele gemeu, com a voz grave.
Ele agarrou meus cabelos com força e forçou a minha cabeça para baixo, me fazendo engolir a tora de uma vez só.
— COOF, GUKH, GHUK! — engasguei, com o pau batendo seco e fundo na minha garganta.
— Isso, sua vagabunda, abre bem essa garganta para o velho! — rosnou ele, metendo a pica na minha boca sem piedade.
— Ghk... ahh... — eu gemia de olhos chorosos, sem ar, sufocada pela grossura daquele pau, mas completamente entregue ao tranco de cada estocada na minha boca.
A baba escorria, eu estava sem ar e empurrei a coxa dele com as duas mãos.
— Filha da puta, é muito grosso... — disse, recuperando o fôlego.
— Hahaha. Sem frescura, chupa! — retrucou ele.
Abri a boca e voltei a chupar, enquanto a baba que escorria descia pelo meu queixo.
— Põe a língua para fora, respira pelo nariz e abre a garganta — instruiu ele.
Ele forçou o pau e, pouco a pouco, minha garganta foi se abrindo, mas logo perdi o ar e veio a ânsia de vômito. Ele me segurava pelo cabelo com força; dei tapas na perna dele, comecei a tossir na pica dele, e a baba viscosa escorria, voando na base do pau com a força da tosse.
— COOF, HRRR... URGH... hrrk!
— Aguenta, aguenta! Falta pouco! — ordenou ele.
Ele empurrou seco até o fundo com aquele pau.
— UUUURG... COOF...
Ele me soltou, e eu comecei a chorar e a vomitar aquele suco gástrico, apenas água.
— Você está louco... urgh... — falei, vomitando.
— Você é fresca demais, não está acostumada com homem de verdade — disparou ele.
Ele se deitou, e eu fui subir em cima dele para sentar.
— O que está fazendo? Quero chupar essa buceta. Quero um 69 — disse ele.
— 69? — perguntei.
Ele me virou: fiquei com a buceta bem na cara dele, enquanto a minha cara ficou na altura da pica dele. Nós começamos a nos chupar ao mesmo tempo. A língua dele era ágil, me chupando com força e com muita vontade.
— Porra, que delícia... Chupa minha bucetinha! — gemi.
A língua do coroa era demais; ele realmente sabia como chupar uma mulher. Eu tentava chupar a pica dele, mas era difícil me concentrar quando ele começava a me devorar embaixo. De repente, ele lambeu meu cuzinho e enfiou um dedo, me fazendo soltar um grito abafado:
— Aaaah, desgramado!
Ele sugou meu grelo com força, mantendo o dedo enfiado no meu cu.
— Eu vou gozar, chupa! — implorei.
Ele chupou mais fundo, afundou ainda mais o dedo, e eu desabei.
— Ah, caralho, tô gozando! — gritei.
Um líquido quente vazou da minha buceta direto na boca dele, que engoliu tudo sem parar de chupar, enquanto minhas pernas tremiam descontroladamente.
Eu deslizei o corpo para cima, posicionei a cabeça daquela pica grossa na entrada da minha buceta encharcada e desci de uma vez só. O fôlego faltou por um segundo quando o pau inteiro me preencheu, esticando cada centímetro de dentro de mim. Comecei a sentar de costas, cavalgando com força e dando pequenas reboladas que faziam o atrito queimar gostoso.
A cada descida, minhas nádegas batiam com força nas coxas dele, gerando um som molhado e abafado que ecoava pelo quartinho. Eu empinava a bunda, rebolava em círculos e sentia aquela tora gigante raspar em cada ponto sensível do meu interior, enquanto ele segurava meus quadris com as mãos calejadas, ditando o ritmo e me empurrando para cima com violência.
— Isso, cavalgando gostoso no velho, sua putinha! — rosnava ele, olhando a cena e curtindo cada segundo.
— Caralho, que tesão! Fode minha buceta com essa pica enorme! — eu gemia, jogando a cabeça para trás, com os cabelos balançando e o corpo inteiro suado, entregue de vez ao prazer daquela foda sem freio.
Ele me virou e me colocou de lado no colchão, com o peito dele colado nas minhas costas. Com uma das mãos firmes, ele levantou uma das minhas pernas, encaixando perfeitamente o meu quadril, e enterrou a pica com tudo de uma vez só, arrancando de mim um gemido estridente e gostoso.
— Ai, caralho... — gemia eu, sentindo o calor daquele corpo bruto colado no meu.
— Agora mete a mão aí e bate siririca enquanto eu te fodo, sua vagabunda! — ordenou ele, com a voz grave e autoritária no meu ouvido.
Sem perder tempo, levei a mão trêmula de tesão direto para o meu clitóris, começando a dedilhar e esfregar com força. O ritmo dele era implacável: ele vinha de trás, socando a pica grossa com fúria, fazendo meu corpo balançar a cada estocada funda, enquanto eu mesma me masturbava freneticamente, misturando o atrito dos dedos com a violência da pica entrando e saindo da minha buceta encharcada.
O velho tirou o pau quase todo e socava com tudo, tirava de novo e afundava com uma força descomunal, fazendo o colchão inteiro ranger sob nós.
— Aaaah! Isso, me fode com essa pica grossa, não para! — eu gritava, esganiçada de tanto tesão, com a voz falhando a cada estocada brutal.
— Caralho, que delícia, me arromba!
Minha mão não parava um segundo sequer no meu clitóris, batendo siririca com desespero enquanto eu gemia e berrava sem me importar com mais nada no mundo:
— Ai, meu Deus, eu tô maluca! Vai, me espanca com essa pica!
O velho realmente sabia como destruir uma mulher na cama. Sem aviso, ele tirou o pau da minha buceta e começou a esfregar a cabeça grossa e besuntada de fluidos diretamente no meu cuzinho fechado, fazendo um atrito delicioso e perigoso.
— Pisca, pisca... — rosnava ele no meu ouvido, com a voz grossa e mandona. — Pisca o cu para o velho, sua putinha. Quero ver esse anelzinho sugando a minha pica.
— Aii... meu cu não, caralho! — eu gemia, com os olhos revirados, mas obedecendo e contraindo as nádegas.
— Eu tô piscando! Olha como eu pico para você, seu safado!
Ele continuou esfregando e pressionando a cabeça do pau na entrada apertada, enquanto eu contraía e relaxava o esfincter freneticamente, num jogo de pura perversão.
A pressão acumulada, misturada ao dedo que ele metia no meu clitóris e aos gritos que ecoavam pelo quartinho, fez o meu corpo entrar em curto-circuito.
— AAAAAAAAAH! — dei um grito agudo e estridente, arqueando as costas com tanta força que quase saí da cama.
— CARALHO, TÔ GOZANDO DE NOVO, QUE DELÍCIA!
Minha buceta e meu cuzinho contraíram violentamente, esguichando um monte de líquido enquanto eu tremia inteira nos braços daquele coroa bruto, completamente desfeita de prazer.
— Vai, fica de quatro para mim. — Mandou ele.
Me virei de quatro num pulo, obedecendo. Ele abriu minha bunda com as duas mãos, chupou a minha buceta e logo focou no meu cu, sugando com força.
— Hmmm, porra... isso é muito gostoso! — gemia.
— Põe a mão para trás, enfia o dedo no cuzinho, vou pôr na buceta.
Levei a mão para trás, enfiando o dedo indicador na entrada do cu. Na mesma hora, ele alinhou a pica grossa e afundou com tudo na minha buceta.
— AAAAAH! — gritei, enfiando o dedo ainda mais fundo no cuzinho enquanto a tora dele preenchia minha buceta num ritmo bruto.
Ele segurava minha cintura e socava na buceta sem piedade, fazendo a carne estalar. De repente, ele parou, deixou o pau lá dentro e escorregou a mão para o meu cuzinho.
— Vira esse cuzinho para mim, gata. Deixa o velho te foder no anal também.
Neguei com a cabeça, sentindo o corpo gelar:
— Não, no cu não! O meu cu é virgem, eu nunca dei para ninguém! Vai doer demais, por favor!
— Deixa de frescura, vagabunda. Um cuzinho apertado desse foi feito para ser arrombado por um macho de verdade — insistiu ele, esfregando o dedo na entrada fechadinha.
— Se doer, você para?
— Claro, querida.
Ele deu uma cuspida grossa no meu cu e começou a esfregar o pau.
— Relaxa, se masturba enquanto eu brinco com seu cu.
Com uma das mãos ele abriu minha bunda, com a outra forçou o pau no meu cuzinho, e eu senti o cu se abrir aos poucos. A dor me consumiu.
— Aí meu cu, caralho! Ai, ai... Para, para!
— Aguenta, a cabeça vai entrar.
— Porra... Porra! Filho da puta!
Eu esfregava meu grelho com dois dedos. Com um empurrão mais forte, a cabeça estourou a resistência, rompendo a prega.
— AAAAAAAAAH! — dei um grito agudo, arqueando as costas e sentindo meu interior pegar fogo.
Ele tirou o pau de dentro do meu cuzinho com um estalo. Levei a mão até lá trás, alisando e xingando:
— Seu filho da puta do caralho, desgraçado!
— Abre essa bunda com as duas mãos, sua vagabunda.
Obedeci. Ele cuspiu no meu cuzinho, esfregou o pau e forçou a cabeça para dentro, tirou, colocou a cabeça e tirou, laceando. Depois, tirou do cu, enfiou na buceta, tirou e enfiou só a cabeça no cu de novo.
— Porra, você tá judiando de mim. Ai, meu cuzinho!
— Tá doendo?
— Sim, tá doendo. Mas... não para.
— Vou enfiar mais, abre o cu para mim.
Ele foi enfiando centímetro a centímetro, e eu gritava mordendo os lençóis, sentindo meu cu se abrir e as pregas perderem as forças.
— Aaaaah, caralho, tá rasgando! — gemia alto, chorando de dor e tesão.
— Juro para tua cara, tua desgraçada — rosnou ele, ofegante —, teu cu é o cu mais apertado que eu já comi na minha vida inteira! Essa porra suga a minha pica com uma força que parece que vai arrancar o meu pau fora!
Ele tirou tudo de uma vez.
— Pronto, agora descansa um segundo. É para você ir se acostumando para não sentir dor. Olha só para esse cu arrombado, engolindo toda a minha porra e babando.
Ele alinhou a pica e empurrou de novo, tomando o meu cuzinho inteiro. Começou a socar com um pouco mais de força, mas sem brutalidade, mantendo uma constância. Eu comecei a sentir prazer, gemendo alto.
— Aah... ai, caralho... Isso... mete no meu cu, coroa...
— Mais, fode meu cuzinho! — eu pedia, com a voz manhosa. — Mete essa pica no meu cu, não para, porra!
Ele socava com força, empurrando até as bolas. Eu abria a bunda, olhava para trás e gemia:
— Isso, isso! Fode o meu cu, caralho!
Ele urrava, socando e gemendo junto. Senti o ar faltar, meus pulmões queimaram e o corpo travou.
— Ah... ah... tô sem ar, caralho!
Gozei com um esguicho forte, esguichando líquido enquanto tremia. Ele tirou do cu e colocou na buceta, aumentando o orgasmo, e logo em seguida tirou e enfiou no cu de novo.
— Isso é muito bom, fode meu cu.
— Tô arrombando seu cu. Quer outra posição?
— Quero, eu quero sentar com o cu na sua pica.
Ele tirou o pau do meu cu, se deitou de costas e eu fui por cima, segurei o pau e encaixei no meu cu, sentindo o monstro entrar até o talo. Comecei a cavalgar de costas, subindo e descendo com desespero, gemendo na rola dele.
— Aaaaaah! Isso, caralho! Fode o meu cu com essa pica gigante!
O ritmo acelerou até que a pressão subiu e eu gozei de novo com a pica no cu, soltando um grito estridente.
— Eu vou gozar, quero gozar na tua cara! Levanta! — disse ele.
— Nem pensar, goza no meu cu! — implorei, travando o quadril dele.
Ele urrou, deu duas estocadas fundas e despejou um jato quente e grosso de porra direto no meu interior.
— AAAAAAAAAH! — gemi, sentindo o líquido ferver no meu cuzinho.
Ele tirou o pau amolecido de dentro do cu, e eu forcei o buraquinho, jogando a porra toda para fora enquanto ela escorregava pelas minhas pernas.
Vesti a calcinha e o resto da roupa.
— Eu já vou indo.
— Você vai voltar?
— Com certeza, assim que meu cu melhorar, porque tá doendo e arrombado.
— Vou te esperar, sua vagabunda.
Fui para casa andando travada. No quarto, tirei a roupa e fiquei de frente para o espelho. Abri a bunda com as mãos e lá estava meu cu: completamente inchado, avermelhado, dilatado, brilhando com a mistura de baba e porra que ainda vazava das pregas estouradas.
“Eu sou a maior vagabunda, amei dar o cu” — pensei, sorrindo com a dor latejante e a queimação.